História I Love Mari !! ( Segunda Temporada) - Capítulo 21


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Categorias Justin Bieber
Personagens Justin Bieber
Tags Justin Bieber
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Palavras 8.887
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela, Sci-Fi, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Depois de oitenta e quatro anos eu voltei
Capítulo longo pra recompensar!!

Leiam as notas finais 💌

Boa Leitura!!

Capítulo 21 - Capítulo 21


Justin Pov. 

Passaram-se horas desde que estive com Mari, na verdade senti que elas voaram, tanto que já era hora da despedida dos noivos. Nesse exato momento me encontrava sentado em um banco com os braços apoiados no balcão, contando os segundos para voltar para a casa de praia e ver minha garota novamente. Acontecerá muitas coisas antes de me encontrar em um estado de embriaguez absurda, chegamos com Chaz e lhe trouxemos aquele famoso bolo de dois metros, rolou uma música sensual e uma dançarina saiu de dentro do mesmo. Mostrando que seus anos de ensaios lhe favoreceram a grandes coisas. Rolou a rodinha entre o Chaz e outras coisas a mais. 

Cá estou eu, vendo os outros rapazes curtindo com as dançarinas da boate e rindo no pé do ouvido uns dos outros, a música tema era Don't let me Down. Enquanto eu assistia o Chaz dançando com seus familiares, vi Ryan se aproximando de mim com uma cara bem animada – efeito da bebida, com certeza. 

— Mais um que foi domado por uma mulher. — Comentou após levar o copo de tequila na boca.

— Ele a ama e ambos merecem a felicidade que estão vivendo agora. — Falei encarando ao Chaz que estava cercado por mulheres. 

— Logo, logo, será sua vez Bro! — Ryan Zombou dando um tapinha no meu ombro. 

— Por enquanto eu só penso em curtir a vida como está agora. 

Ryan Gargalhou.

— Duvido muito que a Kelsey deixará você livre dessa. 

— Mulher nenhuma manda em mim, meu chapa! 

— Eu sei uma que te faz comer na palma da mão. — Ryan me cutucou.

— Por que você não ocupa sua boca com alguma ao invés de ficar me azucrinando? — Indaguei rolando os olhos. 

— A verdade constrange não é mesmo? 

— Vai se foder Ryan. — Disse lhe mostrando o dedo e ele apenas voltou a rir. 

Estava louco, precisava ver a Mari, pois minha mente ainda resplandecia nossa brincadeira do seu quarto, me deixou com um gosto de quero mais. A verdade é que essa mulher me deixa maluco apenas me olhando. Contudo esse desejo insano que dominou só seria saciado depois que tudo aquilo acabasse, pois prometemos um para o outro que tentaríamos nos segurar ao máximo para não estragar o casamento da Lisa e o Chaz. Pensar nos momentos novos que viveria com a Mari me deixava ansioso, já estava planejando tantas coisas, mas não posso esquecer de privar sua imagem das câmeras para evitar estragar sua vida com a mídia, enfim eu teria a mulher que sempre almejei ter de volta para a mim e farei o máximo para fazer com que ela permaneça na minha vida. 

As luzes leds ao meu redor fazem com que saia dos meus devaneios, focando meu olhar aonde Chaz se encontra, dançando grudado com uma loira na pista de dança, ele me parecia um pouco embriagado do que o normal. 

— Queria poder tirar uma foto e mandar para as garotas. Especialmente para uma pessoa chamada Lisa. — Ryan Comentou com humor, mantendo seu olhar em Chaz. 

— Já não tiramos umas vinte hoje? Pra que você quer mais? — Indaguei, bebendo um pouco. 

— Você sabe que eu gosto de por lenha na fogueira, ainda mais quando se trata da Lisa e do Chaz! — Piscou para mim. 

Rolei os olhos e comecei a rir. 

— Vamos dançar e pare de atormentar a vida amorosa do casal. Porque você não vai pro céu desse jeito Ryan. — Comentei, puxando-o para a multidão que dançava. 

Deixamos o ritmo da música nos levar, algumas mulheres se aproximavam de mim e do Ryan, pela primeira vez eu dispensei todas, sem sentir necessidade de pegar alguma depois. Meus olhos agora, vidravam e ansiavam somente a uma mulher, a minha. Com o decorrer do tempo, o local foi enchendo e as pessoas começavam a me cercar, pedindo autógrafos ou um abraço. Meu humor estava bom, portanto concedi a todos os pedidos dos meus fãs, não que eu não fizesse isso, mas havia certos momentos que não estava nos meus melhores dias e agia de outros modos. Com base nesse meus dias ruins que a mídia adora me colocar defeito, acho engraçado, meu comportamento não é diferente de nenhuma pessoa da minha idade quando tem dias de cão ou quando não quer papo mas sempre tem que aturar aqueles – paparazzi – que não lhe deixam em paz. A verdade é que por eu ser famoso as coisas tem que ser uma bomba nuclear mundial, como eu não tivesse o direito de errar ou de ser...humano. 

Quem me conhece bem sabem quem é o verdadeiro Justin Bieber, portanto eu não ligo mais para o que falam e nem tenho necessidade de mostrar provas das minhas atitudes, sei que fiz merda demais no passado, mas estou mudando e tentando me consertar, mas eu era jovem, com o coração partido, se não fosse uma celebridade, odeio essa palavra, enfim, se eu não fosse conhecido agiria feito um adolescente idiota, porque é assim mesmo, tudo é caótico na minha vida. E se não fosse pelo amor que sinto pelos fãs que tenho já tinha largado tudo para viver de verdade, em outro lugar. 

Depois de passar um tempo na pista de dança, volto a me sentar próximo do balcão e peço uma bebida para o barman, que assentiu e me entregou com um sorriso alegre, voltando em seguida ao que fazia. 

— Eu tenho que ir embora! — Chaz se aproxima cambaleando e com a voz embargada. 

Que porra, pelo seu olhar alguma merda ele pode ter feito.

— O houve? — Perguntei dando um gole na bebida. 

— Fiz merdaaaa! — Chaz passou a mão no cabelo e baixou a cabeça com o rosto tenso. 

— Que tipo de merda cara? — Me aproximo dele. 

— Beijei aquela loira. — Apontou para mesma que agora dançava com outro cara — Ela meio que se aproximou e nos encostamos nossos lábios, ficando nisso....Porra a Lisa vai me matar. — Ele puxa os cabelos e soca o balcão, seus olhos estavam prestes a transbordar. 

Chaz é o mais sentimental entre mim e o Ryan, desde de muito tempo ele era assim.

— Foi só um selinho Chaz, não mata. — Tentei amenizar sua angústia. 

Ele me lança um olhar feio.

— Como não? — Indagou balançando a cabeça sem parar — Preciso ver a minha mulher AGORA! — Decretou como decisão final. 

— Mas ela deve estar na festa com as outras, nem sabemos aonde é cara. 

— Não interessa. — Deu de ombros — Vou atrás dela agora! — Cambaleou indo para a saída. 

