História I Hate U, I Love U - Capítulo 11


Escrita por: ~

Postado
Categorias ASTRO
Personagens Eunwoo, Jinjin, MJ, Moonbin, Personagens Originais, Rocky, Sanha
Tags Astro, Binwoo, Eunwoo, Moonbin
Visualizações 31
Palavras 3.524
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Escolar, Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá~
Desculpa a demora baby's, mas a escola ta difícil
Tentarei ser mais rápida com as postagens.
Não desistam de mim ♡

Capítulo 11 - Capítulo 10


-Só vou parar de te irritar depois de aceitar! -Sanha diz enquanto se senta de braços cruzados em meu sofá.

 Fazia dois dias desde que encontrei Moonbin dormindo em meu trabalho e desde então não conversamos sobre aquele assunto, na verdade eu ando fugindo dele desde aquele dia.

 Hoje Sanha pediu para irmos ao parque que havia no centro, já que Myungjun ia sair com seu "casinho" e não estava dando atenção ao ruivo. Sempre é bom saber que eu sou a segunda opção dos meus amigos para tudo. Ele havia ficado quase a tarde toda para me convencer a ir, já que a minha cama parecia ser mais agradável e era de graça para ficar nela, agora gastar meu tão lindo salário que eu estava guardando para ir em alguns brinquedos? Que desnecessário:

-Você me deixou em segunda opção. Por que gastaria meu tão suado salário já que você é assim? -Digo irritado.

-Hyung me entenda, você nunca gosta de sair, faz três horas que estou tentando te convencer. Já com o Myungjun hyung é só falar que ele vai. -O ruivo tentava se explicar.

-Ele vai é? Não é o que parece. Me tratou como segunda opção, tentando ir na mais fácil e quebrou a cara. -Também cruzo os braços e viro a minha cara para o lado.

-Me desculpa hyung. Por favor. -Ele implorava para mim fazendo aegyo para tentar me convencer, conseguindo facilmente, pois quem consegue resistir a fofura daquele garoto?

-Ok, vou me arrumar. -Suspiro derrotado.

����������������

-Vamos naquele hyung! -Sanha diz animado.

 A criança alta ao meu lado me puxava para o terceiro brinquedo que íamos no parque. Era uma espécie de montanha russa e como um bom cagão que eu sou, senti minhas pernas travarem na hora. Eu tenho um grande medo de altura e não faço ideia de como começou, apenas comecei a sentir medo de todos os lugares altos que eu normalmente ia. Eu queria ao máximo de me afastar daquele brinquedo, mas aquela criança me puxava cada vez mais em direção a ele:

-Nem louco que eu entro nisso! -Digo puxando Sanha para o outro lado do parque.

-Ah hyung, vamos por favor! -Faz aegyo novamente e como sempre, eu não resisto a ele.

-Vamos antes que eu me arrependa. -Comecei a andar em direção do mesmo.

����������������

 Ao terminar de ir no brinquedo e descer do mesmo, senti que havia deixado algum membro de meu corpo em alguma parte daquela pista gigante. O brinquedo era tão  assustador quanto parecia o olhando de fora. Fez tantas curvas que eu não consigo ver mais nada em linha reta desde que saí do mesmo. Pedi uma pausa para o Sanha, que foi um tanto difícil de convencer já que o pique dele estava grande e ele já havia escolhido outro brinquedo para ir, mas aceito quando disse que iriamos comer alguma coisa. Criança faminta!

 Fomos em direção a uma sorveteria, já que se comessemos algo pesado iria voar para todos os lados existentes  assim que entrássemos em outro brinquedo e eu não queria passar mal novamente. Assim que adentramos o local, encontramos Myungjun e seu "caso" chamado Jinwoo acenando para nós. Sendo puxada pela criança ruiva, fomos até a mesa deles e nos sentamos lá, só nos levantando para pedir nossos sorvetes.

 Com nosso pedido em mãos, voltamos a mesa do casal, que se encontravam em uma cena um tanto pessoal. Eles estavam se engolindo em meio a uma sorveteria bastante familiar. Se fosse um beijo simples ok, mas eles realmente se engoliam em forma despudorada até para mim e Sanha, então imagine para crianças? Voltei ao balcão e pedi uma água, pegando um pouco em mãos e atacando nós dois assim que nos sentamos na mesa, fazendo com que eles parassem rapidamente:

-Não me olhe assim Myungjun. Se voltarem a se beijar assim, eu ataco o resto da água. Alguém aqui precisava apagar esse fogo de vocês, porque ninguém é obrigado a ver isso. -Falo no mesmo tom frio de sempre, sendo ignorado por Myungjun que tentava beijar o seu"caso" novamente, mas o mesmo negava.

