História I knew you were trouble - Capítulo 23


Escrita por: ~

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Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Ambre, Armin, Castiel, Kentin, Lysandre, Nathaniel, Rosalya, Violette
Tags Amor Doce, Castiel, Debrah, Liz Alison, Lysandre, Nathaniel, Rosalya
Visualizações 153
Palavras 2.822
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Hentai, Romance e Novela, Visual Novel
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Iria postar há uns dois dias atrás, mas a internet daqui de casa está horrível. Insuportável.

Capítulo 23 - Not today


Fanfic / Fanfiction I knew you were trouble - Capítulo 23 - Not today

We finally fall apart and we break each other's hearts
If we wanna live young love, we better start today

It's gotta get easier, oh, easier somehow
'Cause I'm falling, I'm falling
Oh, easier and easier somehow
Oh, I'm calling, I'm calling
And it isn't over, unless it is over
I don't wanna wait for that
It's gotta get easier and easier somehow

But not today
Not today

Imagine Dragons - Not Today

 

VISÃO DE LIZ 

Passava das seis da manhã quando Castiel me deixou em casa. Foi difícil dizer a ele que ainda continuaríamos - ao menos, por enquanto - daquela maneira. Concordamos em nos ver as escondidas, algumas vezes. As pessoas não poderiam saber de nós. 
Entrei eufórica em meu quarto, mal conseguia conter o sorriso em meus lábios. As nove Rosa iria me buscar e novamente iria me encontrar com ele na fazenda, já que ele iria por minha causa. Tomei um longo e demorado banho quente, temendo adoecer por ter ficado tanto tempo ao relento, mesmo com Castiel me embrulhando com um lençol e me abraçando o máximo que podia. Mas, apesar de tudo, eu não poderia e nem queria reclamar ou encontrar algum defeito nessa noite. Ela foi mais do que eu esperava.


VISÃO DE CASTIEL 


Assim que cheguei em casa, liguei meu celular. Ele apitou algumas vezes, mostrando mensagens na caixa postal.


Lysandre: Espero que ainda mude de ideia e vá à fazenda. Te espero lá. 
Mamãe: Castiel, chego em 6 dias. Por favor, mantenha a casa em ordem. Vou receber visitas. Beijos.


Receber visitas? Como assim? Pensei. Resolvi deixar para lá, ao ouvir a próxima mensagem de voz. Era de Priya.
"Passo em sua casa às 8 da manhã. Estou levando algumas coisas para nosso final de semana (ela riu do outro lado da linha). Quero aproveitar esse momento com você. Beijos, até logo."
Porra.
Eu esqueci completamente que tinha convidado essa garota para ir comigo. E agora? O que farei? Peguei o celular em mãos e disquei seu número. 
- Alô? Bom dia, Castiel - Ela soltou uma risadinha irritante - Não sabia que você acordava cedo.
- Hm, bom dia - Respondi secamente - Eu queria mesmo falar com você.
- Aconteceu alguma coisa, Castiel?
- Sim, aconteceram várias coisas. Eu gostaria de cancelar nosso passeio esse final de semana. Eu irei sozinho - Falei de uma vez.
- Mas... Eu fiz algo de errado? - Pryia perguntou, sua voz parecia nervosa - Precisamos ir juntos! Não é só um passeio, é nosso trabalho escolar! - Ela alterou sua voz.
- Ok. Eu sei que sou um babaca e tal - Comecei a massagear as têmporas. Que merda que eu fui fazer. - Mas acho melhor a gente procurar outro parceiro para o trabalho. Tem aquele estranho lá... O Armin. Tem várias outras pessoas além de mim.
Pude ouvir sua risada abafada.
- Você acha que pode me fazer de idiota, Castiel? Ainda não passou pela sua cabeça que sei lá, por um acaso, eu esteja mesmo gostando de você?


Parei por um instante.


- Eu sinto muito, Priya. Juro por Deus, não queria isso. Somos amigos, certo? - Tentei contornar a situação.
- Nós vamos juntos a essa fazenda, Castiel. - Ela decretou - É o mínimo que você pode fazer por mim.
Bufei ao ouvir sua sentença. Me rendi, eu precisava aceitar. Era o mínimo que eu poderia fazer mesmo, ela estava certa.
- Tudo bem. 
Assim que desliguei o telefone, mandei um sms imediatamente a Liz.


"Temos um problema. Aliás, um problema com cabelos castanhos.


Ela respondeu curiosa.
"O que você fez dessa vez, Castiel?"