Não podia deixá-lo sair naquele estado de embriaguez, tá certo que eu também estava, mas não tanto quanto o Chaz, melhor eu evitar que uma merda aconteça com ele e esse fim de férias seja um desastre, seria irresponsabilidade minha. Aceno para o Ryan que conversava com um dos primos do Chaz e faço um sinal avisando que estava indo embora com mesmo, foi bem tosco mas Ryan entendeu e acenou de volta fazendo um sinal positivo com as mãos. Passo pela multidão, avistando um bêbado correndo com as chaves no estacionamento mais perdido que agulha no palheiro.

— Chaz espera! — Gritei fechando a porta atras de mim. 

 

...............

 

Assim que consegui desviar da multidão de paparazzi, entro no carro juntamente com o Chaz e dirijo de volta para casa de praia, seria mais sensato ficarmos por lá ate que as moças voltassem da festinha na boate. 

— A Lisa não me atende. — Resmungou desligando o celular e o jogando no porta-luvas. 

— O que você queria? Ela deve estar comemorando com as outras a essa hora. — Paro o carro no farol. 

— Tenta falar com a Mari! — Implorou o Chaz, com voz chorosa. 

Esse negócio de cuidar de amigo bêbado e se sentindo culpado é bem ilário e ao mesmo tempo me fazia querer dar uma tapas. 

— Chaz, ela deve estar com o telefone desligado, por que não se acalma até chegarmos na casa de praia? — Propus e acelerei o carro novamente.

Durante o trajeto de volta, ouvi o Chaz dizendo que precisava da Lisa dando alguns soluços ao meu lado, eu estava quase ligando para a Mari mas sabia que seria o mesmo que nada, o jeito era ficar ouvindo os lamentos do meu amigo mesmo. Na estrada avistamos uma picape vermelha logo a nossa frente, eu a conhecia a ponto de saber que foi o automóvel que a Lisa alugou aqui, quando Chaz notou isso também começou a insistir para que eu acelerasse, eu mandei ele calar a boca porque já íamos estacionar. Sinceramente minha paciência já foi cotada. Afinal estou falando do Chaz apaixonado arrependido como também embriagado. 

Quando chegamos, Chaz nem se quer esperou eu estacionar, pois ele, literalmente, pulou com o carro em movimento. Tive que sair às pressas para poder acompanhá-lo, no estado em que se encontrava acabaria falando o que não devia. 

— CHAZ PORRA VENHA AQUI! — Gritei enfiando a chave no bolso.

— LISAAAA! — Chaz subiu as escadas desesperado, o vi tropeçar algumas vezes em cada degrau a sua frente. 

Caramba, mas quando ele queria, conseguia ser rápido que nem uma lebre. 

Dobramos o corredor, avistando as meninas cantarolando animadas e rindo em silêncio de algo, Sebastian as acompanhava fazendo uma dancinha esquisita, Chaz se aproximou mais e logo agarrou a Lisa que deu um gritinho assustada. 

— MAS O QUE É ISSO CHAZ? QUER ME MATAR ANTES DE NOS CASARMOS SEU IDIOTA! — Ela o estapeia enquanto o mesmo lhe enchia de beijos. 

— VAMOS CONVERSAR RAPIDINHO AMOOOOR! — Ele pega a Lisa no colo. 

— AHHH PELO AMOR CHAZ, SE AGENTE CAIR NO CHÃO EU TE ARREBENTO! — Lisa agarra seu pescoço, assim que ambos entram nos seus devidos quartos.

Assim como eu vi as meninas e o Sebastian rindo, seus olhos logo pararam nos meus, fui me aproximando deles. 

— O que deu nele? — Lola limpou as lágrimas que escorriam pelo seu rosto. 

— Saudades da mulher, passei a viagem toda escutando os lamentos do Chaz. Se não tivéssemos vindo pra cá provavelmente ele surtaria. — Comentei desviando meu olhar para Mari. 

Ela sorria com um copo colorido nas mãos, seu vestido estava um pouco mais acima do seu joelho e nas suas mãos o salto de plataforma preto, seus cabelos amarrados em um coque alto deixando alguns fios soltos dos seus cachos caírem no seu rosto. Linda como ela sempre foi. 

— E aonde está os outros? — Sebastian pergunta dando uma risadinha. 

— Estão voltando já, ainda mais depois que o noivo resolveu voltar mais cedo do que o esperado. — Comentei. 

— E desde de quando três da manhã é cedo Bieber? — Mari comenta com humor. 

Rir pelo nariz pelo modo das suas palavras quase saírem emboladas.

— O Ryan se comportou naquela boate não é? — Lola me estudou enquanto perguntava. 

Essa é uma mulher ciumenta, pelo amor viu. 

— Sim, se viu pelas fotos que tiramos, na verdade ele estava mais enchendo o coitado do Chaz do que tendo tempo de olhar para as mulheres da boate. — Comentei rindo um pouco mais. 

— Acho ótimo. 

— Se não se importam, eu vou tomar meu banho e esperar meu homem aparecer, afinal daqui a algumas horas será o grande dia e a Lisa com certeza vai escravizar nossos poucos tempos de sono. — Sebastian bocejou e esticou os braços para se espreguiçar. — Durmam bem! — Ele beija o topo da cabeça da Mari e faz o mesmo com Lisa, depois me dá um tapinha no ombro.

— Pera cão, eu também vou! — Lola acenou para nós quando pulou nas costas do outro. — Bons sonhos e não se matem nesse corredor! — Falou enquanto subia com Sebastian para o outro andar. 

— Louca! — Comentei rolando os olhos. 

Ouvi a risada da Mari e assim pude olhar novamente para ela.

— Acho que eu vou também! — Ela passou por mim e jogando o copo no lixo a sua esquerda. — Até mais tarde Bieber! 

— Ei espera! — Segurei sua mão e a puxei para mais perto de mim, seus olhos encontraram os meus e sua respiração ficou desregular quando minhas mãos desceram para o alto do seu bumbum — Vamos ficar um tempinho juntos, amanhã não vamos poder fazer isso, em?! — Depositei beijos pelo seu pescoço, dando algumas mordidas no seu queixo. 

Mari apertou meus ombros aonde suas mãos estavam apoiada agora, a vi jogando a cabeça para trás e soltando um gemido baixo.

— Isso é golpe sujo senhor Bieber! — Ela toca no meu rosto para que eu a fitasse.

— Eu sei, não consigo fazer um jogo limpo com você. — Selei nossos lábios e ganhei um tapa de repreensão.

— Aqui não, já pensou se alguém nos ver. — Mari fez bico.

Ela fica adorável quando fica brava, pelo menos eu gosto. 

— Então vamos para o meu quarto! — Falei.

— Mas e a Kelsey? — Indagou fazendo careta.

Apenas rir e voltei a beija-la no pescoço.

— Foi para a casa das amigas que moram aqui, já que ela não se sentiu bem-vinda para ir a despedida de solteira da Lisa. Só vem amanhã! — Comentei apertando cada vez mais seu corpo contra o meu.

— Hum. 

— Vem suba aqui nas minhas costas. — Pedi me virando. 