-YAY! Vai negar meu beijo? 'Tá com medo dele, Jinwoo? -MJ dizia irritado.

-Sinceramente? Estou. -Ele admite para o mais baixo, que parecia ter ficado ainda mais irritado.

-Hyung, ele sabe o que faz. Então aquieta esse fogo e volta a tomar esse sorvete antes que ele derreta. -Digo colocando uma colherada de sorvete em meus lábios. Senti o gosto gélido e gostoso do morango, o meu sabor favorito.

����������������

-Hyung, por que não vai até a barraquinha das bebidas comprar um 'refri 'pra gente? -Sanha diz com seu cachorro quente em mãos.

 Fazia duas horas que todos haviam saído da sorveteria, indo cada um para um lado, já que Myungjun ia embora e a gente, que havíamos acabado de chegar, ainda iamos em alguns brinquedos que eu havia prometido ao ruivo. Nessa quebra de tempo, fomos em mais brinquedos aleatórios pelo parque e agora decidimos comer algo para podermos finalmente ir embora. Por dentro, estava gritando aleluia porque faltava pouco para eu encontrar minha cama.

 Assinto com as palavras do ruivo e deixo meu cachorro quente com ele, que estava em sentado um banco na entrada do parque, me direcionando a barraca de bebidas que era um pouco longe dali. Infelizmente, até em uma noite tão boa como a que está ocorrendo agora, tem seus pontos ruins, o meu foi encontrar Moonbin. Dessa vez, ele não veio correndo até mim pedir para conversarmos, nem se ele quisesse isso ele conseguiria, pois estava rodeado de muitas garotas, então não poderia vir até mim. Ele não parecia estar triste com a atenção que recebia, pelo ao contrário, ele sorria para todas, demonstrando sua felicidade. Ele havia me esquecido, eu deveria fazer o mesmo, isso com certeza foi um sinal para eu fazer isso.

 Eu estava feliz por ele não ter notado que eu estava ali, mas como felicidade de pessoa azarada dura pouco, ele se virou em minha direção, me surpreendendo e fazendo com que eu fizesse a maior merda da minha vida. Se eu pudesse, voltava no tempo e fizesse Sanha ir pegar a droga dos refrigerantes, mas não eu tinha que ir e ver Moonbin, a vida sempre querendo foder comigo. Esse não foi o ponto ruim da noite e sim o que aconteceu depois.

 Assustado por eu estar encarando  Moonbin por muito tempo e ter sido pego pelo mesmo, eu 'tive a idiota idéia de mostrar que eu havia o superado assim como ele também superou. Então me virei e beijei o primeiro garoto que vi, mas assim que me desgrudei de seus lábios vi a merda que eu havia feito.

 O garoto era Rocky, melhor amigo de Moonbin e o Ficante de Sanha e o pior é que fui pego pelo dois beijando Minhyuk. Eu o olhei assustado assim como ele olhava para mim, olhei para Moonbin e vi que o mesmo me encarava também assustado, mas também parecia um tanto irritado. Quando eu me direcionei para trás para voltar ao Sanha e ir embora rapidamente do local, me deparei com ele atrás de mim. Engulo a seco ao ver o seu semblante magoado. Nossos cachorros quentes foram de encontro ao chão e ele saiu correndo do parque:

-NÃO! -Tento correr atrás dele, mas sou segurado por Rocky, vendo Sanha sumir do meu campo de visão.

-Deixa que eu vou atrás dele. É melhor eu acalmá-lo antes de qualquer conversa que vocês terão para nada acontecer de errado. -E assim, Minhyuk também some do meu campo de visão.

 Eu ao menos conseguia me mover do local da onde eu estava, apenas respirava tão rápido quanto meus batimentos. Por mais que tudo na minha frente tenha ocorrido rapidamente, na minha cabeça havia tudo sido tão lentamente e ainda tinha direito a replay. Eu senti minha pressão cair em meio de tanta coisa acontecendo ao mesmo tempo, então cambaleio pra o lado e tento buscar algo para me apoiar, não encontrando nada, mas também não chegando a cair no chão, pois havia sido segurado pelos braços de Moonbin, que havia me levado até um banco, me sentando no mesmo:

-Como você ainda olha na minha cara? -Digo por meio de lágrimas.

