História I Have Questions [For You] - Capítulo 7


Escrita por: ~ e ~Jeonminx

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), SHINee
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, Taemin Lee, V
Tags Bangtan Boys, Bottom!jimin, Bts, Drama, Jikook, Jimin!preg, Jimin!uke, Jungkook!seme, Kookmin, Minkook, Mpreg, Romance, Taemin, Top!jungkook, Tops!jeongguk
Visualizações 151
Palavras 1.736
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olar pessoal. [>.<]
Antes de tudo, quero avisar que vai ter sim o Mpreg, (desculpe se não gosta) maaaaas, não será agora, ok? Talvez nem dê tempo já que a ficha acaba lá pelo capítulo quinze rs.
Outro aviso importante, o tão esperado capítulo das “respostas” está chegando! Não odeiem tanto assim o Jeon, logo saberão o lado dele nessa história. (Alguém faz ideia do que seja?)
[ENFIM, FAMOSO CAPÍTULO DE TRANSIÇÃO, CHATO MAS NECESSÁRIO.]

Capítulo 7 - 6° Chapter


– Obrigado.

Sorri para o meu mais novo hyung, enquanto caminhávamos pelo corredor. Ele havia insistido que iria me levar na porta da minha sala e, bem, eu não reclamei. Quanto mais vezes Jeongguk nos visse juntos, melhor. 

– Por nada. Você viu como ele saiu bufando da lanchonete? Acho que deu certo. – sorriu. 

– É, parece mesmo… – soltei um riso fraco, acompanhado de um suspiro pesaroso. – Eu não entendo, sabe… 

– O que você não entende, 'saeng? – perguntou-me, parando de andar e entrando na minha frente. Ele estava próximo demais. 

– E-eu...

Park Jimin! – ouço uma voz muito conhecida por mim gritar. 

– Oh, não... 

– Posso saber onde você estava? Como você voltou para casa ontem? Por que você sumiu? Anda, responda! – gritou Taehyung, se aproximando cada vez mais, com Hoseok-hyung ao seu lado.

– Taehyung! Eu tenho que ir para aula, depois conversamos. Tchau Tae-yah, Tchau Taemin-hyung, – acenei, enquanto corria pelo corredor. – e Tchau Hobi-hyung. 

[•••]


Minha aula acabou de terminar e agora eu estava indo em direção ao banheiro lavar minhas mãos, pois hoje tivemos uma experiência onde fazíamos curativo nos animais. Eu amo o que faço e meu sonho é poder abrir logo meu consultório. Meu pais me disseram que quando terminar a faculdade, eles vão me dar uma boa quantia para que realize meu sonho. 

É incrível ter o apoio dos meus pais nas decisões que faço, mesmo que por distância. Eles são muito ocupados e desde que eu me mudei, dois anos atrás, nos vimos apenas quando eles tinham reuniões sobre a empresa aqui em Seul. 

O que mais me deixa feliz, é que independente de todos os ensinamentos que eles tiveram quando pequenos, me aceitaram do jeito que sou. Me deram o maior apoio na época em que descobri gostar de homens, e talvez seja por isso que hoje sou confiante em relação a quem eu sou ou o que faço. Ter o apoio da família é realmente fundamental. 

O sinal havia acabado de soar e por isso os corredores estavam cheios, mas logo consegui desviar de toda multidão e adentrar o banheiro. 
Entro em uma das cabines e faço minha higiene. Ao saiar da mesma, avisto uma silhueta conhecida por mim. Passo direto e vou em direção à pia, lavando minhas mãos e as secando logo em seguida. Quando eu ia sair do local, ouço uma voz acompanhada de um aperto no braço. 

– Está de amiguinho novo, Jimin? – virei de frente para ele e pude ver seu sorriso ladino. 

– Amigo? Se você acha isso, sim, estou com um novo amigo. Algum problema? – perguntei, sorrindo internamente quando seu sorriso se desmanchou. – Ainda bem que não, pois desde o momento em que você terminou comigo, acho que não te devo mais satisfação. 

– Você é rápido, em. – comentou, desconfortável. 

Nem eu estava confortável com todo àquele clima pesado, para falar a verdade. Minhas palavras saíram demonstrando toda minha mágoa, mesmo que soassem fortes. Por fora eu estava bem, sorrindo, mas por dentro meu coração chorava, batendo absurdamente rápido apenas por sentir a presença de Jeongguk. Infelizmente, ele tinha esse tipo de poder em mim.

