História I Love My Blue Life - Capítulo 9


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Categorias Black Veil Brides (BVB), Bring Me The Horizon, Halsey, Juliet Simms, Melanie Martinez, Never Shout Never!, Sleeping With Sirens
Personagens Andrew "Andy" Biersack, Christofer Drew, Halsey, Juliet Simms, Kellin Quinn, Melanie Martinez, Oliver Sykes, Personagens Originais
Exibições 45
Palavras 2.197
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drabble, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Ficção, Hentai, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


OEEEEE
Pse, eu sei, demorei pra atualizar a fic mais é q... Tava sem tempo e sem criatividade pra escrever
P.S. Eu odeio a Juliet (tanto na fanfic quanto na vida real) mais eu AMODORO essa fotenha (principalmente por causa do sorriso de Sr. Gray Biersack), COMO LIDAR COM ISSO??? </3
Enfim ne... Vamos a fic :'3
Boa Leitura *----*

Capítulo 9 - Chapter 9


Fanfic / Fanfiction I Love My Blue Life - Capítulo 9 - Chapter 9

POV'S KELLIN QUINN

Ela é tão linda, tão fofa, tão... Única, é o tipo de mina que você quer guardar num potinho para ninguém nunca magoa-la, eu sei, eu sei, parece patético falar isso mas é a verdade, por trás daquela armadura de ferro existe uma garota ingênua e frágil, por mais que não pareça.
Andava pelas ruas de Ohio, voltando para a casa enquanto vários carros passavam em alta velocidade ao meu lado
   - KELLIN ! - alguém gritava por mim
Olhei rapidamente e vi Oliver Sykes correndo (e cambaleando ) na minha direção
   - calma cara - falei quando ele se aproximou
Senti o forte cheiro de álcool e maconha vindo dele, que porra, ele foi atrás de maconha de novo mano
Enquanto ele recuperava o fôlego resolvemos sentar na calçada de uma rua deserta
   - eu vi mano - disse ele falando enrolado
   - viu o que viado? - perguntei
   - ela - respondeu
Meu coração acelerou, não pode ser, não, não, eu espero de verdade que não seja quem eu tô pensando
   - ela quem?
   - Juliet Simms
   - quê? Mano, tu ta chapado cara, nem sabe do que ta falando mais
   - EU SEI SIM, eu vi ela entrando no bar que a gente tava
    - escuta aqui - peguei em seu braço - sendo isso verdade ou não eu não quero que você conte pra ninguém, PRA NINGUÉM, ouviu bem?
   - sim - respondeu vergonhoso
Nos levantamos e começamos a caminhar para casa novamente
Seja isso verdade ou não, acho bom que o Biersack não descubra, senão Juliet Simms será uma mulher morta.

