História I hate you I love you - Capítulo 33


Escrita por: ~

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Categorias Manuel Neuer
Personagens Manuel Neuer
Tags Alemanha, Atriz, Bayern De Munique, Futebol!, Manuel Neuer, Personagem Original
Exibições 102
Palavras 2.537
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Apareceu a margarida, euzinha! :)

Capítulo 33 - Capítulo Trinta e Três


 

 

Manuel encara maravilhado a namorada que estava cozinhando algo no fogão, enquanto dançava suavemente alguma música latina que ele não conhecia. 
Apesar de Tayla ser um pouco desastrosa com a cozinha, Manuel pouco se importava se ela colocasse fogo em tudo, porque ele sabia que havia muito mais fogo dentro de si. 
— Dança comigo? - perguntou Manuel, ao pé do ouvido de Tayla, que gargalhou, sentindo seu corpo arrepiar ao sentir as mãos grandes do loiro na sua cintura.
Tayla encarou os lábios de Manu, que tinham um sorriso malicioso desenhado, e ela entendeu o jogo que estava preste a iniciar naquela cozinha.
— Manu, você precisa se soltar mais, sabe? - disse ela, se esquivando do loiro, enquanto ele fazia uma careta.
— O Alexandre não gostou de ter perdido o contato, amor! - resmungou ele, corando rapidamente ao notar o que havia dito.
— Não acredito! - disse Tayla, gargalhando em seguida — Eu sempre tive a curiosidade de saber como você chamava seu amigo, mas nunca tive coragem de perguntar. - explicou ela, aproximando-se dele, que escondia o rosto com as mãos, corando ainda mais.
— Tay! - berrou ele, ao sentir as mãos habilidosas da namorada acariciando 'Alexandre' por cima dos shorts que vestia.
— Eu entendi a referência, amor. - disse ela, com um sorriso malicioso nos lábios, deixando Manuel ainda mais quente.
— Você acha que ele faz jus? - perguntou Manuel, com os olhos saltando das órbitas, ao vê-la morder os lábios em resposta.
— Alexandre, O Grande. - respondeu a ruiva, com um sorriso angelical no rosto que fez Manuel derreter-se de amor por ela. 

 


(...)

 


Tayla dirigia pelas ruas de Munique, com destino a casa de Louise, que ligou aos prantos para a amiga. 
— Estou chegando Lou, abra a porta. - disse ela ao celular, que estava conectado ao carro. 
Viu Louise abrir a porta da garagem e estacionou o carro em uma das vagas vazias, encerrando a ligação ao ver que Louise a aguardava na porta com os olhos inchados pelo choro.
— O que houve, Louise? - perguntou Tayla, envolvendo a morena num abraço, enquanto notava que um dos carros de Xabi não estava ali. Briga de marido e mulher, ninguém mete a colher, né? 
— Estou com medo. - respondeu a morena, enquanto abria a porta do quarto de Belinda e Tayla sorriu maravilhada com a decoração.
— Medo de que? - perguntou Tayla, sentando-se ao lado de Louise, que desatou a chorar copiosamente.
— Eu não serei uma boa mãe! - respondeu Lou, e Tayla fez as contas mentalmente de quantos meses faltavam para a pequena nascer e se assombrou por faltarem apenas alguns dias. Pelo menos não era nada com o Xabi.
— Você será a melhor de todas, Lou! - disse Tayla, abraçando a morena de lado.
— Eu li algumas coisas e vi que sou bastante inexperiente, eu... - começou Lou, enquanto Tayla a encarava com um bico.
— Lou, está um pouco tarde para arrependimentos, não acha? - perguntou Tayla, tentando quebrar o clima, apontando para a barriga de Lou que estava enorme.
— Eu não me arrependo da minha filha! - vociferou Louise, e Tayla levantou as mãos em rendição — Só estou com medo de não ser o suficiente para ela. - completou a morena, controlando o choro.
— Lou, nenhuma mãe de primeira viagem tem experiência em alguma coisa. - explicou Tayla — Você tem se saído tão bem! - continuou ela, acariciando os cabelos da amiga, que deitou no seu colo.
— O Xabi está tão animado, e eu sei que ele esperava por esse momento há anos... - comentou Louise, demonstrando sua parte insegura.
— Vocês merecem toda a felicidade que essa pequena está trazendo. - respondeu Tayla — Aproveitem isso! - pediu ela, levantando-se para observar os pequenos detalhes da decoração do quarto de Belinda, que fazia alusão à um castelo. Digno de uma princesa. 

