História I hate you, I love you!- Chandler - Capítulo 4


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Categorias Chandler Riggs, Os 13 Porquês (13 Reasons Why)
Personagens Chandler Riggs, Personagens Originais
Visualizações 16
Palavras 1.302
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Luta, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 4 - Só mais uma social.


 

 

Me joguei de lado em minha cama logo depois de ter tirado centenas de selfies com a Kate, ela ria examinando  as mesmas, nossa festa de pijama para duas foi muito divertida.

-Então ficou sabendo?- ela perguntou.

-Sabendo de que?

-Da festa, a Hanna Baker que vai dar, na casa dela, deve já ter começado a essa hora- ela falou indo para meu closet.

-E o que eu tenho haver com isso?- dei de ombros.

-Geral vai estar lá.

-E?

-E que, eu confirmei nossa presença.

-Katelyn! Eu nem sabia disso! E nem vou!

-Ah vai sim!- ela riu satisfeita.

-Não!

-Sim! Você não quis me contar quem deixou essa marca em você e agora não quer nem me ajudar a pegar uns gatinhos! O que sobra da nossa amizade então?- cobri meu pescoço com a manga de meu moletom favorito.

-Kate! Para de drama! Nós nem conhecemos Hanna Baker!

-E é por isso que nós vamos! Para conhecer ela melhor.- gesticulou de costas para mim mexendo nas minhas roupas.

-E já disse que não!

-SIM! Só mais uma social!

-NÃO!

......

Mesmo com toda resistência, a Kate me enfiou em um Uber e nós fomos para festa, eu senti como se minha opinião não valesse nada, nunca valeu pra ninguém mesmo, revirei os olhos ajeitando meu croped curto que ela me obrigou a usar, entramos quase que de penetra, cumprimentamos a Hanna que nem sequer desviou o olhar de Justin para vem quem era, os dois flertavam fortemente e até a amiga dela preferiu entrar para beber, seguimos ela até Kate começar a encontrar seus “amigos” e parar para cumprimentar cada um deles, logo nos primeiros minutos eu era apenas sua sombra. Sério, eu não sai de trás dela segundo algum. Mas assim que vi que seu trajeto já ia para perto de Brad que bebia com Chandler eu parei de segui-la, olhei ao meu redor, não conhecia nem 10% das pessoas que estavam ali, mas não duvidava que todos me conheciam, afinal, Chandler fez questão de mostrar para a escola toda quem era a sua predileta na hora do bullying.

Fiquei rodeada por alguns meninos, temia que Chandler tivesse lhes contado algo, ficaria estranho para as duas partes afinal, ele é o do time de basquete, e eu... sou só uma devoradora de livros zuada. Tentando não ser reconhecida, coloquei minha maquiagem um pouco mais forte e usava lentes de contato, quem iria de óculos para uma festa? Os garotos mexiam comigo, era ridículo de sua parte, cantadas enjoadas e bafo de bebida me contornavam, eu tentei me afastar era muita gente, um deles puxou meu braço e me agarrou, o afastei com toda minha força, mas sua insistência se focou em mim, eu nem o conhecia. Talvez eu estivesse esquizofrênica mas, sentia como se todos olhassem para mim, meus ouvidos parecia ter sido tapados, a musica ecoava abafada eu fiquei zonza por um tempo, bem breve ao menos. Dei uns passos para trás tentando me afastar de todos acabei me esbarrando em alguém, a pessoa me segurou com firmeza, logo deduzi ser um outro garoto, levantei o rosto para ordenar que ele me soltasse mas assim que me deparei  a mare enfurecida de seus olhos azuis percebi que não seria tão fácil assim. Estranhei sua postura tão agressiva me afastei dele, inutilmente, ele se colou á mim. Novamente tentaram me puxar. Chandler me puxou para si e encarou o garoto por uns momentos fazendo o mesmo recuar.

-O que está fazendo?- perguntei confusa.

-Ainda pergunta?- ele me encarou sério- Eles estavam mexendo com você! Deveria me agradecer!

-Seu bruto!- me soltei dele- Eu sei me defender!

-Nossa sabe mesmo, deixando eles tocarem em você, nunca tinha visto essa tática!- reclamou cínico. Revirei os olhos.

