História I hate you, I love you. - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Exibições 520
Palavras 1.128
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Escolar, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Obrigadaaaaaada pelo apoio de vocês. A cada comentário meu ânimo para escrever mais cresce. Desculpa por cada mudança que eu faço nos capítulos, é só pra deixar a leitura de vocês melhor. Espero que continuem gostando da minha historinha ❤

O que será que vai acontecer com esses dois?

Capítulo 7 - Beijo, ou quase isso.


Fanfic / Fanfiction I hate you, I love you. - Capítulo 7 - Beijo, ou quase isso.

Aquelas palavras me atingiram como um tiro, meu coração acelerou de uma forma inexplicável... Como uma simples palavra daquela pode mexer tanto com meu coração? Eu não consigo entender mais nada do que tá acontecendo comigo. No começo eu pensei que fosse algum tipo de problema cardíaco, mas não vou ser ingênua, está bem longe de ser, o único e mais perigoso problema que eu tenho não se chama arritmia, se chama Kim Taehyung.

Suas mãos se voltaram ao meu rosto e gentilmente o acariciaram. Ele estava fervendo, fervendo tanto ao ponto de dar pra fritar um ovo. Vi um sorriso malicioso no rosto de Taehyung.

— Te deixo nervosa? - riu.

— O que você acha? Você vem, me tira do sério, se aproveita da minha boa vontade e ainda toca em mim! Acha mesmo que eu não estaria nervosa? Você me tira do sério.

— Tiro é?

— Não sei como você consegue me deixar nesse estado, cada canto do meu corpo e alma implora pra que eu esteja do seu lado e ceda a esses seus "charmes", garoto abusado. - eu estava fora de mim, porque mesmo eu disse isso?

Ao dizer isso, senti uma de suas mãos tocar minha cintura com determinação, puxando-a para cada vez mais perto de seu corpo. Sai de uma situação constrangedora para cair em outra ainda pior, esses meninos...

— ME SOLTA!!!!! - gritei.

— Não adianta se fazer de boba - Olha fixamente em meus olhos - você mesma disse que cada canto do seu corpo e alma imploram por mim, eu sei que te tiro de sério... E você gosta do meu jeito abusado - diz com tom ofegante.

— ME SOLTA, ME SOLTA, ME SOLTA! ABUSADO, ABUSADO! 

Acabou que ele me puxou contra seu corpo, eu estava completamente imóvel, não conseguia me mexer de forma alguma e, acho que mesmo que pudesse, não me moveria. Por um instante eu não conseguia controlar o fato de que eu sabia que estar ali, era o melhor lugar que eu poderia estar no momento. Não me importava com a aula que nós estávamos perdendo, simplesmente senti seu abraço sutil, e eu, bem idiota acabei retribuindo, mas de uma forma que não parecesse que eu queria, o que era mentira porque lá no fundo, bem na realidade, eu sabia que queria, eu ansiava por isso e ele também. Sentia cada batida de seu coração. Era forte e intenso, como uma bomba que estava prestes a explodir. Minhas pequeninas mãos caminharam em sua cabeça, explorando cada canto. Seus cabelos eram tão macios quanto aparentava. Meu juizo não estava perfeito, quando que eu meu estado sobrio eu estaria aqui? Cedendo aos charmes desse garoto perigosamente encantador?

Suas mãos vagavam por meu pescoço distribuindo movimentos carinhosos, fazendo com que eu o olhasse, mas eu não conseguia, desviava o olhar assim que podia.

— Você... Sente alguma coisa por mim? - ao dizer isso, senti que meu coração estava prestes a parar de tanto nervosismo.

— Sinto raiva, idiota! - desviei o olhar novamente.

— Hipócrita. - Seus lábios cada vez mais próximos dos meus.

Ele estava prestes a selá-los, com um beijo que possivelmente seria intenso e desejado. Meu coração estava a mil. Ouvimos o barulho do regador ligando, que logo começou a jorrar água para todos os lados, quase nos molhando.

— SALVA PELO GONGO! - gritei, desligada do transe. Sai correndo sem pensar duas vezes.

