História I kissed a boy and I liked it - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias O Incrível Mundo de Gumball
Personagens Anais Watterson, Darwin Watterson, Gumball Watterson, Nicole Watterson, Personagens Originais, Ricardo Watterson
Tags Ação, Aventura, Bissexualidade, Colegial, Heterossexualidade, Homossexualidade, Lemon, Mistério, Orange, Romance, Suspense, Yaoi, Yuri
Visualizações 195
Palavras 1.583
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Ficção, Lemon, Magia, Mistério, Orange, Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência, Visual Novel, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Bem, desculpem o atraso do capítulo... Eu fiquei ocupado o dia todo e quando cheguei aqui no Spirit pra postar o capítulo vi que minhas fanfics favoritas tinham capítulos novos, então parei pra ler... Aí já viu né?
Esse capítulo será contado por Gumball e meio que a história vai ser contada por três pontos de vista; Darwin, Gumball e Anaís.
Sem mais delongas, aqui está o capítulo e espero que gostem! ≧﹏≦

Capítulo 2 - Amigos..?


Fanfic / Fanfiction I kissed a boy and I liked it - Capítulo 2 - Amigos..?

Gumball


Eram 16:35 da tarde e eu estava deitado no chão do meu quarto, falando com alguns amigos pelo Whatsapp. 

Continuo falando com eles até uma mensagem de um número desconhecido aparecer na barra de notificações. 

Clico na foto de perfil para ver quem me enviou a mensagem e dou um sorrisinho de canto ao ver que era ele, Darwin. 

Entro na conversa. 


Darwin: Eu já posso ir pegar meu livro? 

Gumball: Poderia ter vindo mais cedo kkkkk mas agora também pode né

Darwin: Okay... Tô indo pra sua casa tá? 

Gumball: Vem logoooooooooo! 


Ele visualiza a mensagem e logo depois fica off-line. 

Nem pra dizer "até logo" (ಥ_ಥ).

...

Se passam mais ou menos uns 45 minutos até a campainha tocar, então desço as escadas correndo. 

—Eu atendo! — gritei. 

Me aproximo da porta e abro ela com um largo sorriso no rosto. 

E lá estava ele, usando uma blusa verde clara com uma calça jeans azul e seu tenis all-star verde e aqueles enormes olhos verdes. 

— O-Oi— Darwin diz um pouco tímido. 

—Entra aí cara— falo, então ele passa rapidamente pra dentro da casa e eu fecho a porta. 

—Onde tá meu livro? — ele indaga olhando pro chão. 

Reviro os olhos. 

—Fala sério Darwin! — digo e começo a puxá-lo para o meu quarto. 

Entro lá dentro e me jogo de qualquer jeito sobre a cama. 

Darwin entra logo depois, um pouco tímido e corado. 

—Pode ficar a vontade mano— falei. 

—Mano? — ele questiona olhando pra mim. 

Que droga! Devia imaginar que meninos puros como ele não entendem de gírias. 

Mas até que ele fica fofinho quando está curioso. 

O que?! Que que eu tô dizendo? Ele não é fofo! 

—É uma gíria, você não vai entender— digo. 

Darwin dá uma olhadinha no meu quarto e depois, um enorme silêncio se forma entre nós. 

—Então, o que quer fazer? — pergunto quebrando o gelo. 

Darwin me encara. 

—Eu só vim buscar o livro mesmo, não tinha nada planejado.... — ele responde. 

—Ah, claro... O livro— digo meio sem graça. Já sei! Posso usar o livro pra fazer ele sair comigo e se divertir. 

—Por que você tá me olhando com essa cara de maníaco? — Darwin pergunta se afastando de mim. 

Eu também ficaria assustado sendo observado por alguém como eu hehehe. 

—Eu te devolvo seu livro... — digo. 

—Eeeeeeeeeh! — ele comemora. 

—Mas só se você passar o resto do dia comigo— digo sorrindo. Eu sou um gênio. 

—Tinha que ser... — Darwin bufa se esparramando pelo chão —O que você quer fazer? — completa me olhando. 

