História I hate u, i love u - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias WINNER
Personagens Jinwoo, Lee Seunghoon, Mino, Seungyoon, Taehyun
Tags Jinyoon, Minhoon
Visualizações 5
Palavras 3.572
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura! ^^

Capítulo 2 - Chapter II


- Aish, sério? – JinWoo indagava olhando para o esverdeado.

- Seríssimo! - Respondeu enquanto olhava ao redor, observando o quão o parque estava movimentado.

-  SeungHoon é bem complicado mesmo! Espero que ele esteja falando sério sobre voltar. – Disse baixo.

- Tenho certeza que ele vai, Woo. – Sorriu pequeno, abraçando o menor de lado. – Mas e então, como vai seu namoro?

- Está ótimo, SeungYoon está tão carinhoso comigo ultimamente! – O menor suspirou apaixonado, fazendo o maior rir baixo.

- Por que não se casam logo? Estão juntos há quatro anos! – Indagou sorrindo.

- Estou esperando o pedido dele! – Woo fez um biquinho, que logo foi desmanchado pelo polegar do maior.

- Vai ficar mesmo esperando por ele? Você sabe que ele vai demorar pra pedir. Acho que se não fosse por SeungHoon vocês nem estariam juntos hoje!

- Eu sei, eu sei! Mas eu não quero pressionar ele.

- Pressionar? Porra! – Soltou uma gargalhada baixa, que logo cessou ao ver a expressão séria no rosto do menor. – Foi mal!

- Já me acostumei com isso, idiota! – Ambos riram baixo e iniciaram uma conversa banal, que provavelmente duraria a tarde inteira.

-x-

O sol já estava se pondo quando Mino voltava para sua casa, com suas mãos no bolso de seu moletom e seus fones de ouvido. O esverdeado ouvia ‘Talking to the moon’, apesar de não aparentar esse lado frágil e chorão, o rapaz gostava bastante de músicas românticas e melancólicas. A letra de tal música então, expressava tudo o que ele sentia em todos esses 4 anos.

At night when the stars light up my room
            (À noite quando as estrelas iluminam o meu quarto.)

I sit by myself
            (Eu me sinto sozinho.)

Talking to the Moon
            (Falando com a lua.)

Trying to get to you
            (Tentando te alcançar.)

In hopes you're on the other side
            
(Na esperança de que você esteja do outro lado.)

Talking to me too
            
(Falando comigo também)

Or am I a fool who sits alone
            
(Ou será que eu sou um tolo aqui sozinho.)

Talking to the moon?
            (Conversando com a lua?)

Mino sorriu sozinho com sua cabeça baixa enquanto fazia o percurso já decorado mentalmente por si. Sorria por lembrar de tudo o que havia passado com o seu pequeno hyung, todas as birras que o pequeno havia feito, todas as vezes que este ficava sem jeito quando o elogiavam. Aish, Mino realmente sentia a falta dele e prometia todos os dias que iria espera-lo... Mesmo sabendo da possibilidade de ele nunca voltar. Mesmo sabendo que o menor poderia muito bem se apaixonar por outra pessoa, mas não importava. Se algum dia perguntassem ao esverdeado, qual seria o seu último pedido, com certeza seria poder ver o sorriso do menor mais uma vez.

I know you're somewhere out there
            (Eu sei que você está em algum lugar lá fora.)

Somewhere far away
            (Em algum lugar longe.)

A música havia acabado, mas os pensamentos do garoto alto ainda se mantinham no baixinho loiro.

Retirou os fones ao chegar em frente a porta de sua casa, e a encarou por alguns segundos, como todo dia, pedindo mentalmente para que o baixinho estivesse lá, tentando alcançar algum tempero na prateleira mais alta do armário enquanto xingava todos os xingamentos que conhecia, e que não eram poucos.

Logo o mesmo suspirou alto e bagunçou seus cabelos, sussurrando um “tão tolo” para si mesmo, sabendo que todas as vezes que abrisse a porta de sua casa, não encontraria nada demais além de um cômodo vazio e bagunçado. Girou a maçaneta, abrindo a porta em seguida e logo entrou em sua casa, reparando primeiramente que a mesma não estava bagunçada como todos os dias, ela estava limpa e organizada, de um jeito que ele nunca conseguiria fazer.

- Mas que caralhos? Eu fiz faxina nisso? – Indagou a si mesmo, pensativo.

- Aish, Mino-ah... – Sorriu encostado na batente da porta da cozinha, com uma camisa do mais alto que cobriam até metade de suas coxas. – O que custava dar uma limpada nessa casa, huh? Não sabia que a autoridade maior estava voltando? Ou vai me dizer que não leu minhas cartas, huh?