-Já não se divertiu o suficiente comigo não!?- elevei a voz em meio a musica abafada. Chandler me puxou e olhou de forma perfurante.

-Não, você não é como as vadias, você me odeia, e isso me excita.- falou, o encarei incrédula.

-Me erra seu maluco!-  sai o empurrando, logo fui puxada pela cintura e acebei sendo encurralada em um... banheiro.- Nossa... que romântico- falei revoltada, bufei me voltando para o Chandler.

-Você está me enlouquecendo!- ele me puxou pela nuca e me beijou, me recusei a contribuir, mas logo não conseguia me controlar, esse muleque mexe com o meu consciente, destrói meu corpo e suga minha alma. É inexplicável o prazer que eu sinto quando suas mãos me tocam, sua pegada firme me desconcentra,ele não quer parar, me seguiu até a biblioteca, me seguiu até meu condomínio, me pressionou contra á parede, fez de mim seu brinquedo, no tatame, ele abusava demais da sorte, afinal, lá não achariam ruim se eu o agredisse.

Ele mapiou meu corpo e começou a arrancar minha blusa, sua respiração quente me levava ao céu, revirei os olhos, coloquei as mãos sobre seu peitoral, me lembrando de quem eu estava beijando, maldito Chandler Riggs, o empurrei com força, desmanchando o beijo e o vendo cambalear para trás despreparado.

-Caralho Amber! Volta aqui vai- ele se aproximou de novo, coloquei a mão no seu peitoral novamente.

-Para Chandler. Para.- ele sorriu malicioso. Cruzei os braços.

-Como vou parar se você pediu pra ir com tudo?- me calei, maldita hora da raiva, ele se aproximou devagar, o segui com o olhar, não me movi, permaneci com a pose do foda-se, ele segurou meu rosto e deu um beijo demorado na minha bochecha, assim que se afastou acariciou meu rosto com o polegar.

-Você é ridículo.

-E você está gamada em mim, isso só te faz mais ridícula- ele riu sozinho e piscou para mim saindo do banheiro. Cedi a tensão do meu corpo e revirei os olhos soltando um grito baixinho e socando a parede.

-Sua estúpida!- puxei meus cabelos e sai do banheiro irritada bati a porta do mesmo com força e me esbarrei com o Ryan, que por acaso derrubou a porra da sua bebida na minha blusa BRANCA. Aquela mancha fez a blusa marcar meu corpo e mostrar meu sutiã vermelho de vez, todo marcado.

-Uau, você é linda!- ele riu malicioso, descolei a blusa de mim e o empurrei revoltada, os garotos me fitavam e outros vinham com a ideia de que eu os deixaria "secar" minha roupa. Brad foi um deles, só que ele não entendeu de primeira que eu não queria ser perturbada, principalmente nessa hora vergonhosa.

-Quer uma ajudinha ai? Eu posso ser útil, e bem melhor que qualquer outro babaca que chegar em você- ele me barrou na porta de saída daquela maldita casa da Hanna, o empurrei mas ele segurou meu pulso com força.

-Me solta Brad!- gritei, sufocada pelo meu ódio.

-Você é gostosa,deixa eu te levar para um lugar mais calmo.- ele sorriu malicioso mordendo seu lábios inferior, o encarei com nojo.

-Me solta filho da puta!- gritei lhe dando um tapa no rosto e me soltando dele correndo para fora da casa, olhei para trás na esperança de não estar sendo seguida, e parei ao ver que ele estava sendo fuzilado pelo Chandler de perguntas, o encarei a distância, o Brad ignorou e voltou para dentro da casa, Chandler pousou seus olhos azuis sobre mim, furioso, mas logo sua pose de durão foi cedendo, o olhava de lado, nos encaramos por um tempo, seu olhar uma vez nada malicioso sempre reconfortante, balancei a cabeça e prossegui o caminho para casa,não voltaria lá para dentro nem fudendo, prefiro andar do que pedir carona pra Katelyn, melhor assim mesmo, do que ouvir ela murmurando suas duvidas bêbada, ou até choramingando pelo fato de sua "vida sexual" estar uma foça. Me abracei com a brisa da noite silenciosa e assustadora, me belisquei, essa merda toda só pode ser um pesadelo.

Maldita Atlanta.   



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