História I Know There's a Monster In Me - Capítulo 10


Escrita por: ~

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Categorias Lab Rats, Os Guerreiros Wasabi
Personagens Adam Davenport, Bree Davenport, Chase Davenport, Jack Brewer, Jerry Martínez, Kim Crawford, Milton David Krupnick, Personagens Originais, Sensei Rudy Gillespie
Tags Guerreiros Wasabi, Kick
Exibições 6
Palavras 739
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Luta, Mistério, Romance e Novela, Violência
Avisos: Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Continuando!

Capítulo 10 - Capítulo X


Capítulo X

Kim

Os dias foram se passando normalmente, sem grandes eventos. Estava treinando na academia sozinha, já era tarde da noite. Ouvi um barulho do lado de fora e fui ver o que era. Ouvi novamente o barulho, só que agora parecia com uma chorinho de bebê, e parecia que vinha detrás das latas de lixo.

Caminhei até lá e encontrei uma bebê de aparentemente seis meses em um bebê conforto chorando. Me agachei e a peguei no colo a aproximando do meu peito. Acho que meu instinto de tigresa está falando mais alto.

Ela logo parou de chorar e adormeceu, peguei o bebê conforto e voltei para dentro da academia. Peguei minhas coisas e voltei para casa, expliquei a história para os meus pais, que deixaram a bebê ficar conosco. Subi com ela para o meu quarto e minha mãe pegou algumas roupinhas que já foram minhas quando eu era bebê. Ela me ajudou a dar banho nela e a coloquei para dormir na minha cama.

No dia seguinte, acordei com a bebê chorando. Dei banho nela, minha mãe preparou uma mamadeira e eu decidi segui para a academia, onde todos estavam. Quando me viram entrando com a bebê, arregalaram os olhos.

- Não sabia que tinha irmã, Kim – Milton disse.

- E não tenho – eu disse tirando meu cabelo da boca da bebê – Encontrei ela ontem a noite, estava atrás das latas de lixo.

- Quem faria uma coisa dessas? – Ale perguntou olhando a bebê, que agora brincava com o meu colar.

- Eu não sei, só achei estranho – eu disse.

- AI! – Adam gritou.

- O que foi? – perguntei enquanto ele se aproximava.

- Cortei minha mão – ele veio choramingando e a bebê começou a chamá-lo com a mãozinha.

- Ela está chamando ele – Jack disse me abraçando de lado.

- Vem cá, Adam – eu disse e ele se aproximou. A bebê se cruzou pra frente e bateu no braço dele, como se pedisse para que ele mostrasse a mão pra ela.

Ele faz e ela colocou a mãozinha sobre o machucado, que logo emitiu uma luz prateada. Quando ela tirou a mão, não havia nem cicatriz.

- Merlin – Chase disse – Ela é uma de nós!

- Mas como isso é possível, ela é muito novinha e... – Bree pensou um pouco – Ai Meu Deus!

- Vou ligar para o Centro – Ale disse e saiu correndo.

- Temo que dar um nome pra ela – Rudy disse.

- Ela tem cara de... – olhei para ela e vi seus olhos verdes e cabelos ruivos – Ariel – disse.

- Adorei – Bree disse e se aproximou, estendendo os braços – Ariel, vem com a tia Bree – a bebê riu e escondeu a cabeça no meu ombro, abraçando meu pescoço.

- Ela gosta mais de mim – debochei e Bree bufou. Ariel olhou para Jack ao meu lado e estendeu os bracinhos, pedindo colo.

- Ah não! Ela prefere o colo do Jack do que o meu? – Bree perguntou enquanto Jack a pegava no colo. Logo Ale entrou correndo e parecendo extremamente preocupada.

- O que foi? – perguntei.

- A Soldado Jackson disse que apareceram vários pais com crianças geneticamente modificadas depois do vídeo de apresentação – ela disse.

- Ou seja... – Adam hesitou.

- Michael está de volta – eu disse – E eu farei questão de machucá-lo pessoalmente – eu disse e Ariel começou a chorar no colo de Jack.

- Entregue ela pra Kim, Jack – Ale mandou enquanto a bebê esperneava.

- Por que? – perguntei.

- Por causa do se instinto materno, seu corpo em contato com um “filhote” – fez aspas com os dedos – Transmite calor – assenti e peguei a bebê, que logo parou de chorar – Não disse!?

- Não fica se vangloriando – eu disse e ela me mostrou a língua – Vou arrancar a sua língua – eu ameacei e ela parou.

- O que vamos fazer agora? – Chase perguntou.

- Cuidar da Ariel e ver se Michael faz alguma coisa – Ale disse – Não tem muito o que fazer – deu de ombros.

- Não pode comer meu cabelo, Ariel – eu disse tirando uma mecha da boca dela.

- Ficar usando shampoo de framboesa resulta nisso - Bree disse.

- Pelo menos não é de kiwi – eu disse e ela me olhou irritada – Que foi? Não é pra começar a criticar – arqueei a sobrancelha e ela bufou.

- Você é uma péssima amiga – cruzou os braços.

- Não me ofendeu – eu disse e ela rolou os olhos.


Notas Finais


Continua...


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