"Fiquei com ciúmes esses dias e acabei convidando uma pessoa para ir ao passeio na casa de Lysandre... Por Deus, Liz!!! Deixe que eu resolvo isso."


"Você só faz merda, né?"


Foi a última visualização dela. Eu nem tive coragem de responder. É, eu fiz uma grande e imensa merda que eu teria que arrumar sozinho. 
Arrumei minha pequena mala de passeio com poucas roupas, o suficiente para um final de semana numa fazenda com muitos mosquitos e cavalos. Não demorou muito e as oito, como ela mesmo havia dito, ouvi o som do interfone tocando.


- Cheguei, você pode abrir para mim? Ou prefere ir no meu carro? - falou, em um tom brincalhão. Eu não estava para brincadeiras, se ela acha isso.
- Vamos no meu carro. 
Desliguei o telefone e peguei minha mala. Arrastei-a até o elevador, enquanto mandava um sms a Lysandre avisando de minha chegada - porém, com Priya. 
Assim que a porta do elevador deu um solavanco, a mesma se abriu. Ela estava com um vestido um tanto decotado, o que mostrava seus atributos físicos. Tentei não prestar a atenção nos seios, e foquei em achar as chaves do meu carro no bolso do jeans que usava.


- Perdeu alguma coisa, lindo? - indagou, sorrindo para mim de braços cruzados.
- Perdi sim. A paciência. - Retruquei, pegando as chaves em mãos e apertando no botão de destrave - Vamos logo.


Peguei minha mala e a dela, colocando-as na mala do carro. Ela prontamente sentou no banco do passageiro, sem sequer questionar se podia ou não. Desde quando ela era tão folgada assim? Ou eu estava cego de ciúmes, ou essa garota já sacou que não quero nada com ela e está tentando dar sua cartada final.
Respirei fundo antes de entrar no carro e ficar os próximos oitenta minutos com esse ser humano no meu carro. 
Dei partida, e liguei o som. Ela me olhava séria, como se me analisasse.


- Não precisa me tratar como um fantasma, viu? - Ela retrucou, sorrindo pelo canto da boca.
- Não estou fazendo nada. Estou na minha - Respondi, olhando pela janela do motorista.
- Sei. Posso te perguntar uma coisa? - pediu, enquanto seu corpo se inclinava em minha direção.
- Você vai perguntar de qualquer maneira, então... O que quer?
- Você e aquela sua ex voltaram? É por isso que está assim comigo? - Ela mantinha os olhos em mim. 
- Não voltei com ninguém.
- Não parece... - Ela riu, arrumando-se novamente no banco do carro.


Revirei os olhos.
 Nem preciso dizer o quanto que essa garota tentou conversar ou me distrair. Apenas respondia monossilábico ou sequer dizia algo. Por fim, ela acabou desistindo de falar, e eu agradeci mentalmente por isso.
Chegamos na fazenda dos avós de Lysandre. Logo na entrada, já pude notar vários carros próximo a casa principal - e isso incluía o sedan de Rosalya. Liz já estava lá. Estacionei o carro logo depois do automóvel de Leigh, e desci com pressa para pegar as malas do bagageiro.
Eu amava estar nesse lugar. A minha infância foi ótima aqui. Eu e Lysandre praticávamos hipismo e jogávamos bola no campo. Era prazeroso ficar acordado até altas madrugadas com meu amigo conversando e comendo cheesecake de morango na sacada de cima. Adorava ouvir Lysandre treinar no piano. Cantávamos e tentávamos escrever algumas coisas. Foi ali que decidimos que um dia iríamos ter uma banda. Quem sabe logo isso não se concretizaria? 
Saí a passos largos puxando ambas as malas enquanto Priya me seguia logo atrás. Ela estava sorridente, como se a pouco não tivesse lhe dado um fora. Todos os convidados de Lysandre já haviam chegado, e isso incluía a minha "namorada", diga-se de passagem. Ela estava sentada na área externa da casa, ao lado de Rosa e Lysandre, além de Leigh.  Violette, aquela moça do cabelo lilás, estava sentada em uma cadeira de madeira com um bloco de papel. Certamente estava desenhando. 
Assim que nos viram, ambos acenaram em nossa direção. Menos Liz. Ela estava séria. Já vi que seria um longo e difícil final de semana com essas duas garotas. 


- Pensei que você nem vinha mais - Lysandre nos abordou, sorrindo ao me ver - Estávamos a pouco falando de você. 
- Falando de mim? - Perguntei, intrigado - Por qual motivo? 
- Ah, eu recebi sua mensagem dizendo que vinha. Sabia que certamente iria trazer sua companheira de escola - Ele respondeu, sorrindo pelo canto da boca.


