História .i hate you, i love you - Imagine Yuta - Capítulo 1


Escrita por: ~ e ~onewhy

Postado
Categorias Neo Culture Technology (NCT)
Personagens Doyoung, Taeyong, Yuta
Visualizações 47
Palavras 675
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Hentai, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Visual Novel
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - Prólogo


Hoje era apenas mais um dia onde meu irmão convida o melhor amigo dele para dormir aqui, e esse amigo tem nome, Nakamoto Yuta.

Eu adoro fingir que irei pegar algo na cozinha, apenas para passar pela sala, para poder ver ele.

É errado se apaixonar pelo melhor amigo do irmão, ainda mais quando ele é anos mais velho que você.

Mas fazer o que? Ninguém manda no coração.

E neste exato momento, Tay Mi e Sanara - vulgo Mimi e Nara -, que são minhas melhores amigas, estão me dando "conselhos infalíveis".

ー Você devia se declarar para ele.- Mimi exclama animada e Nara concorda com a mesma.

ー Escreva uma carta para ele, naqueles papéis perfumados.- Nara sugere.

ー Eu não acho que isso seja uma boa ideia.- digo.

ー Kim S/n não ouse me contrariar!.- Mimi demonstrava estar irritada.

ー Deixa de ser cu doce S/n.- Nara riu.

ー Tá bom! Vou pensar bastante nisso, e amanhã dou uma resposta para vocês.- calcei meus chinelos, sim, eu irei na cozinha novamente.

ー Aonde vai?.- as duas perguntam.

ー Na cozinha, e vocês vão comigo.- abri a porta.

ー Isso ta ficando doentio.- Sanara seguia atrás de mim, junto com Tay.

Então descemos, mandei as duas irem direto para a cozinha, já eu, fui até meu irmão.

ー Maninho.- o cutuquei.ー O pai e a mãe voltam quando?.- me apoiei aonde Yuta estava sentado.

ー Amanhã a noite.- respondeu sem desviar a atenção do vídeo-game.

ー Valeu.

Voltei para a cozinha, onde encontrei as duas preparando Kimchi.

ー Estamos com fome ué.- levantei as mãos em sinal de rendição e me sentei na bancada.

[...]

Já eram seis da manhã e adivinha quem não conseguiu pregar o olho em nenhum momento? Pois é, fiquei o tempo todo tentando elaborar aquela carta. Até que finalmente consegui.

Oi Yuta, escrevi este poema para você

"O que há de ser mais dolorido nesta vida do que um amor impossível?

Há quem duvide, há quem não acredite que isso possa acontecer, mas sim, acontece.

Acontece e essa é a pior de todas as certezas, é saber que você ama alguém, que este alguém também te ama, mas que ambos não podem ficar juntos.

Mas, se eles se amam, porque então não poderiam viver este amor?

Ahhhh quem dera eu fosse capaz de responder esta pergunta, metade dos meus problemas estariam resolvidos.

Sinto que meu mundo desaba cada vez que ouço teu nome. Meu coração quer saltar pela boca e gritar a falta que você me faz.

Mas não posso, não dá. Nossos corações se pertencem, mas não podem se amar.

E quando enfim eu te reencontrar, passar do teu lado, mas nem um ‘oi’ eu te falar. Meu coração você há de escutar.

Saltando, gritando, querendo pular do peito pra te abraçar.

Ninguém vai saber, nem sequer vão desconfiar. Que dois corações se abraçaram, numa simples troca de olhar.

Se aquieta coração, ninguém pode fazer nada.

Pertencemos um ao outro, mas seguimos só, cada um por uma estrada..."

ー Kim S/n

Coloquei em um envelope cor de rosa, e guardei em minha mochila.

 

Acordei as meninas para se arrumarem, e fui me arrumar também. Até que...

ー Hoje começa o plano: Conquistar Nakamoto Yuta!

E lá se foi horas, as duas arrumaram o meu cabelo, o qual é curto com uma franjinha e vermelho. Fizeram uma maquiagem leve e me obrigaram a vestir a saia do uniforme.

Estávamos prontas, descemos para a cozinha onde encontramos meu irmão e Yuta.

Assim que desci, vi o olhar do mesmo sobre mim.

ー Me alcança o leite, Unnie?.- Mimi pediu e me estiquei para pegar a caixinha. Nakamoto mordeu o lábio, e senti minhas bochechas queimarem.

Depois de todos comerem, pegamos as mochilas e fomos para a escola.

Chegando lá, viramos o centro de atenções da escola. Claro, só porque o japonês estava acompanhado de nós.

Nos separamos deles, e fomos para os armários.

ー Você sabe o número do armário dele?.- Nara perguntou.

ー Sim.- respondi.ー É o 110.

ー Achei.- Mimi gritou.

Parei em frente do armário dele, e passei a carta pela pequena fresta que havia ali.

Em seguida, o sinal toca, fazendo uma multidão aparecer.

Entramos em nossa sala, e sentei em minha classe.

ー Agora é só esperar e torcer para que tudo dê certo.- pensei.



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