História I Guess I'm Damaged - Capítulo 2


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Categorias Originais
Exibições 16
Palavras 397
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Poesias, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 2 - A eternidade ordena a ti que esqueça.


“A eternidade ordena a ti que esqueça.”

Don Juan.

Sério, não tô sacaneando. Eu acabei de colocar uma citação de Don Juan ali. Li ela em “O Teorema Katherine”, porque porra, eu não tenho vontade de ler Don Juan ou sei lá.

Eu preciso de outro grande copo de café. O que é um porre, porque sempre que bebo café eu costumo fumar. O que, ainda sim, é um porre porque meu cigarro acabou.
Tenho certeza que daqui a pouco eu vou sair de casa só pra comprar um maço de cigarros.

Ah, sim... Eu tenho lugares pra sentir saudade. Lugares marcados com histórias tão fortes que, toda maldita vez que passo por eles, sinto saudade.
Ao todo são 7 lugares aqui na cidade onde eu vou quando quero sentir saudade – ou quando eu tô bêbado demais e quero chorar.
Sete é um número místico, é o que dizem. Eu sou ateu, mas isso é uma puta coincidência sabe?

O engraçado é que tenho mesmo lugares pra sentir saudade, onde cada pessoa me deu uma história pr’eu sentir falta. E você foi, de novo, uma maldita exceção.

Sinceramente: Eu não faço ideia do que você faz comigo.
Você me dá frio na barriga, de uma maneira nada boa.
Você me dá sorrisos repentinos.
Você me dá raiva por eu não entender o que eu sinto, e me dá ainda mais raiva porque você, de fato, mexe comigo.

E eu não quero sentir tudo outra vez.

Porra...

Criar relações é, pra mim, como construir pontes.
Você tem que comprar os matérias (conseguir sentimentos), depois construir a base (o início de algo), e ir construindo, pouco a pouco, sua ponte.
Acontece que, como eu sempre digo e sempre vou dizer, tudo sempre acaba. Toda maldita ponte desaba nas águas frias do oceano que é o sentir.

“Cada verso de incerteza
que brotava dentro de mim
Conseguia sentir com clareza
O déjà-vu de um fim.

Em cada estrofe de amor
que explodia em meu coração
Conseguia sentir a dor
do início do fim de algo sem noção.

A cada singular poesia
que crescia na minh’alma
Eu sabia que sentia,
aquela única e grande solidão vazia.”

Fui em quem fiz. E nem sei porque fiz. É uma daquelas coisas que vem naturalmente sabe?

Argh...

Acho que vou mesmo ter que tomar a droga do café sem ter cigarro nenhum pra fumar.



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