História I Hate I Love My Life - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), One Direction
Tags Bts, Harry, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Liam, Louis, Niall, One Direction, Rap Monster, Suga, Vhope
Exibições 8
Palavras 2.686
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Hentai, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Bom gente...mais um capítulo. Boa leitura!

Capítulo 2 - Cadeia


     -Vamos, vadia! Diga aonde esta os seus coleguinhas inconsequentes!-senti a ardência em meu rosto logo assim que recebi o tapa no mesmo.
       -Não faço a mínima ideia do que esteja falando, senhor...-fiz a minha melhor expressão de inocente, e vi o homem fardado levantar o braço para desferir outro tapa em meu rosto, então, eu fechei os olhos esperando o baque, mas por incrível que pareça ele não veio.
       -Já chega! -escutei a voz grossa do delegado- Sr.Jones, retire-se da minha sala.
      -Mas Sr. Lewis...
     -Agora! 
    -Sim, senhor...-antes de sair ele ainda olhou pra mim, e eu dei um sorriso sarcástico, a minha vontade era de amostra-lo o meu lindo dedo do meio, mas sabia que se eu fizesse isto, passaria dos limites, e acabaria com a pequena paciência que o delegado Lewis ainda nutria. 

       Assim que o metido a besta saiu, o delegado ficou andando de um lado para o outro, me olhando com uma raiva notável no olhar. 

      -Não é por nada não, delegado, mas se o senhor continuar andando assim, vai acabar criando um buraco no chão.-sentada largamente na cadeira não muito confortável da delegacia, eu tive a imensa coragem de dizer isso a ele.
      -Não é hora de gracinhas, Suna.- ele se sentou novamente na cadeira atrás da mesa inorme de madeira, que com toda a certeza era bem mais confortável que a minha.-Já é segunda...
     -Terceira. 
     -O que...?
     -Já é a terceira vez.
    -Oh, com certeza isso melhora tudo! Já é a terceira vez que está aqui, e você acha que é a coisa mais linda do mundo, né? 
      -Bom...
     -Não termine, ou eu irei perder todo o meu alto controle e te bater aqui mesmo, coisa que eu não quero, jamais! - ele estava tão irado que chegava ao ponto de ser engraçado. Eu realmente não tenho amor a minha vida.

      -Eu já posso ir pra casa? 
       -Você não vai dizer onde estão, não é mesmo? 
      -Eu não sei onde estão, será que dá para acreditar em mim?- sentir que meus olhos lacrimejaram. Oh, eu merecia um Oscar. 
      -Eles te usaram como isca, não foi? Enquanto você estava dirigindo feito louca e ainda por cima bêbada, eles estavam aprontando o que tinham que aprontar. 
     -Ah, papai, eu não tinha ideia do que estava fazendo, eles estavam na mesma festa que eu, e juro por tudo que é mais sagrado, que me mantive longe deles, mas não foi o suficiente,  deram algum jeito de me embebedar e...-comecei com todo o meu teatro, sabia que ele não conseguiria resistir a sua filhinha, e logo assim que as minhas lágrimas falsas caíram, vi a sua expressão suavizar. 
      -Tudo bem...eu sei que você está fazendo de tudo para ficar longe daqueles marginais, mas só por questão de segurança,  eu prefiro que você sempre ande com o seu primo, está bem? -ele falou de maneira mais doce e carinhosa possível. 
      -Okay, papai- me levantei lentamente da cadeira, ainda sentindo a ardência no lado esquerdo da minha bochecha, sorri para ele -prometo me esforçar mais ainda para me manter longe daqueles vagabundos! 
      -É assim que se faz! E me perdoe por ter deixado que o Cabo Jones te batesse.
    -É claro que eu perdoo, papai! 

               É claro que não! 

      -Que bom...-ele não me parecia que estava nem um pouco arrependido. 
     -Já estou indo, papai. Te amo!- dei uma volta na sua mesa e o abracei.
   
       -Também te amo, filha! 

                         Trouxa...

        Assim que eu sair da sala do delegado, dei de cara com o Cabo Jones, dei um sorrisinho sinico pra ele, e o mesmo retribuiu.

