História I Hate U, I Love U - Capítulo 9


Escrita por: ~

Postado
Categorias The Originals, The Vampire Diaries
Personagens Alaric Saltzman, Aurora de Martel, Bill Forbes, Bonnie Bennett, Camille O'Connell, Caroline Forbes, Damon Salvatore, Davina Claire, Elena Gilbert, Elijah Mikaelson, Elizabeth "Liz" Forbes, Elizabeth "Lizzie" Saltzman, Enzo, Esther Mikaelson, Finn Mikaelson, Freya Mikaelson, Genevieve, Hayley Marshall, Jenna Sommers, Jeremy Gilbert, Josette "Josie" Saltzman, Katherine Pierce, Klaus Mikaelson, Kol Mikaelson, Meredith Fell, Mikael Mikaelson, Personagens Originais, Rebekah Mikaelson, Sage, Tyler Lockwood
Tags Daroline, Delena, Haylijah, Kalijah, Klaroline, Stebekah, Stelena
Visualizações 306
Palavras 1.897
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


~HarlsQuinzell por você adiantei o capitulo que só seria postado na quarta-feira. Boa leitura

Capítulo 9 - The Blackmail


Fanfic / Fanfiction I Hate U, I Love U - Capítulo 9 - The Blackmail

Duas semanas depois, Caroline estava na enorme cozinha localizada numa das extremidades da casa quando Klaus chegou a passos largos, a expressão contrariada no rosto bonito.
— O que é que você está fazendo aqui? Procurei você pela casa toda. Ninguém sabia onde você estava — interrompeu ele, passando os dedos pelos cabelos, num gesto de impaciência. Um forte desejo a invadiu. Duas semanas. Quinze longos dias ela havia passado sem vê-lo.
A simples visão, daqueles olhos esverdeados fazia o coração de Caroline disparar. Fazia lembrar dos momentos de sexo ardente que tivera antes e depois do casamento . E, como se não bastasse, sentia-se feliz por ele estar em casa, finalmente.
Amedrontada pela reação forte que Klaus lhe causara, virou-se em direção à geladeira, para esconder o rosto. Já que não conseguia evitar seus sentimentos, decidiu que  ela não deixaria ele percebê-los. Ele já tinha deixado clara sua posição, desaparecendo por 15 dias depois da noites nupciais. Com certeza, transar com ela deveria ser extremamente tedioso.
Gostaria de fazer o tempo voltar. Ele não tirava o olhar dos lábios, do olhar raivoso do corpo sedutor. Ela revira os olhos ao notar seu olhar cínico sobre ela.
— Não sou adivinha, como saberia que estava me procurando — respondeu ela friamente, procurando algo na geladeira. Pegou o Leite e derramou em uma vasilha de cereais e colocou sobre a mesa. — E respondendo à sua pergunta, estou aqui na cozinha para fazer um lanche.
— Por quê? — perguntou ele, incrédulo. Porque é maravilhoso ter tanta comida boa disponível e não precisar ficar com fome.
— Por que não?
— Porque tenho vários empregados muito bem remunerados para cozinhar para você qualquer coisa que desejar  — disse ele, como se estivesse falando com uma criança — assim, você não precisa vir na cozinha comer cereais — Assim terá mais tempo para si, também.

 

— Tenho todo o tempo que preciso para mim, já que você não aparece desde o dia do casamento. — o que tornou meus dias mais agradáveis — E seus empregados têm tarefas mais importantes a cumprir do que ficar cozinhando para mim — retrucou ela, calmamente revirando os olhos.

— Evidente que não. Os empregados ficarão surpresos se a encontrarem aqui, cozinhando.
— Eles são seus empregados, não nossos.
— Você é minha mulher.

Caroline mordeu o lábio para não rir.
— Desculpe por ter esquecido — respondeu ela, ácida. — Deve ser porque não o vejo há 15 dias. Achei até que você já tinha mudado de casa.
 

— Não imaginava que você fosse sentir tanta falta assim de mim, Love— corrigiu ele suavemente.— fiquei bastante satisfeito com seu desempenho na nossa noite de núpcias — acrescentou, se aproximando. — Você foi bem receptiva.
As imagens daqueles momentos atravessaram a mente de Caroline deixando suas pernas bambas.
— Você pagou pelo meu desempenho na cama — disse ela, hesitante — fiz o que devia ser feito.
Ele riu e chegou mais perto dela.
— Você se entregou completamente, Sweet e quer que eu acredite que estava fingindo?

