História I just want to know him - Capítulo 17


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Jikook, Namjin, Vhope
Exibições 94
Palavras 1.162
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Escolar, Festa, Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


NAO ME MATEM
NEM JOGUEM NADA NO PALCO
EU POSSO EXPLICAR
Semana de prova
Até as notas finais

Capítulo 17 - Capítulo Dezessete - I Can't Stand This Anymore


  -O… o que? - Minha consciência não estava plena e geralmente não acordava no meu melhor estado após meus pesadelos. Demoro muito tempo para entender a real situação.
 -Ele morreu Jungkook. O papai… - Lágrimas caiam sem parar de seu rosto. 
 -Ele não é nosso pai - Cospi as palavras. Meu peito doeu logo em seguida. Era verdade? - Isso deve ser mais uma armadilha pra reconciliar a família. Lembra da última vez, ele sofreu um "acidente grave" e na verdade era um jantar estúpido para nos fazer voltar a morar com eles e fingir ser hetero? Eles até tocaram no seu antigo sonho de ser ator. - Era claro no rosto de Jin o modo com que sofreu com as palavras. Eramos confidentes desde a infancia, sabia de tudo sobre Jin, e esse foi um dos piores dias que passamos. Ele simplesmente não acreditava o quão baixo poderia ser o nível dos dois. 
 -Jungkook, ela estava chorando. - Ele dizia com pesar.
 -Ela quem? - Me fiz de desintendido.
 
 -A nossa… - Jin fez uma pausa. - A mulher que nos criou. 
  Pra mim era claro que Jin não conseguia guardar rancor de ninguém, ele perdoou todas as vezes que eles bateram na gente ou nos repreenderam após descobrirem nossa sexualidade. Eu poderia tentar, mas eles nunca seriam os mesmos. Não aqueles que foram antes do que fizeram conosco. 
 -O que vamos fazer? Se for verdade temos que ir. Ele nos criou, por bem ou por mal. - Seokjin estava sentado na ponta da cama, as mãos passando pelo seu cabelo sem parar. Estava com dor de cabeça, massageava minha têmpora a fim de diminuir a dor, mas os efeitos eram quase nulos. 
 -Vamos ir? Você quer? - Olhei feio pra ele. Não aguentava a ideia de retornar para Busan. - Eu vou com Jimin. Eles não vão ter brecha pra definir minha sexualidade.
 -Ela - Jin me corrigiu. - Ele morreu Jungkook. Respeito. - Lançou-me um olhar mortal.
 -Sim, ela. Desculpe. - Concordei, tentando deixá-lo mais calmo. - Leve Namjoon. Vocês namoram à anos. Falando nisso, ele tá ai?
 -Sim, ele tava no quarto comigo, estavamos dormindo. Vamos amanhã? O trem pode sair de manhã e chegar a noite aqui, se faz questão de levar Jimin. Eu deixo você faltar uma aula nesse caso, mas só nos dois poderiamos ir…
 -Eu vou leva-lo. - Disse firme. - Falando nele, vou o acordar e contar o que está acontecendo.
  Me aproximo do menino ainda sonolento e me pergunto se não estou abusando da bondade de seus pais. Quando me dou por conta, ele já esta acordado.
 -Que horas são? Aconteceu algo? - Se levantou lentamente e esfregou seus olhos. 
 -Meu pai morreu. - Sooei mais triste que eu esperava e planejava. Era clara a surpresa em seu rosto, claramente não entendia minha indiferença pelo velho que me criou, mas estava como todo ser como um bom coração estaria: fazendo um rosto que dizia nada além de "sinto muito e estou aqui por você". 
 -Se não for abusar da bondade de seus pais, pode vir comigo para Busan? Da ultima vez que fui pra lá meu pai tentou me obrigar a ser hétero e usou como desculpa ter se machucado gravemente. Mesmo se a morte dele ser realmente a situação, eu quero que você esteja lá, se não for pedir demais, obviamente. - Minhas palavras não soavam claras, era um momento um tanto quanto difícil. Jimin apenas acenava com a cabeça, mostrando entender a situação e provavelmente pensando em ligar para seus pais.
 -Vou ligar para minha mãe, ela vai entender a situação. - Nesse momento Jimin provavelmente diria sobre como seus pais precisam de ajuda na cafeteria e isso poderia ser um pouco incomodo, mas ele pareceu 100% em luto, ainda mais do que eu. 
 