      -Como esta o rosto, gracinha? 
      -Melhor do que nunca! Graças ao tapa que você me deu, eu sinto que a minha pele está mais macia do que nunca! -ele abriu a boca para falar algo, mas foi interrompido pela policial Martha. 
      -Senhorita Lewis?
      -Hm? 
     -O seu primo já esta a sua espera e...

     Nem esperei ela terminar, estava louca pra sair daquele lugar. Eu só queria beber, curti e ver os "garotos encrencas", como muita gente os nomeiam, mas nem sabem verdadeiramente quem eles são, só sabem que tem jovens revoltados e aterrorizantes andando pelas ruas da cidade "perfeita". Cheguei na entrada da delegacia, logo assim vi o meu primo escorado na moto dele, como um verdadeiro Bad boy, e com dois capacetes em ambas as mãos. 

      -Onde esta a chave do meu carro?- olhei para Martha, que tinha me seguido da sala do delegado até a entrada da delegacia. 

      -A senhorita não me deixou terminar- revirei os olhos inquieta- o Sr.Lewis disse que o seu carro será confiscado durante algumas semanas ou meses...

                Filho de uma puta! 
  
       Sai de lá sem esperar que ela terminasse de falar novamente, eu estava sem paciência pra ouvir merda. Fui ao encontro do meu primo que o meu pai tanto confiava, mas mal sabia ele que o seu querido sobrinho fazia parte dos "vagabundos inconsequentes" que tanto odeia.

       -O papo lá dentro foi bom? -disse ele me dando um dos capacetes que tinha em mãos. 
         -Acredita que ele confiscou o meu carro? 
        -Isso já era de se esperar dele.
       -Isso é uma droga, sabia? 
        -Você acha que eu estou feliz em ter que te levar todo santo dia para o colégio? - ele colocou o capacete dele, subiu na moto e ligou a mesma.
        -Ah, Hoseok...eu sei que você esta dando pulinhos de alegria ai dentro.-coloquei o capacete em minha cabeça com a ajuda dele.
       -Vai achando...-eu subi na garupa da moto e passei os meus braços em volta de sua cintura, quando eu já estava sentada corretamente, ele deu partida na moto em direção ao nosso "esconderijo". 

       Chegamos no galpão velho, abandonado e praticamente destruido, aquele lugar sempre foi o nosso esconderijo, e como ele ficava fora das redondezas da cidade, ninguém tinha coragem de entrar no local, dizem que é mal assombrado. Bando de idiotas. 

       Entramos no lugar, e assim como fora, lá dentro era do mesmo jeito, só que um pouco mais organizado, limpo, tinha móveis velhos e desgastados, mas que dava pra quebra o galho.

      De primeira, vimos o V, também era conhecido como Taehyung, que é o seu nome verdadeiro. Ele é o filho do banqueiro da cidade, sempre vivia alegre e extrovertido, tinha a personalidade bastante forte, pra quem não conhecia verdadeiramente os dois lados de Kim Taehyung, pensava que ele era somente assim, mas pra quem conhece, sabia que as vezes era totalmente ao contrário. Não só o Hoseok, que é o namorado dele, mas como todos nós tínhamos que lidar com a sua personalidade meio agressiva com pulsos firmes. A mãe dele morreu logo depois do parto da sua irmã Eva, o pai sempre batia na menina, e quando o V tentava intervir, ele acabava apanhando três  vezes mais, nos finais de semanas, o Taehyung tinha que aturar o banqueiro da cidade bêbado e vendo a sua irmã de somente 6 anos de idade sendo praticamente espancada, nos outros dias da semana, tinha que ver ambos chorando e se lamentando. 

     Ele veio até nós e me abraçou, depois disso, foi com o namorado para um canto mais reservado. 

      Continuei andando para dentro do galpão, e no corredor que dava acesso a nossa "sala de estar", vi o meu namorado fake encostado na parede, ele parecia esta me esperando, porque assim que colocou os olhos em mim, ele deu um sorriso malicioso. 

      -Demorou muito, eu já estava preste a ir na delegacia pra ver se você tinha ido em cana.
      -Oh, os babacas me prenderam mais do que o normal, mas eu estou aqui, livre, leve e solta. 
     -Estou vendo...-ele foi até o meu encontro, e enlaçou a minha cintura com os braços- eu preciso me aliviar...já faz mais de uma semana.
       -É, eu também.-ele começou a beijar meu pescoço, e eu sabia onde isso daria se continuássemos- vai com calma, Kookie-o afastei de leve para olhar para ele- Eu irei embora com você, ta bem? Assim continuaremos mais tarde.
       -Okay. Mas eu não posso demorar muito. 
      -Uhum...