Niklaus agora estava perto demais. Caroline mal conseguia respirar, imagine  pensar.
Não acostumava-se a lidar com ele. Evitando encará-lo, ela coloco sua tigela na pia.

— Não fui eu quem escolheu incluir sexo em nosso casamento. Estaria feliz em ter um casamento diferente.
— Um casamento em que eu entro com o dinheiro e você não entra com nada, sweet?
— Não me pagou para fazer sexo — lembrou ela, firme — pagou pelo "privilégio" de retomar a empresa e bens de seu pai.
— Se quer saber, este "privilégio" tem me ocupado todos os dias desde que casamos. Gerard  é um péssimo administrador.

— Vou agradecê-lo. Não tenho intenção nenhuma de passar meu tempo com você. E agora, se me dá licença, vou para o meu quarto telefonar para a minha mãe. Ela falava com a mãe todos os dias e acompanhava seu progresso.
— Não, não vou dar licença não — disse ele.

Caroline  não devia ter olhado para ele. Seus olhos azuis encontraram a chama daqueles olhos esverdeados e instantaneamente ela prendeu a respiração.
O olhar dele era de desejo. Ele o dirigiu até a curva de seus seios e ao estômago deixado à mostra pelo jeans de cintura baixa.
— Não devia usar calça comprida. Suas pernas são lindas. Deixe me vê-las Sweet

—  Sério  Klaus, não passa de um machão. Costuma dizer o que as suas amantes devem vestir?
— As mulheres com quem eu saio não se vestem desse jeito.
— Gosto do meu jeans. É confortável.
— Calcinha e sutiã também — respondeu ele, com a voz macia. — E esta seria minha preferência.
Com os joelhos tremendo, ela se amparou na mesa.
— Visto o que gosto de vestir.
— Não na minha companhia — disse ele, frio. — Você veste o que eu quiser.
— Deixa de ser idiota Klaus.
— Você devia ter pensado nisto antes de se vender.
Ela o encarou boquiaberta.
— Quer que eu ande pela casa de lingerie?
— Se for este meu desejo, sim. Paguei bastante por você. Quero ver bem a mercadoria.
Caroline  virou-se para que ele não visse as lágrimas que brotavam. Klaus a fazia se sentir tão baixa.
— Está bem. Vou vestir meu jeans quando você não estiver em casa, o que felizmente acontece a maior parte do tempo. Agora, se você não se importa, vou para o quarto.
Num movimento rápido, ele a enlaçou pela cintura.
O coração dela disparou e a cabeça começou a girar.
Ele pegou o rosto dela, obrigando-a a olhá-lo.
— Você ficou grávida?
— Não.
— Ótimo.
Ele sorriu satisfeito e a abraçou firme.
— Nem pense nisso Niklaus.

Ele de repente agarrou seu pulso.
— Caroline acho que está um pouco confusa.

— Me solta! — Caroline tentou livrar o braço, mas sem sucesso, e sem nenhuma palavra ele a arrastou para o corredor, onde estavam até o quarto no segundo andar da casa, com uma das mãos em suas costas, a empurrou para dentro .
— Com quem você pensa que está jogando, Caroline ? Temos um trato.
Mantendo um pequeno espaço entre eles, ela teve que se esforçar para manter-se calma.
— Sim, e eu o cumprirei. Você não tem com o que se preocupar.
Ele ficou totalmente imóvel, seus olhos verdes obscuros  fitando-a com uma intensidade que enviaram um arrepio de medo por sua espinha e ela precisou de todos os átomos de força de vontade para continuar.
— Mas não vejo razão você me tocar novamente. Seu pai está morto, então não fará diferença para ele a forma com que eu vá a engravidar . Faremos uma inseminação artificial. — ela disse, tremendo por dentro. — Não use mais a gravidez como desculpas Klaus. Eu tenho opções é transar com você não e uma delas.

Seu olhos brilhavam com uma luz que não era suave, enquanto percorriam as curvas bem-feitas de Caroline e voltavam para seu rosto; sua mão tentou abraçar a cintura dela, mas ela se esquivou rapidamente de seu braço.

— Para o seu bem Niklaus é melhor não me tocar — ela elevou uma sobrancelha cinicamente em descrédito. Podia ver nos olhos dele, sentir no ar, na tensão entre eles. Ele queria sexo, queria ela

Ele praticamente a chamou de prostituta na sua noite de núpcias  e declarou que ele estava transando com ela apenas para ela engravidar. Ainda assim, ao olhar para ele naquele momento, ela o desejava. Mas juntando cada pedaço de orgulho que tinha, acrescentou:
— Bem, está dito. — Virando-se, incapaz de continuar parada diante da intensa apreciação dos olhos fascinantes dele, que provavam o maldito arrogante que era, ela caminhou até a porta

— Marcarei uma consulta ainda esta semana, por favor não suma.