– Rápido? Eu? Não mais que você. – apontei. 

– Olha, eu… Não adianta nada eu perder tempo lhe perguntando essas coisas, tenho mais o que fazer. Só não quero que fique esse clima tenso entre nós… – sussurrou a última parte, porém eu consegui ouvi-lo. Parecia estar sendo sincero, mas eu não consigo desmanchar esse clima. Foi ele que o iniciou, afinal.

– Olha, Jeon, se você não queria esse clima todo, que terminasse de uma maneira...– dei uma pausa, pensando na palavra certa. – menos mal. Términos são ruim para todos, mas quando você magoa uma pessoa ao terminar, não espere que fiquem amiguinhos depois, isso não é filme. 

– Eu sei, eu sei. – bufou. – Você quer conversar? Digo, você parece querer explodir e eu quero que faça isso comigo. Fale todo o mal que eu te fiz, não consigo entender o porquê de todo esse ódio. Relacionamentos terminam, não? 

– Nada é para sempre, Jeon, nada! É lógico que terminam, mas de uma forma que nenhum dos lados saiam magoados. Mas sabe por que você não entende meu lado? Por que não é com você! – acusei, enquanto olhava para os lados vendo se tinha mais alguém no banheiro. Por sorte, ninguém havia entrado ou escutado nada. – E não. Eu não quero conversar com você, tenho meus amigos para me ouvirem. Obrigado. 

Disse e então me virei, me retirando de lá com lágrimas nos olhos. Eu não queria e não iria mais chorar por Jeongguk. Não mesmo! 

– Nossa, que momento foi esse, em? – Bom, eu achava que ninguém havia escutado nada, mas é claro que Taehyung não poderia estar incluído nisso.  – Até desisti da carona do Hoseok-hyung para assistir mais. Você está bem, Jiminnie? 

– Estou sim, Tae-yah. Obrigado por se preocupar. – soltei um ligeiro sorriso, lhe dando um abraço ladino enquanto atravessamos o portão da instituição. – O que acha de passar a tarde lá em casa, huh? Faço seu bolo preferido!

– Ah, eu acho digno. – respondeu, rindo.

– Acha o quê? 

– É uma nova gíria que eu aprendi. – deu de ombros. – Quando falo “acho digno”, quer dizer que acho maravilhoso, ou então, que eu topo. Entendeu? 

– Ah, sim. Você é doido! – dou um tapa em seu braço, parando no ponto para esperarmos um ônibus ou um táxi. 

– Doido é você, ainda quero saber essa história de “Taemin-hyung”. – forçou um voz fininha ao pronunciar o nome do outro, enquanto eu apenas ria de sua cara. – Não ri! Você sabe que eu e o Hobi-hyung somos seus melhores amigos, não ouse nos trocar! 

– Não vou trocar não. E se você quer saber, Taemin é muito bonito para ser apenas um amigo. – provoquei. 

– Mas é o quê? Já está de casinho novo? Foi assim que eu te criei.

– Estou brincando, Tae. Não quero ficar com ninguém tão cedo. – murmurei.

– Seu mentiroso! – exclamou exageradamente alto, atraindo a atenção de algumas pessoas no local. – Não pense que eu não te vi com aquele clone do Jeon- 

– Está bem, está bem. Em casa conversamos. – tapei sua boca, impedindo-o de prosseguir. 

– Nossa, pareceu minha mãe. Credo. 

Taehyung era uma criança num corpo de jovem. Ele me rendia altas risadas, e quando eu estava triste, sem esforço nenhum ele e Hoseok conseguiam me animar. Era automático. 

Eles são meus amigos desde que cheguei em Seul, antes mesmo de entrarmos na mesma faculdade. Os conheci no ponto do táxi, do aeroporto, que me traria a meu novo apartamento. Eles também haviam acabado de chegar, Taehyung veio de Daegu e Hoseok de Gwangju. Me senti muito sozinho ao chegar, e quando avistei os dois conversando e rindo juntos, me aproximei lentamente comentando de como o tempo estava frio ou como a fila do táxi estava cheia. Depois disso, trocamos nossos números e criamos um grupo. Taehyung contou que precisava achar um apartamento vazio e Hoseok lhe disse que o dele era grande e podia abrigar duas pessoas, assim, eles moram juntos hoje e somos melhores amigos. Inseparáveis. 