 

(...)

 


— Tay, eu estou me sentindo feia. - disse Louise, enquanto as duas estavam deitadas nas espreguiçadeiras da piscina da casa de Manuel, para grande alívio de Xabi, Louise resolveu sair.
— Você nunca esteve tão linda! - rebateu Tayla, revirando os olhos para a amiga. 
— Eu estou gorda, depois estarei flácida e o Xabi vai me odiar! - justificou Lou, com os olhos marejados. Os hormônios da gravidez estavam arrasando Louise.
— Louise, o Xabi te ama. - respondeu a ruiva, enquanto analisava mais de perto a barriga desnuda de Lou.
— Pela primeira vez, concordo com você, Tayla. - disse uma voz grossa, com um sotaque espanhol carregado e Louise abriu um sorriso para o homem ruivo que entrava pela porta. 
— Me sinto lisonjeada! - comemorou a ruiva — Achei que isso fosse impossível! - disse ela, enquanto o ruivo abraçava a esposa e lhe enchia de mimos.
— Acho que você está sobrando aqui, Herrera. - disse ele, depois de Tayla corar ao vê-los no maior amasso.
— Eu estou saindo, não precisa me expulsar! - rebateu a ruiva, com um sorriso largo, dirigindo-se para onde estava Rafinha e Manuel, que travavam uma discussão sobre o ponto da carne. Achou melhor cortar o caminho.

Tayla sentou na beirada da piscina, observando Alice saltitar na água com suas bóias de patinhos, passou alguns bons minutos observando o sorriso alegre no rosto da pequena e imaginou se um dia poderia vivenciar aquilo com Manuel. 
Apesar de ter Manu em sua vida, Tayla sabia que uma peça faltava, uma família para chamar de sua.
— Taaaaay! - gritou Lisa, abraçando a ruiva, que tomou um susto daqueles e caiu na piscina.
— Eu não acredito! - berrou a ruiva, ao apontar pra Lisa de maneira acusatória, depois que retornou à superfície.
— Foi sem querer, eu só queria te abraçar... - se explicou Lisa, com um sorriso largo, enquanto todos que estavam ali, riam também.
— Tudo bem, tá calor em Munique, eu perdoo você. - respondeu Tayla, pegando Alice no colo, enquanto a pequena se aninhava ao corpo da ruiva.

— Está tudo bem mesmo? - perguntou Manuel, quando teve a oportunidade de ficar a sós com a namorada.
— Sim. - respondeu Tayla, tensa.

Manuel olhou em direção à entrada da área externa e deu de cara com seus pais. Ele não havia avisado a Tayla que eles viriam, mesmo sabendo que sua mãe não gostava dela.
— Manu! - disse Marita, que trajava um vestido de verão solto. Estava mesmo quente em Munique, e nem era temporada.
— Oi mãe! - disse Manu, abraçando a mulher mais velha, acariciando seus cabelos e depositando um beijo em sua testa. Ele sentia saudades da sua mãe.
— Olá Tayla. - cumprimentou Marita, com um sorriso que mais parecia uma careta. Muito gentil.
— Onde anda a nora mais linda do mundo? - berrou o pai de Manuel, fazendo Tayla corar violentamente e Manuel ficar sem graça. Peter amava mais Tayla que o próprio Manuel.
— Seja discreto Peter, pelo amor de Deus! - pediu dona Marita, revirando os olhos para o marido, fazendo os dois jovens se entreolharem.
— Vocês desejam alguma bebida? - perguntou Tayla, rapidamente, para evitar o momento de tensão que se estabeleceria.
— Você por acaso é garçonete também? - perguntou Marcel, surgindo do nada e recebeu um olhar de reprovação do irmão.
— Marcel! - repreendeu Marita — Essa não foi a educação que lhe dei! - disse ela, fazendo Manuel abrir um sorriso largo — Você não está na sua casa. 
— Tudo bem, senhora. - disse Tayla, com um meio sorriso. 
— Me chame de Marita, por favor. - pediu ela, fazendo sinal para Tayla segui-la em direção à cozinha.