A boca do maior permanecia aberta, seu coração batia tão rapidamente que o esverdeado podia sentir em todas as partes de seu corpo. Suas pernas pareciam fracas demais para aguentar seu peso e seus olhos pareciam hipnotizados, encarando a silhueta baixinha e de cabelos acastanhados à sua frente. Ele parecia mais lindo que o normal e aquilo não era normal. O esverdeado piscou algumas vezes, tentando encontrar alguns resquícios de que estava passando apenas por uma ilusão e que nada daquilo era real.

- Mas não tem como você não ter lido elas, não é? Todas... todas estavam abertas em sua última gaveta! – Sorriu pequeno, se aproximando do maior, que se mantinha estático. – Aish, você é tão perfeito, saeng. Você... você me esperou por todos esses anos... – O menor sorriu e tocou o rosto do esverdeado, fazendo um carinho em sua bochecha. – Eu te amo...

- Me ama? – Indagou pela primeira vez, sentindo que sua voz quase não saía por culpa das lágrimas que insistiam em descer e mostrar para o menor o quão ele era frágil. – Você... você sabe o que isso significa, SeungHoon? – Indagou alterando um pouco mais o seu tom de voz e logo empurrou levemente o menor, apenas pra que ele se afastasse. – Você é um idiota, um cretino, um grande filho da puta! – Xingou sentindo uma raiva irracional se apossar de si enquanto empurrava o menor, vendo que este não tinha nenhuma reação a não ser encará-lo. – Você me fez esperar quatro anos... quatro fucking anos, seu imbecil! – O maior não parava de empurrar o acastanhado a sua frente. – E eu esperei... Sabe por quê? Porque EU te amo, seu... seu idiota! – Soltou e empurrou o menor uma última vez, vendo que as costas do mesmo colidiram com a parede. – Você não sabe o quão foi difícil pra mim... – Disse por fim, encostando sua testa a do menor.

As respirações de ambos estavam pesadas e não demorou muito para que o menor levasse sua mão aos fios verdes do mais alto, fazendo carinho abaixo da nuca alheia e abrindo um sorriso pequeno em seguida.

- Você não sabe o quão foi difícil pra mim, Mino. Eu realmente não queria ter feito você sofrer dessa forma... mas eu também sofri!

- Por que, pequeno? – Indagou baixo e calmo, sentindo as lágrimas rolarem por suas bochechas. – Por que você foi quando tudo estava tão bem e demorou tanto pra voltar pra mim? E-eu fiz algo errado?

SeungHoon sorriu. Era a mesma mania de perguntar se havia feito algo errado quando na verdade, nada estava errado.

- Eu deveria te odiar... – Disse com as mãos em cada lado da cabeça do menor, deixando selares e mordidas nos lábios finos do mesmo. – Mas eu sou incapaz... porque eu te amo! – Aquilo fez o menor sorrir e fechar os olhos, sentindo as mordidas irem descendo aos poucos para seu pescoço.

- Eu sei disso... mas você pode me perdoar, não é? Mesmo que demore... eu vou esperar, dá mesma forma que me esperou, saeng! – Disse baixo, apertando um pouco os fios esverdeados.

-Eu te perdoo, hyung... – Disse tão baixo, quase inaudível enquanto sentia sua respiração ofegar. – Eu preciso de você, de uma forma que você não consegue nem imaginar...

- Eu também preciso de você, meu amor...

Ambos sorriram pequeno e logo iniciaram um beijo calmo, que aos poucos foi se intensificando devido a necessidade de ambos por aquilo. Tanto o mais velho quanto o mais novo esperaram por aquele momento. Claro que ambos tiveram relações sexuais durante esses anos, mas nunca chegaram aos beijos com as pessoas com quem transavam, pois eram apenas transas.

- M-Mino... – O menor gemeu baixinho e um tanto afinado ao sentir a mão grande e quente do maior adentrar sua box e massagear sua bunda enquanto deixava selares em seu pescoço.

- Aish... – Logo o esverdeado se afastou, com um sorriso de canto nos lábios e seguiu para o quarto, sabendo que o menor estava vindo logo atrás.

Eu sinto falta do seu corpo

O tique-taque de sua respiração

Lembro-me vagamente

Eu não posso te sentir

 

Eu sinto falta do seu corpo

Seu cabelo brilhante

Lembro-me vagamente

Então, onde está você?

