História I Hate You - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alya, Chloé Bourgeois, Gabriel Agreste, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Nino, Plagg, Sabine Cheng, Tikki
Tags Adrinette Marichat
Exibições 136
Palavras 3.519
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Escolar, Famí­lia, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


EU NÃO ME AGUENTEI! TINHA QUE EDITAR A IMAGEM DA FIC!
AAAAH QUE IMAGEM GOSTOSA DO CARALHO! EU PARTICULARMENTE AMOOO ESSA IMAGEM! E obviamente, ela não é minha, porque eu não sei fazer nada nessa minha vida!
Roubei memo. Foda-se. TÔ PISTOLA HOJE!
HEY GUYS! ❤
Como vão? Estão de boa? Não estão?
EU AMEI OS COMENTÁRIOS!!!!!
E OBRIGADA A QUEM FAVORITOU E A QUEM DESFAFORITOU! (isso não existe).
Se for pra favoritar e tira em seguida, e favoritar de novo, não faça isso, acaba comigo.
Desculpa a demora, eu PRATICAMENTE SUMI DO SPIRIT! Desculpa amiga :3
Eu quero explicar a demora lá em baixo okay? Okay. Só pra não ficar muito tenso o clima.
Não quero que odeiem ainda mais esse capítulo HORRÍVEL, gente vocês têm que ler as notas finais para entender pq saiu essa merda!

Capítulo 3 - Apartamento


Fanfic / Fanfiction I Hate You - Capítulo 3 - Apartamento

               LEIAM AS NOTAS FINAIS

                       PLEASE! ❤


“Sacs, sacs, sacs” era o barulho que eu ouvia, ainda com meus olhos trancados. Enfiei minha cara entre os lençóis com o cheiro forte de Adrien e mais um cheiro que eu não conseguia identificar de tão fraco que era, mas extremamente bom. E foi aí que percebi, eu estava na cama, não no sofá. Nem me dei o trabalho de abrir os olhos. Bati meus dois braços na cama, passando as mãos em seguida a procura dele, mais a única coisa que achei foi uma bola de pelo fofa e gorda. Apertei de tão gostosa que era e ouvi um resmungo com uma voz fina tentando falar algo e aparentemente com dor.

—Meu Deus! Plagg...—Adrien tropeçou no degrau do banheiro quase dando de cara com o chão, mas se equilibrou. Correu desajeitado até a cama, tomando a coisa de minhas mãos e abraçando. Eu obviamente não estava entendendo nada! Me lembrei claramente da noite anterior e em um ato inusitado, corei, nem muito nem pouco mas corei. Me virei para poder entender o que acontecia, segurando o lençol em meu corpo. Adrien lançou um olhar de “tenha piedade monstro!” e obviamente e novamente, não entendi nada! Ele fez um concha com as duas mãos e as juntou, beijou várias vezes uma coisa que estava lá.

—Ela deixou seus olhos saltados né? Com certeza foi sem querer Plagg, ela é um amor...—ele falava baixinho mas dava pra ouvir. De uma hora pra outra ele sorriu maldoso, com um olhar psicodélico e, estranho.—Foda-se.—ele praticamente ARREMESSOU o bixinho preto. ELE ARREMESSOU UM KWAMI! Eu percebi pelos olhos e orelhas semelhante a um gato minúsculo. Me desesperei em pega-ló no ar. Levantei os braços rapidamente para que ele não batesse no grande vidro da janela. Plagg caiu em minha barriga. Ofegante e suspirando desesperadamente.

—Adrien!? Vo-você tá louco?—olhei para o pé da cama que era onde ele estava, estava... Senti a respiração no meu ouvido e logo virei para lado, sendo recebida com um beijo.

—Louco por você.—sua boca sugou minha língua para dentro, em seguida pulando em cima de mim. Eu já sentia seu calor contra meu peito. Por um momento eu tinha esquecido de Plagg. Senti suas pequenas mãos (ou patas, não sei dizer) escalarem meu rosto e ainda com os olhos fechados ouvi sua risada curta e sarcástica. Uma coisa estralou fortemente no rosto de Adrien, um plástico grosso e pesado para o tamanho de Plagg. Metade de uma régua. Ele se distanciou calmamente, olhando para aquela criatura mágica e pequena que ria descontroladamente, mas ria olhando para os seus olhos e com os dentes estranhamente arreganhados.

