História I Lost My Diary - Capítulo 11


Escrita por: ~

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Categorias TazerCraft
Tags Diário, Mitw
Visualizações 39
Palavras 1.405
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Escolar, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 11 - Solve it Mike


Fanfic / Fanfiction I Lost My Diary - Capítulo 11 - Solve it Mike

Pov Mike

Faz uma semana que eu estou tentando falar com o Pac e ele praticamente foge de mim, isso inclui um atestado médico que ele pegou pros próximos dias. Claro, Felps reparou que eu não estou de bom humor, Cellbit deve te-lo dito o motivo pra que ele esteja sumido, no momento estou em casa, entediado, deitado na porra do meu caixão porque a Gih quebrou a minha perna esquerda.

Gih-Incompetente, uma garota veio te ver. - minha irmã abre minha porta com raiva, como se esse fiasco não tivesse sido culpa dela!

Reconheço a garota: é a amiga do Pac, qual o nome dela mesmo? Marina? Melina?

Maethe-O que você fez pro Pac, maldito?

-Eu não fiz nada, a culpada é a Gih que fez a gente se apressar demais!

Maethe-Quer dizer que até a parte de "até dormi com você Pac" foi mandado por ela? - Ela cruza os braços, ah, sim, teve isso: eu nunca fiz um pedido de namoro pra ninguém, eu não devia ter dito isso?

-Não...Mas sei la o que eu devia dizer? "Pac, namore comigo e vamos ser um belo casal"?

Maethe-Pelo menos não ia fazer com que ele chorasse na minha casa desde a semana passada! Você precisa resolver essa merda.

-Fala sério, ele não pode levar isso tão a sério: eu so estava tentando namorar com ele e ser simpático.

Maethe-Falando na sua língua imbecil: ele se afeta muito mais com o que falam do que pessoas comuns.

Não sei o que pensa, mas logo está pisando justamente na minha perna esquerda, apoiando o peso como se quisesse quebra-la. De novo. Solto um gemido de dor, enquanto mantém seus braços cruzados e me encarando com um olhar de morte.

Maethe-Levanta e vai falar com o Pac ou eu terei de fazer com que não consiga jamais mexer suas pernas.

-Não da: minha irmã não me deixa sair e eu posso falar com ele na escola.

Ela so me puxa pra ficar de pe, me fazendo apoiar em seu corpo.

Maethe-Cadê as merdas das muletas? Você vai falar com o Pac agora e resolver isso.

Sinalizo-as, ao lado do meu armario, ela as passa pra mim, a sigo pra fora do quarto. Sou empurrado, Gih me joga o diario, quem pega é a garota.

Maethe-Sério que você tava usando isso pra conseguir ele?

-Qual é: Tava difícil pensar em algo pra chamar a atenção dele pra mim!

Maethe-Idiota, ele gosta de você tem quase dois anos! - a sigo mancando pra fora do apartamento, enquanto ela resmunga até o carro.

Me pergunto se seria mais seguro ficar calado ou tentar explicar minha situação: vai que isso a faz mudar de ideia pra me ajudar?

-Então...O que aconteceu com o Pac nessa semana?

Ela aperta o volante com muita força, o suficiente pra que suas juntas fiquem brancas.

Maethe-Ele foi pra minha casa no meio da noite, muito chapado, entrou no meu quarto e ficou chorando dizendo que você era um imbecil. Depois ele me contou essa merda que você fez.

-Não foi tão ruim, isso é uma...

Maethe-CALA A BOCA! - a obedeço, não sou louco pra discutir com uma mulher de mal humor. - O Pac se afeta muito facilmente com qualquer coisa: você o matou aos poucos. Se meu melhor amigo se matar, eu vou até o inferno pra te matar.

-O que você quer que eu faça?

Maethe-Vai deixar o meu Tarik pelo menos como era antes de você usar essa merda pra ele. - Ela joga o diario no meu colo. - Depois vai larga-lo e nunca mais vai procurá-lo, ele é areia demais pro seu caminhãozinho Linnyker.

-Eu não vou ficar longe dele, Marina, eu vou ficar com o Pac.

Maethe-Pra começo de conversa, é Maethe, segunda coisa: você não é permitido chegar perto dele.

Dou de ombros, não importa o que ela pensa, eu decido o que acontece.

Pov Pac

"Dia 7

Sem notícias do Mike, ele sequer tentou falar comigo.

Não estou usando nenhum remédio pra controlar minha 'bipolaridade', o que me fez sair da minha casa e vir pra da Maethe. De qualquer forma, Rezende prometeu me ajudar a me animar, acho que ja sei qual o método dele pra isso, mas não faz diferença, né?

Eu ja não me importo com o que acontece comigo.

Me sinto idiota por ter deixado ser usado, isso prova que Príncipes Encantados não existem e que eu devia ter me afastado dele quando eu pude.

