História I hate you, I love you - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Divergente
Exibições 99
Palavras 2.505
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi, oi pessoinhas de meu coração 👋👋👋

Como é que vocês estão?

Eu estou suuuuper feliz pelos 29 comentários no primeiro capítulo e lógico pelas 44 pessoas que favoritaram a fic ❤❤❤❤❤❤

Sério vocês são demais!!!

Eu andei meio sumida aqui no spirit mas... Bem que me acompanha na minha outra fic sabe que eu estava para cursar um vestibular e que eu estava perturbada nos estudos! Então o vestibular passou e com isso veio a correção das notas e vocês sabem o quanto é deprimente ver que as questões que você achava que estavam certas, estarem erradas 🙁🙁🙁.

Enfim, precisei de um tempo para relaxar a minha mente! Dos estudos e da vida! Fiz uma pequena viagem que lavou a minha alma! Eu estava sem inspiração nenhuma e um tanto desanimada, mas como tudo passa nesta vida eu estou de volta então se acalmem que logo, logo as outras fics serão atualizadas!

Quero aproveitar e pedir que orem/rezem independente de suas religiões pelas pessoas que morreram no acidente do avião. Peço também que coloquem as pessoas dessas famílias que devem estar desoladas neste momento! Vamos ser solidários da maneira que conseguirmos, então quem puder colocar essas pessoas em oração já irá ajuda-los de alguma forma!

#forçachapeco

Um big beijo e até as notas finais!

Capítulo 2 - Chapter Two - Revelations


Tobias 

Assim que vejo o carro de Beatrice ultrapassar o meu portão, dou-lhe as costas e começo a adentrar dentro de minha casa com a minha pequena em meu colo. 

- Como foi a sua semana meu amor? - Digo fechando a porta com o auxílio de meu pé. 

- Foi muito legal papai! – Diz ela animada. 

- Ana? – Digo elevando um pouco de minha voz. 

Logo uma mulher de meia idade adentra a sala encarando-nos com um sorriso largo. Ana era a governanta da casa. Quando eu era bem pequeno ela foi a minha babá, depois disso empregada na casa de meus pais e quando eu decidi sair daquela casa dos infernos, ela veio morar comigo. 

- Sim, senhor Tobias? – Pergunta ela parando á nossa frente. 

- Leve a mala de Amélia para o quarto dela, por favor! – Digo colocando a mala de rodinhas rosa á frente de meu corpo. 

- Claro! – Diz ela apanhando a mala e subindo em seguida as escadas. 

- Agora me diga! - Digo virando meu corpo em direção á sala que se encontrava do lado esquerdo de meu corpo. – Como foi a escola esta semana? 

- Ah papai, foi muito legal! – Diz ela animada enquanto sentávamos no sofá. – Teve até passeio!

- Passeio? – Pergunto enrugando minha testa. – Sua mãe não comentou nada sobre passeio comigo está semana!  - Finalizo confuso.

- Não? – Pergunta ela demonstrando uma leve confusão em seu olhar. 

- Não! – Repito um tanto irritado. – Que passeio foi este? 

- Pra bibioteca! – Diz ela com uma certa dificuldade. 

- Ah! – Digo suspirando aliviado. – Livros! 

Eu e Beatrice nunca tivemos uma relação boa – a não ser claro, quando estávamos na cama, aí a história era outra – mas fora isso, eu e ela nunca nós demos bem. A gente até que tentava se tratar amigavelmente na presença da Amélia, mas quando ela estava longe, nós dois nos tratávamos como cães e gatos. 

Mas como eu havia mencionando, nem sempre foi assim. Quando eu a conheci ela era uma outra pessoa, era menos estressada, menos irritada, era mais liberal. Mas desde que, ela me pegou com uma outra mulher as coisas mudaram drasticamente. Eu sei que ela ainda guardava rancor daquele dia, mas já havia se passado tantos anos que ela deveria deixar esse sentimento de lado, pelo menos para podermos criar a Amélia em paz. 

Eu conseguia compreender o seu rancor até um certo ponto. Primeiro, que se a situação fosse contrária e fosse eu a pegando com outro homem, eu ficaria furioso. Não na mesma proporção que ela veio para cima de mim, mas eu também não iria gostar nem um pouco – afinal, mesmo com as nossas desavenças, ela continua uma mulher linda, maravilhosa e totalmente gostosa. Agora a parte que eu não conseguia compreender era a que, era somente sexo! Nunca falamos de sentimentos, ou de algo mais sério, era somente curtição, eu não conseguia entender o por que de tanta irritação. 

- Sim papai, livros! – Diz Amélia despertando-me de meu breve transe. 