-Porque eu te amo muito para fazer o contrário. -Seus dedos passam sobre as minhas lágrimas que desciam pelo meu rosto.

-Bin... Eu não quis fazer aquilo, de verdade. Foi por puro impulso. -Falo tão rápido que me embaraço em meio as minhas palavras.

-Sem problemas, afinal agora estamos quites. Ambos acabamos ficando com pessoas que a gente não queria contra nossa vontade. -Ele sorri para mim. Cara, como ele lidava tão bem com tudo isso?

-Eu magoei meu melhor amigo, meu bebê. -Volto a chorar -Me leva para sua casa, por favor. Eu não vou aguentar chegar em casa e enfrentar aquele inferno.

-Inferno? Por que nunca me contou sobre o que acontece na sua casa? -Ele me ajuda a se levantar banco, passando a mão pelo meu ombro.

-Pelo mesmo motivo que você não me contou o verdadeiro motivo de ter me deixado aquela noite. -Retruco.

-Certo, vamos para minha casa. -Troca de assunto rapidamente, me deixando um tanto incomodado.

����������������

 Depois de meia hora, chegamos em sua casa através do ônibus que havíamos pegado. Eu peguei no sono no meio do caminho até sua casa, mas só depois de tanto chorar sobre o colo de Moonbin. Assim que saímos do ônibus, ele fez questão de me carregar em suas costas do ponto até sua casa, além de me levar até seu quarto e me colocar deitado sobre sua cama.

 Eu tentava manter em mente de que não poderia lhe dar esperanças, pois ainda estávamos brigados, mas naquela noite, novamente, me permiti sentir. Esse é o meu pior erro. Sempre que tento me manter brigado com ele, têm algum momento em que eu cedo e quero ficar ao lado dele, o momento em que me permito sentir e isso me atrapalha a tentar esquecer o Moonbin.

 Eu até tentava voltar ao meu sono anterior, mas a única coisa que conseguia fazer era pensar em SanHa. Eu fingia que estava dormindo apenas para evitar qualquer conversa com Moonbin e ele ajudava calado, apenas passando as mãos em meus fios negros. Ele parecia pensar muito e eu tinha medo de que eu fosse o dono desses pensamentos.

 Eu ouvia o som de seus lábios abrindo e fechando diversas vezes, em pequenos estalos de saliva, parecia tentar falar algo, até mesmo esgueirou seu corpo sobre o meu, talvez para ver se eu estava acordado, fechei meus olhos rapidamente fingindo estar em um sono pesado, eu estava curioso para saber o que ele iria fazer:

-Por que será que ele não me perdoa? Eu realmente queria estar agora o chamando de meu amor e o prendendo em meus braços. Eu sei  que o que eu fiz foi um tanto imperdoável, mas eu me arrependo tanto. Ele não ideia de o quão eu o amo. -Recitou para o nada.

 Moonbin achava que falava com o vento, mas eu ouvi toda sua declaração. Eu estava quase soluçando, eu sempre fui muito sensível para tudo e agora não seria diferente. Eu não havia deixado de amar o Moonbin, mas isso não significava que eu me entregaria a pessoa que me machucou tanto. Segurei o soluço para ver se ele falava mais alguma coisa, mas apenas ouvi um suspiro:

-É tudo culpa do meu appa! Eu não deveria ter aceitado o pedido dele, agora eu estaria com o Eunnie, omma. -Moonbin recitou ao vento mais uma vez.

 Moonbin tinha esse hábito, falar com a sua mãe no meio da noite, pois sabia que a mesma o ouviria. A mãe de Moonbin morreu há alguns anos atrás, éramos apenas duas crianças preste a entrar na adolescência. Desde o acontecimento, o pai de Moonbin parou de ser presente e quando estava em casa, era frio com todos a sua volta, inclusive o filho. Eu tinha muita dó do que Moonbin passava, mas não podia o acolher, pois comigo sempre foi pior. Meus pais são realmente um caso perdido.

 Eu realmente quis entender o motivo de Moonbin ter mencionado seu pai em sua pequena conversa com sua mãe, pensava até em fingir um ronco para ver se ele continuava, mas ele não falava mais nada. Desisti de esperar e me virei, assustando Moonbin, pois ele ainda achava que falava sozinho, eu o encarava um tanto curioso, ele sabia que eu esperava explicações, mas mesmo assim não falava nada. Pelo visto, eu que teria que forçar a conversa:

-O que seu pai fez? -Fui novamente respondido com silêncio. Decidi ser mais agressivo. -ME FALA!

