História I knew you were trouble - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Zayn Malik
Tags Adolescente, Amor, Drama, Drogas, Escola, One Direction, Romance, Sexo, Zayn Malik
Visualizações 9
Palavras 1.368
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Festa, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


A história, como podem perceber, não é em ordem cronológica.

Capítulo 2 - A festa


Fanfic / Fanfiction I knew you were trouble - Capítulo 2 - A festa

                                                         27 de setembro de 2014

-Você realmente vai usar isso para a maior festa do ano? - Oliver balança meu vestido;

Eu o encaro, querendo arrancar seus olhos.

-Algum problema?

-É claro que sim! Florence, pelo amor de deus! Você tem quinze anos, não cinquenta.

-Ah, entendi. Meu vestido não entra na lista de " sou uma piranha e quero que me fodam". Sinto muito, não vai acontecer.

-É claro que não - Jeniffer entra em meu quarto perfeitamente elegante enquanto seu salto faz barulhos no piso de madeira - Queremos que você esteja na categoria de "sou uma piranha mas não vou dar para você". 

Ela sorri para mim, como se tivesse melhorado muito.

-Sinto muito. - Olho furiosamente para os dois. - Não vai acontecer.

Jeniffer olha para Oliver e os dois parecem estar conversando por telepatia, fico desconfortável e tentando - de alguma maneira - me intrometer na telepatia dos dois.

-Escuta - Jeniffer se senta ao meu lado em minha cama - Oliver, pode sair por um momento?

Ele olha para ela, a questionando. 

- Vá logo, está bem?

Irritado, ele deixa meu quarto e bate a porta. Estou mais confusa agora. O que diabos esses dois planejam para mim?

-Olha, todos nós sabemos o quanto você gosta de Oliver e...

-Não! - eu a interrompo. Ela está realmente falando sério? Só pode ser brincadeira. -Olha eu não sei de onde tirou isso mas você está tremendamente errada.

Seus olhos pousam em minha face, calculando seu próximo movimento.

-Se... se não gosta dele, como explica isso? - Jeniffer coloca sua bolsa no colo e tira um caderno - meu caderno - de dentro. Droga. 

Não pude a encarar por mais de dois segundos, fico tentada a arrancar o caderno de suas mãos e sair correndo, mas me lembro de Oliver lá fora. Privacidade! É o que eu gostaria de gritar. Me senti como uma garotinha de dez anos que escreve sobre seu primeiro namoradinho - tirando o fato de que Oliver não é meu namorado - e depois seus pais leem e descobrem tudo. Fui pega, não era justo. Todo meu esforço para não ser notada, fora em vão? Estava perfeitamente claro que isso era uma obra de Aina, minha melhor amiga que sempre se intrometia em minha vida, para "me ajudar", como ela dizia. Isso estava mais para me jogar na piscina e rir enquanto me afogo. Onde estava a cabeça dela? Por acaso ela se esqueceu da namorada de Oliver? Pois eu jamais me esqueceria do jeito que ela me olhava, ela sabia com toda a certeza, de meus sentimentos por ele. E eu sentia muitíssimo.

-Alô? Florence? - suas mãos se movimentavam em frente a meus olhos, eu me assusto por ser desperta de meus pensamentos e do um pulinho na cama. - Vamos lá, explique. 

Eu me encolho.

-Explicar o que? Aposto que já leu tudo, tirou cópia, duas cópias, e guardou em sete chaves.

-É claro que eu li. - um sorriso abre em seu rosto - E é claro que tirei uma cópia. - ao perceber meu olhar chateado, ela se entusiasma ao meu lado - Mas caramba! Como conseguiu guardar isso por tanto tempo?

-É simples. Eu não queria que ninguém soubesse. - me levanto da cama, com a mão em minha testa - Acha mesmo que quero ser conhecida como a garota que gosta do amigo que tem uma namorada? É patético! Agora vamos, me conte o seu plano mirabolante que fará com que eu termine com a merda do príncipe encantando. - perdi totalmente o controle, nunca tinha me expressado em relação a ele com ninguém - exceto meu caderno. - Porque se esse não for o seu objetivo eu não sei por que começou com isso.

Pensei que ela ficaria espantada com minha reação, mas quando olho em sua direção, ela está rindo, como se já esperasse isso.

