História I Hate U, I Love U - Capítulo 10


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Categorias The Originals, The Vampire Diaries
Personagens Alaric Saltzman, Aurora de Martel, Bill Forbes, Bonnie Bennett, Camille O'Connell, Caroline Forbes, Damon Salvatore, Davina Claire, Elena Gilbert, Elijah Mikaelson, Elizabeth "Liz" Forbes, Elizabeth "Lizzie" Saltzman, Enzo, Esther Mikaelson, Finn Mikaelson, Freya Mikaelson, Genevieve, Hayley Marshall, Jenna Sommers, Jeremy Gilbert, Josette "Josie" Saltzman, Katherine Pierce, Klaus Mikaelson, Kol Mikaelson, Meredith Fell, Mikael Mikaelson, Personagens Originais, Rebekah Mikaelson, Sage, Tyler Lockwood
Tags Daroline, Delena, Haylijah, Kalijah, Klaroline, Stebekah, Stelena
Visualizações 300
Palavras 1.500
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi cá estou novamente, enfim iria postar este capítulo só no final de semana. Mas meus planos mudaram, vou aproveitar o tempo livre.
Vocês vão me odiar, mas lembre-se toda ação tem reação.
Beijos e boa leitura

Capítulo 10 - What do you do to me, Sweet?


Fanfic / Fanfiction I Hate U, I Love U - Capítulo 10 - What do you do to me, Sweet?

— Klaus por favor, não faça isso.
Ele bateu a porta que estava aberta, a pegou no colo e a jogou na cama.
Ela tinha prometido que se ele chegasse perto, ela viraria as costas e iria embora. Então, por que não conseguia se mexer?
Parecia hipnotizada pela visão daquelas mãos tirando a gravata e desabotoando a camisa. Sem desviar os olhos dela, ele arrancou a camisa, revelando as tatuagens. Que ela adorava.

— Hora de tirar o jeans — sugeriu ele, o olhar malicioso, percebendo o rubor de seu rosto, tirando o resto das roupas.
— Vai tirar ou quer que eu tire?
Caroline permaneceu imóvel, fascinada pelo corpo dele. Não era à toa que ele se sentia tão à vontade em desfilar nu. Seu corpo era perfeito. Sem roupa, toda a beleza de sua masculinidade se revelava.
O desejo agitava seu corpo e a respiração acelerou antecipando o que aconteceria.
Ágil, Klaus se aproximou da cama ao lado dela, e com movimentos rápidos tirou sua roupa.
— É assim que eu gosto de vê-la, Sweet— murmurou ele, percorrendo seu corpo ardente de desejo com os olhos.
Caroline tremeu e esqueceu sua decisão anterior de não deixá-lo se aproximar. Seu corpo ansiava por aquele momento e ele sabia disso. Ele sorriu e começou a mordiscar um de seus mamilos.
Ela arfou e se arqueou em sua direção. Klaus acariciou sua intimidade.
— Nunca pensei que 15 dias de ausência dessem tanto resultado — disse ele, com a voz rouca —, é muito bom encontrar uma esposa tão excitada.
Caroline  ignorou o insulto velado quando Klaus levantou seus quadris e a penetrou.
— É isto que você quer?
Ele mudou de posição e a penetrou ainda mais fundo, fazendo-a gemer de prazer.
Caroline atingiu o clímax e Klaus a beijou novamente, sufocando seus gemidos de excitação com sua boca ávida.
Ele continuou seus movimentos até atingir o clímax. Finalmente, parou de beijá-la e respirou fundo. Ele saiu de cima dela e rolou para o lado, abraçando-a.
— Isto foi demais! — disse ele ofegante, acariciando as costas dela e parando no meio de suas pernas. — Mas foi muito rápido. Vamos repetir. Só que desta vez, mais devagar.
Ainda trêmula pela intensidade do prazer que sentiu, Caroline quase implorou para que os dedos dele não parassem de massagear seu sexo. Ele a virou de bruços, sabendo o que ia fazer.
Imaginando o que estava por vir, Caroline escondeu o rosto no travesseiro e esboçou uma recusa quando ele a colocou de joelhos e se posicionou atrás dela.
Ela tentou protestar quando sentiu a rigidez de seu sexo. Inconscientemente, mexeu os quadris num convite tácito e escutou ele dizer O que você faz comigo Sweet?  antes de possuí-la mais uma vez.
Uma sensação excitante percorreu seu corpo. Nunca sentira algo tão forte, intenso e despudoradamente bom. Espasmos de prazer tomaram conta de seu corpo e ela atingiu o clímax novamente, surpreendendo-o mais uma vez.
Completamente descontrolada, Caroline gritava e gemia, sem qualquer constrangimento, demonstrando sua paixão.
Ela sentia a força de seus movimentos, escutava os gemidos dele, a força de sua masculinidade até que o pulsar do seu membro explodiu num êxtase total.
Por um instante, os dois pareciam estar fora da realidade, como seu o mundo não existisse.
Klaus se afastou e a puxou para que deitasse de novo, suspirando de satisfação.
ela ficou com os olhos fechados. Não acreditava no que tinha feito.  Como consegue ser tão imoral? Desta vez, tinha sido ainda melhor que as outras. Ela soube o que ele era capaz de fazer com ela, o que sentia e isso multiplicar sua excitação.
— Não esperava ter uma tarde tão divertida — disse ele, os olhos fechados, segurando-a firme ao seu lado. — Se eu soubesse como você era excitante na leitura de testamento, não teria hesitado. Você vale cada centavo que paguei.
De volta à dura realidade de sua vida graças às palavras dele, Caroline permaneceu de olhos fechados, desejando que Klaus tivesse ficado no escritório. Assim não teria que lidar com o fato de que se entregar a um homem que a desprezava.
— Não sei como você pode fazer amor comigo me odiando tanto — murmurou ela, tentando esconder o tremor da voz.
— Não fazemos amor, Caroline, fazemos sexo — respondeu ele, em tom frio. — E, felizmente para você, isto não exige vínculo emocional. Do contrário, os homens nunca precisam de prostitutas.
— Você está me comparando a uma vadia?!

