História I Just Want To Play With You - JohnTen - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Neo Culture Technology (NCT)
Personagens Johnny, Ten
Tags Gay, Johnny, Johnten, Lemon, Nct, Romance, Ten, Yaoi
Visualizações 285
Palavras 1.081
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - Capítulo Único


Estava deitado no sofá lendo um mangá quando Johnny entrou pela porta, ele havia acabado de chegar do trabalho. Como morávamos juntos há algum tempo, não me incomodei de permanecer deitado usando apenas um moletom, que por sinal era dele, e uma cueca. 

— Oi, Johnny.

Digo sem tirar os olhos da revistinha, levantando uma das minhas pernas que estava esticada e apoiando no topo sofá, deixando minhas coxas ainda mais visíveis. 

— Oi, será que você poderia colocar uma calça ou pelo menos fechar as pernas?
— Por que? 
— Qual é a necessidade de ficar todo aberto no sofá?
— E qual é a necessidade de ficar mandando eu colocar uma calça? Só tem você em casa.

Johnny pareceu pensar em uma resposta, mas não conseguiu, então apenas disse que ia tomar banho e saiu da sala. Assim que terminei de ler o mangá, me levantei e andei até a porta do banheiro. Pelo visto, eu havia conseguido afetar o mais velho com minhas provocações. O que havia de errado em brincar mais um pouco? Peguei o molho de chaves no bolso do moletom, procurando pela reserva do banheiro. Logo a encontrei e abri a porta, encontrando um Johnny assustado dentro da banheira e tentando se cobrir com a toalha.

— Ten? O que está fazendo? Ficou doido?
— Não, eu só quero brincar um pouquinho com você.

Entrei no banheiro, fechando a porta atras de mim e me aproximei dele, que estava deitado na banheira e com a toalha no meio das pernas. Tirei o moletom, jogando-o no canto do banheiro e ficando apenas de boxer. Me ajoelhei ao seu lado, descendo o dedo indicador pelo seu peitoral até chegar na toalha. Sua respiração estava descompassada e ele me olhava incrédulo. Lentamente, afastei sua mão, levando junto a toalha. Seu membro estava parcialmente duro, o que fez um sorriso enorme brotar no meu rosto. Mordi o lábio inferior, imaginando como seria ter aquilo tudo dentro de mim. Segurei na base, iniciando uma masturbação lenta. Johnny gemia baixo, e pela sua expressão, estava adorando. Acelerei os movimentos, aproximando minha boca de seu ouvido e sussurrando "você quer que eu pare?", quase que imediatamente, ele negou, pedindo para que eu continuasse. 

— Eu vou te dar algo melhor.

Entrei na banheira, sentindo meu corpo ser molhado pela água quente. Johnny estendeu uma mão, começando a explorar meu corpo com a mesma, acariciando meu abdômen, indo para minhas costas em seguida e por fim, minha bunda. A outra mão, agora estava ocupada em apertar minhas coxas, deixando marcas avermelhadas por elas.

— Você é tão gostoso, Ten.
— Então, por que você não me fode?
— E quem disse que eu não vou?

Ele sussurrou no meu ouvido, mordendo em seguida. Uma de suas mãos apertou minha bunda com força, me fazendo gemer baixo por conta da mistura de dor e prazer. Johnny sabia que eu era virgem, então enfiou um de seus dedos na minha entrada para me preparar, mas só um não tinha tanta graça, então pedi, com a voz mais manhosa possível, para que ele enfiasse mais um. 
Em questão de minutos, eu estava rebolando contra seus três dedos, mas Johnny ao invés de me penetrar, enfiou mais um, deixando quatro dedos na minha entrada. Doía bastante e ele não esperou a me acostumar para começar a movimentar os quatro de uma vez, acertando meu ponto sensível e me fazendo soltar gemidos altos. A mão que antes estava nas minhas coxas, agora puxava meus cabelos e sua boca marcava meu pescoço com mordidas e chupões, vez ou outra descendo para a minha clavícula.

— Johnny... eu não quero seus dedos, eu quero seu pau.

Um sorriso malicioso se formou em seu rosto e ele rapidamente tirou os dedos de dentro de mim. Ele segurou no meu quadril, penetrando de uma vez só. Um gemido de dor escapou da minha garganta e ele pediu desculpa por ter ido tão rápido. Enquanto eu estava me acostumando, ele ficou lambendo e mordiscando meus mamilos. 

— Será que você consegue gozar sem que eu te toque?
— Talvez, por que não tenta?

Sem dizer mais nada, ele começou a se movimentar. Entre gemidos, eu pedia para ele ir mais rápido e ele logo atendia meu pedido, me fodendo com força. Ao acertar minha próstata, me fazendo gritar de prazer, Johnny focou apenas naquele ponto, estocando com agressividade o local. Seus lábios se selaram aos meus em um beijo safado, Johnny não parou os movimentos e para melhorar, ainda puxava meus cabelos, enquanto eu arranhava suas costas. Nossas línguas exploravam a boca um do outro e eu sentia meu ápice se aproximar cada vez mais, sem um único toque no meu membro. Por conta da falta de ar, nos separamos, mas deixei uma mordida no seu lábio inferior. Johnny anunciou que iria gozar, então encostei minha cabeça no seu ombro e fiquei ali, gemendo próximo ao seu ouvido. Com uma última e forte estocada, o mais velho se desfez dentro de mim. Já eu, gozei na sua barriga e na água da banheira.
Sua respiração estava cansada, assim como a minha. Ficamos apenas deitados por alguns minutos, Johnny me abraçou, dando alguns selinhos em meus lábios. Não pude deixar de sorrir, há poucos minutos atras ele me fodia com agressividade e agora estava sendo extremamente fofo comigo.

— Ten... posso te fazer uma pergunta?
— Claro. O que foi?
— Isso tudo foi só uma brincadeira para você ou realmente significou algo?
— Bem, eu gosto de você há algum tempo e fiz isso porque estava cansado de você não me notar.
— Me desculpe, eu realmente não percebia. Você sabe que eu sou lerdo para essas coisas. 
— Tudo bem, isso deixa você ainda mais fofo.
— Vamos para o quarto?
— Vamos.

Nos levantamos da banheira e nos enxugamos. Agora, olhando para o espelho, pude ver as marcas que ele havia deixado pelo meu corpo.

— Eu estou todo marcado...

Pensei alto, mas ele acabou ouvindo e se aproximou de mim, me abraçando por trás.

— Essas marcas significam que você é meu.
— Eu não sou seu. Você não me pediu em namoro.

Digo rindo, pois no fundo, ele estava certo. Eu era dele e ele era meu, mesmo que ainda não fossemos namorados.

— Eu não quero fazer isso aqui, quero algo mais romântico. Mas de qualquer jeito, você pertence a mim e eu pertenço a você.

Suas últimas palavras, que foram sussurradas no meu ouvido, fizeram eu me arrepiar. Me virei rapidamente e o beijei, mas dessa vez era um beijo calmo e apaixonado.


Notas Finais


Me desculpem se ficou ruim e não desistam de mim, obrigado


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