-Eunwoo... -Ele parecia ainda mais assustado, então tentei me recuperar e ser mais cuidadoso com as palavras.

-Me conte Moonbin, quero saber o verdadeiro motivo de você ter me largado naquele lugar. -Novamente silêncio.

 Nossos olhos se encontraram e tentaram ler a expressão um do outro. Naquela escuridão que havia no cômodo, a luz da lua era a única que nos permitia enxergar as expressões em nossos rostos. Ela entrava pela janela aberta apenas coberta com uma cortina branca e fina, que voava de acordo ao vento fraco que entrava no quarto.

 Pensando melhor, tudo fazia sentido, o que não fazia sentido era Moonbin ter me deixado falando que não me amava e eu acreditei naquilo esse tempo todo, nunca me senti tão burro em minha vida. Se você não está entendo nada, me permita explicar.

 Quando nós dois namoravamos escondidos, era notável que Moonbin sempre me entregou mais a mim, enquanto eu havia vergonha de tudo. Seria um tanto sem sentido ele dizer que não me amava, sendo que ele investia mais em nossos relacionamento. Com certeza, havia alguém por trás disso ao tempo todo. O que eu me pergunto era, por que? Por que nos separar? Por que ele ficava com outras garotas? Ele tentava mostrar para alguém que me esqueceu? Minha cabeça doía de tanto raciocinar.

 Moonbin parecia ter se recuperado do susto, seu corpo parecia mais calmo e uma de suas mãos fazia um leve carinho em minha coxa descoberta, pois estava sem calça, apenas com um dos moletons de Moonbin me cobrindo. Nem parecia que ele deveria me contar algo:

-Meu pai queria manter as aparências da empresa. Ele disse que eu era o único herdeiro daquela merda, depois que a Sooa foi para outra cidade seguir os sonhos dela. -O olhar dele estava tão perdido. Ele acompanhava os movimentos que fazia em minha coxa, mas nem parecia que estava presente no quarto.

-Como ele descobriu sobre nós? -Eu estava confuso, pois me lembro de ser cuidadoso sobre isso, ninguém nos via juntos além de nossos amigos.  

-Quando fizemos amor antes de eu dizer que não te amava ao mando de meu pai. Ele chegou e ouviu nossos gemidos. Depois que você foi embora, ele disse que viu a gente deitado na cama e pediu para eu terminar com você. Sabe, se descobrirem que ele tem um filho homossexual vai ser uma notícia e tanto, você sabe como meu pai é com a mídia. Ele me disse até que iria chamar um daqueles caras que ele contrata para te bater, então fiz o que ele pediu.  -Moonbin disse cabisbaixo, acariciei os fios dele a fim de acalma-lo.

-Bin, por mais que tenha sido um pouco idiota da parte dele fazer isso pela família que ele mantém na mídia, ele está certo em partes. Se descobrissem que nós namoravamos, você nunca poderia continuar na empresa e eu sei que seu sonho é trabalhar lá, foi assim desde criança e agora você tem sua chance, eu não irei estraga-lá. -Disse positivo, mas por dentro estava corroído.

-Você não é mais importante que meu sonho, eu largaria de tudo e mais um pouco para poder viver com você em um campo, trabalharia em qualquer coisa que desse dinheiro, apenas para nos sustentar. Viveríamos bem longe daqui. -Seu olhar estava carregado de esperança, mas eu não podia acabar com tudo o que foi preparado para ele desde criança.

-Moonbin, você está destinado aquela empresa, sendo como dono ou modelo, você será um sucesso lá. Eu já disse que não irei atrapalhar. -Tentava ao máximo passar positividade, mas meus olhos me denunciavam por conta das lágrimas que estavam preste a cair.

-Eu não me importo mais com isso! Eu só quero você. -Sua voz rouca e baixa causou um arrepio em meu corpo.

 Dito isso, sua mão subiu até minha cintura e seus lábios selaram os meus. Lá estava eu, me entregando novamente. Sua mão ágil me puxou para seu colo, fazendo com que meu corpo ficasse sobre o seu, mas sem parar o beijo. Ah, aquele beijo... Nossos lábios se enroscavam um ao outro de modo nada puro, na verdade era bem sexy. Nossas línguas exploravam a cavidade bucal um do outro, era como se fosse uma aventura despudorada e selvagem.