—Seu MALDITO KWAMI! Por quê diabos aquele china desgraçado me escolheu pra ficar com VOCÊ!?—não pude evitar de rir de sua cara. Seu corpo caiu sobre o meu, e ele escondeu o rosto em meu pescoço, xingando Plagg de todos os nomes sujos que existe.—Eu não podia simplesmente te amar de novo como ontem?—sua voz saiu meio irritada, triste, mas ao mesmo tempo divertida. Minhas sessão de risos pararam e eu sorri largo apreciando sua frase. Encostei minha cabeça em suas madeixas macias com cheiro de menta, acariciando elas com todo amor que eu podia.

—Podemos fazer isso quantas vezes quisermos.—enfiei meu rosto sentido seu cheiro. Estava um momento bom, gostoso de se sentir. Até o celular de Adrien tocar, me causando um buraco na barriga, parecia um navio... Ele pulou, parecendo contente, e não irritado. E murmurou um nome. Patrick.

—E aí... Tá bem?—ele parecia preocupado. Ficou uns dois minutos tentando entender o que o outro falará do outro lado da linha, suspirou e colocou no viva voz.—O que você fez Patrick?

—Nada poxa!—a voz dele estava, muito, mas muito rouca, quase não saia nada. Diferente de ontem.

—O que você...

—Tô de porre. Mãe.—falou em meio de pausas. Adrien revirou os olhos, suspirando em seguida.

—Vou passar aí mais tarde e por favor Pat, não suja nosso preciso e lindo apartamento.—"nosso". Patrick deu uma risada abafada do outro lado e murmurou tchau e desligou. Deitei de lado e fiquei encarando aquelas órbitas verdes distraídas.

—“Nosso apartamento”?—ele desencarou seu ponto fixo e sorriu sem mostrar os dentes, logo deitando ao meu lado.

—Eu e Pat temos um apartamento. Sabe, resolvemos fazer algo de útil com o dinheiro que ganhamos no mês, tanto com o trabalho, tanto com a mesada. Dividimos tudo, como eu disse, ele é meu melhor desde de sempre. Ele sabe, que eu sou o Chat Noir, desde que peguei Plagg. Ele e Plagg se dão super bem, nossa, dá até raiva.—não demostrei minha indignação e supresa. Dois play boys usando a boa quantia de dinheiro que ganham, para uma coisa útil.—Quer ir comigo? Conhecer Pat e o apartamento?—Adrien sorriu gentil e me apertou mais em seus braços. Retribui.

—Claro...

Eu estava no balcão da padaria, colocando alguns pães no saco e entregando a quem estivesse a frente. Estava aqui por tédio. Agora temos funcionários, a padaria cresceu, todos conhecem, e gostam dela. Minha mãe achou que eu tinha acordado extremamente tarde, eu queria contar tudo pra ela. Maaaasss, eu também não quero. Adrien iria passar aqui para irmos ao seu apartamento. Subi para o meu quarto e resolvi vestir algo. Tikki estava, apagada. Roncando feito um porco. Depois que paramos um pouco as lutas, ela só, dormia e eu também, além de estudar e trabalhar. Abri o guarda-roupa, a procura de algo. Vi uma blusinha verde soltinha, com babados e detalhes com mais babados, de manga comprida que cobria um pouco meu pescoço. E também tinha o detalhe mais fofo, uma fitinha vermelha na gola! Eu amo essa blusinha! Joguei ela na cama, peguei um casaco leve com alguns botões e uma calça jeans azulada colada. Deixei meus cabelos em suas típicas marias chiquinhas, só que as fitas não seguravam muito bem por conta da quantidade e comprimento do meu cabelo, sim ele cresceu bastante. Deixei por isso mesmo, estava, fofo. Ouvi o som da buzina irritante adentrarem meu quarto. Desci as escadas rapidamente, parando no corrimão e olhando para casa vendo se achava mamãe.

—Mãe!—gritei—Tô saindo com o Adrien! Volto só a noite!

—Tudo bem! Divirta-se!—sorri e apertei o passo, para que aquele ser repugnante, lindo e esculpido por Afrodite parasse de buzinar. A rua inteira estava olhando. Ao menos tinha como eu ver seu rosto com um sorriso idiota por conta dos vidros escuros, assim como o carro.