- É como foi lá meu amor? – Pergunto ajeitando Amélia de uma maneira mais confortável em meu colo. 

- Ah foi muito legal, a gente fez carteirinhas e agora eu posso pegar livros quando eu quiser! – Diz ela levantando os braços para cima. Solto um sorriso fraco e a encaro admirado. 

Amélia podia até ter um gosto muito caro as vezes, mas me impressionava a maneira como ela ficava feliz com as coisas simples da vida! Talvez ela tenha puxado esse lado de Beatrice, já que eu odiava uma vida mais calma, tranquila e simples. Para falar a verdade, Amélia puxou a mãe todinha! Os cabelos loiros, os olhos verdes-méis, o jeitinho meigo de falar – eu só esperava profundamente que ela não puxasse o lado estressado de Beatrice.

 Beatrice sempre foi uma pessoa estressada, antes pelo fato de sua profissão exigir quase sempre a perfeição e agora por conta da preocupação com a Amélia - uma parcela desta preocupação era por minha causa.  Uma parte pelo nosso passado e outra pelos erros que eu cometia quando Amélia estava sob a minha responsabilidade. 

Mas, uma coisa eu nunca poderei negar, ela era uma ótima mãe! Na verdade, ela superou todas as minhas expectativas como mãe. Por ser modelo – e olha que com modelos eu tenho um alto nível de conhecimento – eu imaginava que ela teria um surto ao ter um filho, já que a maioria delas esperam ter quase trinta anos ou mais para poderem somente começar a pensar em ter um filho e não ter um filho com apenas vinte anos e no começo de carreira.  Na minha cabeça, assim que ela tivesse a Amélia, ela iria contratar uma babá e deixaria a menina jogada nesse mundo sendo criada por pessoas desconhecidas. Mas diferentemente do que eu imaginei, Beatrice nunca contratou uma babá! Ela sempre esteve presente, desde a primeira risada, a primeira palavra, a primeira andada, enfim, ela sempre estava presente e quase nunca ausente. 

- E você já pegou algum livro querida? – Pergunto voltando a minha atenção para ela. 

- Já sim! Peguei vários gibis! – Diz ela dando leves palminhas. 

- É você já começou a ler? – Pergunto dando um sorriso fraco para ela. 

- Eu não papai, mas a mamãe sim! – Diz ela dando uma risada alta. 

Amélia adorava ler, mas ainda não conseguia ler muitas coisas, somente algumas consoantes e raras vezes algumas vogais. 

- Falando na mamãe, como é que ela está? – Pergunto com um tom de curiosidade em minha voz. 

- Ela tá bem! – Diz ela suspirando. 

- Hmmm...- Murmúrio pensativo. – O que você quer fazer hoje? – Pergunto mudando rapidamente de assunto. 

- Quero ir ao shopping! – Diz ela esticando os braços para cima. 

- No shopping meu amor? Fazer o que lá? – Pergunto franzindo as sobrancelhas. 

- É por que...- Começa ela a dizer com uma voz manhosa. – Essa semana eu queria comprar uma boneca né papai, mas a mamãe não meu deu. – Diz ela fazendo um bico do tamanho do mundo e abaixando a cabeça lentamente. 

- Por que ela não lhe deu a boneca? – Pergunto controlando o riso. 

- Por que ela disse que eu tenho boneca demais! – Diz ela fazendo uma cara tristinha.  Aquela menina era terrível, quando queria alguma coisa. 

- Ela disse isso? Mas que crueldade. – Digo entrando na dança dela. 

- Sim papai, eu também acho crueldade. – Diz ela suspirando. Solto uma gargalhada e ela me encara confusa. 

- Tudo bem meu amor, a gente vai no shopping comprar a sua boneca. – Respondo em meio á risadas. 

- Vamos? – Pergunta ela com os olhos brilhando. 

- Sim! Mas você tem que comportar heim. – Digo levando minhas mãos para a sua barriguinha, fazendo-lhe cócegas. 

- Ah papai! – Diz ela em meio a risos. – Para, por favor! 

Beatrice 

Jogo as chaves de meu carro sobre a pequena mesa de carvalho que encontrava-se ao meu lado. Levo minhas mãos até os meus cabelos e o subo para cima fazendo uma pequena bolinha nele. Amarro ele de uma maneira frouxa e retiro meu tênis com o auxílio de meus dedos. Desço a mini escada de entrada e começo a caminhar em direção á pequena copa de minha sala a onde encontravam-se as minhas bebidas.  