— Eu odeio esse maldito regador. - exclamou Taehyung, com uma voz um tanto irritada e decepcionada.

— Há males que vem pra bem - debochei mesmo.

Voltamos para a sala, um pouco molhados. Pedimos licença pro professor, que nos concedeu de bom grado. Todos estavam nos olhando de uma forma meio espantada, pude ouvir os buxixos no fundo da sala. e outras vezes, alguns comentários maldosos que eu fazia questão de ignorar. Jungkook estava lá, e me olhava vermelho, parecendo estar com vergonha do incidente que quase aconteceu. Taehyung se sentou perto dos meninos, que por acaso caíram na mesma sala que nós, percebi que davam risada, meio que debochando da nossa cara, e quem não está?

Eu quase beijei Kim Taehyung, dessa vez de verdade. Aquele beijo no quarto não se pode considerar bem um beijo, foi mais um cala a boca. Mas esse seria real. O que foi que deu nesse menino?

A aula havia finalmente acabado. Foi bem cansativo. As vezes fazer faculdade é algo bem mais estressante que passar uma semana na mesma casa que a praga.

Corri para o carro sem me despedir de ninguém e não, não queria de forma alguma dar carona pro Taehyung. Tentei me camuflar o mais rápido que pude, infelizmente foi em vão, ele havia chegado primeiro que eu no tão odiado veículo.

— O que faz aqui?

— Vai me levar de volta. - disse ele meio envergonhado

— Não vou! Não quero que molhe meu carro.

— Aigoo, eu já estou seco! Além disso, meu carro, lembra? -soltou um risinho debochado.

— Entra logo antes que eu te deixe aqui pra morrer de fome, menino mal acostumado. - reclamei com louvor.

O caminho foi silencioso, o constrangimento era bem grande. Eu sabia que ele estava nervoso, olhava de soslaio e via pela janela seu rosto levemente corado, me fazendo imaginar o quanto ele era surpreendente. Um hora fofo como um coelinho assustado, já outras vezes, tão ardiloso quando um gangster. O carro deslizava pelo asfalto, e logo haviamos chegado na tão reconhecida casa.

— Já chegamos. - disse meio que sussurrando. - Pode descer.

— Eu sei.

— Olha Taehyung, sobre hoje, eu...

Mal terminei a frase e fui surpreendida por Taehyung, que puxou meu rosto para o seu, selando nossos lábios. Ele estava me dando um beijo, e dessa vez, era de verdade, e era necessitado e profundo, ao mesmo tempo era provocante e viciante. Sua lingua acariciou um dos meus labios pedindo passagem e sem esforço algum eu cedi sem exitar. Sua boca macia e com um gosto surpreendente bom ditava movimentos leves e calmos. Nos separamos pela falta de ar e trocamos olhares cumplices.

— Quero ver agora qual regador vai estragar o momento - sorriu fazendo eyesmile.

— TAEHYUNG EU VOU ENTRAR, TCHAU. 

— Espera, espera! 

Saí as pressas sem me importar com o que ele ainda havia para me dizer. Ele também não demorou à entrar.  Omma  estava sentada no sofá tomando alguma coisa e logo seu olhar voltou para nós dois, bem espantado.

— TAEHYUNG E ____, QUE MARCA DE BATOM É ESSA?

Nos olhamos e vimos que estávamos sujos pelo batom que eu tinha passado. Nunca fiquei tão envergonhada em toda minha vida. Não exitei em correr para meu quarto trancando a porta. Vergonha! Era apenas isso que eu sentia. Meus lábios ainda estavam inchados por conta do beijo E QUE BEIJO! 

MAS QUE MERDA DE DIA FOI ESSE?


Notas Finais


ROLOU BEIJO, ATÉ QUE ENFIM. Já estava na hora! Comentem o que acharam. Se me bater a inspiração eu faço mais um capítulo hoje. Desculpa se o capítulo não ficou muito grande. Sempre acho que já tá grande mas depois vejo que ficou super curto. Vou me esforçar cada vez mais. Amo vocês sz


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