Um sorriso malicioso se formou em meu rosto ao ouvi-lo dizer isso e um calor surgiu na minha intimidade. Epa, que isso man?! 

—Ahr... Ehr... Vamos na pracinha velha, que tal? — digo saindo dos meus devaneios. 

—Aquele troço destruído? — ele diz arqueando uma sombrancelha. 

—É! — me levanto e começo a puxar ele lá pra baixo —Mãe vou sair! — aviso antes de sair de casa com Darwin. 

...

—Gumball? — Darwin clama —Pra onde tá me levando? — questiona. 

—Só fica quieto que você vai ver! — digo. 

Logo chegamos a antiga pracinha do bairro. Algo bem simplesinho, só um balanço, uma gangorra, um escorregador e alguns bancos. O lugar era cercado de árvores. 

Darwin parecia um pouco surpreso até. 

Ele correu pro balanço e se sentou em um. 

—Me empurra Gumball! — Darwin falou sorrindo. Safado, por que ele dizia essas putarias e outras coisas? Pra me provocar? Affs, não! Isso é coisa da minha cabeça. 

Vou pra trás dele e dou um empurrão de leve nas suas costas e o balanço vai alto. 

Darwin se divertia e apenas em ver seu sorriso já estava satisfeito. O que?! Desde quando fiquei tão fofo? 

Darwin parou o balanço e olhou pra gangorra. 

—Vamos na gangorra Gumball! — o garoto logo correu pro brinquedo e fui atrás dele. 

Me sentei na gangorra e comecei a ir pra cima e pra baixo com o brinquedo, já que era mais pesado que Darwin. 

Pus ele lá no alto e parei o brinquedo, sentado lá embaixo olhando pra ele. 

—Ahahaha! Tá de castigo! — falei rindo. 

—Me tira daquiiiiiii! — Darwin se sacode lá em cima. 

—Só se você me pedir direitinho— faço biquinho. 

—Por favor Gumball, me tira daqui!— ele pede. 

—Me chama de Gumb— digo me levantando devagarinho pra ele não cair —Só minha mãe me chama assim mas você também pode agora— digo. 

Ele sai do brinquedo. 

—Tá né... — Darwin caminha até um banco e senta lá. 

Vou até lá e me sento ao seu lado. 

—Eu costumava vir aqui com meu pai... — falo. 

—O quê houve com ele? — Darwin pergunta. 

—Ele morreu... — digo cabisbaixo. 

—Ahr... Me desculpa, meus pêsames— Darwin põe a mão nas minhas costas. 

—Eu só trago as pessoas com quem mais me importo aqui— digo. 

Darwin arregala os olhos e fica vermelho. 

Dou risadas da sua reação. 

Me levanto e estendo a mão pra ele, o mesmo pega ela então o taco no chão e me jogo ao lado dele. 

—Seu loco! Esse chão é todo sujo! Cheio de terra! — ele grita muito puto da vida. 

—Tá bom— me rolo no chão de um lado pro outro. 

—O que está fazendo? — Darwin ri. 

—Te animando! — me levanto todo sujo e o ajudo a se levantar —Vamos comer algo— digo então ouço o barulho do carrinho do pipoqueiro. 

Puxo Darwin comigo e logo chegamos ao pipoqueiro. 

Paguei uma pipoca doce pra Darwin e uma salgada pra mim. 

Viemos comendo pipoca até em casa. Subo com Darwin para o quarto. 

—Cara, eu tô imundo! — Darwin diz vendo o estado de suas roupas. 

—Não tem problema, toma banho aqui— sugeri. 

—E usar a mesma roupa suja? — ele revira os olhos. 

—Darwin, você é meu amigo, pode usar minhas roupas se quiser.... Daaah! — digo fazendo careta. 

—Tudo bem! — ele sorri. 

Pego uma blusa azul, uma bermuda jeans preta e uma cueca boxer branca pra ele. 

—Obrigado! — Darwin diz indo pro banheiro. 