Quem estou enganando? Pareço a Maethe com 12 anos loucamente agarrada ao celular esperando que ele me ligue e diga que aquilo foi uma brincadeira ruim e me foda novamente."

Taco a merda do diário longe, primeiro porque eu nao quero me "expor" pro meu próprio diário e segundo porque a mãe da Maethe abre a porta e o Rezende entra no quarto.

Rezende-Olá! - aceno pra ele, seu sorriso desaparece. - O que foi?

-Nada de mais, as mesmas coisas de sempre.

Rezende-Se fosse, você estaria pelo menos forçando um sorriso. Mas o que aconteceu?

-Eu ja disse que não foi nada! Qual sua ideia pra me animar?

Rezende-Não sei, quem sabe finalmente pedir pra você ser meu namorado.

-Eu ja disse que eu não quero!

Rezende-Mas foi chutado por alguém, então, vai falar?

-Não quero falar sobre isso, então vamos fazer alguma coisa.

Ele esboça um sorriso, me empurrando pra deitar na cama.

-Que porra você ta fazendo?

Rezende-Querendo te fazer esquecer qualquer coisa que te deixe deprimido. - ele segura meu queixo e me beija.

Fico parado enquanto ele desce a boca pelo meu pescoço, fazendo uma trilha de chupoes, suas mãos passam por debaixo da minha blusa, apertando meus mamilos, retiro a mesma, deixando o caminho livre. Não tem diferença mais ja que eu sou so um brinquedo.

A porta é aberta e Rezende para, virando pra eles.

Maethe-Porra Pedro: é meu quarto, filho da mãe!

Mike-Larga o Pac, Rezende.

Rezende levanta a cabeça, olhando pros dois, Maethe ta vermelha de raiva, Mike quem o tira de cima de mim.

Rezende-O QUE VOCÊ ACHA QUE TÁ FAZENDO LINNYKER?

Mike-Cuidando do que é meu! - compartilho da dor do Rezende quando Mike o acerta com a muleta no joelho. - Não encosta no meu Pac.

Rezende-Seu? O Pac é o MEU namorado.

Mike-Melhor deixa-lo decidir não é?

Rezende-Ele sabe quem quer.

Mike-Babaca.

Maethe o puxa pra fora do quarto sob protestos, Mike fecha a porta com a muleta, me da dó ve-lo machucado, quase como se fosse meu dever cuidar dele, estou pensando errado?

Mike-Não vai fugir de mim né? Eu não mordo a não ser que queira.

-O que ta fazendo aqui?

Mike-Sua amiga me fez vir até aqui porque tinha medo que não quisesse voltar pra escola e tentasse se matar de novo.

-Ah. - Então ele não veio porque sentiu que devia se explicar...Que idiota Tarik. - Eu não vou me matar, apesar de me sentir morto por dentro.

Um breve momento de silêncio segue, me pergunto se devo falar algo ou não.

Mike-Eu queria te pedir desculpas por aquilo, eu fui idiota demais. - finalmente, Mike senta na cama, próximo demais a mim, me sinto tenso e tentado a beija-lo. - Pra ser sincero, eu tinha planejado algo como um pedido em seu lugar preferido ou na casa de férias da minha família, mas como a Gih fodeu meu planejamento...

Ok, esse cara é um Príncipe encantado mesmo: ele sabe até como eu gostaria de ser pedido em namoro.

-Ela não é tão ruim.

Mike-Quer pra você? - Mike parece se arrepender do comentário e segura meu queixo, virando o rosto pra ele. -Isso não importa, voltando ao nosso assunto mesmo...

Pov Mike

Fala serio: eu não quero que ele ache que estou fazendo isso pra compensar a semana passada. A merda do diário não me disse como agir com isso!

-Sendo direto: quer namorar comigo? Se eu não perguntar isso agora, provavelmente todo mundo vai me matar, incluindo eu mesmo.

Mesmo que isso não seja uma grande surpresa, ainda assim ele cora e olha pra baixo, ficando com uma aparência ainda mais fofa.

Pac-Sim! - ele pula em cima de mim, me abraçando e fazendo cair na cama de forma desconfortável. -Mas, isso não é uma brincadeira sem graça comigo, né? Porque se for...

-Poderia confiar em mim? Não é uma brincadeira!

Ele me abraça mais forte, retribuo o abraço. Claro, não era bem do jeito que eu estava esperando, porém é mais agradável do que a semana passada e eu tenho certeza que ele vai ficar me amando. Agora so preciso esconder melhor o diario e procurar um jeito de contar a ele sobre isso.

Tento ajeitar o caderno sob a blusa, não quero que ele veja, vamos apenas curtir o momento e eu não vou foder tudo. Depois eu conto sobre isso.



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