Mari rir e pula em mim, agarrou sua coxa firmemente contra minhas palmas, enquanto suas pernas interlaçam na minha cintura, em seguida suas mãos abraçam meu pescoço mantendo ainda sim seu salto preso nos dedos. Caminho para o andar de cima, sentindo seu nariz roçando no meu pescoço e seus lábios chupando meu maxilar, oh Mari, está provocando as minhas necessidades masculinas, isso não se faz. Apressei mais meus passos pelo corredor, sentindo seus dentes mordendo o lóbulo da minha orelha, apertei mais sua coxa e ela acaba soltando um gemido baixinho perto do meu ouvido. Decretei aquilo como o cúmulo para mim, até podia sentir uma ereção surgindo entre minhas pernas. 

De frente para a minha porta, deslizo seu corpo para baixo, descendo-a no chão, Mari abraçou a minha cintura enquanto eu procurava meu cartão pelo bolso da minha calça, seus dedos vão entrando por debaixo da minha camiseta fazem um percurso pelo meu abdômen. Estava ficando louco demais com isso e o pior  era que eu não conseguia encontrar a porra do cartão, assim que consigo puxa-lo do fundo do bolso, o passo na porta que logo é destrancada, agarro a Mari colocando a em meu colo, juntando nossos Lábios desesperado. 

Bato a porta com o pé, vendo o bip em seguida, avisando que estava trancada. Minha língua pede passagem para estar em contato com a sua, Mari cede facilmente, minhas mãos apalpam sua bunda durante os pequenos passos que dava até cairmos na cama, o modo como nossas línguas se enrolam uma na outra, numa espécime de batalha foi endurecendo meu pênis. Mari desliza sua mão para a ponta da minha camisa vai puxando-a de vagar para cima, paro o nosso beijo para ajuda-la a tirar, ela sorri após jogar a camisa para o lado e fita meu corpo mantendo o brilho nos olhos.

Aproveitei para tirar minha calça ficando somente de box e deixando explícito para ela o volume que estava, Mari morde os lábios e me puxa para beija-la outra vez, segurando bem sua coxa abro suas pernas para me encaixar no meu dela e roçar meu pau na sua vagina. Oh, já podia sentir o latejar aumentar ainda mais, vou descendo meus beijos para seu pescoço preenchendo toda a área dele. Mari dobra os joelhos e passa seus delicados dedos por toda a extensão das minhas costas parando diretamente na minha bunda, atravessando a box branca que estava usando, pressionando toda sua palma ali e empresando nossos corpos para roçar nossos sexos um no outro.

— Ooh! — Ela geme apertando minha bunda.

Puta que pariu, aquilo provocou ainda mais meu membro. 

Continuo a manter meus lábios trilhando beijos pelo seu corpo, mordendo sua clavícula por inteira, vou ainda mais abaixo selando meus lábios no seu peito. 

— Não devíamos esperar, até depois do casamento? — Ela questionou me ofegante. 

Apoiei minhas mãos no colchão para fita-la.

— Você quer? 

— Eu quero....quero você dentro de mim. — Falou mantendo suas mãos na minha bunda. 

Sorri com a sua resposta e fui subindo seu vestido, depositando beijos pela sua barriga, até que a despisse, passo os dedos pelas suas laterais subindo até suas costas arqueadas, desabotoando seu sutiã e o jogando no chão. Inclino me para ficar de frente para seus seios rígidos e começo a chupa-los com força, Mari joga a cabeça para trás e geme meu nome. Aperto sua cintura e passo para o outro seio chupando com mais voracidade. Mari contorce na cama e me puxa para beija-la novamente, nossas línguas batalhavam para ver quem conseguia degustar mais dos Lábios do outro. As mãos dela deslizam para a frente da minha V-line e agarram meu membro, passando os dedos na minha glande, oh porra, mordi seus inferiores como resposta ao seu toque. 

— Caralho Mari.... — Gemi entre seus lábios.

Ela enterra mais sua língua dentro da minha boca e movimenta sua mão para cima e para baixo, de baixo para cima, sentir a Mari me excitar, seu corpo era como um paraíso que queria me perder ainda mais. Ela aumentou mais os movimentos com a mão enquanto nos perdíamos nos lábios um do outro, deslizo mais os meus dedos pelas suas laterais, pressionando meus dedos na sua intimidade molhada e massageie conforme sentia a proporção dos seus movimentos sobre meu membro. 

Desvencilhei nossos Lábios para poder degustar das partes do seu corpo, chupando sua clavícula. Oh caralho, sinto sua mão ir mais rápido, provocando meu ápice.

— Ooh amor...isso! — Fechei os olhos domado por um colapso de prazer. 

Mari estava tão diferente, mais quente, não era igual a garota tímida de anos atrás, ela estava mais entregue aos nossos prazeres sexuais, sete anos, tanto mudou. Meu coração acelerou a ponto de meu corpo travar, enquanto suas mãos continuavam subindo e descendo, o calor submerso de mim explodiu indo para todos os cantos, Mari aumentou um pouco mais até que ejaculo na sua mão e caio sobre ela. 

Sinto suas mordidas se fixarem nos meus ombros, meu ar esvai entre seus cabelos e volto a beija-la com mais calma, continuei massageando sua vagina para que ouvisse dos seus lábios os mais longos gemidos.

— Entre em mim....por favor...preciso disso! — Ela implora fazendo bico. 

Sorri malicioso e fico de joelhos na cama puxando com tudo sua calcinha, retirando em seguida minha cueca manchada com meu gozo. Olho para a vagina rosada da Mari, estava inchada é um pré-gozo escorria pela lateral do seus grandes lábios. Selei meus lábios ali, subindo de volta para sua boca. 

Como já havia brincando com seu sexo pela tarde, decidi fazer algo diferente, tocar ela de outra forma. Levo meu dedo médio e anelar até sua entrada, massageando a extensão do seu clitóris e introduzindo eles dentro do seu sexo logo depois. 

— Ooh Jus... — Mari finca as unhas nos meus bíceps e morde os próprios lábios.

Tão linda, era somente minha, minha Mari. 

Entrei e sai....sai e entrei de dentro dela, ouvindo o desespero por ter meus dedos completamente dentro da Mari, ser esboço no seu olhar sobre o meu. Aumentei mais a velocidade, preenchendo o quarto com sua voz gemendo e minha respiração contra seu peito, assim como meus lábios abocanham todo seu seio, meus dedos rodam por dentro dela. Mordo o bico deles, estavam rígido demais e deliciosos, Mari se contorcia cada vez na cama, bagunçando o lençol ao arrastar seus pés para os lados, cima e baixo. Quanto suas mãos, que arranhavam minhas costas com força, não foi doloroso e sim excitante. Meu membro voltou a latejar e doer, ele queria estar dentro da Mari mas do que nunca. 

— Vou..ah, vou gozar Jus! — Mari fechou os olhos contraindo os glúteos assim que libera seu gozo em meus dedos. 

Ela respira ofegante mas mantendo o sorriso nos lábios, retiro os dedos dentro dela e vou até a gaveta onde coloquei algumas camisinhas, rasquei o saco e coloquei no meu pênis, volto para cima do corpo da Mari e penetro lentamente na sua entrada, Ooh, já havia me esquecido de como sua vagina apertava todo meu membro quando entrava nela. 

— Gostosa...oh caralho. — Fechei os olhos sentindo me completo quando entrei com tudo. 

— Hum...Justin, enfia mais! — Mari morde meu queixo e faz o mesmo com meu maxilar. 