—Chega né?—bati a porta normalmente. Acho que hoje estou de bom humor. Eu acho... Adrien me deu um forte beijo no canto de minha boca, fazendo eu bater a cabeça na janela. Ele ficou rindo feito uma criança boba. Era uma gargalhada gostosa e não parecia forçada, então só por isso, ri também, por mais que minha cabeça estivesse doendo um pouco.

Adrien não precisou avisar para que veio na portaria, ele simplesmente abriu o grande portão automático e entrou no assustador estacionamento, aquilo da o meu bairro inteiro. Demoramos uma hora e meia para chegar aqui. Por quê tão longe? Bom, Adrien disse que se o pai dele precisar dele em menos de trinta minutos, ele não vai poder ir, a mesma coisa para Patrick já que ele é fotógrafo e chamam ele toda hora (na maioria da vezes). O prédio era imensamente grande, já se deve esperar como é o apartamento deles. Ele passou pela recepção sem nem olhar para a cara da moça, que olhou pra ele sorrindo, Adrien meio que retribuiu para não ser mal educado. O elevador era totalmente espelhado, os espelhos perfeitamente retos e limpos. O mesmo era cheio de câmeras, uma em cada quatro canto. As portas se abriram e só agora eu notei que era o décimo nono andar, que alto. Apesar que o prédio aparenta ter mais. Era um longo e largo corredor. Chão com porcelanato preto que refletia o reflexo de qualquer um. As paredes tinha um tom vermelho com traços prateados, papel de parede aveludado. Isso é extremamente caro e sofisticado. Perto dessas paredes, sinto que elas são mais bonitas que eu.

—Não vai entrar?—Adrien perguntou já dentro do cômodo. Observei dentro e vi que Adrien deixou os sapatos de canto, imitei seu gesto. Coloquei minhas sapatilhas ao lado de seu calçado. Era... Era grande de mais para um apartamento. A cozinha e a sala em uma divisória correta, mas era estranhamente grande, tanto a sala, quanto a cozinha. E por incrível que pareça, era tudo muito arrumado. A cozinha tinha algumas louças no escorredor, e um copo na pia de mármore cinza. Um fogão Cooktop limpo até de mais, um armário longo e grande (novidade) preto e um balcão de mármore também cinza. No teto tinha, aparentemente um cubo vermelho e obviamente uma luz dentro, tudo muito bem armado. Observei as três banquetas modernas, vermelho sangue, branco e preto. Isso era o que eu faria se tivesse um apartamento desses. E como disse, a sala era grande. As cores dela era praticamente, bege, branco, cinza e tons amadeirados em uma das paredes. Uma cortina cinza exagerada de grande mas bonita. No chão tinha um tapete felpudo cor de creme e nele estava jogado vários jogos de Xbox e um controle no chão também. E a TV, bom, estranhamente linda e assustadora, poderia dizer telão de cinema não TV. Patrick estava jogando Star Wars Lego, ele gosta de Star Wars? Que fofo. Adrien também gosta. Olhei para o sofá, que formava um L tomando um pouco da metade da sala, Patrick estava jogando lá, de bruços. Não tinha reparado como ele era branco. Sua pele alva e pálida parecia neve de longe, parecia fofa e gelada. Ele tinha os lábios vermelhos que parecia um vampiro que acabara de sugar sangue de alguém. Mas seu rosto estava em alguns tons vermelhos. Um nariz arrebitado e os olhos mais azuis que o céu quando está em um dia bonito de sol. Mais azuis que os meus. Ele estava se camisa e só com uma calça de moletom cinza, não deixei de reparar que ele te mais bunda que a Chloé. Ele parecia um boneco de porcelana. Esculpido também por Afrodite. Que estava olhando pra mim.

—Oi... Marinette.—sua voz estava um pouco melhor, já dava pra ouvir, mas ele não estava com a garganta totalmente limpa.

—Er... Oi.—ele fechou os olhos novamente. Parecia exausto. Reparei o jeito dele, por mais que esteja parado, sem fazer nada, ele parecia com Adrien. Não sei, mas o jeito de falar e olhar... O corte de cabelo. O corte era bem moderno, e bonito, caia bem nos dois.