      Jeon Jungkook, o filho do prefeito, um garoto de ouro para quem não o conhece direito, e um verdadeiro babaca pra quem conhece, era tímido, porém muito prestativo em qualquer coisa que fazia, é bonito e bom de cama, o garoto perfeito, assim como todas as meninas da cidade falam, mas não era bem assim...ele não era tímido, principalmente quando o assunto era mulher e não era bom em tudo, na cozinha, por exemplo, ele é a pior pessoa para fazer qualquer tipo de comida existente no planeta. O sonho dele é se forma em artes, mas para o senhor prefeito isso era a coisa mais ridícula do planeta, pra ele o Jungkook tinha que seguir os seus passos na carreira política. A mãe dele era uma socialite que só queria saber de vitaminas e comidas light, era gente boa, mas muita gente só a via como a mulher do prefeito e um rostinho bonito, ela não se importava com a vida infeliz que tinha, por tanto que estivesse rica, ela não se importaria com nada, mas mesmo bancando uma de forte na frente das pessoas, ela se trancava dentro de um quarto com o Jungkook, chorava, fumava, se desabafava com ele, e despois se batia, foi assim desde sempre, o menino ficava parado vendo a própria mãe se agredir e se sentia incapaz de fazer algo. 

      Entre mim e o Jungkook não a nada além de amor de irmão e um pouco de desejo carnal, nada mais que isso, só começamos a namorar porque isso era bom para a reputação dos nossos pais e me fazia ficar mais perto ainda dos meninos sem que ninguém disconfie de nada. Por não nos amarmos do jeito apropriado, fizemos um acordo para que ninguém ficasse totalmente preso nessa união, combinamos que poderíamos pegar qualquer um, portanto que esteja muito bêbada ou se for de outra cidade. Totalmente sem complicações ou ciúmes, e sexo, somente se um dos dois tiverem na seca a mais de uma semana.  


      Continuei o meu caminho, só que com o Jungkook na minha cola.  Logo assim que entrei, vi o Jin e o Jimin sentados no sofá jogando dominó. 

-Onde está o Suga e o Mon?-sentei no colo do Jungkook logo assim que ele se sentou em uma poltrona que tinha ali.

       -Você pergunta isso somente pra se machucar mais? -o Jin desviou a sua atenção do jogo para mim e depois para o jogo de novo- É, você realmente gosta de sofrer, não é? -por mais que pareça, ele não fez uma pergunta. 

        Kim Seokjin, ele é o neto da dona de um restaurante, ninguém sabe sobre os pais deles ou como ele começou a andar com pessoas como o Namjoon e Louis Tomlinson e o seu "bando", ele nunca conta, e isso me deixa mais curiosa. Ele e Namjoon são as únicas pessoas que eu não consigo descobrir quase nada, as únicas coisas que eu sei dele é que ele sempre morou com os avós e trabalha com eles no restaurante, gosta de relacionamento sério, detesta festas e ama cozinhar, gosta de participar de rachas e a maior vontade dele é consegui ganhar do Namjoon, tem um gato que eu simplesmente odeio, e vários outras coisas que não são necessárias, pelo menos pra mim. Eu sinceramente não sei o que falar sobre Jin, ele é só o...cara mais normal ao mesmo estranho e misterioso do grupo. 

       -Não fale assim com ela, Jin.- senti a mão do Jungkook na minha coxa esquerda. 

        -Deixa, Kookie. Ele tem razão...-Eu ia levantar do seu colo, mas ele não deixou. 

        -Não liga, Sun. O Jin só esta com mal humor porque ele perdeu a aposta com o Namjoon.- falou o Jimin. 