POV'S ALEX

   - amor, acorda - alguém me chacoalhava
   - hum - resmunguei em resposta
   - bebê, abre os olhos - pediu a pessoa ainda me chacoalhando
Me virei na cama e abri meus olhos lentamente, minha mãe me encarava com um forte odor de álcool
    - mãe - sussurei quando vi ela deitada ao meu lado
Minha mãe nunca foi de beber, muito menos de ficar bêbada por causa disso, na verdade, ela nunca gostou de álcool, sempre achou ruim e amargo, mas, nos últimos anos ela esta apelando para a bebida e ficando constantemente bêbada, agora ela está na minha frente, completamente chapada de bebida alcoólica e falando meu nome errado
    - você cresceu tanto meu bebê - falou embolando as palavras
    - mãe, vai dormir - falei cobrindo o meu rosto com o cobertor
    - shiiiii, deixa a mamãe falar - se sentou na cama, ficando de costas pra mim, resolvi ficar quieta e escutar as sinceridades dela - aquele miserável do seu pai foi embora e me deixou cuidando de três pirralhas inúteis, você não sabe o quanto eu quis que vocês morressem pra eu finalmente ficar sozinha - ela apertava fortemente o lençol e eu me encolhia mais ainda de baixo dele - mais ai a Ashley nasceu, depois você e ai veio a Melanie e ele foi embora, me deixando sozinha com 3 filhas nas costas, eu o odeio tanto! Mas eu amo tanto vocês que seria capaz de doar o meu coração pras três e agora vem o Phill e acaba tornando a minha vida um inferno, eu sinto que estou morrendo aos poucos e ninguém pode me salvar - ela chorava escandalosamente, meu coração se partiu em pedaços quando escutei o choro dela e foi ai que eu percebi que estava chorando também
Me levantei da cama e segurei em sua mão
    - vem mãe, deixa eu te dar um banho - falei
Puxei-a pra fora da cama e ela resmugou, ajudei ela a andar até o banheiro, chegando no mesmo, tirei seu vestido e sua sapatilha, deixando ela apenas de calcinha e sutiã, soltei seus cabelos e coloquei-a de baixo do chuveiro
Liguei o mesmo, deixando-o na temperatura fria, fazendo ela suspirar pesadamente quando a água em sua cabeça
Dei o seu devido banho e mudei a temperatura pro morno, minha mãe pareceu estar mais consciente e mais... Sentimental
Ela se apoiou na parede do box e escorregou até sentar no chão, a água caia em seus cabelos e escorregava sobre suas costas, ela abraçou as pernas e começou a olhar fixamente pra parede da frente
   - eu posso ter odiado muito o seu pai por ter me abandonado, mas eu jamais irei me arrepender de ter tido as três como filha, vocês são meus anjos, principalmente você, Alex, você é o meu maior orgulho - falou
    - pensei que o orgulho dessa casa fosse a Ashley - falei desligando o chuveiro
    - você é a cara do seu pai mas é a minha cópia viva de personalidade, você é o meu maior orgulho - uma lágrima solitária caiu sobre minhas bochechas
    - vem, mãe - respondi a levantando do chão
(...)
    - eu não vou dormir no seu quarto Alex - falou ela
    - vai sim! - respondi - vai e ponto final, okay
Ela revirou os olhos e suspirou:
    - okay filha
Terminei de pentear seus cabelos e a deitei sobre meus travesseiros
    - precisa de algo? Comida? Bebida? - perguntei
    - uma boa noite de sono ja está ótimo - respondeu sorrindo, se aconchegou na cama e fechou os olhos
    - boa noite mãe, eu te amo - falei depositando um beijo em sua testa
    - eu também amo você - sussurou depois de entrar em um sono profundo.
Sai de meu quarto e desci a escada, ia pra cozinha mas vi a porta aberta, peguei um taco de beisebol que ficava atrás da escada e me aproximei lentamente, passo por passo, um pé atrás do outro até chegar na mesma
Halsey estava sentada no gramado do jardim com uma garrafa de skol beats spirit na mão esquerda e na mão direita um cigarro que ela estava tragando na boca
Me aproximei e sentei do seu lado esquerdo, peguei a garrafa de sua mão e dei um generoso gole na mesma, deixando o álcool consumir as minhas entranhas
    - conseguiu cuidar dela? - perguntou Ashley quebrando o silêncio
    - dei banho e deixei ela dormindo no meu quarto
Halsey deu uma risadinha desanimada e soltou a fumaça que havia em sua boca
    - sabe que ela não vai aguentar tanto tempo ne?
    - do que ta falando ? - olhei-a e peguei a cartela de cigarros que havia sobre o seu colo junto com o isqueiro, coloquei o cigarro na boca e acendi o mesmo, dei uma longa tragada e soltei a fumaça
    - deixa de ser ingênua Alex, nossa mãe toma antidepressivos, passa em psicólogos e psiquiatras, é casada com um idiota que vive a suas custas, tem três filhas e um ex marido que vive por ai depois de ter abandonado a suas pirralhas, ela bebe e fica bêbada diariamente, acha que vai demorar muito pra ela tentar suicidio? - perguntou
    - não, ela não seria capaz disso Ashley - falei tragando novamente
Halsey deu um longo gole na bebida e olhou para frente, observando o horizonte, ou melhor, a casa da vizinha da frente
     - ela tentou suicidio quando estava grávida de mim - falou e engoliu em seco - por a cicatriz horrivel que ela tem na barriga
     - não, não pode ser - falei
     - minha vida também não é e nem nunca foi perfeita, Alex - respondeu
Dei uma longa tragada dessa vez e joguei o cigarro na grama, pisando- o longo em seguida, dei um longo gole da bebida e deitei minha cabeça sobre o ombro da minha irmã
     - eu só espero que esse inferno acabe logo - falei e fechei os olhos, deixando uma lágrima escorrer pelo meu rosto.
(...)
A HISTORIA DE CINDY CLARK MARTINEZ - NARRADA POR ELA MESMA...