— De jeito nenhum. Você é muito mais cara — respondeu ele, levantando-se como se nada tivesse acontecido.
— Eu te odeio Klaus, sabia, com todas as minhas forças!

Magoada e sentindo-se extremamente humilhada, encolheu-se na cama e puxou os lençóis para se proteger. Como podia responder a um homem que não tinha respeito por ela?

— Não quero que você chegue perto de mim nunca mais Mikaelson.

Ele sorriu.

— Você quer sim.

Ele se aproximou da cama e inclinou-se em sua direção, deixando seu rosto a poucos centímetros dela.

— Você acha que eu não percebi como você me deseja? Você pode me odiar, mas felizmente para nós dois, seu corpo adora se entregar. Basta eu estalar o dedo.

Ela levantou uma das mãos para estapeá-lo, mas ele a segurou no ar.

— Coisa feia, esposinha — ronronou ele. — Você aceitou o acordo naquela noite, e agora tem que respeitá-lo. De frente, de costas, do jeito que eu quiser. E é aí, na cama, que você vai ficar.

— Quero que você me deixe em paz.

— Impossível. Dando um último olhar em sua boca tentadora, Klaus pegou o telefone e falou algumas palavras em francês. Minutos depois, uma discreta batida na porta foi ouvida. Ele levantou e voltou com uma bandeja nas mãos.

— Senta aí. Você precisa comer alguma coisa se não vai fraquejar mais tarde.

Ela não se mexeu.

— Não estou com fome.

— Fizemos sexo durante seis horas sem parar — disse ele, em tom ameno. — Você não comeu praticamente nada o dia inteiro. Não quero que desmaia em cima de mim na boate.

Seis horas? Ela fitou-o abismada, depois notou as cortinas fechadas. Perdera completamente a noção do tempo. Levou alguns segundos para entender tudo o que ele dissera.

— Boate? Que boate?

— Aquela a que iremos hoje à noite, querida. É um investimento novo dois grandes amigos.

Ela agarrou o lençol.

— Não estou com vontade de sair.

— Sua vontade é o que menos interessa Caroline — informou ele. — Quero ser visto em público com minha esposa.

— Não vou me vestir.

— Então, você vai nua — emendou ele, sem pestanejar. — A decisão é sua, Sweet Love. Você é minha esposa e faz parte do seu papel oferecer diversão.

— E não foi isto que acabei de fazer? — perguntou ela, sarcástica.

— Este tipo de diversão é só para mim, Sweet — respondeu ele, sorrindo. — O que eu tinha em mente era algo mais formal. Vamos encontrar pessoas muito importantes. Preciso que você os encante. — Vai tomar banho — ordenou ele, levantando uma garrafa de champanhe do balde de gelo e entregando a ela. — Quando terminar, as roupas já vão estar aqui.

— Que roupas?

— As que eu mandei trazer para você. Caroline a olhou-o nervosa. Seu ar era de intimidação.

Com a cabeça tumultuada  ela entrou embaixo do chuveiro. A água a revigorou, mas nem toda a espuma do mundo lavaria as lembranças do estilo impetuoso de Klaus fazer amor.

Depois de se enxugar, enrolou-se na imensa toalha e entrou no quarto, aparentando tranqüilidade.

Um longo cabide cheio de roupas estava no meio do cômodo.

— De onde surgiu tudo isso?
— Quando se é importante, a loja vem até você. — informou ele.

Ela se encaminhou para perto do cabide e começou a examinar as roupas. Uma saia de seda chamou sua atenção.

— Escolheu bem — observou ele, atrás dela. — É como se o vestido tivesse escrito "desclassificada" nela cheios de mágoa.

— E se eu sou uma desclassificada, você é o quê?

— Sexualmente satisfeito — gracejou ele, puxando a toalha de uma vez.

Ela tentou agarrar a toalha, mas ele não deixou.

— Seu corpo é realmente maravilhoso — murmurou ele, pegando em seus seios. Imediatamente, seus mamilos se enrijeceram e ele sorriu.
— E você, você é louca por mim. Se não estivéssemos atrasados, a levaria para a cama de novo para tentar uma nova posição.

Caroline ficou ruborizada de vergonha. Tentou se afastar, mas Klaus pegou seu rosto, forçando-a a encará-lo.

— E vê se não flerta com ninguém, ouviu? Você pode ser uma desclassificada, mas é só minha.

Flertar?

Era inacreditável!Klaus não sabia absolutamente nada sobre ela.

Ela pegou um top no cabide mais uma saia de seda mínima.

— Vai vestir essa saia? — exclamou ele — Será que você não prefere que sair só de calcinha e sutiã?—  O tom era irônico e o sorriso forçado.

— Não, isto aqui vai me deixar mais sexy. Acredito. Além do mais quem disse que irei de Sutiã.

— Você não pode vestir isto. — Não me teste, Caroline.

Ela arrancou as roupa das mãos dela ela e o enfrentou é pegou de volta

— Se você diz que casou com uma desclassificada, é uma desclassificada que você vai mostrar!

Ela entrou no banheiro e bateu a porta.



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