História I hate myself for loving you - Capítulo 23


Escrita por: ~ e ~Chloe_Hetera

Exibições 125
Palavras 1.318
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oieeeijefbfuvhfuvbfubf

Eu sinceramente não ia mais postar o epílogo. Mas, porém, contudo, entretanto, TODAVIA, se eu fizesse isso Clara me mataria pra krl

✨Boa leitura e não romantizem doenças psicológicas✨

Capítulo 23 - Epílogo


10 anos depois...

P.O.V. Cellbit - 1 de dezembro

17:50h
 

— Você vai dar aula pra nós ano que vem, no sétimo ano, professor? — um de meus alunos indagou — Você é o melhor professor! Eu não gostava de português até você me dar aula!

— Obrigado — sorri convencido — E eu acho que sim. Pretendo.
Estávamos o último dia de aula. Não eram muitas pessoas que tinham ido à escola por causa disso, então deixei que eles conversassem entre si ou comigo, como já queriam há tempos.

— Professor — uma aluna que conversava com sua amiga até então me chamou, olhando receosa para a mesma.

— Sim?

— Você... Namora?

Fiquei alguns segundos a olhando.

— Sim — respondi deixando um ar de curiosidade no ar, o que fez com que todos da sala olhassem para mim.

— Qual é o nome dela?

— Eu não posso dizer...

— Ah, Rafa, por favooooooor! — imploraram eles

Antes que eu pudesse responder qualquer coisa, o sinal bateu anunciando o fim das aulas naquele dia. Todos ficaram tristes por não saber o nome desse alguém, alguns vieram me perguntar, mas eu só respondi:

— O nome não importa. O que importa é que essa pessoa me faz muito bem.

— Eu acho que ele é gay — uma de minhas alunas cochichou para a amiga enquanto ambas iam embora e fingi não ter ouvido.

— Se ele for ou não, não importa. Ele vai continuar sendo o melhor professor de qualquer jeito — respondeu a outra no mesmo tom

Aquela fez com que eu abrisse um sorriso instintivamente. Em seguida parei de prestar atenção na conversa das mais novas e fui para o meu carro.

Enquanto dirigia no trânsito, a única coisa que me animava era pensar em chegar em casa e encontrar Felps me esperando, como sempre é. Depois de trabalhar o dia inteiro, tanto no horário da manhã quanto no da tarde, vê-lo tira meu estresse.
Cheguei em casa e estacionei o carro na garagem. Abri a porta de casa e encontrei Felps no sofá. O mesmo levantou e veio na minha direção de braços abertos, sugerindo um abraço. Assim o fiz e logo em seguida ele selou nossos lábios em um beijo rápido.

— Hoje foi o seu último dia de trabalho, né, amorzinho? — ele questionou sentando no sofá. Fiz o mesmo, "me jogando" ali por cansaço.

— Graças a Deus sim, pelo menos até que eu tenha que voltar lá para discutirmos sobre quem repetirá ou não — esfreguei os olhos — Sabe, apesar de amar minha profissão, eu preciso de férias.

Depois de conversar um pouco, ele acabou lembrando:

— Eles, no fim, aceitaram minhas férias começando depois de amanhã.
Felps trabalhava como animador de alguns desenhos brasileiros que passavam em canais infantis.

— Yeah, entramos de férias praticamente no mesmo momento — falei animado enquanto levantava para buscar um copo d'água. Felipe foi atrás de mim e cochichou no meu ouvido:

— Ou seja: a noite é só nossa para comemorar — afirmou beijando meu pescoço.

— F-Felps... — gemi — Eu ainda tenho que revisar e enviar as provas de recuperação para escola por email. Vou terminar isso agora.

— Você pode enviar amanhã — murmurou beijando-me
Fiquei alguns segundos pensando.

— Está bem, está bem — cedi e pude ver um sorriso formando-se em seus lábios.

P.O.V. Spok

Eu costumo trabalhar em casa. Sou pintor e escultor, tenho um ateliê lá. Malena trabalha como locutora de rádio, chega mais ou menos a essa hora em casa.

— Chegueeeei — ouvi sua doce voz vinda da sala.

Fui até lá e dei-lhe um selinho.

— Boa noite, meu amor. Como foi seu dia?

— Eu passei um pouco mal na hora do almoço.

Ela me encarava com um olhar de quem quer fazer uma surpresa, mas não aguenta mais segurar. Retribuí com uma expressão de dúvida.

— Você...

— Comprei o teste na hora do almoço — ela pegou o objeto em sua bolsa — Eu to grávida.

Abri um grande sorriso e a abracei forte, quase chorando de emoção.

— Ai meu Deus! Eu vou ser pai, vou ser pai!

Dei vários selinhos seguidos nela. Eu estava sem palavras para descrever minha felicidade,

— E pensar que há dez anos isso quase destruiu nosso relacionamento... — lembrou ela

— Nós éramos adolescentes irresponsáveis, aquela não era a hora, e nosso filho percebeu isso. Ele voltou agora que já estamos preparados.

