História I Have Questions - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton
Visualizações 14
Palavras 936
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Bem, vou deixar o primeiro capítulo por aqui, para atrair leitores... Quem sabe. Espero que goste do que eu tenho à contar nos próximos capítulos também e se quiserem mais é só pedir.... Sou nova por aqui e não sei mais o que dizer... ou como me divulgar hehehe.🙈
Qualquer erro me avisem ou assim que eu vê eu corrijo.
[Todas as frases no inicio dos capítulos são de Shakespeare]
Enjoy...

Capítulo 1 - You know me?


Fanfic / Fanfiction I Have Questions - Capítulo 1 - You know me?

“As palavras estão cheias de falsidade ou de arte; o olhar é a linguagem do coração.”  

Sem sombras de dúvida, não era uma noite agradável desde quando acabei esquecendo meu casaco em casa de tanto Josh me apressar para aquela maldita festa de comemoração que sua família fazia, tanto pelo pedido inusitado de casamento que havia feito à mim minutos antes, quanto ao mérito de conseguir um cargo mais elevado de sócio na sua empresa genial de administração. Eu estaria demostrando está contente se ao menos estivesse com um casaco em meus ombros num local totalmente descoberto no térreo da mansão super cara da família super rica dele. Ainda mais em Nova York, com o frio demoníaco, em horas inconvenientes, não era para menos que não demostraria insatisfação com o momento. Amava aquele clima, mas sinceramente naquele momento queria que houvesse uma porta para o sul da Califórnia.

— Lauren, ao menos podia demostrar um pouco mais de satisfação? — Josh murmurou em meu ouvido me assustando com seu tom de voz brando.

Cruzei meus braços em volta de mim tentando me contentar em não tremer ou pegar um hipotermia e fazer uma cena inusitada, o que seria ótimo se ao menos eu fosse embrulhada por um daqueles sacos hipotérmicos quentinhos.

Ah, por favor... Sim...

— Não avisou que ficaríamos expostos tanto tempo assim ou talvez me avisasse para eu usar uma roupa mais aveludada e não esse vestido tão fino e descoberto — resmunguei com certa razão.

— Não me faça uma cena em frente à minha família, apenas sorria e finja está contente ao menos.

O olhei perplexa, como se realmente àquela maldita comemoração estivesse sendo uma coisa grandiosa. Aliás, estava sendo grandiosamente chata. Ele bufou assim que depositou um casto beijo no canto dos meus lábios e se afastou com sua elegância exagerada. Eu quase revirei os olhos, mas uma súbita vontade enferveceu em minhas veias de raiva. Odiava o fato dos meus pais também parecerem mais felizes , cumprimentando todos os empresários; Esquecendo da sua filha num canto, como uma taça de champanhe rose, feito parte daquela decoração. Ao menos era gracioso, os detalhes renascentista e ao mesmo tempo com um toque sofisticado de modernidade.

Larguei aquela taça e fui caminhar em volta para aquecer meus ossos que pareciam endurecidos, à única coisa que sentia era os dedos dos meus pés com aquele scarpim todo revestido de couro.

Obrigada santidade dos sapatos revestidos de couro. 

Uma única parte do meu corpo humano que fazia eu me sentir viva naquele momento, além do coração, é claro.

Encostei-me numa coluna de concreto, admirado ás várias luzes da cidade ao fundo, uma contemplação belíssima, ao longe à ponte do Brooklin me chamando para fugir daquela festa entediante, com uma música ao fundo, como se fosse um funeral.

Meu funeral. Aonde estava mesmo com a cabeça quando Josh, com um gigantesco sorriso se ajoelhou ao meus pés minutos antes, me deixando constrangida se recusasse o pedido  sua oferta para ser meu noivo em frente aos meus pais que praticamente cruzavam os dedos com os olhos devorado-me para eu aceitar ou seria capaz de ser um renegada na minha própria família?

Olhei a pedra rubi brilhar em meu dedo anelar direito, não me familiarizado com aquele joia.

— Preciso admitir que o gosto do seu noivo é bom. — Despertei para a voz feminina que surgiu ao meu lado, um timbre diferente e anasalado. — Mas não acho que seja adequado para você.

— Como não?

Uma confusão me perseguiu, guiando-me para minha curiosidade.

Ela sorriu mostrando dentes perfeitos.

— Me parece que seja de uma delicadeza com essa cor rubi, algo antiquado para uma mulher com uma expressão enrubescida.

Esbugalhei meus olhos nela, analisando sua simetria em não desgrudar os olhos do meu anel. Havia olhos castanhos grandes, com um delineado de gatinho, passando uma imagem contraria de calmaria que demostrava. Estava muito bem vestida, é claro que estaria! Todos ao redor estavam também.

E era muito bonita, talvez estivesse com um pouco de inveja, por eu ter um e ela não pelo que contatei, é claro que fui infantil de pensar desse modo apenas porque estava entediada.

— Por acaso, você é alguma especialista em joalharia?

Ela soltou um pequena gargalhada, como se estivesse zombando de mim, o que não me deixou contente com a dedução.

— Foi apenas um comentário, Srta. Jauregui. Sou fisionomista, gosto de observar tudo o que me convém.

Pisquei algumas vezes ainda mais confusa.

— Você me conhece? Como? De onde?

Ela levantou à mãos em um sinal, talvez para eu ir mais devagar com às perguntas.

— É quase impossível não saber quem é à noiva do Josh depois de hoje, não acha?

Antes que eu pudesse dizer algo meu noivo me surpreendeu rapidamente, quase tentando me arrancar dali como uma planta.

— Venha, vamos Lauren.

— Josh, espera... Eu estav...

Ele não parecia muito amigável com uma carranca indisfarçável.

— Eu sei o que você estava fazendo.

Me esquivei dos dedos firmes dele em mim.

— Você foi rude. Mal educado. Eu nem ao menos me despedir dela, nem ao menos sei seu nome — olhei para trás e ela estava nos observando extasiada, com os lábios entre abertos.

— Pra quê quer saber o nome dela? É uma mulher que não presta, quero que você mantenha distância, corte-a do seu ciclo de amizades. Está entendendo?

Assim que chegamos no estacionando depois de pegar o elevador suspirei cansada.

— Qual o seu problema, hein? — Questionei com raiva, entrando no carro acariciando as marcas avermelhadas que ele havia deixado em minha pele branca.


Notas Finais


Por enquanto é isso, até segundas ordens... De vocês leitores... Se tiver algum. 😅😅


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