Apalpei seu bumbum e inclinei ele mais para cima, penetrando mas fundo dentro dela, Mari gemeu meu nome e continuei com o vai e vem, rapidamente, ela enfia mais suas unhas pelas minhas costas. Era tão bom estar dentro dela e explorando sua área já conhecida por mim, a Mari tem tudo que desejei em uma mulher e que ninguém seria capaz de substituir. Deitei meu corpo para poder juntar nossos lábios, iniciando um beijo quente e embolando nossas línguas ainda mais. 

— Babe, você é tão apertada, tão linda! — Murmurei contra seus lábios. 

Mari gemia e suas mãos pressionam minha bunda para que eu estivesse com todo o meu membro dentro dela, a ponto de fazer minha glande dilatar é minha próstata apertar de prazer. Contrai meus glúteos podendo preencher todo o espaço vazio que ainda tinha na sua entrada, meus movimentos foram aumentando e as estocadas tornaram-se feroz. 

— Ohh, Jus...eu- ahhhh, eu vou gozar! — Ela geme contraindo sua barriga a cada penetração minha. 

— Goze em mim amor, goze no meu pau todo. — Mordi seus inferiores mantendo minha mão na sua cintura. 

Mari rebolou com força no meu pau, caralho, ela sabia como me enlouquecer, aumentei as idas e vindas que estava fazendo, para que sua ejaculação viesse. Levei os dedos para o auto do seu clitóris, estimulando ainda mais seu prazer após ficar brincando com eles ali, desse modo, Mari foi ficando mais selvagem, pressionando cada vez mais minha bunda para frente e fazendo minhas bolas baterem na sua bunda e meu pau ficar todo dentro dela. 

— Mais rápido Jus... — Implorou, chupando meu maxilar.

Aumentei a pressão que estava fazendo, sentindo seu gozo quente sobre a camisinha assim como também o corpo dela tremer após a sensação de êxtase. Mari começou a ofegar e dar beijinhos por todo meu pescoço. 

— Goze dentro de mim amor! — Sua voz saiu mais maliciosa que o normal.

Senti seus dedos sobre meu membro e puxando a camisinha, puta que pariu, ela está tão insana, gosto disso. Sai de dentro dela jogando a camisinha no chão, penetrando na sua entrada e absorvido pelo contato das nossas peles. Continuei a movimentar nela, quebrando as barreiras do meu corpo, minha respiração foi se prendendo e os batimentos ainda mais acelerados, estava chegando meu ápice, essa porra tinha que vir agora, droga, aproveitei o máximo para estar dentro do limite da Mari, até ejacular dentro dela, meus músculos relaxam assim que meu corpo cai sobre o seu, dou mais duas estocadas dentro dela, puxando a para um longo beijo em seguida. 

— Você foi incrível! — Falei entre seus lábios. 

— Não tanto quanto você grandão. — Ela Brinca com o dedo na minha nuca. 

Tirei meu membro de dentro da mesma, deitando ao seu lado e puxando seu corpo para ficar em cima do meu. 

— Eu te amo. — Falei lhe fazendo um cafuné. 

— Eu te amo Jus. — Mari beija meu queixo e aninha seu corpo contra o meu. 

 

Mari Pov. 

Movi meu corpo um pouco para cima e sinto algo quente, algo não, outro corpo contra o meu e um braço ao redor da minha cintura. Abri meus olhos lentamente, vendo que ainda estava escuro, olho para o lado vendo o relógio marcar cinco e meia da manhã, volto a percorrer o olhar pelo quarto parando no Justin que dormia lindamente em baixo de mim. Fechei os olhos, lembrando do que fizemos e o quão bom foi, esse homem maravilhoso é mais do que tudo para mim, é como se os anos que se passaram não tivessem significado nada para impedir que nossos sentimentos revivesse. Estou tão apaixonada que até parecia uma boba, o admirando dormir. 

Eu poderia ficar ali até amanhecer mas sabia que o Luke estava prestes a chegar e a chata da Kelsey poderia aparecer a qualquer momento. Infelizmente as coisas ainda não estavam cem por cento resolvidas, mas faltava pouco. Teria que me preparar psicologicamente para poder ter a conversa com o Luke, presenciar esse casamento com os olhares do Justin sobre mim. É, a coisa estava para ser bem tensa, mas nada que eu possa resolver. 

Sorrio para o meu homem que dormia e beijei seus lábios rapidamente para não acorda-lo, de vagar desvencilhei nossos corpos, sendo cautelosa ao descer da cama e vestir minha roupa em silêncio. Andei pelo quarto, imaginando que o Justin demoraria acordar por ter um sono pesado demais, vou até seu banheiro e pego o papel higiênico, voltando para o quarto e pego a camisinha, enrolo-a toda no papel e jogo no lixo, tudo que eu menos preciso é da Kelsey vindo me atormentar durante a festa e a cerimônia, me senti suja com esse pensamento, mas sorri porque não era pra tanto assim, estou feliz e isso que importa. Pego meu salto e dou uma última olhada no corpo largado do Justin sobre a cama e  saio. 

 

...........

Meus olhos estavam pesados demais, cansados demais para que eu os abrisse novamente, mas não pude evitar, já que senti duas mãos apalpando meu corpo e beijos sendo distribuídos pelo meu rosto. Eu já podia imaginar quem era, ao mesmo tempo fiquei contente é triste, porque eu sou assim, um tanto emotiva com as coisas que fazia e que poderia ferir outrem. Abri os olhos vendo os azuis do Luke me fitando como também um sorriso largo em seus lábios.

— Bom Dia Amor. — Ele fala selando nossos lábios.

Seria normal que eu me sentisse a pior pessoa desse mundo por ter feito sexo horas atrás com o Justin e ser acordada pelo meu namorado traído? 

Oh céus. 

— Bom dia! — Falei com voz de sono, soltando um bocejo. 

Ainda bem que tomei banho, antes de voltar a dormir, não gosto nem de me imaginar beijando Luke com a roupa que usei na despedida da Lisa. 

— Estava morrendo de saudades de você! — Luke pulou em cima de mim, arrancando uma risada alta dos meus lábios.

— Bobo! — Comentei tocando no seu rosto. 

— Nossa, quer dizer que não sentiu Saudades nenhuma de mim? — Pergunta indignado. 

Rir diante ao seu drama.

— É claro que eu senti, seu bobo. — Dei um tapa leve no seu braço. 

— Qual é a do Bobo? — Ele indagou beliscando minha barriga. 

— Não sei, acho que é um belo apelido para você, o que acha? — Brinquei. 

— Eu acho que devo da um beijo na minha namorada e enche-la de carinho porque ela merece. — Luke se inclina para podermos juntar nossos lábios. 

Eu estava recebendo tapas atrás de outros, eu tenho que resolver logo esse problemão que me meti. Luke é bom demais para mim. 

Nosso beijo foi bem parcial e estranho, eu não estava sentindo aquele sabor maravilhoso quando beijo o Justin e isso me fez perceber que os sentimentos que tinha pelo Luke se esvaíram de verdade. O peso na minha consciência só duplicou. 

— Eu preciso falar com você depois que o casamento acabar! — Falamos ao mesmo tempo e rimos após isso. 

— Conexão de mentes. — Luke comenta. 