 Por um segundo, me lembrei do que falávamos anteriormente e me afastei de seus lábios. Mas o que caralhos eu estava fazendo? Até agora eu defendia a tese dele seguir os seus sonhos e agora estou demonstrando totalmente o contrário. Minhas mãos espalmaram seu peitoral, um ato bastante impuro, mas eu precisava da atenção dele. Suas mãos apertaram fortemente minha cintura, fazendo com um gemido escapasse de meus lábios. Agora nem eu me concentrava mais, pelo menos não depois de seu membro, agora ativo, friccionar em minha entrada.

 Caralho Eunwoo, se concentre! É o futuro de Moonbin que está em jogo.

 Respirei fundo e tentei voltar o rumo da conversa. Por ser mais seguro, tentei sair de cima do corpo do maior, mas como sempre SÓ TENTEI MESMO. Ele segurou minha cintura e apertou sobre membro, fazendo com que aquela fricção gostosa acontecesse novamente. Infelizmente, parecia que meu corpo não queria me ajudar, pois comecei a rebolar sobre o colo dele mesmo que inconscientemente, pois minha cabeça tentava arrumar uma forma com que o assunto voltasse. Os nossos gemidos começaram ecoar pelo quarto, o tornando um ambiente bastante sexy. Quando ele se sentou e tentou tirar minha camisa, parecia que eu tinha me dado conta do que aconteceria e o empurrei na cama novamente, o vendo sorrir de canto um tanto malicioso:

-Agora você vai me escutar! Se não, sem sexo. -Disse firmemente, ouvindo um muxoxo baixo -Eu estou pensando no seu bem. Não quer dizer que iremos ficar brigados, apenas não seremos um casal. Voltaremos a ter nossa amizade de antes.

-Particularmente, gosto bastante de nossa amizade. -Sua feição totalmente impura me fez se arrepender do que eu havia acabado de dizer.

 Minha "amizade" e de Moonbin era sempre se fazer de irmãos na escola e quando chegava em casa, ele tirava toda a minha roupa e a gente se beijava até tarde, de vez em quando tinha algumas coisas a mais. Poderia ser bom voltar a ter essa amizade, não teríamos um status e isso não o prejudicaria, também nenhum dos dois ficaria com saudade:

-Moonbin, você tem que prometer que vai voltar a ser como antes. Sabe, quando você era o garoto pegador da escola e eu apenas ajudava em seus casinhos? Podemos continuar a ser peguetes em casa, mas na escola sem interações estranhas. -Eu ainda ficava com um pouco de medo por ter aceitado aquela ideia idiota, eu sentia que daria merda. -Também teremos que parar de se pegar em sua casa, depois arrumamos um lugar melhor ou quando seu pai for viajar, como hoje.

-Tudo bem, eu aceito sermos como antes, por mais que eu ainda quero algo a mais com você. Quem sabe no futuro, assim que acabarmos a escola, a gente não divide um apartamento e fazemos faculdade juntos? Poderemos ser um casal feliz. -O seu brilho esperançoso não se passou despercebido por mim. Por mais que parecesse que eu achava aquilo bobo, eu também queria isso para meu futuro.

-Tudo bem, mas agora focaremos no presente, o futuro deixamos para depois. -Sorri animado. Finalmente estava tudo certo.

-Agora pode ser aqueles momentos em que eu arranco sua roupa e a gente transa a noite toda? -Sua mão safada passeava por minha pele por baixo do tecido e massageava meus mamilos.

-Ahn... Sim... Ótimo momento. -Tentava dizer por meio de arfadas.

 Seu sorriso malicioso apareceu novamente e sua mão foi rápida em tirar minha camisa, assim como foi rápido em me colocar na cama, fazendo com que seu corpo ficasse sobre o meu. Todo aquele momento de preliminares foi extremamente rápido, mas quando seu membro me preencheu por completo, o tempo decidiu ir mais devagar. Com o meu corpo todo marcado por chupões e o de Moonbin por arranhões, a noite continuava lentamente.

 Nossos corpos se encaixam de maneira extremamente rápida, as vezes as posições era trocadas em um modo que nos desse mais prazer. Por um segundo, esquecemos de todos os problemas a nossa volta, foda-se o amanhã, quem sou eu para pensar no que terei que resolver amanhã, se agora tenho Moonbin me fodendo? Tem que ser muito retardado pra fazer isso.
 


Notas Finais


Vamos interagir baby's? Qual o nome e idade de vocês?

Até o próximo cap^^


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