 


(...)

Tayla deu um tempo ao perceber que dona Marita a aguardava na cozinha, sem a mínima coragem e vontade de descobrir o que aquela mulher queria com ela.
— Você precisa ir. - disse Peter, aproximando-se dela.
— O que? - perguntou a ruiva assustada, seu coração martelava forte no peito.
— Ela quer conversar com você. - explicou ele, dando um empurrãozinho para que Tayla fosse.

Tayla adentrou a cozinha com os pés firmes, estava decidida a não parecer tão submissa ao olhar da mulher que a observava, analisando todas as suas reações.
— Ele ama você. - disse Marita, quebrando o silêncio que incomodava Tayla.
— Eu o amo também. - respondeu a ruiva, sentindo suas pernas bambearem, aproveitando a deixa para se sentar longe da mais velha.
— Você não precisa ficar tão recuada, Tayla - disse Marita, aproximando-se da ruiva — Eu não tenho nada contra você, eu só estava tentando provar para mim mesma que Manuel teria acertado dessa vez. - explicou-se a loira, e o queixo de Tayla simplesmente caiu.
— Todas aquelas coisas que a senhora me fez passar, era por um capricho? - perguntou a ruiva, quase sussurrando, sentindo seu sangue ferver.
— Querida, entenda! - pediu a mais velha, e Tayla estreitou os olhos — Como você deve saber, Manuel não tem sorte no amor. - explicou ela.
— Levando em consideração as últimas escolhas dele, realmente... - refletiu Tayla, enquanto a mais velha gargalhava. Desde quando elas tinham essa intimidade?
— Exato! Eu me afeiçoei a Nina, por costume. - explicou a senhora, deixando a ruiva desconfortável — Mas eu não gostava dela.
— E agora, claramente, também não gosta de mim... - disse Tayla, encarando-a nos olhos.
— Você é diferente, eu não sei lidar com você. - respondeu a loira — Você tem personalidade e é autêntica. - comentou a mulher com um sorriso e Tayla franziu o cenho — Definitivamente, você é única. - completou Marita, acariciando os cachos ainda molhados de Tayla.
— Eu ainda não entendi se isso é bom ou ruim, então... - disse a ruiva, direcionando o olhar para um ponto vazio.
— Isso é maravilhoso! - comemorou Marita, enquanto Tayla encarava a mulher sorridente com uma interrogação estampado em sua cara.
— A senhora está me dando algum tipo de aprovação? - perguntou Tayla, insegura.
— Sim, apesar de não valer muita coisa nos dias de hoje, eu aprovo o seu relacionamento com meu filho. - respondeu a mulher, deixando a ruiva sozinha na cozinha, com os olhos marejados.
Tayla não precisava da aprovação da sua sogra para ficar com Manuel, mas nunca imaginou em como aquilo a fazia se sentir bem.

 

(...)

 


Tayla estava arrumando a bagunça que tinha ficado do churrasco improvisado na casa de Manuel, enquanto o mesmo havia sumido das suas vistas fazia tempo.


— Manuel, você está em casa? - perguntou a ruiva, preocupada com o sumiço repentino do namorado.
Procurou o loiro pelo andar de baixo e só havia encontrado os cômodos da casa vazios. Resolveu colocar o lixo para fora, já que ele não deu o ar da graça, irritada ao perceber a bagunça que Loki havia feito com as sacolas de plástico.
— Poxa Loki, você me odeia também? - perguntou Tayla, colocando tudo de volta nas sacolas.
Loki a encarava como se entendesse o que ela falava, e ela acariciou a cabeça dele, o pegando no colo, subindo em direção ao quarto, para tomar banho.


Ao entrar no quarto, sentiu  o cheiro forte amadeirado do perfume do namorado, ficando possessa de raiva ao perceber que ele tinha ido tomar banho enquanto ela brincava no lixo.