  Apos meia hora no telefone, ele diz que acordou a sua mãe por conta de ser madrugada, e que devemos partir o mais cedo possível para não faltarmos à aula amanhã. Me sinto uma pessoa horrivel por insistir em faze-lo vir, mas no momento não tem como negar minhas próprias palavras, então apenas olhamos os horários dos trens, a forma mais rápida de chegar em Busan. Não levamos roupas já que voltaremos no mesmo dia e seguimos para a estação. Ainda é noite e Jin não diz uma única palavra, Namjoon e Jimin tentam reconforta-lo mas eu não consigo dizer nada. Estou no meu próprio mundo criando teorias do quão podre meus ex pais podem ser. Ainda me pergunto quem foram meus pais verdadeiros, e uma pergunta ainda mais frequente é se irei algum dia reencontra-los. Compramos os bilhetes e um café, mesmo sabendo que iremos dormir com certeza na viagem. 
 -Não foi a melhor viagem para se começar um namoro - Tento fazer Jimin rir, mas seu riso sai forçado até demais, decido não falar nada até chegar em Busan. Jin e Namjoon se encostam um no outro, caindo no sono já que antes de ir a festa de hoje eles estavam trabalhando. No caso não tenho ideia com o que irei trabalhar, meu primeiro ano está cheio de incertezas e talvez seja cedo demais para pensar nisso. Me pego fitando um ponto no chão quando Jimin capota em meu ombro, seus lábios semi abertos após pegar no sono e sua franja tampando seus olhos. Ainda me pegunto como alguém pode ser tão lindo. Me dou por conta que o trem chegou e faço questão de acordar os meninos, antes que nosso real problema seja chegar a tempo do funeral.
 -Me explica uma coisa, Jin hyung. - Sentamos proximos no trem que estava quase vazio, graças ao horário. - Ele morreu hoje mas o enterro será hoje? Como assim? 
 
 -Ela não disse que dia morreu, apenas no disse para comparecer ao enterro. É aquela coisa, se não for verdade será perda de tempo, mas se for… 
  Não que ele estivesse de todo errado, porém todo sinal de afeto que já senti por aquele homem se foi na primeira vez que ele bateu em mim e no hyung, logo após descobrir nossa sexualidade. Odeio Sun Hye, porém me odeio ainda mais por nunca ter batido de frente com ele enquanto ainda moravamos juntos, tudo o que fazia era me esconder na sua sombra, que me aterrorizava no pensamento, e infelizmente também no físico.
 -Ela parecia realmente triste? Ela sempre foi uma boa atriz. Nunca deixou os vizinhos descobrirem o real motivo dos gritos.
 -Ela começou a chorar a partir do momento que eu dei um corte nela envolvendo você. Disse que não sentia afeto por alguém que o fez tão mal e consegui ouvir os soluços, mas ela se manteve forte durante a ligação, não falou nada muito melodramático além de "por favor filho, venha". - Ele fez as aspas. Parecia abalado, muito diferente de mim no momento. Encosto minha cabeça no banco e me pergunto quando toda essa confusão vai acabar. Acabo pegando no sono.
 


Notas Finais


SERA Q OS PAIS DE JUNGKOOK ESTAO FALANDO A VERDADE OU ETAO PASSANDO UM MIGUE? VEJA NO PROXIMO CAPITULO (literalmente)
FAVORITEM
COMENTEM
E LEIAM O PROXIMO CAPITULO


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