— Achava que essas coisas paranormais não fossem reais, mas pelo visto é! — Falei com humor. 

Ficamos nos encarando por um tempo e me vi brincando com seus cachos. Seus olhos estavam perdidos em algum campo de visão cujo eu não estava envolvida. 

— Quer conversar agora, ainda temos esse tempo! — Estava preocupada com ele, pois parecia tenso. 

— Tudo bem, se não for pra você! — Ele me fitou docemente. 

— Estou a ser seus ouvidos. — Me sentei e o vi fazendo o mesmo. 

Luke segurou a minha mão e eu tremi, temendo que ele fosse fazer o que minha mente estava desconfiando. Tomara que não porquê isso o faria sofrer mais. Seus belos olhos azuis me encaram e eles pareciam demonstrar....culpa? 

— Luke, o que houve? — Insisti já que ele ficou calado. 

— Eu vou direto ao ponto, okay? — Ele fala e eu assenti — A um mês eu conheci uma pessoa, minha paciente, Helena, não sei o que foi mais algo nela me atraiu de certa forma, do nada começamos a nós esbarrar nos corredores do hospital, ela me contou que está cuidando do seu avô, portanto nossos encontros por lá seriam frequentes, bem, eu não queria mas comecei a sentir coisas por ela, sabe quando o olhar lhe mostra coisas que não imaginava, tipo uma vida ao lado daquela pessoa? — Luke indaga. 

— Vocês estão juntos? — Minha voz saiu surpresa com a sua revelação.

— Descobri que ela também sentia o mesmo por mim, mas achava incerto gostar de um cara compromissado, assim como eu não achava justo ferir você com uma traição. Só que houve um momento que esse sentimento falou mais alto é bem, nos acabamos nos envolvendo e tornando isso frequente, parecia errado mais ao mesmo tempo certo. — Explicou e eu permaneci quieta, absorvendo tudo — Mari, eu te amo, mas eu quero que entenda que não tive como me controlar, a Helena me faz tão bem, você também fez muito, sou grato e tudo bem se estiver me odiando agora, eu vou entender, por isso eu vim aqui, queria passar um tempo com você e lhe explicar tudo, apenas de ter sido infiel, decidi que é a melhor decisão a se fazer. Fui um canalha e mereço seu ódio. — Luke deixava algumas lágrimas escorrerem pelo seu rosto. 

Uau, fiquei em choque com isso tudo, mas não brava, porque eu também fui bem infiel a ele, porém aquele choque me pegou de jeito. Por mais que ele tenha feito tudo aquilo eu sabia que não podemos controlar um sentimento que fala mais alto que nos mesmo. O Luke, ao menos veio se esclarecer e não fazer como outros caras por aí e esconder o que fez. 

Toquei no seu rosto limpando as lágrimas que caiam em excesso, mostrando para ele que está tudo bem. 

— Posso te falar uma coisa que também fiz? — Pedi franzindo a testa. 

— Está com o Justin?! — Supôs ele com a voz tremida. 

Balancei a cabeça, me sentindo deslocada. 

— Eu, queria te explicar de uma forma que...AHHH, eu fiquei com tanto ódio de mim por ter que falar sobre o que eu fiz com medo de que sentisse raiva de mim. — Comentei sincera.

— Você o ama? — Luke perguntou.

— Muito. Me desculpa! — Senti meus olhos encherem.

— Hey, nós dois ouvimos nossos corações e acabamos cometendo essas atitudes. Acredito que não erramos de certa forma. — Luke me consolou com um abraço, quando percebo estávamos chorando juntos — Quando eu descobri que você e o Justin namoraram, fiquei pasmado e louco. Porque eu sabia que aquilo abriria oportunidades na minha mente insana e não conseguiria controlar meus sentimentos pela Helena. 

— Era ela que te ligava, não é mesmo, até aquela vez que fomos jantar? — Funguei com o rosto no seu peito.

— Sim. — Comentou sem graça. 

— Isso não é estranho? — Me afastei para encara-lo — Acabamos de descobri que traímos um ao outro e estamos falando sobre as pessoas que ficamos. Tipo, estamos chorando aqui, como dois amigos após assistir uma comédia romântica. 

Luke rir, limpando as lágrimas que escorriam pelos cantos do seu rosto. 

— Somos amigos, quero dizer, eu ainda quero ser. — Ele acaricia minha palma.

— Eu também. — O puxei para um abraço caloroso, confesso que ainda chorava que nem uma condenada — Somos loucos por agir assim, pacificamente? 

— Acho que somos mais diferentes da sociedade. — Ele rir e o acompanhei. 

Voltei para o meu lugar afim de encara-lo.

— Você vai ficar aqui não vai, até o fim da festa? — Perguntei fazendo bico. 

— Claro, comida grátis e não é da lanchonete do hospital. Tenho que aproveitar. — Ele comenta brincando com as sobrancelhas — Então, como vocês estão fazendo, em relação ao que sentem, descobri que o Justin tem uma namorada. 

— Bem, nós vamos voltar as nossas vidas, ele vai conversar com ela e eu iria com você, sabe, com mais calma, para não estragar o casamento dos nossos amigos. — Expliquei — No caso, vou voltar com você pra Nova Iorque. Até que o Justin ligue para mim, balançando a bandeira verde. 

— Eu torço por vocês. — Luke beijou meu rosto. 

— Isso foi bem estranho de se ouvir de um ex-namorado. — Rir e ele concordou — Também estou torcendo por você é a Helena. — Sorri docemente.

—Se esse pop star não cuidar bem de você, eu vou mata-lo, só pra constar aqui. 

— Tudo bem Chefe. — Ergui as mãos pra cima — Hey, agora vamos deitar aqui porque estou com sono e a Lisa daqui a pouco vai roubar meu descanso. 

Deitei novamente e Luke fez o mesmo do outro lado. 

— Ela está pirando não é? — Ele abraçou minha cintura.

— Pirada ela sempre foi, mas agora está o dobro disso. — Rimos. 

...........

Depois do meu terceiro tempo de cochilo, porque foi impossível dormir, ainda mais quando a Lisa chegou batendo na minha porta gritando para mim levantar porque hoje tínhamos muito o que fazer, isso assustou ao Luke que soltava longos suspiros ao meu lado. 

— Mas o que é isso? — Ele me fitou com os olhos assustados.

— Sei que parece que o mundo vai acabar mas é só a Lisa me chamando. — Resmunguei sonolenta e me Arrastei para o banheiro. 

— Vai lá madrinha do casamento. — Luke comentou com humor. 

Bufei e tomei um banho para despertar daquela sonolência que estava. Me sentia bem mais leve depois da conversa com o Luke, pelo ele me provou que o clima entre nós não seria tenso. Assim como também estava feliz por ele afinal ninguém aqui saiu machucado. Quando voltei para o quarto, Luke já havia saído, me troquei e desci para encontrar Lisa. Tomei o café da manhã mais rápido que um carro de corrida na pista. 

