História I hate you,I love you (Romance gay) - Capítulo 9


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amigos, Gay, Heterossexualidade, Homossexual, Incesto, Romance, Sexo
Exibições 97
Palavras 987
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Lemon, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Esse cap vai ser tenso então se preparem e boa leitura ♥♥

Capítulo 9 - Por quê está fazendo isso?


André On 

Passados dois meses o Gustavo se aproximava cada vez mais e o João só se afastava de mim. Isso me deixou muito triste e eu não sabia o que fazer, tentava falar com ele e a única resposta era "está tudo bem baixinho" ou "eu tô de boa" ; eu sabia que era mentira mas o que fazer para  descobrir a verdade? 

A aula começou e eu estava atrasado ( pela primeira vez na vida) e no corredor estava uma correria, alguém passou quase me derrubando e nem pediu desculpas, educação estava reinando no ambiente escolar.  Estava seguindo para minha sala quando algo me chamou a atenção;  tinha uma menina chorando perto da floresta atrás da escola e ela parecia muito nervosa , eu a reconheci assim que me aproximei: era a garota que havia dito para mim aproveitar que o João e o Gustavo estavam brigando comigo, depois do dia da briga ela começou a falar comigo e viramos amigos. Por esse motivo abri mão da aula e fui ver o que ela tinha.

Andressa o que você tem? Por quê está chorando? -perguntei me sentando ao seu lado- Ta tudo uma merda bebêzinho e eu tô mal pra caramba- ela me respondeu chorando mais ainda e deitou sua cabeça em meu colo.

Todos estavam na aula , só eu e a Andressa estávamos do lado de fora e nos assustamos ao ouvir um barulho no mato atrás de onde estávamos sentados.  Viramos rapidamente mas não vimos nada, concordamos que devia ser um esquilo ou um macaquinho até que ouvimos o barulho novamente e mais perto mas deixamos para lá, afinal ali era uma floresta então barulhos eram normais. Passados 10 minutos eu senti alguém me puxando pelo cabelo e em seguida outra pessoa puxou a Andressa e a jogou no chão, eu comecei a gritar e a Andressa se virou para tentar me soltar dos braços de quem quer que estivesse me segurando e eu a mandei correr e pedir ajuda . Ela correu em direção a escola gritando e eu fui arrastado mato a dentro. Eu estava muito cansado e já estavam me arrastando fazia bem uns 40 minutos , eu estava cansado de gritar mas respirei fundo e comecei a gritar de novo ; a pessoa mascarada que me arrastava me deu um tapa e apontou uma arma em meu rosto , entrei em pânico e comecei a chorar.  Tínhamos parado em uma espécie de barraco abandonado e ficamos ali por um bom tempo,pois o sol já estava se pondo quando os sequestradores entraram no barraco e me pegaram como se eu fosse lixo e me jogaram no chão novamente quando eu me recusei a levantar, depois de muito esforço me levantei e continuamos a andar pela floresta. Eu não sabia para onde estavam me levando e isso me deixava alarmado, de repente sentir algo bater forte contra mibha cabeça e depois não vi mais nada .

João On 

Eu estava sentindo uma dor muito forte no peito e a professora me permitiu sair da sala de aula e beber uma água para ver se passava e foi nesse momento que a menina que era amiga do baixinho veio correndo até mim e chorando muito, ela estava assustada e estranhamente com um hematoma no rosto, nessa hora eu gelei. Ela me contou o que havia acontecido e eu entrei em desespero , eu sabia que não podia deixar o baixinho sozinho, a culpa era toda minha. Nós corremos para fora da escola até que alguém gritou e eu reconheci a voz: era o Gustavo, ele veio em nossa direção e disse que tinha avisado a diretora e que nos ajudaria a procurar pelo baixinho , eu o odiava mas era pelo meu pequeno então tudo bem. Procuramos por toda a extensão do colégio e nada , achamos sua mochila na floresta e seguimos por dentre o matagal mas não havia sinais dele em lugar algum. Eu estava acabado de cansaço , mas não podia desistir de procurar por ele. Meu baixinho precisava de mim. Eu comecei a chorar em pensar por tudo que meu amorzinho poderia estar sofrendo, eu estava distraído e o Gustavo veio falar comigo que a polícia não tinha encontrado nada também e eu apenas acenei com a cabeça; ele perguntou se eu precisava de algo e respondi que não, ele apenas sorriu e se afastou. Eu fiquei pensando se deveria ser mais legal com ele, pois apesar de tudo ele estava ajudando bastante desde..... peraí, desde a escola? ?? A Andressa não havia contado para ninguém sobre o que havia acontecido,  apenas para mim e como ele sabia se não estava presente? ? Muito suspeito isso.

André On 

Acordei depois de muito tempo e minha cabeça explodia de tanta dor, meu corpo estava cansado e meus olhos ardiam tanto que foi difícil mantê-los abertos. O local onde eu me encontrava cheirava a mofo e poeira, parecia ser um porão dessas casas rústicas bem chiques, porém agora parecia abandonado por completo. Eu estava distraído e de repente ouvi um barulho: alguém estava abrindo a porta, eu fiquei quieto, me escondendo atrás de umas caixas e ouvi os passos se aproximarem de onde eu estava.

-Que falta de educação, eu venho te ver e você me recebe dessa forma- a pessoa disse com sarcasmo e eu reconheci a voz no mesmo instante, saí de trás das caixas incrédulo e desacreditado - Por quê está fazendo isso? -ele apenas sorriu e disse -Calma baixinho eu vou te explicar tudo, chegue mais perto para ouvir melhor- ele gargalhou e eu comecei a chorar desesperadamente. -Pensei que você gostasse de mim baixinho, sempre fui tão bom para você- suas palavras eram cuspidas de forma agressiva e isso me dava medo; ele se aproximou de mim e ficou me fitando, eu comecei a chorar mais ainda e a única coisa que consegui dizer foi...

-Pelo amor de Deus João.........



Notas Finais


Continua......
K7 eu tô sofrendo muito por esse cap não creio que escrevi isso.


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