Eu nunca fui uma pessoa muito sentimental, muito menos amava as pessoas, até conhecer ele, o pecado em pessoa...
Greg Mendez Frangipane
Ele era lindo e tinha uma bunda grande e gostosa, tinhamos apenas 14 anos quando transamos pela primeira vez (ja que namorávamos desde os 12 anos de idade) e como naquela época não sabiamos de muitas coisas, não usamos camisinhas
O que aconteceu?
Ora, bolas, é claro que aconteceu o óbvio, eu fiquei grávida com apenas 14 anos, quando fiz 7 meses de gestação meus pais descobriram e obviamente obrigaram nós dois a casarmos.
Casamos um mês antes da Ashley nascer, quando estava perto do meu 9 mês de gestação
O nome da minha primeira filha seria: Ashley Martinez Frangipane e o meu nome passaria a ser: Cindy Martinez Frangipane depois de casada
Só que na gravidez de Ashley, eu não conseguia me aceitar, uma garota de apenas 14 anos vira mãe, portanto tentei abortar em casa, acabei cometendo a loucura de enfiar a droga de uma faca no meu ventre
Só que graças ao céu, Greg chegou no mesmo minuto e tirou a faca rapidamente da minha barriga, Ashley foi forte o suficiente e não me deixou.
Depois que eu tive ela, acabei tendo depressão pós-parto e peguei um ódio enorme de criança e principalmente dela.
Quando Ashley completou 6 anos de idade, descobri estar grávida novamente e novamente de uma menina, Greg que escolheu o nome dessa vez:
Alex Martinez Frangipane, era um nome lindo e eu concordei, com 20 anos tive a alex e minha depressão pós- parto se reiniciou, era um sacrifício pra mim cuidar de 2 crianças que eu tanto odiava.
Quando Alex fez 1 ano, descobri estar grávida novamente, eu escolhi o nome: Melanie Martinez Frangipane, só que as brigas foram tomando conta de mim e de Greg, a depressão pós- parto voltou e Greg começou a viajar para fazer alguns cursos no exterior e a depressão começou a tomar conta de mim
Eu cuidava todos os dias de três meninas com idades de: 8, 2 e 1 ano, era horrivel o choro de criança no meu ouvido
Quando Greg voltou do exterior ele escreveu uma carta pra mim, dentro dela havia três coisas, a nossa aliança de casamento, o pedido de divórcio e a minha guarda das meninas, na carta dizia que não dava maos pra ele, que ele precisava se dedicar aos estudos e ao seu futuro e eu fiquei com as três pirralhas.
Passei longos anos em depressão, minhas filhas ficavam com a minha mãe até ela falecer, quando eu completei 23 anos de idade minha mãe faleceu e o meu pai também morreu no ano seguinte.
Eu fiquei sozinha, abandonada, com três meninas sem juizo.
Com 30 anos conheci Phill Clark em um parque, ele parecia gente boa e namoramos, o namoro durou 2 anos até que ele me pediu em casamento.
Com 33 anos eu casei novamente e descobri o incrivel ogro pelo qual me casei, quando fiz 35 nos mudamos para Ohio e aqui estou, tomando antidepressivos, indo em psicólogos e psiquiatras, bebendo muito, fumando também, brigando com todos e sinto que estou morrendo a cada dia.
Nunca mais encontrei com Greg Frangipane, apenas sei que ele é o professor de alguma coisa em algum lugar do mundo.
E nunca amei alguém como amo ele.
Mas... Shiiiiii... Isso é segredo, um segredo apenas nosso, ouviu bem?

Pov's Andy Biersack

  É possivel você odiar uma pessoa e ama-la logo em seguida? Ou amar uma pessoa e em seguida odia- la incondicionalmente?
Eu juro que se você vier me perguntar o que eu sinto pela Juliet hoje em dia...
Eu não saberei responder
Eu não a odio, mas também não a amo, eu acho
Meu coração é confuso, ele me prega peças, eu só espero que ele não brinque comigo novamente
Flashback on
- você é muito nervosinho sabia amor?
- ah não, nem vem Juliet, ja falei que eu sou um amorzinho
- uhum, eu e a escola toda sabemos disso
- af, cala a boca
- tô brincando baby, você é um anjo, o meu anjo, é do time da escola, é o popular da porra toda, é gente finíssima, tem um sorriso e um olhar encantador, é amoroso, usa roupas e perfumes de grife, te amo muito, sabia?
- sim, sabia
- huuuum, nada convencido Senhor Biersack
- eu? Convencido, imagina, deve estar me confundindo com outro Andrew
- Andrew?
- fala amor
- você é a melhor pessoa do mundo
- eu sei
- af, cala a boca palhaço
- venha calar Simms
- não faz isso Andrew
- vem calar a porra dessa boca que você tanto quer colada na sua Simms
- filha da mãe
E então ela me beijou.
Flashback off
A gente parecia um casal tão normal, tão fofo, tão romântico, não éramos gays e tinhamos apelidinhos idiota...
Ela, APENAS ela, me chamava de Andrew e eu, apenas eu, a chamava de Simms
Mas, sinceramente, o que eu fiz de errado pra ela ter feito aquilo comigo? Eu acho que eu não merecia tamanha humilhação
Hoje em dia o meu coração é fechado pra amores.


Notas Finais


Espero ter compensado os meses sem postar ^^
Gostaram?
Comentem >_<


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