Lola, eu, Sebastian, dona Isabelly – mãe da Lisa – e a própria saímos e nem deu tempo deu falar com o Luke ou ver o Justin. Fomos direto para o salão de beleza, afinal Lisa se casaria as duas da tarde e já eram dez e meia, os meninos ficaram cuidando de tudo, o padre já estava chegando e nós, nos embelezando, fomos para um spar primeiro, Sebastian ficou arrumando o cabelo já que por ele ser o masculino, não pode vir conosco. Depois fizemos pé e mão, confesso que senti a manicure arrancar um bife do meu dedo, quase chutei seu rosto e xinguei, mas me segurei porque sou um anjo, nos depilamos, caramba como aquela maldita cera negra dói, eu quase arranquei a mão da Lola fora, coitada, mas ela revidou quando foi sua vez. Lisa foi a que mais berrou, o que foi engraçado. Nós fomos direto para as cadeiras afofadas do salão, deixando os cabeleireiros cuidarem de nós, Lola decidiu mudar a coloração do seu cabelo, para um mais claro como chocolate, ficou linda não vou mentir, ela hidratou e depois vi o profissional escovar, enrolar as pontas e fazer um penteado. Eu hidratei meus cachos, Lisa insistiu para que eu o escovasse, aceitei porque ela pediu, também cortei as pontas que estavam secas, meu penteado foi simples, apenas um trançado na raiz, nas laterais do meu cabelo, enrolei as pontas e deixei a longa franja cair na lateral do meu rosto. Lisa, fez o mesmo que nós mas seu penteado foi lindo, um coque lindo, onde os cachos que ela fizera estavam soltos, tanto na frente quanto atrás. Seguimos para a maquiagem, nada muito forte porque era de dia e ninguém precisava parecer a órfã com os olhos escuros. 

Tudo pronto e voltamos para a casa de praia, nossa sorte fora que todos os homens haviam saído, exceto Sebastian é claro, porque ele estava conosco com seu belo cabelo jogado para trás num topete comportado e a barba feita. Subimos para meu quarto porque Chaz iria usar o do casal e bem, o meu é melhor para que ele não tenha uma crise e queira entrar. Recebemos um mimo da nossa linda gerente Lucy, que nos presenteou, mais a Lisa, com um basquete de frutas e petiscos antes do grande de momento. 

Era uma e meia, todas estávamos com os vestidos, Lisa estava linda e eu me sentia tão orgulhosa por ela. Minha amiga VAI SE CASAR. 

— Eu estou com medo. — Lisa se aproxima de mim, quase roendo as unhas.

— Amiga vai dar tudo certo, Chaz está lá em baixo segundo Sebastian, vocês se amam e vão tornar isso mais que oficial. — Segurei suas mãos que estavam frias, geladas para ser mais específica.

— Mas e se nós desentendermos e houver divórcio, AHHH, não quero ir. — Ela negou sentando na beira da minha cama. 

Drama Queen Lisa.

— Lisaaaa, não é hora para surtar, olha aqui para mim.— Lola ficou na sua frente e minha amiga a encarou — Da aquele frio na barriga e gera uma insegurança, eu sei, mesmo tendo casado bêbada, mas olha, quando você estiver andando no meio daquele povo que você chama de família, vai erguer a cabeça e olhar nos olhos do bonitão do seu noivo, nada vai importa somente ele e quando ver, já estaram casados. — Lola sorri.

— É a Lola mesmo? — Lisa sorri com os olhos cheios.

— Também fiquei na dúvida mas é sim. — Balancei a cabeça rindo e Lola apenas rolou os olhos, mas logo nos acompanhou.

— Ei não vá chorar agora. Tem que estar linda na hora de dizer o sim. — Fui para perto delas, entregando o lenço para a mesma, que secou as laterais do seu olho. 

— Obrigada meninas, eu amo vocês e por estarem na minha vida. — Lisa nos deu um abraço rápido para não amassar seu vestido. 

— Te amamos também. — Falei sentindo a emoção.

— Tipo, amamos grandão. — Lola me completa. 

— Ahhhh eu vou CASAR! — Lisa deu um pulinho que nos fez rir. 

Ficamos mais um pouco ali para manter a Lisa calma e não surtar. Ela estava mais tranquila ate o relógio marcar duas e quinze, afinal tem que ter aquele famoso atraso da noiva. Seu pai apareceu nos avisando que iria começar, beijamos Lisa e fomos para o hall, acompanhar nosso parceiros, que seriam padrinhos do Casamento. Chegando lá Ryan vem correndo abraçar Lola, dizendo que ela estava linda demais, assim como ele que usava um smoking preto bem justo, ele também me elogiou e agradeci. Andei mais um pouco vendo de longe o Justin conversando algo com a Kelsey que balançava a cabeça, ela estava bem linda, não vou mentir, seu cabelo loiro estava bem preso no penteado, seu vestido na altura do joelho era justo e dourado, mas bem menos vulgar. Depois de um tempinho eles se afastam e me viro para não ter de ver ela dando um selinho no Justin, que estava bem sexy naquele smoking preto, fora aquele óculos que ele usava, sempre charmoso, oh céus. 

Ele se aproxima de mim, sorrindo e me averiguando de cima a baixo. 

— Eu sei que estou demais, não precisa babar Bieber! — Humorizei e dei uma rodadinha. 

— Se não tivesse ninguém aqui eu te daria um beijo. — Sussurrou — Está tão linda que estou me apaixonando mais por você! 

Meu rosto foi queimando após seu comentário.

— E você está sexy demais, oh céus! — Exclamei.

Justin pegou na gola do paletó e deu uma voltinha com um sorriso sacana. 

— Estou mesmo. — Ele pisca para mim. 

— Convencido! — Rolei os olhos. 

— Mari e Justin, já vamos entrar! — Lola chamou nossa atenção. 

Assenti pegando o buquê que ela estica para mim, Lisa deixou bem claro que as madrinhas e ela, levariam tulipas vermelhas, já que elas representam o amor em si. Toda romântica não? 

— Vamos Lady? — Justin faz um gancho com o braço.

— Vamos meu tigrão. — Sorri encaixando os meus dentro do dele. 

Ficamos atrás da Lola e do Ryan, o mesmos selaram seus lábios e sussurraram um Eu te amo. Olhei para o Justin que disse o mesmo pra mim, sem que sua voz saísse e eu fiz o mesmo. Lisa desceu as escadas com seu pai, ela sorri para mim e retribuir emocionada, Justin pegou o microfone já que cantaria enquanto entravamos. 

A melodia dos instrumentos na praia foi a nossa deixa, andamos alguns passos e Justin colocou o microfone próximo dos Lábios soltando Give me Love do Ed Sheeran. 

Give me Love Like her, Cause lately I've waking Up Alone, Pain splatler teardrops oh My shirt, Told you I'd let them Go. — O violinista aumentou o tom e diminuiu, Lola e Ryan entram no corredor de pessoas sorridentes — And I'll fight I'll call ya, After My blood turns into alchool, No I just wanna hold ya. 

Agora estávamos no corredor de pessoas sorrindo, eu queria me esconder dos seus olhares mas não dava, estranho eu estar parecendo um noiva, pelo amor Mari.

Give a Little time to me, we'll burn this out. We'll play hide and seek, to turn around. ALL I want is The taste that your lips allow.” 

“My, My, My, my oh Give me Love” 

Olhei para frente vendo o Chaz todo emocionado no terno azul que usava, own, desse modo me emocionei junto. 