Ele a puxou pelo o braço é a virou e de repente o rosto de Klaus estava a apenas alguns centímetros dela. Nervosamente, ela passou a ponta da língua nos lábios repentinamente secos e seu coração acelerou no peito.
— O que seria apropriado, Caroline, seria você parar de mentir para mim e para você mesma — ele disse, com as mãos sobre a mão dela. — Você me deseja tanto quanto eu a desejo. A outra mão dele subiu para se alojar na nuca de Caroline. — Posso sentir sua pulsação na sua garganta e posso lembrar em cada detalhe vivido a forma como seu corpo aceita o meu, a forma com que suas pernas me envolvem, se recusando ¬do a me deixar sair.
Ela sentiu o rosto corar de calor e estava muito envergonhada da reação traidora de seu corpo.
— Cale a boca. — ela pediu e, afastando a mão dele que segurava a sua. Tentou acertar seu rosto com um tapa, mas ele foi muito rápido para ela. Agarrou seu pulso e o torceu em suas costas.

— Realmente, Caroline, violência. você me surpreende — ele debochou, puxando-a contra seu corpo é beijou-a.
Ela desviou a boca e com a mão livre tentou se afastar, mas ele simplesmente juntou as duas mãos dela atrás das costas e a puxou em sua direção. Ela virou a cabeça de um lado para o outro, mas a boca dele encontrou seu pescoço e provou sua pele. Picadas de prazer atingiram sua carne, despertando cada nervo sensual de seu corpo. Ela lutou bravamente contra ele, levantando o joelho, cheia de más intenções.
— Oh, não, não faça isso,  Love — gemeu Klaus e por um segundo ela ficou livre, antes de ver suas costas contra a parede e as mãos de Klaus agarrando seus braços e mantendo-a firme, enquanto  suas longas pernas prendiam seus quadris marcantes a curva de sua pélvis, fazendo com que ela sentisse seu estado de excitação.
— Saia de perto de mim, sei monstro. Ou juro que irei embora. — Ela não podia se mover tinha mais medo de si mesma do que dele. Podia sentir a pressão de cada músculo e o vigor do grande corpo dele, do peito as coxas, e seu corpo traidor se arqueou para ir de encontro ao dele.

Ela gritava, mesmo sabendo que nenhum empregado seria idiota o suficiente para ajudá-la uma luz diabólica vindo de dentro dos olhos azulados dela. Mais enfurecida do que podia acreditar, Caroline abriu a boca e a força esmagadora da boca de Klaus sufocou seu grito. Ele tirou total proveito de seus lábios abertos e sua língua invadiu o interior ardente com uma perversa experiência que em alguns momentos fez com que ela cedesse e finalmente respondesse com uma ansiedade constrangedora que não conseguia mais controlar. Não era justo, sua mente gritava para que não fizesse aquilo, mas, oh, era tão bom!, respondia seu corpo.
— Sem mais discussões — murmurou Klaus contra os lábios amuados dela. — Você fará o que já  foi planejado.
— não Niklaus, não dormirei mais com você.

— Certamente, se é o que deseja. — Klaus deu de ombros.
Caroline a observou, incrédula. Klaus  estava totalmente controlado. Ela estava se preocupando à toa;
Klaus não dera a menor importância para o que falar. Era somente o coração idiota dela que estava envolvido.
— Vou ligar para a clínica ainda hoje — ela disse.
— Faça isso, desde que compreenda que a ajuda financeira que dou a sua mãe  será anulado se você não honrar sua parte ou for embora hoje.
A mão dela estava perto da maçaneta quando ouviu aquelas palavras. Ela deixou a mão cair ao lado do corpo e lentamente ajeitou-se. Estava tão chocada que ficou imóvel. Será que Klaus era realmente tão cruel assim?
— É o que você faria? — ela perguntou, de costas para ele. Não confiava em si mesma para olhá-lo.
— Sim. Sou um homem de negócios e não permito que ninguém deixe de cumprir sua parte num acordo — ele declarou. — Não mudo minhas regras nem mesmo para você.


Notas Finais


Deixem sugestões para o próximo capitulo nos comentários. Uma boa semana a todos.
Beijos.


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