[•••] 

–  Chegamos. Vai, me conte. – disse um Taehyung afobado, enquanto saímos do elevador. 

O acastanhado veio o caminho inteiro querendo saber como foi minha noite com o cara da boate de ontem, mas para falar a verdade, nem eu sabia. Alguns fleches de nós dois dançando vinham na minha mente, porém não passava disso. 

– Se acalme, Tae. Não tenho muito o que contar. – me escorei na parede ao lado da porta, esperando ele terminar de abri-la. – Afinal, nem lembro muito. Minha mente está vazia, nem sei com viemos parar na minha casa. 

– Eu não acredito! – exclamou. – Você ao menos pegou o número dele? 

– Eu não tive cabeça para isso, Tae! Tem noção de como eu fiquei ao acordar? 

Nós retiramos nossos sapatos e os deixamos no tapete na entrada da sala, em seguida jogamos nossas mochilas em um canto do sofá e fomos direto para o quarto. Eu me deitei sobre os lençóis macios e confortáveis – que estavam desarmados, pois fiquei com preguiça de fazer a cama na hora que acordei –, descansando minha cabeça sobre o travesseiro e fechando os olhos.

– Eu sinto que o tratei mal, Tae-ya. O pior é que não tenho como me desculpar... — um bocejo escapou por lábios, meu sono era muito grande. – Descontei nele uma coisa boba. Só porque ele me lembrava o Jeon, mas isso é errado. Eu costumo ser legal com as pessoas... E o Sunyoul parecia alguém legal.

— Acho que sei como você pode se desculpar.

Ao terminar de falar, ouvi sua resposta, porém não deu tempo de rebate-la. Eu havia me entregado ao sono, para escapar da confusão que era minha cabeça. Bem, ou não. 

[•••]

– Ei, mocinho, acorde. – senti meu corpo ser chocalhado de um lado para o outro. Um peso estava sobre mim e eu já sabia o nome desse peso. – Tenho descobertas para você.

– Sai, Taehyung. Me deixe dormir… – murmurei, manhoso, ainda de olhos fechados. 

– Então, está bem, deixa que eu mesmo falo com Sunyoul. – sua voz esbanjava sarcasmo e eu queria socá-lo por me tirar de meu precioso sono, mas do jeito que meu amigo era, seria bem capaz dele falar com o menino. 

Com muita dificuldade, abri meus olhos tentando raciocinar o que estava acontecendo. Taehyung se levantou de cima de mim, sentando-se na poltrona à minha frente. Havia um caderno em suas mãos acompanhado de um lápis, na qual ele fazia anotações. Queria realmente saber o que ele apronta, entretanto tinha medo.

– Vai, garoto, solta a bomba. 

– Sunyoul é um nome apenas para amigos próximos, seu nome verdadeiro é Sun Yehi. Ao contrário do que aparenta, ele é mais novo que você, tem dezoito anos. Mora aqui perto, com o pai e uma irmã. Está no terceiro ano do ensino médio técnico. Ah, ele tem um cachorro chamado Olaf. – ditou tudo de uma vez, me fazendo arregalar os olhos. Ele colocou a mão sobre o queixo, pensativo, sussurrando um “esquci algo?” para si mesmo.

Nunca mais duvidiria de algo quando se envolve Taehyung, não que eu tenha duvidado, mas isso era apenas um lembrete. 

– Foi na macumba? – debochei. – Só pode. 

– Não, eu não fui. Existe um aplicativo chamado facebook, sabia? – devolveu no mesmo tom. – Ah! Eu sabia que havia esquecido de algo. O Instagram e Twitter dele é Sun_ofc. Dei uma passadinha por essas contas, ele é bem bonito. Achei tendência. 

– Outra gíria? 

– Sim, inclusive achei essa no perfil do meu novo amigo. Ele me aceitou! 

– Eu não acredito, Kim Taehyung!


Notas Finais


Socorro, eu amo Kim Taehyung!!¡¡
Enfim, o Chim não está gostando do Sun, ok? É apenas um remorso por não tê-lo dado devida atenção. Amo TwoMin mas ainda estou pensando muito sobre rsrs.
Obrigada pelo retorno de vocês, prometo tentar compendar nos próximos. <3

[Pessoal, editei aqui rapidinho. Vou ficar por um tempo sem entrar no ss, quando voltar explico melhor. Amo vocês.]


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