Lysandre estava tentando me tirar da jogada, ou é mera impressão minha? Pensei. 
- Eu não perderia esse final de semana por nada, Lysandre - Falei, dando tapinhas em seu ombro.
Priya se aproximou das garotas.
- Nem acredito que vamos passar o final de semana juntas! Não é o máximo? - Ela sorriu, abraçando uma de cada vez. Assim que se aproximou de Liz, ela se esquivou e levantou, saindo em disparada para dentro da casa. 


Respirei profundamente. Ambos me olhavam, sabendo que o motivo de sua saída era por minha causa. 
Resolvi segui-la, andando em direção a porta principal. Havia um enorme salão com piso amadeirado, decorado com paredes em pedra e detalhes rústicos. A cozinha era em estilo americano, dividindo a sala apenas por uma bancada de madeira com detalhes em concreto. Não havia como negar que o local era de encher os olhos, dando um ar de aconchego. Os avós de Lysandre estavam na cozinha, o Senhor Armando e Senhora Flora. Assim que me viram entrar, os dois me cumprimentaram.


- Meu filho querido - Dona Flora me cumprimentou, se aproximando de mim - Quanto tempo! Como está bonito! Como você vai? - Ela estendeu suas pequenas mãos enrugadas em direção ao meu rosto, me afagando com carinho. Sorri em agradecimento.
- Ela fez rosquinhas de canela, Castiel - Seu Armando me tocou no ombro, - Ainda lembro que são suas preferidas, meu rapaz. 
- Agradecido, meu tio. Estava com muitas saudades de ambos - Abracei-os com cuidado - Mas preciso saber se vocês viram Eliza por aí.
- A namorada de Lysandre? - Dona Flora perguntou, sorrindo - Uma linda e educada garota. Meu neto tem sorte.
Pisquei algumas vezes. 
- Na verdade... Bom... Eu não sabia que eles namoravam.
- Eles ainda não namoram - A senhora riu, tocando seu rosto - Mas o jeito que meu Lysandre olha para ela... Sei que logo isso irá acontecer. Espero que o mais rápido possível. Ele está muito apaixonado. Mas de qualquer forma, ela subiu as escadas, meu filho. 
- Muito... Obrigada... - Agradeci, girando ambos calcanhares e indo ao corredor.


Soltei o ar de meus pulmões algumas vezes, tentando absorver o que acabei de descobrir. Eu sabia que Lysandre poderia estar, provavelmente, um pouco afim da Liz. Eu só não imaginava que estaria apaixonado. Subi apressado pelas escadas, tentando encontrar alguma desculpa para Liz aceitar Priya em nosso final de semana. 
A porta à direita, no final do corredor estava aberta. Olhei pela fresta e Liz estava sentada na sacada de seu quarto. Ela estava chorando. Meu coração apertou-se de uma maneira terrível, e passei a me sentir o maior imbecil que esse mundo já viu. Empurrei a porta com cuidado, e entrei. Ela olhou em minha direção e desviou o olhar assim que me viu.


- O que está fazendo aqui? - Ela perguntou, olhando para o por-do-sol. 
- Eu vim dizer que sou um idiota.
- Não se preocupe - Ela se levantou, passando a mão em seu pequeno rosto - Isso eu já sabia.
- Não era para ela estar aqui.
- Sério? - Ela riu frustrada - E o que ela faz aqui, então? 
- Eu vi você com Lysandre outro dia e fiquei com ciúmes. Aí convidei ela. Mas aconteceu tudo aquilo essa madrugada, e olha - Tentei me aproximar dela, que me olhava séria - para mim foi perfeito. Foi mais do que eu imaginei. Cada dia tenho mais certeza que te amo, Eliza. Essa noite foi a prova.
- O que adianta? Você faz sexo comigo no seu barco e depois traz essa garota para cá? - Ela balançava a cabeça negativamente.
- Eu devo isso a ela. Só. Fiz a garota de besta e era o mínimo que podia fazer. Ela ficou com muita raiva quando eu desfiz o convite. Foi só isso, eu juro.


Tentei me aproximar ainda mais, só que Liz dessa vez, se esquivou. A cada passo que eu dava em sua direção, ela recuava. Um, dois, três passos.