Give me Love Like never before. Cause lately I've been craving more. An it's been a while but I still Feel The same. Maybe I should ler you Go.” 

“You Know I'll figth My corner. And that Tonight I'll call ya. After My blood, is drowning in alchool. No I Just wanna hold Ya.”

Subimos para ficar ao lado do Chaz, Justin lhe dá um grande abraço ainda cantando e vem para o meu lado, suas mãos pegam na minha e foi surpresa para mim, olhei para ele na mesma hora e ele para mim.

Give a Little time to me, we'll burn this out. We’ll play hide and seek, to turn this around. And I want is The taste that your lips allow”

Eu já me via sendo fuzilada pela Kelsey, mas não olhei para onde ela estava, apenas baixei o olhar quando o Justin parou de cantar. A cerimônia foi tranquila, os primos de Lisa levaram as alianças após a fala do padre, eles fizeram os votos de amor, olhei em volta e acho o Luke ao lado do Sebastian e o Max que sorriam e acenava para mim. Retribui discretamente e senti Justin apertar minha mão, apertei de volta e me concentrei no casamento. Quando terminou, sorrimos todos para o casal, abraçaram em fim os noivos, tiramos algumas fotos para o álbum e nos dispersamos, não foi fácil para mim ficar longe do Justin mas não podia fazer muito. Abracei o Luke que me elogiou e disse que me sai bem, a festa começou na praia mesmo, estava tudo lindo, com flores e decorações por todo o lado, sem contar a bela paisagem que a praia nos proporcionava. 

Dancei algumas vezes com Luke, até mesmo com a Lisa que estava muito contente é não parava de balançar as mãos mostrando sua aliança. Logo vi o Stark se juntando a nós, ele havia se atrasado e eu o perdoei, ele e o Luke se deram muito bem, já que não paravam de conversar. Justin e a Kelsey estavam sentados em uma mesa longe de nós, algumas vezes eu a via me encarando com raiva, mas não liguei. Aquele dia eu ia me divertir. 

— LICENÇA AQUI! — ouvimos a voz do Ryan no microfone, ele estava em cima de um banco e fez todos da festa pararem o que faziam para encara-lo. — EU SEI QUE JÁ ROLOU O DISCURSO DOS PADRINHOS E MADRINHAS, FAMILIARES E BLÁ, BLÁ, BLÁ. EU SÓ QUERO DIZER QUE MEU BEBÊ TA CASADO E COM UMA GRANDE MULHER! — Ryan ergue sua taça e rimos — VOCÊS SÃO LINDOS E A GENTE SE CONHECE DESDE A FACULDADE, ISSO É LINDO DEMAIS! — Ele começa a chorar — Desculpa.... — Limpou as lágrimas — Eu só quero dizer que vocês merecem isso e Lisa! — Chamou a minha amiga que o encarava apreensiva — Tu é chata pra caralho, seus tapas são a prova de que tu é selvagem e imagina na cama, né meu caro Chaz! 

— RYAN SEU IDIOTA! — Lisa foi até o mesmo que desceu da cadeira e começou a correr.

— Felicidades e DJ TOCA A VALSA! — Ryan jogou o microfone para um convidado. 

A música começou novamente, mais lenta, Chaz foi para o centro e esticou sua mão para Lisa, que bufou para Ryan e andou até seu noivo, ambos começaram a dançar, trocando carinhos e beijos. 

— Me concede? — Luke segura a minha mão.

— Já sabe que eu sou um desastre né? Na dança? — Ele me guia para o centro e rir. 

— Tudo bem, eu aguento. — Comentou e eu lhe dei um tapa. 

Suas mãos agarram minha cintura e a outra minha mão, apoio a esquerda no seu ombro e deixamos a música nos guiar. Logo Max e Sebastian se aproximam, Lola arrasta o Ryan e o faz dançar com ela, vi o Stark puxando uma prima do Chaz para dançar, a garota era bem bonita e parecia ser simpática. Sorri por eles, Justin também veio junto com a Kelsey, de repente toda a família estava conosco nessa valsa. 

— Está pensando em quê? — Luke me rodopia e me puxa para mais perto de si.

— Eu estou só viajando no nada da minha mente mesmo. — Comentei. 

— Acha que ele vai demorar para falar com a Kelsey, estou certo? — Assenti e suspirei. 

— Espero que não. — Sorri e olhei nos pares azuis do Luke. — E você é a Helena, o que estão planejando? 

Luke fica vermelho.

— Ela ainda não sabe mais vou pedir sua mão para a família.

— Hum...todo apaixonado. — Brinquei e ele rolou os olhos — Se tiver casamento quero que me convide porque se não ficarei muito desapontada com você senhor, Hilshester! — Belisquei seu braço. 

— Pode deixar. E você também viu! — Ele me adverte. 

— Obrigado por entrar na minha vida e estar comigo durante esse tempo. Sério, você foi incrível e me tratou como uma Princesa. — Senti as lágrimas caindo no meu rosto — Você merece toda felicidade do mundo. — Comentei fungando. — E eu te amo seu chato! — Sorri. 

— Você gosta de me fazer chorar não é dona Mariana! — Ele deixa algumas lágrimas escorrerem e limpa as minhas — Eu também amo você sua louquinha, alegrou todos os meus dias, até mesmo aquele no mercado. Nunca vou esquecer da dor que senti na minha bunda. 

Rir. 

— Ela estava no meu caminho, não tive culpa doutor. — Me defendi e ele rir. 

— Que bom que somos amigos. 

— Também acho. — Sorri. 

— Um último beijo? — Luke pediu.

Eu não sabia se era uma boa ideia por causa do Justin, mas também sabia que era apenas para uma despedida. Me aproximo dos seus lábios e os junto nos meus, iniciamos um beijo calmo, Luke me abraçou fortemente e eu fiz o mesmo com sua nuca, apesar de tudo, foi bom estar com ele. 

— Com incensa! — Ouvimos alguém pigarrear.

Paramos o beijo e viramos para encarar o Justin com a mão no bolso, ele não parecia com raiva e nem nada, apenas envergonhado por nós estarmos o encarando.

— Será que eu posso dançar com ela? — Pediu. 

Luke me encarou sorrindo.

— Ela é toda sua. — Falou após beijar a minha testa. 

Justin arqueou a sobrancelha confuso. 

— Cuida dela Bieber, se não acertarei as contas com você, entendeu? — Indagou Luke e eu rir — Faça a Mari uma mulher feliz porque ela merece, considere-se um cara de sorte por ter a chance de construir a vida ao lado de um antigo amor. — Luke lhe dá um tapa nas costas e pisca para mim. 

Justin ficou parado o encarando sem saber o que dizer. 

— Ei garanhão, não vai dançar comigo? — Pigarreei chamando sua atenção. 

Na mesma hora ele agarra minha cintura sorrindo e interlaça nossos dedos para continuar a valsa. 

— Por que ele me disse aquilo mesmo? — Indagou após nosso silêncio.

— Eu e o Luke somos grandes amigos. — Expliquei.

— Mas não ia conversar com ele em Nova Iorque? 

Rir.

— Pois é, descobri que Luke ama uma mulher chamada Helena, então ficamos quites, já que eu amo um cara chamado Justin. Conhece? — Ergui a minha sobrancelha arrancando risadas suas.