—Então. O que teve lá?—Adrien voltou da cozinha, puxando minha mão para que sentasse no sofá junto a ele.

—Bebida, músicas e mulheres vulgares, o de sempre.

—Deixa eu ver...—Adrien deitou em meu colo e olhou para o teto pensativo.—Pegou duas e transou com uma!?—ele parecia entusiasmado. Isso é, nojento. Revirei os olhos e deixei que minhas costas encostasse naquele divino e confortável sofá. Patrick sorriu sem humor e sentou no sofá, até o jeito sarcástico é semelhante. Por mais que não fosse um sorriso de verdade, me lembrava Adrien, os dentes corretamente perfeitos em seu devido lugar e tão brancos a capaz de cegar (exagero eu sei). Tantos anos juntos, só podias resultar nisso.

—Não Adrien, não peguei ninguém e ninguém me pegou, não tava afim. Eu só bebi, bebi muito...—Patrick bagunçou os cabelos lisos cor de petróleo frustado. E de novo me peguei olhando seu corpo, pra ser mais exata, seu abdômen. Intrigante. Era bem definido, mas não um definido exagerado, mas também não era um definido sem nada, era bem equilibrado. Mas ainda prefiro o Adrien. Não que o de Patrick não seja tudo isso... Claro que não! Mas...

—Pat amigão. Sinto o cheiro de bordel daqui.—Adrien sorriu curto, recebendo um olhar mortal das órbitas azuis céu. Patrick parecia céu e inferno ao mesmo tempo. A calmaria que seus olhos transmitiam noite passada não tinha mais.

—As garotas de quinze anos tentaram me estuprar Adrien. Cara, tem noção de como isso é perturbante? Elas passavam a mão em mim como se eu fosse uma nota de 100 reais.—eu não pude evitar de rir. Patrick olhou pra mim, percebendo meus lábios se remexer na tentativa de segurar a gargalhada. Mas não aguentei quando Adrien riu também.—Vocês ficam rindo porque não sabem o que é passar por uma tentativa de estupro.—Patrick revirou os olhos azuis. Quando eu e Adrien voltamos ao normal, Patrick não estava mais lá. Estava na cozinha com um copo de água na mão e encostado no balcão de mármore. Olhando pra mim, com um olhar sugestivo. Foi tão intenso que até fechei o sorriso.

—Você veio aqui pra que exatamente Agreste? Importunar meu inferno particular? Ainda não o atingiu.—Patrick abriu um sorriso louco e Adrien também. Eu estou com medo desses dois e quero ir embora. Eles são estranhos separados, e agora juntos estou vendo que é pior. E eu não sabia o que pensar dessa frase.

—Eu vou chamar sua namorada, assim ela vai atingir um certo ponto, da sua tolerância a gente chata e sua paciência.—espera. Ele tem namorada?

—Eu não tenho namorada Adrien, não mais. Se você chamar ela aqui de novo, eu vou estourar seus miolos com um taco de baseball.—referência entendida! Sem sentir, formei um sorriso, pequeno porém visível. E Patrick percebeu, sorrindo largo em seguida.

—Idiota. Vem Mari, vou te mostrar o resto do apartamento.—Adrien levantou logo me puxando e olhando para Patrick. Juntei meus dedos no seu apertado em seguida, para que minha mão esquentasse. Adrien abriu umas das quatro portas que tinha no corredor e entrou.

—Pensei que fosse me mostrar o resto do apartamento.—olhei o interior do quarto. Era muito bagunçado. Brinquedos no chão, cama bagunçada, computador ligado. Mas o quarto ainda me encantava. Era azul escuro, cinza e branco. As paredes toda de azul, os lençóis da cama preto e cinza. Os brinquedos do chão era bonecos e peças Lego. Tinha do Batman, de Star Wars, Simpsons... Tudo estava montado, mas algumas peças de carros estava espalhada. Tinha uma pequena divisória na parede. Mas a única parte que me chamou atenção, foi os carros antigos em miniatura. Carros antigos é uma paixão de infância, sempre gostei e sei alguns nomes por conta de papai. Observei-os. Tinha um Shelby Daytona Cobra Coupe, de 1965, estava mais brilhante que cristal. Um Mercedes Benz, vermelho de 1929, uma Bugatti Type, de 1937 se não me engano... Não era uma miniatura pequena, era do tamanho médio. Os três carros estavam um ao lado do outro, lindamente perfeitos. Em uma prateleira grossa e longa, na cor vermelha. Estiquei a mão afim de ter o privilégio de tocar em um deles...