Logo o menor estava deitado na cama, enquanto observava o esverdeado tirando suas roupas lentamente, sem desviar o olhar do seu por um segundo sequer. Apenas o menor estava completamente nu naquele cômodo, e corava levemente ao perceber o olhar do mais novo sobre o seu corpo.

 

Oh Deus

Eu sinto sua falta

Embora possa ser uma maneira diferente

Eu estou pedindo o poder do álcool

Eu poderia chamá-la por engano

Eu não sei, meu julgamento está

Sumindo, sumindo, sumindo

Inconscientemente, no ar vazio

Estou desenhando desenhando desenhando você

Eu devo ser louco

O mais alto poderia ficar ali pra sempre, admirando o corpo cheio de curvas e tão conhecido por si, mas tinha algo que precisava fazer e queria fazer. Logo o maior estava retirando o seu moletom, ouvindo o menor arfar e soltando uma risadinha baixa... Tão sensível...

Não há necessidade de desculpas

Nós não somos Adão e Eva

Na América,

eles dizem que é melhor para ser legal

Você entende?

Lembro-me de seu corpo, corpo, corpo

Suas perfeitas proporções

Eram quase uma mentira, mentira, mentira

Os dedos de Mino passeavam lenta e calmamente pelo corpo alheio. Ele sentia falta daquilo, e como sentia. Não queria ser apressado demais, apesar do volume em suas calças o dizer o contrário. Ele queria aproveitar aquilo ao máximo e queria que seu hyung também aproveitasse.

Eu estou falando sobre seu corpo

Falando sobre suas pernas

Falando sobre seus lábios

Falando sobre você

Da cabeça aos pés

Oh, eu estou falando sobre seu corpo

Falando sobre o seu tudo

Mas onde você está?

Um sorriso pequeno surgiu nos lábios bem desenhados quando este começou a retirar suas roupas lentamente, sem pressa, enquanto mantinha os olhos no menor, vendo que este o observava bastante atentamente.

Eu sinto falta do seu corpo

O tique-taque de sua respiração

Lembro-me vagamente

Eu não posso te sentir

 

Eu sinto falta do seu corpo

Seu cabelo brilhante

Lembro-me vagamente

Então, onde está você?

Os dois corpos estavam completamente despidos, Mino sobre SeungHoon, com um braço em cada lado da cabeça do segundo citado, encarando os olhos do menor e sorrindo em seguida, por finalmente ter a certeza de que aquilo não era apenas um sonho. Ele finalmente sentia a respiração quente e calma do outro bater contra seu rosto, ele sentia o seu corpo quente, ele sentia SeungHoon ali.

Nós éramos bonitos

Tivemos essa boa química

Eu sinto sua falta de novo

Sua tatuagem em sua cintura

Eu ainda a tenho no meu estúdio

A cama naquela época

Venha se você está cansado, apenas durma

Eu tenho tudo que você precisa

Os lábios ansiosos de SeungHoon grudaram ao do maior, iniciando um beijo calmo enquanto segurava seu rosto, sentindo o maior abraçar sua cintura de forma um tanto possessiva enquanto retribuía o beijo com a maior delicadeza. SeungHoon enlouquecia com aquela forma do mais novo de ser delicado e possessivo consigo ao mesmo tempo.

Eu estou morrendo por sua causa, você é um assassino

Minha consciência está me xingando, me cutucando

Meus amigos lhe chamam de meu ex

Mas eu quero pronunciá-lo

De uma forma mais sexy

Mino distribuía beijos pelo peitoral do menor e descia até sua barriga, deixando algumas mordidas nos locais em que seus lábios passavam, sorrindo pequeno com os vários arfares que o menor soltava.

Perdido em seu corpo

Perdido em seu corpo

Até morrermos

Fazemos uma história

 

- Saeng-ah... – A voz baixa do menor, com um tom que o julgava estar totalmente entregue aos toque do mais novo.

- Sim, hyung?

- Eu não quero mais esperar... – Disse baixo, com seus olhinhos fechados. – Na verdade eu não aguento mais toda essa espera... não acha que já esperamos demais?

Mino sorriu. Não porque estava feliz, bom isso também, mas pelo fato de que o menor não havia mudado nadinha, e ele estava adorando poder rever isso, rever o homem de sua vida.

- Sim, nós esperamos demais, meu amor! – Disse se posicionando entre as pernas alheias e selando os lábios do menor, acompanhando o selar de uma mordida. – Se doer muito, me avise, okay?

SeungHoon sorriu e riu baixinho em resposta, ele continuava protetor como sempre e jamais, em toda a sua vida, Seung encontraria algum homem igual a Song Min-ho.