Eu não era alcoólatra. Na verdade, antes deu ter a Amélia eu era uma pessoa bem chegada a uma bebidinha! Eu achava que  bebendo eu conseguia “resolver” os meus problemas, mas o meu maior problema com a bebida era os escândalos que eu dava. Eu sempre perdia o controle, eu sempre excedia o meu limite. E foi graças a minha filha que eu consegui controlar mais quando o assunto era bebida. 

Apanho uma taça e derramo um pouco do líquido vermelho. Entrelaço o copo entre meus dedos e vou caminhando em direção ao sofá. Sento-me nele deixando minhas costas apoiadas pelo braço do sofá e minhas pernas esticadas, ocupando o espaço restante. 

Sempre era melancólico ficar sozinha nos finais de semana. Minha filha era a alegria desta casa, ela deixava tudo leve, tudo mais divertido. Ela ocupava todo o espaço com a sua voz e agora só me restava o eco do silêncio. Solto um suspiro e é beberico um gole de minha bebida. 

“Por que eu simplesmente não poderia ter tido a minha filha com o meu futuro esposo? Por que eu tinha que dividir ela?” – Penso sentindo um leve aperto em meu coração. 

Antes deu ter Amélia eu morava em um apartamento na cobertura. Era grande, luxuoso e vivia  cheio de homens e de festas. Eu vivia inconsequentemente e muito bem acompanhada. Mas quando Amélia nasceu, eu percebi que eu não poderia ter a mesma vida que eu levava antes, que eu teria que ser responsável por ela e por causa dela. Então eu me mudei, comprei uma casa com um imenso quintal nos fundos e com vários quartos para eu poder encher de brinquedos. Porém, a casa era vazia! Era somente eu, Amélia e algumas empregadas. E quando Amélia não estava, era somente eu e minha consciência. 

Odeio ficar sozinha!

Estou perdida em meus pensamentos quando a campainha toca. Deposito o copo em cima da mesinha de centro da sala e ergo-me do sofá caminhando lentamente até a porta. 

Abro-a encontrando uma imensa claridade e uma pequena pessoa de cabelos pretos á minha frente. 

- Dia das meninas! – Diz Christina cantarolando empolgada. 

- Dia das meninas?! – Pergunto franzindo minha testa enquanto o pequeno ser a minha frente adentrava com tudo em minha casa. 

- Sim, sim! – Diz ela parando em frente a uma mesa larga de vidro e depositando calmamente algumas sacolas em cima dela. 

- Mas, só temos nós duas? – Digo virando-me para a minha amiga assim que fechei a porta. 

- Ah Beatrice, não enche vai! – Diz ela fazendo uma careta. 

- Tudo bem! – Digo suspirando. 

Christina era meio maluquinha! 

Do nosso grupo de cinco meninas, ela era consideravelmente a pior! Ela é aquele tipo de pessoa que sempre te coloca numa saia justa impossível de sair, mas ela era um amor de pessoa!

- O que você trouxe? – Pergunto caminhando calmamente até ela. 

- Trouxe chocolate, sorvete, pipoca e uma linda mulher! – Diz ela esboçando um largo sorriso. 

- Golpe baixo, você sabe que eu amo esse filme! – Digo fazendo um biquinho. 

- Eu sei baby, é difícil resistir às minhas propostas. – Diz ela soltando uma piscadela. 

- Você precisa de uma psicóloga! – Digo rindo. 

- É você de um homem querida, mas nada nesta vida é fácil. – Diz ela retirando dois potes de sorvete de dentro de uma de suas sacolas. 

- Eu não preciso de um homem. Eu estou bem sozinha! – Digo fazendo uma careta. 

- Isso é o que você diz querida! – Diz ela estendendo-me uma colher. – Você sabe que o Albert não ira esperar por você a vida toda. 

- O Albert é um amigo Chris! Só um amigo. – Digo tentando manter um pingo de calma. 

Eu simplesmente odiava quando as pessoas tentavam jogar homens para cima de mim. Eu tinha a completa noção que desde quando eu me envolvi com o Tobias, eu nunca mais havia arrumando um homem, mas eu estava completamente feliz com aquela minha escolha. Eu não estava preparada para me entregar, não de novo!

- Vai repetindo esta frase para ver se você mesmo acredita nela. – Diz Christina ironicamente. Jogo-lhe um olhar de repreensão e apanho um dos potes de sorvete caminhando em seguida em direção á minha sala. 

Albert era um amigo de longa data. Ele é uma das poucas pessoas que me entende e sempre esteve presente na minha vida, tanto nas horas boas, como nas ruins. Porém, um pouco antes deu conhecer Tobias ele declarou os seus sentimentos para eu. É óbvio que eu fiquei em choque – já que eu só o via como um amigo – e ele acabou desmentindo toda aquela história alegando esta bêbado. É claro, que eu e nem Christina havíamos acreditando naquela história mal contada dele e de alguns meses para cá ele vinha dando sinais de querer aproximar-me de mim de uma forma mais intima. 