—Não toca...—Adrien estava encostado na cômoda, sorrindo pra mim, era como se meu responsável estivesse me trazendo em um parque de exposições.—Patrick odeia que tocam neles.—ele revirou os olhos, não concordado com a infantilidade do amigo provavelmente. Mas é claro que ele não deixa. Se fosse meus, eu não deixaria olhar. Imagine tocar! São tão apaixonantes e lindos, que eu poderia ficar o dia todo aqui e... Espera.

—Esse não é seu quarto? É o de Patrick?

—É, é dele. Te trouxe aqui porquê sabia que ia gostar dessas coisas velhas.—eu ia falar “velho é o seu pai, o meu patrão”, mas resolvi calar a boca e continuar a observar. Vi a estante, com alguns livros.

—Os livros menos importante ele guarda aqui.—Adrien bateu em um baú, bonito e fofo. Parecia aqueles baú de tesouro pirata perdido. Encantador também. Eu estava curiosa para ver, mas a estante de livros me chamava, pelo simples fato de eu ter visto o livro de Stephen King ali. “It — O palhaço assassino”. É um livro raro hoje em dia. Puxei o mesmo com toda delicadeza. Passei a mão pela capa dura e pelas letras saltadas do nome do livro e do autor. Isso é magnífico. Na verdade, todas as obras do maluco Stephen King são magníficas. As capas, escrita, a criatividade dele e loucura é de dar medo mas ao mesmo tempo é incrivelmente incrível! Abri o livro, cheirando-o em seguida, não tinha cheiro de livro novo, e isso é bom. As folhas amarelas estavam abatidas mas não machucadas. Olhei para a estante novamente e coloquei o livro lá olhando os outros. Ele tinha quase todos os livros de Star Wars e tinha mangás também. Os de Naruto principalmente. E todos de Death Note, esses eu sei porquê já li.

—É o quarto mais lindo que existe na França...—sussurrei.

—Eu sei.—a voz rouca apareceu do meu lado. Dei um gritinho desnecessário de susto e o olhei. Patrick estava do meu lado o tempo todo e eu não percebi.—Você gosta? Quero dizer, disso tudo em geral...—ele mordeu os lábios olhando para os carros.

—Eu adoro... Os jovens de hoje gostam mais das coisas da atualidade, mas a antiguidade é tão linda quando qual outra.

—Isso foi uma indireta? Eu não gosto dessas coisas velhas não...

—Seus gostos são horríveis Adrien.—Patrick pegou uma caixinha preta em cima do criado mudo e abriu. Puxando de lá um cigarro, cigarro preto. Ele ia acender mas Adrien pegou de sua boca colocando na dele, fazendo gesto pra ele acender. Patrick ascendeu e Adrien foi pra sacada. Eu não estava surpresa, na verdade já esperava por isso. As vezes sinto o cheiro nas roupas de Adrien, não é um cheiro forte, chega até ser bom.

—Quer um também?—Patrick estendeu a caixinha de aparência bonita. Por um momento pensei em aceitar, mas acho melhor não. Sorri torto pra ele e abanei a cabeça dizendo que não. Ele deu de ombros e olhou para cama de casal por um tempo, suspirou e se jogou lá.

—Vi você olhando os carros. Pode pegar se quiser...

—Mesmo?—minha voz saiu tão animada que Patrick sorriu um pouco. Acho que meus olhos até brilharam.

—Claro.—corri desajeitadamente até os preciosos carros e peguei o Mercedes Benz. Era um vermelho sangue, meio escarlate, era o meu preferido. Patrick observava cada suspiro que eu dava, se divertindo com a minha paixonite por carros.—Esse é o Mercedes Benz, de 1929...

—É eu sei.—falei sorrindo. Me virei para os outros carros.—E aquele é o Shelby Daytona Cobra Coupe de 1969 e o outro é um Bugatti Type de 1937, não tenho certeza.—Patrick arqueou as sombrancelhas e arregalou os grandes olhos azuis.