Um gemido alto do menor havia lhe escapado após sentir o mais novo entrar em si bem lentamente e deixar selares em seu pescoço pra completar. SeungHoon havia esperado tanto quanto Mino, e não guardaria gemidos, os vizinhos teriam que dormir em outro local se quisessem ter uma noite tranquila.

Mino por sua vez começava a movimentar seu quadril lentamente, acelerando aos poucos seus movimentos, apenas para não machucar o menor abaixo de si.

- Mino-ah... seja menos cuidadoso hoje e me fode com força! – Soltou, fazendo o esverdeado arregalar de leve os olhos.

- Mas, amor... – Ele fora interrompido.

- Quantas vadias você fodeu com força por aí enquanto pensava em mim? – Arqueou uma sobrancelha, vendo o maior corar de leve. – Eu adoro quando você me poupa de ser cadeirante e é carinhoso comigo... mas eu fiquei tanto tempo sem você, eu quero não conseguir andar direito e nem sentar amanhã!

Mino mantinha sua expressão levemente “assustada” com a confissão do menor, mas logo surgiu o pequeno sorriso de canto em seus lábios.

- Okay, hyung... – Disse com um sorriso que, até agora, SeungHoon não conhecia. – Se você está implorando tanto...

Sem deixar o menor responder, o mais novo começou a se movimentar novamente, dessa vez com rapidez e força, fazendo que os corpos se colidissem com certa violência, provocando barulhos altos pelo quarto.

O acastanhado logo levara sua destra a sua boca, mas Mino a retirou dali, prendendo-a junto de sua outra mão acima de sua cabeça, impossibilitando o baixinho de tocá-lo ou se tocar, vendo que o mesmo soltava gemidos altos e se contorcia da forma que conseguia, não conseguindo fazer nada a não ser gemer alto, pronunciando o nome do mais alto várias vezes de forma  manhosa.

- Isso, hyung... geme pro seu saeng... você não é um filho da puta orgulhoso, huh? Geme pro seu saeng... mostra pra todo mundo que um cara mais novo está te fodendo e você está adorando! – O esverdeado sorriu enquanto mordia seus lábios, ouvindo o menor gemer alto e consequentemente se movimentando com mais força e rapidez, já que aquilo o excitava. – I-isso... mostra que você é minha vadia... diga que adora quando eu te chamo assim, hyung!

O menor apenas que apenas gemia, soltou um gritinho ao sentir a palma da mão do mais alto entrar em contato com sua coxa.

- Diga, hyung!

- E-eu adoro quando... me me xinga, saeng... porque eu sou sua v-vadia, Mino-ah...

O mais alto sorriu e mordeu os lábios com aquilo, com certeza o menor o encheria de tapinhas mais tarde por essa pequena verdade que o esverdeado o fez confessar em tom de voz alto e audível pra quem quisesse e não quisesse ouvir.

Mas Mino seria um pouco piedoso com o menor e logo soltou uma das mãos do menor, sorrindo ao ver que ele a levou, quase desesperadamente, para seus fios esverdeados e os apertou com força enquanto gemia alto com a movimentação rápida e forte de sua parte. Aproveitando que uma de suas mãos estava livre, o mais novo não perdeu tempo em levá-la ao membro do mais velho e começar a masturba-lo, para lhe proporcionar um prazer a mais.

O quarto era iluminado apenas pela luz da lua, como na primeira vez e tudo, qualquer mínimo detalhe naquela noite, contribuía para o prazer de ambos, que estavam satisfazendo as vontades um do outro.

Mino encostara sua testa junto da do menor, sentindo que seu ápice estava próximo e sabia que o menor não estava diferente de si, já que ambos se movimentavam com rapidez e sem parar por um segundo sequer. Ambos ouviam as respirações pesadas um do outro e sentiam o prazer explodir dentro de si. Mino se movimentava com mais rapidez, dessa vez, acelerando os movimentos com a mão no membro do menor, o ouvindo gemer alto e intensamente, indicando que logo chegaria em seu ápice.

Nenhum dos dois controlaram os gemidos altos de prazer aquela hora, SeungHoon se desfez na mão alheia ao mesmo tempo em que sentiu o líquido quente do mais alto preencher sua entrada.

Logo as respirações ofegantes se fizeram presentes no quarto, os fazendo sorrir quase simultaneamente.

O esverdeado saiu lentamente de dentro do menor e o puxou, para que este deitasse a cabeça em seu peito, acabando por sorrir novamente.

- Hyung... tem medo que seja tudo um sonho? - Indagou baixo.

- Sim, mas... se for um sonho, é o sonho mais real que eu já tive... e claro, eu quero com certeza ter outros como este! – Ele sorriu ao ouvir a gargalhada baixa do mais novo.