— Eu tive a ousadia de escolher uma roupa para você, já que nós iremos sair para jantar. - disse Manuel, saindo do closet com um vestido azul vibrante nas mãos, e Tayla o encarou, estreitando os olhos.
— Você nem me perguntou se eu queria sair com você... - disse Tayla, tirando o tênis, colocando Loki na cama do casal, que logo se aninhou no travesseiro dela.
— Eu queria fazer uma surpresa, mas fazer isso com você aqui, era no mínimo impossível. - alfinetou Manuel, ajustando sua camiseta de botões e Tayla se deu conta que iriam para algum lugar chique.
— Eu preciso de um banho. - avisou a ruiva, fazendo um bico e seguindo para o banheiro.
— Eu poderia ajudar você... - comentou ele, apoiando-se na bancada da pia para observar a mulher que retirava todas as peças de roupa.
— Você é insaciável, Manuel. - comentou ela, ao perceber a excitação no olhar quente dele.
— Não apaga meu fogo, amor. - disse ele,  acabando com a distância que existia entre os dois, capturando os lábios cheios de Tayla entre os seus, beijando-a com paixão — Queime comigo! - completou ele, erguendo Tayla, que entrelaçou as pernas pelo corpo de Manuel.

 

(...)

 

Manuel desceu do SUV preto que dirigia, abriu a porta do carona para Tayla e entregou as chaves do carro para o manobrista, que abriu um largo sorriso ao ver o casal.
— Para quê tudo isso? - perguntou Tayla, referindo-se ao luxuoso restaurante em que estavam.
— Eu sei que você está levando bem a sério aquele papo de ir para o México. - começou ele, e a ruiva concordou com a cabeça — E eu quero lhe mostrar como seria bom que você ficasse comigo. - completou ele, com um sorriso galanteador para a ruiva, que corou.
— Eu sei onde é o meu lugar, Manu. - rebateu Tayla, que foi silenciada pela presença do maître, que estendeu a carta de vinhos para os dois.
— Estou dispensando álcool por hoje. - comentou Tayla, pedindo apenas um coquetel de frutas.
— Eu quero uma garrafa de champanhe. - pediu ele, devolvendo a carta de vinhos para o maître, que confirmou com um aceno e saiu, deixando o casal a sós novamente, e Tayla sentiu seu rosto esquentar ao notar o sorriso doce de Manuel para ela.
— O que você quer com isso? - perguntou ela, tentando prender o riso.
— Você sempre foi linda, ma hoje você está de parabéns. - disse ele, deixando-a ainda mais sem graça.
— Manu, por favor... - remexeu-se ela, desconfortável.
A bebida de ambos chegaram, e a conversa dos dois foi interrompida novamente, deixando Tayla irritada.
O que estava acontecendo com ela? 
— Tayla - iniciou Manu, parando alguns segundos para engolir rapidamente a bebida da taça — Eu quero casar com você, mas eu preciso saber se você quer casar comigo. - completou ele, e Tayla se engasgou com seu coquetel sem álcool, ao perceber que ele falava sério.
— Manu! - disse ela, com os olhos marejados, ao vê-lo se levantar do seu lugar, ir ao seu lado, se ajoelhar e estender para ela uma pequena caixa de veludo, que continha um anel cravado de diamantes.
— Portanto, eu preciso saber. - sussurrou ele, emocionado — Você quer se casar comigo? - pediu, temendo pela resposta dela, já que se levasse um fora iria ser a coisa mais desastrosa de sua vida.
— Meu Deus, Manu! - disse Tayla, levantando-se do seu lugar, com um sorriso enorme — Eu aceito! - disse ela, e o loiro respirou aliviado. 
— Obrigada amor. - disse ele, colocando o anel no dedo anelar direito dela, levando a mão pálida de Tayla aos seus lábios.
— Você e suas surpresas! - disse Tayla, em tom acusatório, enquanto ele a calou com um beijo.
Ambos se entreolharam e as palavras não eram necessárias naquele momento. Manuel tinha um sorriso enorme, enquanto Tayla tinha os olhos marejados. Ninguém do restaurante havia percebido o que tinha acontecido entre o casal, já que eles estavam sozinhos na área externa do restaurante. Manuel havia reservado e esquematizado tudo.

Tayla nunca esperava aquilo de Manuel.
Manuel nunca esperava um 'sim' de Tayla para uma proposta como aquela.
Aquele dia havia sido surpreendente, para ambos.

Restava saber se isso seria bom para o futuro deles...


Notas Finais


Gente, peço perdão pela demora, mas não tá fácil a vida...
Enfim, o que vocês acharam desse capítulo?
Eu acho que a autora está boazinha demais, e vocês?
Comentem!!!


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