História I Hate To Love You - Capítulo 22


Escrita por: ~ e ~JennyVick

Postado
Categorias Justin Bieber
Personagens Justin Bieber
Tags Justin Bieber
Exibições 68
Palavras 2.060
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Festa, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Me desculpa pelos erros ortográficos.

Bom. Boa leitura meus Anjinhos

Capítulo 22 - Ótimas notícias!


Fanfic / Fanfiction I Hate To Love You - Capítulo 22 - Ótimas notícias!

Como não- falei entrando no banheiro.

Como ela tava suspeitando estar grávida e um filho meu. E ainda tinha a cara e pau e disser que eu não tinha nada a ver com isso?

- se você tiver grávida eu tenho tudo a ver.

- Não tem não. O que mudaria pra você se eu estivesse grávida ou não? Para de fingir que você se importa comigo.

- Isso não é uma questão de me importar ou não com você. Se o filho for meu eu tenho meus direitos.

- Direito de que Justin? Criar uma criança com pais separados que vivem traindo uma aos outros.

- Quem falou que eu te traí Meg?

- você pedir pra um capanga seu matar uma pessoa próxima a mim apenas pra me fragilizar e se aproveitar disso e traição.

- Essa História de novo? Eu já falei que eu não fiz isso.

- Pouco me importa. – ele passou por mim mas parou tentando segurar em alguma coisa.

- Meg você ta bem? – Enzo perguntou. E ela assentiu. – ok. Então eu vou deixar você conversaram. – ele ia saindo do quarto mas voltou quando percebeu que a Meg tinha caído em meus braços.

Coloquei ela no meus braços e deitei ela na cama.

- Pega álcool. – Enzo foi até o banheiro e voltou com uma garrafa e álcool.

Peguei um pedaço de algodão e molhei com o Álcool. Passei por cima do Nariz dela. Mas ela não acordou.

- Será que a gente leva ela pro hospital? – Enzo perguntou.

- se ela não acordou com álcool, acho melhor sim. Pega minhas chaves por favor. Ta no escritório. – Peguei ela no colo e desci.

Fui ate o carro da  Coloquei ela deitada na parte de trás. E fui ate o assento do motorista.

- Cuida bem dela – Enzo falou pro janela do carro. Assenti e sai em alta velocidade.

Cheguei no Hospital em poucos minutos. Duas enfermeiras vieram até mim e colocaram ela em uma maca.

Uma das enfermeiras disse que era pra eu ir fazer a fixa dela no Hospital.

- o que o senhor é da paciente – passei um tempinho pensando.

- é... namorado.

- Ok senhor Bieber. O senhor pode ficar esperando aqui na recepção. Daqui a pouco o doutor chega com notícias da paciente. – assenti e  Fui ate uma cadeira e me sentei.

Depois de um tempo o Ryan a Bone e o Enzo apareceram.

- Como ela ta? – Enzo perguntou assim que me viu.

- Eu não sei. Disseram pra eu esperar aqui.

- Senhor Justin Bieber. – Falou um médico vindo até mim. – O senhor é o responsável por Meg Petrova?

-sim sou eu. Como ela está?

- o senhor pode vir comigo por favor?

- é sério doutor?

- prefiro explicar primeiro. Siga-me por favor. – segui ele até o seu consultório – sente-se por favor.

- Doutor da pra contar logo o que ela tem?

- o senhor parece se preocupar bastante com ela.

- é eu me importo.

- o senhor é o que dela?

- digamos que namorado.

- porque “digamos”?

- da pra ir logo ao ponto? O que ela tem?

- o me desculpe. So acho que o senhor será muito importante nesse momento.

- Como assim?

- A senhorita Petrova está com anemia plástica. – ele falou calmo.

- o que seria isso?

- ela está com baixa produção de glóbulos vermelhos.

- e isso tem cura ne?

- sim. Mas ela terá que passar por uma cirúrgica. Temos que encontrar alguém que seja compatível com ela e que esteja disposto a fazer a doação de medula óssea.