- Aish, hyung, quanta deselegância de sua parte!

- Falar a verdade é deselegância, saeng? Vai dizer que se isso fosse um sonho você não iria querer ter outro igual novamente? Fora que eu nunca consegui gozar apenas com um sonho! – Ambos gargalharam alto com aquilo.

- Céus, hyung, você não presta! – Os dois riram simultaneamente. - Eu te amo, hyung...

- Eu te amo, Mino-ah!

-x-

1 ano depois...

SeungHoon se olhava em frente ao espelho pela milésima vez naquele dia. Será que o terno branco não estava maior do que quando havia o testado na loja? Será que sua maquiagem estava boa? Seu penteado? Essas perguntas atormentavam a mente do garoto, o deixando consequentemente mais nervoso do que estava.

- Hyung, você está bonito assim! – SeungYoon comentou, revirando os olhos novamente.

- Aigoo, você acha? – Se sentiu um tanto aliviado ao ouvir o irmão mais novo o elogiar, já que ele não costumava muito fazer isso.

- Sim, hyung... você tá lindo! – Ele sorriu e se levantou, indo até o acastanhado, que era apenas um pouco mais baixo que si. – Não fica nervoso, tá bom? Se você ficar assim, eu vou achar que é algo ruim e querer voltar atrás no pedido que Woo me fez! – Ambos riram baixinho. – Agora vamos, o noivo tem que chegar apenas um pouco atrasado e não quando o casamento tá acabando! – Disse enquanto puxava o mais velho.

-x-

- Ele chegou! – Alguém, vulgo JinWoo, gritara dentro da igreja ao ver o carro estacionando em frente a mesma, fazendo todos os convidados levantarem.

Mino estava bastante nervoso. O penteado para trás que havia feito à uma hora estava completamente bagunçado de tanto ele passar a mão pelos fios, agora pretos.

Mas todo aquele nervosismo desapareceu ao ver o menor na porta com um terno branco, com o irmão mais novo em seu encalce.

O sorriso nos lábios de ambos era visível e quase não ouviam a melodia alta da orquestra enquanto se olhavam.

SeungHoon deu o primeiro passo, olhando ao redor dessa vez e sorrindo pequeno ao ver todos os seus amigos ali. Todos sorriam, assim como ele, apesar de ele saber que alguns passavam por vários problemas, mas estavam sorrindo por estarem felizes por ele.

Ao chegar em frente ao altar, o menor fez uma breve reverência e logo ficou de frente para o mais novo, sentindo seus olhos marejarem um pouco e rindo baixinho e envergonhado ao sentir o polegar do mais alto limpando o local.

Logo a voz do “padre”, vulgo Taehyun, se fez presente, dando início à cerimônia enquanto ambos se olhavam nos olhos, com sorrisos grandes em seus lábios.

- Lee SeungHoon, você aceita Song Min-Ho como seu legítimo esposo? Para amá-lo e respeitá-lo, na riqueza e na pobreza, na saúde e na doença, até que a morte os separe?

- Mas é claro que aceito! – Disse sorrindo, fazendo todos os convidados rirem baixinho e logo encaixou a aliança no dedo anelar do maior.

- E você Song Min-Ho, aceita Lee SeungHoon como seu legítimo esposo? Para amá-lo e respeitá-lo... ah você sabe o resto. Aceita? – Perguntou, ouvindo novamente risadas e rindo junto ao ver Mino sussurrar um “obrigado” enquanto ria disfarçadamente.

- Eu aceito! – Ele disse sorrindo e colocando a aliança no dedo anelar do menor.

- Como todos aqui como testemunhas da união legítima de Mino e Seung, eu vos declaro marido e marido! – Sorriu. – Podem se beijar e transformar meu shipp em oficial!

- Já é oficial há muito tempo! – SeungHoon respondeu segurando as bochechas alheias e logo selando os lábios de seu esposo em um beijo calmo, enquanto ouvia os aplausos e gritos de fundo.

Finalmente os dois poderiam ser felizes. Claro que eles já eram há bastante tempo, mas agora poderiam realizar seus sonhos como ter uma casa onde morariam juntos, adotar uma criança, um menino que era o que eles queriam.

- Eu prometo que vou te fazer o homem mais feliz desse mundo, hyung! – O maior disse sorrindo enquanto olhava nos olhos de seu amado.

- Você já me faz, meu bem... e eu vou me esforçar o máximo pra te deixar sempre feliz!

- Aish, eu te amo, hyung...

- Eu também te amo, Mino-ah...

 

 



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