História I have questions - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Diego Ribas da Cunha, Gerard Piqué, Hailee Steinfeld, Paolo Guerrero, Thiago Silva
Personagens Diego Ribas da Cunha, Hailee Steinfeld, Personagens Originais
Tags Diego, Flamengo, Romance, Vizeu
Visualizações 71
Palavras 1.089
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Desculpa a demora <\3

Capítulo 2 - Capítulo 1


Fanfic / Fanfiction I have questions - Capítulo 2 - Capítulo 1

- Conte comigo. - Diego ordenou com a voz firme enquanto segurava minhas mãos acima da minha cabeça. Ele ajeitou seu membro e me penetrou. Arfei.

- Ummm. - gemi, enquanto sentia a primeira estocada. - Dooois... - quase estremeci ao ver a imagem de Diego chupando seus dedos e em seguida rodea-los em meus mamilos. - Trêsss - agarrei os lençóis com força ao sentir suas estocadas ficarem mais violentas.

Não consegui mais me concentrar em contar seus movimentos. Agarrei o mais forte possível a sua cintura com minhas pernas para ele não parar.

- Eu não mandei você parar de contar, Beatriz. - ele desacelera o ritmo e puxa minha cintura para baixo, deixando nossos rostos próximos. Sua respiração quente e pesada deixou-me ainda mais desconcentrada.

- Não... não para. - imploro, entre arfadas. Diego sorriu e deixou um beijo casto nos meus lábios.

Ele voltou a se movimentar.

- Quatro. - sua voz saiu rouca. - Conte comigo, amor.

- Cinco... seis...

Meu corpo estava cada vez mais quente, e o corpo de Diego chocando-se contra o meu deixava-me fora de órbita. Entre gemidos arrastados, palavras obscenas e toques possessivos, meu orgasmo se aproximava. O formigamento estava aumentando e...

Beatriz acordou assustada. O alarme de seu celular mostrava que já estava na hora de acordar. Levou suas mãos até seu rosto e esfregou os olhos para realmente despertar. Esperou um pouco a sua respiração se regularizar e levantou-se.

Não era a primeira vez que ela sonhava com Diego. Faziam-me sete anos que ela fora embora, mas isso não significava que ela não o amava mais. Por mais que negasse a si mesma, o jogador era o amor da sua vida.

Antes de ir ao banheiro para tomar um banho, olhou sua irmã caçula dormir tranquilamente na cama. Voltou a concentrar em se arrumar, já que a mesma tinha pouco tempo para chegar à aula.

- Tenho que parar de sonhar com ele. - a morena falou pra si mesma enquanto sentia as primeiras gotas d'água tocarem seu corpo. Sentiu o mesmo arrepiar-se.

Depois do banho, Beatriz se enxugou e vestiu-se com a roupa mais quente que tinha. O Rio de Janeiro encontrava-se frio. O inverno chegará mais rigoroso na cidade. Pegou seus livros e alguns trabalhos antes de sair do quarto e se encaminhou até a cozinha, onde encontrou sua mãe terminando de fazer o café. Aproximou-se da mais velha e deixou um beijo em sua bochecha.

- Bom dia, mãe. - cumprimentou-a e em seguida sentou na cadeira.

- Bom dia filha, dormiu bem? - dona Lurdes perguntou. Beatriz notou o semblante cansado de sua mãe e sentiu-se mal por vê-lá assim. Mas não disse nada.

- Dormi sim, e a senhora? - perguntou, enquanto pegava um pão.

- Dormi sim, querida.

- Mãe, a senhora sabe que não precisa mentir pra mim. Eu sei que seu trabalho está muito puxado. Já falei pra se demitir. - rebateu.

- E o que vamos comer, Beatriz? Seu pai está doente, não pode trabalhar. O único sustento daqui vem do meu trabalho. - a mais velha suspirou e assim que despejou todo o líquido preto na garrafa, colocou a mesma encima da mesa.

- Eu posso dar um jeito.

- Não. - Lurdes negou prontamente. - Não é hora de você pensar nisso, primeiro você vai terminar seus estudos.

- Mãe... - tentou teimar.

- Já disse que não Beatriz. Aliás, você já está quase atrasada. É melhor você ir correndo pra não perder o ônibus.

Beatriz decidiu não insistir nesse assunto. Não por enquanto, pois sabia que sua mãe era teimosa, mas a faria mudar de ideia. Despediu-se dela rapidamente e foi correndo para o ponto de ônibus.

Já do outro lado do Rio de Janeiro, Diego estava dormindo enquanto uma loira o abraçava por trás. Seu celular já tocara diversas vezes para lembra-lo do treino, mas o moreno não acordou.

Algumas horas mais tarde, acordou. Tirou o braço da mulher ao seu lado com brutalidade do seu corpo. Odiava dormir agarrado com alguém. Sentiu sua cabeça latejar fortemente e se xingou mentalmente por beber demais na noite passada. Sentou-se na cama assim que conseguiu abrir os olhos e pegou seu celular.

Verificou as ligações perdidas. Haviam 40. Metade eram do seu empresário e a outra metade era do presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira.

Estava fodido.

- Merda. - resmungou. Escutou a voz manhosa da loira ao seu lado e a observou despertar.

- Bom dia. - ela sorriu.

- Bom dia. - Diego respondeu rude. Em seguida, levantou da cama e pegou suas roupas espalhadas pelo chão, vestiu sua cueca e o resto de suas roupas. Quando chegasse em casa tomaria um banho, já que ele não gostava de vestir roupas sujas quando já estava limpo.

- Já vai gatinho?

- Sim. - respondeu simples e arrumou seu cabelo desgrenhado. - Estou atrasado.

- E quando vamos nos ver de novo?

Diego riu. Céus, tão inocente.

- Nunca. - respondeu enquanto pegava sua carteira, seu celular e as chaves de seu carro. - Não é nada com você, só... - ele a observou de cima pra baixo. - Só não gosto de repetir figurinhas. - lançou uma piscadela para a mulher e saiu do quarto em seguida.

Após sair do prédio onde a tal garota que ele nem lembrava o nome morava, sentiu seu celular tocar. Pegou o mesmo do bolso e viu que era Vizeu. Atendeu prontamente.

- Diga Felipe. - sua voz saiu rouca.

- Cara, aonde você está? O treino já acabou e todos da diretoria estão putos com você. Já viu o jornal?

- Fala baixo Vizeu, estou morrendo de dor de cabeça. E não, ainda não vi o jornal. - suspirou. - Mas estou tão ferrado assim?

- Sim parceiro, e muito. Provavelmente seu empresário já te disse, mas marcaram uma reunião para decidir o seu futuro no clube.

- Ele não me disse merda nenhuma. - reagiu furioso. - Como assim decidir meu futuro no clube? Querem rescindir meu contrato?

- Não sei Diego. Talvez só queiram falar com você. Liga pro Jonas, ele vai te dar mais informações. Tenho que ir agora, depois nos falamos.

- Tá. - é tudo que diz antes de encerrar a ligação. Observou os olhares dos pedestres que passavam ali e estranhou por nenhum o reconhecer e nem se aproximar para pedir um autógrafo/foto. Mas deixou isso pra lá e foi pra casa, sabia que o dia seria longo e queria relaxar o máximo possível antes da reunião com a diretoria do Flamengo. 


  


Notas Finais


Espero que tenham gostado, escrever em terceira pessoa tá sendo bem mais fácil. Até mais. Qualquer erro vou corrigir depois.


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