—É, tá certa... Garotas igual a você são raras.—as vezes sinto orgulho de mim mesma por isso. Coloquei o Mercedes Benz lá e olhei mais um pouco os outros. Mas parei quando ouvi uma coisa quebrar. Virei imediatamente para o lado. Adrien estava em cima de Patrick. Patrick de bruços e Adrien de barriga para cima, em cima dele, que bug. Patrick não parecia ligar para aquilo. A mão esticada para o lado de Adrien segurava a bituca do cigarro preto ainda acesso. Patrick pegou e o apagou ele com os dois dedos. Aquilo não queima não?

—Quantas caixas por mês?—eu queria saber aquilo desde que vi Patrick fumando ontem. Eles me olharam como se eu tivesse julgando. Eu só perguntei.

—Uma por três meses. Dependendo da vontade uma por quatro meses, mas nunca mais que isso.—Adrien falou. Isso era bom. Dizem que cigarro preto é só por estética, ou pra quem é perturbado igual a eles. Porém é mais forte que o tradicional. Me sentei na poltrona preta e peguei uns dos mangás de Death Note que Patrick tinha. Eles ficaram deitados, com os olhos fechados e eu lendo. Até que não estava um clima, ruim. Mas tudo que é bom dura pouco. Um barulho de coisas sendo quebradas. Patrick estranhou e Adrien xingou alguma coisa. Pulando da cama e indo pra cozinha. Patrick foi também, eu realmente não estava com a mínima vontade de ir, mas fui porque ouvi um gritinho feminino. Chegando lá, vi diversos pedaços de vidros no chão e também, maquiagem...?

—O que significa isso Adrien?!—ela era morena. Cabelos longos indo até a cintura e cacheados, cachos perfeitos. Meio pálida dos olhos escuros, ela parecia uma Barbie de tão bonita. Ela segurava um jornal. Na capa estava eu entrando no carro de Adrien, dava pra ver que era ele pelos cabelos, foi ontem à noite, quando ele me deixou em casa. Estava escuro mas a foto estava extremamente nítida e visível. Ela olhou pra mim e bateu o jornal no balcão.—Então é ela que você vai usar agora?!—senti uma mão quente em meu pulso, puxando-o delicadamente para trás.

—Marinette...

—Quem é ela?—olhei para Patrick atrás de mim, e ele soltou meu pulso. Arfando em seguida. Adrien olhava pra ela como um desesperado.

—Eléonore, calma aí, vamos conversar.—Adrien abaixava as mãos se aproximando devagar, como se fosse domar uma onça. Eléonore? Ela sorriu maldosa pra mim e Patrick me puxou um pouco para trás. O olhar dela era mortal, se fosse laser eu já estaria partida no meio.

—Então é a Marinette, amor?—ela chamou o Adrien de amor? Como assim!

—Adrien...—olhei pra ele meio que assustada por conta daquela garota me olhando feito louca.—Quem é ela?


Notas Finais


Eu amo essa palavra "porre" *---* sério.
Esses são meus gostos ❤
Amo coisas antigas, carros e músicas são um amor.

Então pissoas gostosas e linda. Final de ano chegando e tals! Me convidaram pra festa e eu fui, pq ia ter boca livre e bebida (não sou bêbada). Acabei me empolgando e não deu. maioria era da escola. E eu tenho um amigo que tem um amigo escroto que vinha me enchendo a algumas semanas. E na festa minha gente, ELE PASSOU A MÃO EM MIM NA FRENTE DO AMIGO DELE! Sim minha gente, ele nem disfarçou. Eu fiquei assustada claro, meu amigo me tirou de perto dele meio atordoado e culpado por ter levado o verme. Eu fiquei uns três dias em choque, sem falar com ninguém. Chorei um pouco, mas já passou ❤
Meu amigo tá estranho comigo, se culpando, não quer nem chegar perto de mim. E eu tô meia perdida com isso.
Desculpem, espero que me entendam tá? :)

ME DÊEM UM PROPÓSITO PRA CONTINUAR ESSA FANFIC! Aceito idéias também ❤🌚
Beijocas de luz! Amo vocês ❤
Conversem comigo, estou me sentindo mal ainda 💔


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