 Confesso que já pensei várias e várias vezes em dar uma chance para Albert. Mas, sempre que eu penso nesta possibilidade o meu coração recua. Eu não estava preparada para um relacionamento e sinceramente não sei quando eu estarei. 

- Por que não deixamos a minha vida de lado e ficamos na vida da Vivian? – Pergunto elevando um pouco de minha voz para que ela pudesse escutar. 

- Tabom, hoje eu deixo! – Diz a voz de Christina ficando cada vez mais próxima. 

- Obrigada, senhor! – Digo elevando minhas mãos para o alto.

Christina revira os olhos e coloca o frágil Cd dentro do aparelho de Dvd. Em seguida, ela senta-se ao meu lado e abre o seu pote de sorvete e abocanha uma bolinha perfeita de limão. Solto um suspiro e afundo o meu corpo no sofá dando uma bela colherada em meu sorvete. 

Tobias 

Abro a porta de minha casa e Amélia passa que nem um jato por mim. 

- Ana! Ana! – Diz ela berrando no meio da sala. 

- Sim pequena? – Diz Ana adentrando a sala com um largo sorriso nos lábios. 

- Olha a boneca que o papai me deu! – Diz ela esticando seus braços para cima na intenção de melhorar a visão de Ana sobre a boneca. 

- É muito linda a sua boneca Amélia. – Diz ela aproximando-se de minha filha. 

Beatrice iria me matar por ter dado a boneca á qual ela havia negado para a Amélia. De acordo com ela, desta forma a Amélia nunca iria aprender a receber um não, já que quando um dizia não, o outro vinha e dizia sim. Mas hoje, principalmente hoje, eu precisava agradar a minha filha. Eu precisava deixá-la feliz, para ver se de alguma forma a boneca ajudasse ela a receber melhor a notícia á qual eu daria para ela. 

- Ana, leve essas sacolas para cima por favor! – Digo passando as sacolas com muito cuidado para as mãos de Ana. 

- Claro senhor. – Diz ela apanhando todas as sacolas e subindo as escadas. 

- Filha? Vem cá! – Digo sentando-me no sofá. 

Amélia caminha até mim com um enorme sorriso em seu rosto e estica os seus pequenos braços para que eu a coloque sentada em meu colo. 

- O papai precisa lhe contar uma coisa. – Digo sentindo-me um pouco tenso. 

- Sim papai! – Diz ela jogando aqueles olhos verdes em minha direção. 

- Amanhã, uma amiga do papai vai vim almoçar conosco. – Digo colocando uma mecha de seu cabelo para detrás de sua orelha. 

- Amiga? – Pergunta ela arqueando as sobrancelhas. – Que amiga? 

- É uma amiga que o papai está conhecendo melhor meu amor. – Digo jogando-lhe um sorriso torto. 

- Ela é sua namorada não é? – Pergunta Amélia fechando a cara na mesma hora. 

- É! – Digo abaixando a cabeça um pouco envergonhado por ainda tentar esconder alguma coisa de minha filha. 

- Hm...- Diz ela torcendo o nariz. – Qual é o nome dela? 

- Ruth. 


Notas Finais


Então pessoinhas o que vocês acharam?? 😍😍😍

Bem light esses primeiros capítulos não? Mas, para quem acompanha as minhas fics sabe que eu não sou nada light e que daqui a pouco as coisas irão pegar fogo 🔥🔥🔥🔥

Como vocês puderam ver, Tobias é um amor de pessoa! Ele faz tudo o que a Amélia quer - o que irrita bastante a nossa Tris!

Tris curtindo uma deprê e a Chris trazendo a alegria para ela!!

Mas espera um pouco, que história é esta do Albert heim meu povo?

Hmmmmmm...sinto cheiro de ciúmes vindo nos próximos capítulos!

Tobias agindo todo bonitinho e então joga um balde de água fria na nossa Amélia!

Porém, as coisas não irão ficar nada bonitas com essa tal de Ruth chegando na vida de nossas amoras!

É para quem ficou com dúvidas, sim esta Ruth é a mesma Ruth que namora o Theo de verdade.

Estava cansada de escrever sobre a Nita e agora dei uma trocada para deixar as coisas mais novas!

Agora, como Beatrice irá reagir ao saber que o Tobias está namorando pela primeira vez?

E o pior como Amélia irá se comportar neste almoço lindo de domingo?

Espero vocês no próximo capítulo!

Beijinhos e até mais!

😘😘😘😘😘😘


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