Deixo as roupas que peguei pra ele sobre a cama e vou mexer no computador. 

Alguns minutos se passam e Darwin entra só com a toalha na cintura dentro do quarto. 

Hmmmm, que vontade de fisgar esse peixe. 

—Desculpa... Eu esqueci as roupas aqui— ele diz meio constrangido —Não olha pra mim, vou me trocar! — disse e eu obedeço olhando pra parede. 

Não consigo me aguentar então me viro pra Darwin e vejo seu... Brincadeira! Ele já tinha vestido a cueca. 

—Pervertido! — ele tacou minha mochila em mim. Ela me acertou mas nem doeu, então fui pra cima de Darwin e o mesmo tentou fugir de mim, então subiu na cama. 

Com agilidade pulei em cima dela mas ele foi pra esquerda e saiu da cama, mas quando ele achou que ia fugir me joguei em cima dele e caímos no chão. Caí por cima dele. 

Me apoei com meus cotovelos e joelhos sobre o chão mantendo uma distância de um centímetro entre nossos corpos. Pude sentir sua respiração quente no meu queixo. Encarava ele nos olhos. 

—Quem é o pervertido agora? — digo. 

—Ainda é você! — ele diz um pouco assustado —Sai de cima de mim Gumb— diz ele. 

—Somos amiguinhos cara— digo afundando o rosto em seu pescoço e sentindo seu cheiro. 

Darwin solta um gemido fraquinho então seguro a cintura dele e me encaixo entre suas pernas. O menor ficou todo arrepiado. 

Tinha vontade de beijá-lo, mas não sabia como ele reagiria. 

Mordi seu pescoço de leve arrancando mais um gemido fraquinho dele. Isso me deixou louco e no mesmo instante senti meu membro ficar duro lá embaixo. 

Comecei a beijar o pescoço de Darwin enquanto roçava meu membro ereto no seu que estava debaixo da cueca. 

Darwin também ficou duro e eu gostei disso. 

Passo minha mão por cima do seu membro ainda coberto. 

Mordo o queixo dele e o mesmo estava quietinho mordendo o lábio inferior. 

De repente a porta abre e nos assustamos. Era minha mãe, Nicole. 

—Mãe? — grito assustado saindo de cima do Darwin que estava só de cueca. 

—Gumb! — ela ri. 

—Não é nada disso que está pensando! — digo tentando explicar. 

—Ata! Não queria interromper, só vim chamar vocês pra lanchar mesmo— Nicole falou antes de sair do quarto fechando a porta. 

—Desculpa por isso! — digo ajudando Darwin a se levantar. 

—Não, tá tudo bem! — ele diz então fico mais aliviado. 

Ele termina de se vestir e descemos pra lanchar. 

...

—E então, é Darwin né? Como conheceu meu filho? — minha mãe perguntou encarando ele. 

—Ah, nos conhecemos na escola— Darwin respondeu sereno enquanto comia uma fatia do bolo que mamãe havia feito —O bolo está uma delícia, a propósito —ele sorri. 

—Obrigada, e a quanto tempo vocês namoram? — minha mãe pergunta na maior naturalidade. 

Darwin fica vermelho e para de comer. 

—Não namoramos senhora Nicole— ele diz meio constrangido —Somos só amigos— completou. 

Algo nessa última frase dita por ele me entristeceu. 

—Claro, pode me chamar só de Nicole, Darwin— ela sorri simpática. 

...


Eram já 21:30 quando Darwin foi embora, subi para o meu quarto e vi suas roupas sujas pelo chão, olhei pra mochila no chão e o livro que saía de dentro dela. Ele havia esquecido essas coisas aqui. 

Me sento no chão e pego sua camisa e começo a cheirar ela. 

Para com isso Gumball! 

Somos só amigos! 

Amigos..?




Notas Finais


É só isso pessoal!
Kkkkkkkk
Deixem seus comentários com opiniões e o que acharam porque isso me incentiva bastante!
Amo vocês e até o próximo capítulo!
>3< ♥


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