-Sente aqui - suas mão batem no cama, no espaço ao seu lado - E pare de gritar ou Oliver vai escutar.

Desconfiada, me sento a seu lado, ainda dura, sem conseguir relaxar.

-Rose mudou de cidade semana passada - o entusiasmo faiscava em seus olhos - por isso a megera estava ausente. Mas o que eu quero dizer é que ele é livre agora.

-E Rose ter dado um pé na bunda dele automaticamente fez com que ele me ame. 

A ironia deslizou de meus lábios perfeitamente.

-Não - sua voz mostrava irritação- Não seja idiota. Olha não seja estúpida - ela se levanta - Isso significa que agora você pode tentar, entende? Não precisa mais esconder. Aliás, nenhum dos dois precisam.

Eu a olho imediatamente e ela coloca as mãos na boca, aparentemente disse algo que não deveria dizer.

-Como assim nós dois?

-Ah foda-se. Ele também gosta de você e isso não é segredo para ninguém além de você. Por que acha que Rose te odiava tanto? Uma simples aula de cálculo não faz crescer um ódio. Todos sabem, menos você, porque você é burra demais para isso.

Não tenho o que dizer. Afinal, o que faço agora? As coisas são bem mais fáceis quando não há nada que você possa fazer para mudá-las. Quando você pode, as chances de dar tudo errado - em meu caso- são imensas. Como olhar para Oliver agora? O que dizer a ele?

-Continuando, Oliver vai estar na festa hoje. Solteiro. Então por favor não se vista como uma rainha da idade média.

Não consigo segurar minha risada.

-O que sugere então?

Ela se empolga.

-Mal posso acreditar que você finalmente pediu minha sugestão para moda. 

 

A tarde foi lenta. Jeniffer me deu todos os conselhos possíveis sobre roupas que valorizam meu corpo. Descobri ter mais qualidades do que pensava, aparentemente não sou tão magra quanto pensava e meu nariz não é tão feio. Ou talvez ela tenha inventado todos os elogios para me deixar mais segura em relação à Oliver. Estremeço. O que me espera nessa noite?

 

A festa era na casa de Mia Wallers, a filha do prefeito. Por incrível que pareça ela não era a garota mais popular da escola, era quase tão invisível quanto eu, tirando o fato de ela ser incrivelmente linda. Fazer parte do time de natação e ser uma completa nerd não te dá muitos créditos no colégio. Só beleza não basta, tem que ser uma vadia também. A casa estava com um som incrivelmente baixo - para o que eu esperava - mas o ruído de vozes que saía de lá mostrava que estava lotada. Jeniffer estaciona o carro na esquina, e olha ansiosa para mim, que só pude dar um sorriso nervoso. Meu vestido não era nada demais. Preto e largo, mas com um decote, Jeniffer alegou que os peitos são a arma de sedução da mulher. É claro, da mulher que não tem mais nada a oferecer além disso. Pensei por um instante e vejo que me encaixo perfeitamente na lista de mulheres inúteis, então, vamos lá. 

Quando entramos na festa, não foi como naquelas cinemas de filme onde todos se viram para mim e admiram minha beleza. Não precisei disso. A única pessoa que eu gostaria que me notasse, notou. Oliver se aproxima de mim e Jeniffer rapidamente sai.

-Uou, não fez cosplay de minha avó hoje.

-É, vou deixar esse para a formatura.

-Sério, está bonita.

BOCHECHAS PAREM DE CORAR!

-Valeu, gostaria de poder dizer o mesmo sobre você.

Eu o olho de cima a baixo. 

-Exatamente. Eu estou maravilhoso.

Ele estava certo.

-Você sempre foi metido assim e eu nunca percebi?

-Você não fala muito comigo quando estou sozinho, lembra?

Merda. Então ele notava. Começo a perceber que não consegui enganar a ninguém.

-O que é aquilo? - aponto para uma mesa onde haviam varias pessoas agachadas ao redor, apenas para mudar de assunto.

-Ah - ele sorri- estão usando coca.

Olho para ele intrigada. Que merda era aquela?

-Cocaína? - ele parece confuso - Você realmente é tão santa quanto parece?

Dei de ombros e ele me puxa pelo braço.

-Hoje, Florence Martins irá mudar.

Fico levemente aflita, mas relaxo. Se estou aqui para ser uma adolescente normal. vamos ser uma adolescente normal;

 

 

 



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