 
- Por favor, Castiel - Liz estava dura - Eu não quero te ver agora. Você pode sair? Me deixe sozinha. 
- Mas... Liz... - A segurei pelo rosto, tentando encontrar seu olhar. Ela apenas desviava - Me perdoe.
- Agora não - Ouvi uma voz atrás de mim - Deixe ela sozinha, por favor? - Era Lysandre.
- Qual o seu problema, Lysandre? Liz é minha namorada! - Olhei para ele, que segurou em meu braço.
- Eu não sou sua namorada. Não somos nada.
- Como? E essa noite? E nosso trato? - Olhava para ela, sem entender.
- Você deveria ter pensado nisso antes de trazer ela para cá.
- Castiel, por favor - Lysandre pediu mais uma vez, olhando em meus olhos - Deixe ela pensar, deixe Liz sozinha. 


Ele abaixou meu braço, me fazendo desvencilhar de Eliza. Ela passou por nós, entrando no quarto e sentando em sua cama. Lysandre me segurava pelo braço, e me guiou até a porta. 
- Converse com ela depois - Ele falou, apertando os lábios - Ela está irritada.
- Ah, é? E enquanto você me põe pra fora daqui, você vai aproveitar a situação para dar em cima da garota que eu gosto? - Apontei meu indicador em seu rosto, irritado.
- Você sabe que não sou essa pessoa, Castiel.
- Eu não sei mais nada de você, Lysandre. A partir do momento que escondeu isso de mim e ficou cercando ela por todos os lados - Bati com a mão na porta, mas ele não mudou seu semblante.
- Eu não estou fazendo nada. Só estou protegendo ela.
- Protegendo? De quem? De mim? - Eu ri, ironicamente.
- Se você continuar a agir assim, talvez seja por isso mesmo... - Ele decretou, antes de bater à porta em meu rosto.


VISÃO DE LIZ


Lysandre e Castiel trocaram farpas em minha frente. Eles estavam visivelmente irritados com a presença um do outro no meu quarto. Depois de muitas insinuações negativas, Lys fechou a porta na cara de Castiel, me deixando assustada. Eu nunca imaginei que iria vê-lo fazendo tal coisa. 
Ele sentou ao meu lado, sorrindo de uma forma chateada.
- Me perdoe por isso - Ele balançou a cabeça de forma negativa - Mas ele está passando dos limites por ciúmes.
- Ele está com ciúmes de quem? De você? - Eu ri envergonhada.
- Creio que sim.
- Mas porque estaria? Ele acha que você está gostando de mim ou algo assim? - Ri da situação, fazendo que não com a cabeça - Que piada.
- Mas... Não é piada - Ele afirmou, seu queixo contraído.
- Como? Como assim? 
- Eu não queria me meter entre vocês, Liz. Me perdoe por isso - Ele segurou em minha mão, me olhando.
- Não precisa - Abaixei a cabeça - Eu não queria que isso acontecesse entre vocês. Eu posso ir embora.
- Não! Por favor! - Lysandre apertou minha mão, balançando a cabeça - Não vá. Castiel tem que aceitar que ele não é o único que gosta de você. Como não gostar, não é? Se Armin estivesse aqui, seria o Clube dos Apaixonados por Eliza Alison.


Ambos rimos. 
Ficamos em silêncio por alguns minutos. Toda aquela situação estava me deixando contrariada e culpada. Fiz Castiel e Lysandre brigarem por mim. Eles são melhores amigos e como irmãos. Apareci e estraguei a amizade mais bonita que já vi.


- Não fique quieta assim - Lysandre riu - Você me deixa envergonhado. 
- Eu quem fico. Olhe tudo isso... - Passei a mão em meus cabelos.
- Você é incrível, Eliza Alison. E eu não me arrependo de sentir algo por você. 
Lysandre me olhava como quem esperasse alguma resposta. Mas eu não tinha o que dizer a ele. 
- Tudo bem. Eu entendo o seu lado - Ele levantou-se da cama - Mas isso não me impede de tentar.


Ele me segurou pelo rosto com delicadeza. Seus olhos estavam a centímetros dos meus, e era inevitável não me sentir inebriada por sua heterocromia. O âmbar e o azul de seus olhos. Sua respiração acariciava minha pele. Ele afagou meus lábios com seu dedo indicador, me fazendo fechar as pálpebras.


E assim, sem mais nem menos, ele me beijou.


***


O imbecil do Castiel me trouxe na fazenda de Lysandre. Sei que você me pediu para resolver esta situação logo, mas temos muitas testemunhas aqui. E além do mais, acho que minha presença aqui causou um certo desconforto para ambos. 
Daqui há duas semanas acontecerá aquele baile de ensino médio que você citou. Creio que nosso trato será cumprido nessa noite. Vai ser como se ele tivesse sofrido um acidente. 
Tenha paciência.
Xx, 
Priya

 


Notas Finais


Desculpa, galeros.


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