- E o  que é necessário para fazer a operação?

- Bom. Apenas o doador compatível. Que no caso seria muito bom que fosse um parente dela.

- É o problema é que ela não tem nenhum parente vivo. Apenas uma irmã de dez anos.

- Aí a situação complica. Nesse caso ela teria que ficar na fila de espera para um doador. E isso poderia agravar mais o caso dela.

- como eu descubro se eu sou compatível com ela?

- o senhor teria que passar por alguns exames de sangue.

- tudo bem. Eu faço esses exames.

- Mas temos uma grande chance do senhor não ser. Mas não custa nada tentar. O senhor será encaminhado para a sala e exames tudo bem.

- Ok. Mas antes eu poderia ver ela?

- ela está sedada no momento. Mas o senhor por vela sim. Ela está no quarto 28.

- obrigado. – assim que eu saí da sala o Enzo veio atrás de mim.

- O que ele disse? É o que a gente tava pensando? – ela falou apreensivo.

- Não. Depois eu te explico. Agora eu vou ver ela ta. – Fui ate o quarto dela e entre o vagarosamente.

Ela estava deitada na cama com uma roupa toda branca. Aquelas roupinhas feias e hospital.

Tinha alguma fios ou sei la o que, ligando ela a algumas máquinas.

Me aproximei da cama e segurei a mão dela que estava com uma agulha recebendo soro.

Ela parecia um anjinho. Um anjinho doente, mas um anjo.

Lembrar de tudo que ela me disse. Tudo que ela ne chamou. Me fazia ficar com raiva. Mas era so olhar pra serenidade no rosto dela, aí toda a raiva passava.

-Senhor Bieber – o Doutor falou entrando no quarto. – Já está tudo pronto para os exames.

- Ok. – Dei um beijo na testa dela é sai do quarto.

- O senhor so irá precisar fazer um exame simples de sangue. Ok?

- Ok.

*

Eu já havia feito o Exame de sangue a alguns minutos. E nada do Médico disser o resultado

Também Já havia dito a todo mundo o que a Meg tinha. A princípio eles ficaram assustados, mas depois que o médico explicou melhor eles acabarão a tranquilizando.

- Bieber. O saiu o resultado. E infeliz mente o senhor não é compatível com a paciente.

- Droga. E agora?

- Eu posso fazer o enxame também. – Ryan falou.

- Ótimo. Vamos torcer pra você ser compatível – o médico falou encaminhando o Ryan até a sala do exame.

- Você acha que tem alguma possibilidade dele ser compatível? – Bone me encarou.

- Eu não sei. Mas espero que sim.

- Desculpa. – encarei ela sem entender. Ela baixou a cabeça. – Eu achei que você não é importasse com ela. Mas tô vendo que sim. Mas isso não significa que eu gosta de você ta certo? – Sorri.

- Ok. Óbvio que você não gosta de mim. Eu nunca nem pensei nessa hipótese. – falei rindo. Ela apenas revirou os olhos.

- Doutor será que eu posso ver a Meg? – lei seguindo o médico pelo corredor.

- Claro. Aproveite que ela Já acordou.

Fui ate o quarto dela e vi que ela estão deitada na cama olhando pro nada.

- Como você ta? – perguntei entrando no quarto.

- como você acha que uma pessoa que está com anemia estaria? – ela falou me encarando – o que você ta fazendo aqui? Você sabe que eu não quero te ver.

- Eu so queria conversar com você.

- Mas eu não quero conversa com você.

- Problema seu. Eu vou falar – Sentei na poltrona ao lado da cama. – Você acredita mesmo nessa história que eu mansão matar a Amiga da sua mãe?

- porque não acreditaria?

- porque eu acho que eu já provei bastante coisa pra você.

- o que por exemplo? Você pode ter fingido esse tempo todo.

- Pra que? Se eu quisesse te matar eu ja teria feito. Eu não estaria aqui, tentando te convence de que eu não fiz isso, se eu não me importasse de verdade com você.