       Park Jimin, o que falar dessa criatura fofa e irritante ao mesmo tempo? Ao contrário do Jin, eu já sei bastante coisa sobre a situação do Jimin. A mãe dele se separou do pai quando ele tinha 3 anos, a parti daí, a vida dele se tornou um inferno, o pai e a mãe jogava ele contra um ao outro, sempre foi assim, o pai casou com outra mulher e tiveram outro filho chamado Park Johyung, a madrasta dele é uma pessoa muito legal, pelo menos nisso ele teve sorte, mas enquanto pela parte da mãe...logo depois de se separar do pai do Jimin ela começou a andar com pessoas não muito civilizadas, as roupas que usava eram vulgares demais, ela bebe sem parar, e saia com vários homens, mas a parte do "vários homens" melhorou bastante depois dela conhecer um garoto bem mais novo que ela, Liam Payne. A vida do pobre virou um inferno assim que Liam Payne entrou nela, o Jimin não aceitava o relacionamento da mãe, então isso resultava em várias surras ou até mesmo espancamentos, um dia o Jimin não aguentou mais e foi morar com o pai, e está até hoje. A vida dele melhorou e muito depois que ele começou a andar com o Suga e o Namjoon, ele aprendeu a se defender e o Liam nunca mais mexeu com ele, já que se o Jimin anda com o Namjoon, ele anda com o Louis, que é o "manda chuva" de tudo aqui, então ninguém poderia agredir outra pessoa do grupo. Por mais que ele esteja protegido, o Jimin nunca abaixa a guarda quando está perto do seu "papai".

          -Vocês ainda conseguiram fazer a racha? - perguntei um pouco surpresa.

          -Sim, e como o Suga e Namjoon foram os grandes vencedores da noite, o Harry os levou para aquele lugarzinho especial...- disse Jungkook me olhando maliciosos, mas eu somente revirei os olhos, já imaginando o tal lugar.  

         -Onde está o Hoseok?- perguntou o Jin. 

          -Não sei...deve está com o V.- respondi dando de ombros. 

          -E qual foi o seu castigo dessa vez? - perguntou o Jimin, fazendo com que eu ficasse cada vez mais irritada como todo a que questionário. 

            -O de sempre, e ele ainda confiscou o meu carro, não vou poder participar das rachas nem tão cedo. 

             -E essa marca vermelha no seu rosto? - perguntou o Jungkook alisando a parte onde eu levei o tapa. 

             -Foi o Jones.- respondi engoli em seco.

           -O Harry não vai gostar de saber disso...- disse o Jin, Mas não sabia do quê ele estava falando exatamente. 

            -Daremos un jeito nisso depois, agora, temos que ir, certo? - disse Jungkook e depois ele me lançou um olhar mais que significativo.

           -Sim...- disse retribuindo o olhar. 

           -É, eu acho melhor vocês irem mesmo, o Suga está chegando aí...- disse o Jin olhando alguma coisa no celular. 

         -Estão falando de mim? - perguntou o mais temido de todos, Suga. 

           -Onde está o Namjoon? - perguntou o Jin, o ignorando. 

          -Foi pra casa,  ele disse que tinha que acorda cedo - o Suga passou por sem nem se quer me olhar, como se eu não estivesse ali e sentou no lado do Jungkook, que praticamente do meu lado também, e ficou calado. 

         Não irei falar muito sobre o garoto de cabelos negros e pele alfa. Ele era ninguém mais, ninguém menos que o filho do Cabo Jones, aquele que deu um tapa bem bonito no meu rosto. A mãe dele é até que legal, porém a única coisa que ela quer saber é de, fofocas, silicones, dietas e riquezas, uma fofoqueira de primeira, a única coisa que sabe fazer é ostentar dinheiro, mas eu sei muito bem que ela e o marido estão lotados de dívidas até o pescoço. Eles nunca trataram o Suga como um verdadeiro filho,  somente o Hyung, que é o irmão mais velho do Suga.


         Eu bem que poderia ficar aqui explicando mais e mais sobre o Suga e os outros, mas eu prefiro contar ao decorrer da história.

          -Jin, avise ao Hoseok que eu vou embora com o Jungkook, okay? - levantei do sofá levando o Jungkook junto comigo e fui indo em direção a saída. 

           -Suna! - me virei no mesmo instante em que eu escutei a voz do Suga me chamar. - andou apanhado, lindinha? 

           - Vá pro inferno! 

 

 

               FIM!!!

 


Notas Finais


Espero que tenham gostado e perdoe por qualquer erro. Postarei o próximo capítulo em breve, NÃO SEJAM LEITORES FANTASMAS! Bjs e até próximo 😘


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