— Ele é bonitão, já ouvi falar. — Gabou-se e apenas rolei os olhos — Mas isso é sério mesmo? Estou meio disperso aqui! 

— Eu te daria o beijo bem gostoso aqui mas sua namorada está nos encarando como um cachorro marcando território. Mas é, Luke e eu terminarmos. — Sorri. 

— Caralho, estou bem feliz. Pode deixar que assim que por os pés em Nova Iorque vou falar com a Kelsey e resolver tudo. — Ele cochicha no meu ouvido e eu me arrepiei. 

— Acho bom senhor Bieber. — Apertei seu ombro. 

— Eu te amo Mari! — Sussurrou com os lábios contra meu ouvido. 

— Eu te amo Justin. 

— HORA DO BUQUÊ! — Lisa me puxa e sou arrastada para longe do Justin que apenas ria.

Idiota.

— Lisa mas que diabos! — Resmunguei enquanto ela me deixava parada no centro.

— Cala boca e espero que pegue a droga do buquê! — Piscou para mim e caminhou para o pequeno palco que tinha ali. 

Bulhufas que isso ia acontecer, não com tantas mulheres pulando feito sapos ao redor de mim. 

— Vou entrar nessa brincadeira por eu posso! — Sebastian veio para o meu lado e eu rir. 

— Eita que um certo alguém vai ficar nervoso agora. 

— Deixa só ele fugir de mim. Vou Laçar esse homem amiga, ele vai ser meu! — Sebastian comentou e mandou um beijo para Max que acenou para nós.

— Possessivo. — Lhe dei um cutucão.

Sinto um empurrão logo em seguida, olho para o lado vendo a Kelsey de cara amarrada ao meu lado, só nos meus coros mesmo viu.

— Oi. — Ela falou num tom seco.

— Oi. 

Virei para frente, aquilo não ia prestar, senhor, que esse buquê passe longe. 

— Vamos lá, Um, Dois...TRÊS! — Lisa jogou o buquê para trás. 

Kelsey me dá outro empurrão e dessa forma trôpego para trás, vendo o buquê batendo na ponta dos dedos do Sebastian e caindo nas minhas mãos. Bananas maduras, meu treco, vou ter um agora. Seguro o mesmo nas mãos, recebendo alguns olhares decepcionados de mulheres que não pegaram o mesmo e alguns me parabenizando. Sebastian pulou junto com Lisa, Lola veio para o meio e eles começaram a gritar de felicidade por mim. Achei aquilo engraçado e olhei para Kelsey nada contente e ergo o buquê para que ela visse que era meu e seu planinho de me derrubar não funcionou. 

Meus olhos encontram os do Justin que balançava a cabeça rindo e depois volto para meus amigos.

 

.......

— Você se cuida, ouviu? — Lisa me dá um décimo abraço. — Qualquer coisa me liga, sério.

— Lisa vou ficar bem. — Toquei na sua testa. — Só vou sentir sua falta naquele apartamento, mas ficarei okay! 

Minha amiga começa a chorar.

— AHHH amiga, mora comigo então? 

— Tá doida Lisa, eu não quero ficar ouvindo você é o Chaz gemendo toda vez que eu for dormir. — Brinquei ganhando um tapa seu. — Vai e se divirta nessa Lua de mel. 

— Certo. Daqui uma semana eu vou te visitar! — Ela me dá outro abraço. 

Rir e apertei contra mim. 

— Estarei te esperando.

— Vai embora hoje com o Luke? — Questionou me.

— Sim, ele foi pegar a minha mala e sua mochila. — Falei arrumando meu vestido de babado rosa, agradeci por ter trocado de roupa. 

— Tá bom. — Ela Fungou. 

— Ei, sorria porque você merece! — Limpei suas lágrimas — Te amo ruivinha! — beijei o topo da sua cabeça. 

— Não tanto quanto eu Brasileira! 

Rimos.

— Lisa amor, vamos! — Chaz a chamou já dentro do carro. 

— Hora de ir. — Ela comenta com um sorriso molhado — Tcahu amiga! 

— Tchauzinho! — Acenei vendo a se afastar — CHAZ, CUIDA DA MIMHA AMIGA, OUVIU? 

— Eu vou! — Ele acenou. 

Ambos foram embora no carro que estava enfeitado e escrito recém casados. Sorri e fiquei encarando o nada, agora era só eu.

— Hey, vou sentir sua falta! — Stark me dá um abraço forte, fiquei até sem ar. 

— Eu também. Não se esqueça de ir me visitar em Nova Iorque. — Apontei o dedo indicador para ele.

— Claro. — Rir — Tenho que ir agora, adorei o casamento! 

— Percebi, ainda mais depois de trocar uns beijos com a prima do Chaz. — Sorri maliciosa.

— Tenho que aproveitar as chances que tenho. — O vejo fazendo uma dancinha sensual — Se cuida brasileira! — Beijou minha bochecha. 

— Você também surfista. — O abracei novamente.

Stark se afastou, jogando a cabeleira para trás. Homem gostoso, não vou mentir. 

O meu taxi parece e olho para trás esperando Luke que vinha correndo com a mala. 

— Desculpa, tive um probleminha com a minha bexiga! — Comentou.

— Tudo bem, melhor do que mijar nas calças. 

— Há, há, há! — Ele mostra sua língua e vai colocar tudo no porta malas. 

Dou uma última olhada para o casa de praia, sentindo fata dos momentos que vivemos aqui, mas feliz para os próximos que viriam. 

— Vamos? — Luke abre a porta para mim e assenti. 

Estava quase entrando quando ouço o Justin me chamar, ele estava ofegante com a roupa toda amarrotada. 

— Vou esperar aqui dentro. — Luke falou entrando. 

Permaneci estática no meu lugar, quando Justin ficou na minha frente.

— Eu estou indo. — Falei. 

— Sei disso, eu também. — Ele coça a nuca — Promete que vai me esperar? Porque estarei louco para ter você junto comigo. — Segura a minha mão, olho ao redor a procura da Kelsey. — Ela está no quarto arrumando as coisas dela. 

— Oh sim... — Sorri — Jus...eu já sou sua, desde a faculdade. E vou esperar você quanto tempo for necessário. — Apertei seus dedos.

Justin se aproxima e me dá um selinho demorado, nem mesmo nos importamos com as pessoas ao nosso redor. Nos afastamos sorrindo feito bobos. 

— Não demore muito senhor Bieber! — Me afastei entrando no táxi.


Notas Finais


Bem, durante esse tempo eu estava desmotivada a escrever mas consegui me inspirar novamente
Eu só quero avisar que não irei abandonar I Love Mari, porque eu gosto muito dessa história, assim como vocês, que são pacientes comigo e Continuam a me acompanhar ^_^

Ela está em reta final, mas não sei até onde será, mas avisarei a todos :-)
Me perdoem, a demora, eu fiz cirurgia e não tava tendo tempo.
Bem estou sem internet, portanto a fic será postada sábado sim, outro não, talvez no meio da semana.
É bom esse tempo para mim escrever mais, e bem, estou tendo grandes ideias para os próximos capítulos :-)

Obrigada pela atenção :-)
Até o próximo capítulo 😘
@SweetOnlyAngel xxX


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