- Quem me garante que você ta falando a verdade? E quem me garante que não foi você que colocou fogo na minha casa? – ela me encarou.

- O Obvio. Claro que fui eu. Enquanto eu tava quase transando com você, eu fui lá e coloquei fogo na sua casa. – falei com deboche. Ela revirou os olhos.

- Você é um babaca mesmo.

- Você gosta das minhas babaquisses. – Dei um beijo em sua bochecha – se e tirar esses fios de você, você morre?

- Não né.

- que bom. Porque não teria como a gente transar com você ligada a esse Monte de fio. – Arranquei todos os fios que estavam nela. – Como que eu tiro esse agulha? – falei me referindo ao soro. Ela pegou e tirou a agulha sem nenhuma cuidado. – Você é louca?

- so um pouquinho. – ela atacou meus lábios de uma forma inesperada.

Coloquei Minha mão por dentro do seu roupão e percebi que ela estava apenas de calcinha.

Subi em cima dela sem depositar todo o peso. Separei o beijo e comecei a dar leves chupões em seu pescoço. Ela pôs a mão dentro da minha blusa e começou a arranhar meu peitoral.

Tirei minha blusa é depois tirei o roupão dela deixando ela seminua. Comecei a massagear seu seios fazendo ela soltar um pequeno gemido.

Ela colocou a mão em cima da minha calça e começou a apertar. Logo tirando minha calça.

Fiz uma carreira de beijos até a Barra da sua calcinha. O que fez ela ficar mais atiçada.

Tirei sua calcinha e logo a penetrei com dois dedos. Fiz movimentos lentos depois intensifiquei os movimentos.

Quando percebi que ela estava quase gosando parei fazendo ela olhar pra mim com raiva. Sorri de lado e coloquei meus lembro na entrada de sua vagina.

- vai logo Justin. – ela falou entre gemidos e arranhando minhas costas.

- Você quer? – ela assentiu. – Então ta. – penetrei ela com força fazendo ela soltar um gemido alto. Tampei a boca dela. – Não esquece que a gente tá no Hospital.

Fui fazendo movimentos regulares. A medida que ela sentia mais prazer eu ia aumentando a velocidade.

Ela soltou um gemido baixo gozando logo em seguida. Dei mais umas investidas e gozei.

Depositei todo meu peso sobre ela.

- Eu ainda não te perdoei – Ela falou. Encarei ela. – Brincadeira. Mas eu vou começar a ficar mais atenta às coisas que você faz.

- Sim senhora Petrova.

Ouvi batidas na porta e desci da cama rapidamente. Peguei minha roupa e vesti rápido. Fui ate a porta e abri.

- Porque a porta estava trancada? – a enfermeira perguntou.

- É.... a gente tava conversando. Conversas necessitam de privacidade.

- Claro. O doutor Laércio está esperando o senhor em sua sala. – Olhei pra Meg que me encarava com um sorriso.

- Eu vou lar. – Fui ate a cama e dei um beijo nela.

Fui ate a sala do Médico e quando entrei vi que o Ryan estava la.

- Qual o resultado do exame. – Perguntei sentando na cadeira.

- tenho uma ótima notícia. Ou talvez duas.

- duas como assim?

- vamos começar pelo que nos interessa. O Senhor Butller e compatível com a paciente. Compatível até de mais.

- Como assim? – Ryan perguntou sem entender

- o senhor  apresentou os mesmo genes paternos e paciente. – Encarei doutor e depois o Ryan.

- o que isso significa? – perguntei.

- Significa que provavelmente o senhor é irmão da senhorita Petrova – O médico disse encarando o Ryan.


Notas Finais


Bom espero que tenham gostado! Beijo!

Haaa. Esqueci de falar!
Minha nova fanfic: https://spiritfanfics.com/historia/obsession-6543652

Fanfic da Vick: https://spiritfanfics.com/historia/vampire-at-school-6330558


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