História I hate to love you - Capítulo 1


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Categorias Undertale
Personagens Alphys, Asgore Dreemurr, Asriel Dreemurr, Chara, Flowey, Frisk, Mettaton, Napstablook, Papyrus, Sans, Toriel, Undyne, W. D. Gaster
Tags Chans, Chara, Sans
Exibições 46
Palavras 634
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Estupro, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 1 - Ready to kill


Fanfic / Fanfiction I hate to love you - Capítulo 1 - Ready to kill

Assim que Sans terminou seu papel de apresentar Snowdin para Frisk - que ele achava estar muito diferente - Sans foi para casa, já que estava com sono.

Sans, acordou já sentindo algo de estranho no ar. Esse cheiro, ele conhecia. Já havia sentido uma vez, mas ainda se lembrava dele. O incomodava de certo modo, um modo ao qual ele não queria sentir novamente. Era ela, era o cheiro da morte. Ele apenas sentiu isso, quando seu pai, Gaster, havia ido embora. Deixando-o apenas com seu irmão, Papyrus, quando bebê.

Mas aquele cheiro, o deixava exasperado. Então, com o pior se passando peça sua cabeça, levantou rapidamente. Desceu as escadas com pressa, indo em direção à cozinha. Tendo a ilusão de que encontraria seu irmão lá. Mas o mesmo se desesperou quando viu que não.

Era tanto o costume de acordar tarde que Sans tinha, que não se deu conta que acordou primeiro que seu irmão, por isso, não o encontrou na cozinha. Não pensando nisso, ficou desesperado. Em seus olhos, já se reuniam algumas lágrimas para expressar a dor. Mas não dera tempo das lágrimas caírem, pois as mesmas foram impedidas por um chamado de Papyrus.

-Sans, você está bem? - assim que Sans ouvira a voz de Papyrus sonolenta, não esperou nem um segundo para abraça-lo.

Papyrus ficou surpreso, mas não foi o suficiente para parar o abraço de Sans, que logo foi retribuído. O que fez Sans se acalmar um pouco. Papyrus disse a Sans que não precisava se preocupar, pois Papyrus, iria sair para treinar com Undyne. Sans, de tantas as vezes que Frisk - como ainda achava que era o seu nome - deu o Reset, ele já sabia que a mesma iria passar por ali.

Assim que pensou nela, um arrepio percorreu a sua espinha. Ele não sabia o porque, mas sabia que algo ruim estava prestes a acontecer. E mesmo com Papyrus dizendo que estava tudo bem, Sans não queria se enganar.

Sans esperou Papyrus sair. Ele sabia que daqui a pouco, seu irmão iria se encontrar com Frisk. E que a mesma iria poupá-lo. Era isso que ele esperava, assim como todas as outras vezes. Chegou a hora - que ele já havia decorado - que ele iria lutar contra Frisk. Então, apressou-se para sair de casa.

Andava apressado, não cumprimentava os monstros que apareciam na sua frente, ao contrário, saía empurrando todos, não se importando se os machucava ou não. Ele só queria encontrar seu irmão. Assim que chegou ao local, por conta da névoa, não via nada. Mas foi se escondendo em meio as árvores. E foi se aproximando de onde eles estavam.

Ele queria muito ver seu irmão. Péssima hora. O que ele pode ver, não desejava ter visto. O peso em sua consciência não deixava de julgá-lo um minuto. Ele não devia ter deixado Papyrus sair. Agora, seria impossível, que seu irmão viesse e fizesse com que as lágrimas cessassem.

Ver seu irmão morrer, foi como se ele tivesse morrido também. A única coisa que restou de seu irmão, fora o cachecol. E mesmo com as lágrimas interrompendo sua visão, ele foi até aquilo que se permitia lembrar muito mais do que uma foto de seu irmão. Quando colocou o pano em mãos, não se conteve, se permitiu chorar tentando colocar a angústia, culpa, e tristeza que ele sentia para fora. Porém, isso foi em vão. Ele não aguentaria segurar toda aquela dor. Teria que descontar em alguém. E seria nela, seria em Frisk.

Seu coração havia se corrompido com a matança que a menina fizera. Ele queria vingança. Queria vê-la morta, assim como fez com seu irmão. Estava cego, e apenas planejava uma das formas mais cruéis que um monstro poderia fazer para matar. Ele estava pronto, pronto para matar.



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