Ela sorriu e eu a beijei.

P.O.V. Luba

— ... Mas isso, é para sempre — a última fala da última cena da peça foi recitada e as coxias se fecharam. Vários aplausos vieram da plateia e eu dei a mão para os outros atores. As coxias se abriram novamente e nós abaixamos os troncos de de nossos corpos em sincronia, logo levantando de novo e as cortinas fecharam-se pela última vez naquela noite. Teddy correu em minha direção.

— Foi perfeito! Que nem os outros dias.

— Obrigado — murmurei em um sorriso — É que tem o melhor ator e o melhor roteirista.

Lucas escrevera o roteiro daquela peça. Nós sempre fazíamos isso, ele escrevia as peças, nosso amigo Mauro Nakada dirigia, e eu e mais alguns amigos atuávamos. Além disso, eu e Teddy estávamos querendo escrever um livro — com história fictícia — juntos.

O Lucas mudara muito minha vida, me ajudará a sair da depressão. Não é como se eu estivesse em um filme clichê e que minha vida ficou feliz depois que começamos a namorar nem nada do tipo; ele, um certo dia, ainda no ano que começamos nosso relacionamento, me indagara se eram verdade os boatos sobre eu ter tal problema, e mesmo eu tentando negar, ele sabia – e ainda sabe – quando eu mentia. Com isso, me incentivou a procurar ajuda, e hoje posso dizer que me livrei dessa doença.

— Cara, eu nem acredito que hoje foi o último dia — o moreno disse — Essa peça nunca mais vai ser exibida! Vai ser tão estranho por causa do tempo que nós ensaiamos e apresentamos...

— Eu sei... Mas foi um sucesso! Grande parte das pessoas que assistiu, amou.

Eu e Teddy estávamos em uma de nossas trocas de olhares silenciosas que significam tudo, até ouvirmos a voz de Mauro.

— A gente tem que comemorar! Vamos para algum restaurante!

Todos do elenco concordaram animados, e eu sorri ainda sem desviar o olhar de meu companheiro.

— Vamos — murmurei e Teddy sorriu. Todos que atuaram foram tirar os figurinos e colocar suas roupas normais, mas antes que eu o fizesse, Lucas segurou-me pelo meu braço e me puxou para ele, em seguida me beijando.

P.O.V. Batista

Eu sempre chegava primeiro em casa. A culpa não era de Jotinha, sua profissão exigia isso mesmo. Ele era médico, enquanto eu, preferi seguir um ramo mais artístico, como fotógrafo.

Estava na cozinha, indo pegar alguma coisa para comer. Ouvi um som baixo vindo da sala e pouco depois, senti um abraço por trás. Me virei para dar de cara com o meu amor.

— Oi, amor — falou selando nossos lábios.

— Oi, Jotinha! Como foi o trabalho?

— Eu to exausto. — respondeu e bufou logo depois — Às vezes eu tenho que aturar uns pacientes muito chatos.

— Você precisa relaxar... — falei fazendo carinho em seus cabelos. Jv sorriu e eu retribuí a ação. Logo voltamos para a sala, apenas para aproveitar a companhia um do outro.

P.O.V. Pac

— Eu vou tirar férias, Pac! — ouvi a voz do Mike logo após o som da porta sendo aberta com força. Não pude conter um grito fino.

— QUE SUSTO, MIKHAEL, NÃO SABE ENTRAR SEM GRITAR PRA NÃO MATAR SEU MARIDO DE SUSTO? — perguntei e o mesmo riu logo vindo até mim e abraçando-me 

— Oi pra você também.

— Oi, mor — falei dando-lhe um beijo

Eu estava cozinhando no momento. Fazia questão de fazer isso na casa, pois eu cozinhava muito melhor que Mikhael – todavia, não o culpo; eu sou chefe de cozinha e ele, arquiteto.

— Você já tá de férias? — questionei

— Hoje foi meu último dia. Agora vou poder ficar mais tempo com você.

Era tudo o que eu queria ouvir. Me aproximei e o beijei.

— Eu te amo — falei em seguida

— Também te amo.


Notas Finais


Eu sei que o final tá meio merda, mas nem tanto assim, porque na sinopse da história tá dizendo "e dói estar longe dela, porém dói mais ainda estar perto e não poder beijá-la e dizer: 'eu te amo!'recebendo um 'eu também te amo' como resposta", tornando menos merda

Obrigada a todos que leram e comentaram! Vocês não imaginam o quanto vocês me incentivaram a continuar com essa história, e eu sou muito grata a todos!

Obs: agradeço também à Akise por fazer aquele vídeo maravilhouser e à Clara por me fazer tirar o último capítulo do buraco sem fim que eu chamo de [cu do Pac (midira)] notas.


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