História Sentimento Proibido! - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber, Lily Collins
Exibições 55
Palavras 1.466
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Amores, estou a reescrever a história, estava me dando falta de ideias para a anterior, mais creio que esta vai além, espero que gostem e comentem bastante, amo voces😍👏

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction Sentimento Proibido! - Capítulo 1 - Prólogo

Estranha sensação que senti ao sair do orfanato ainda nova, eu tinha apenas seis anos quando isto aconteceu, me recordo até hoje, daquela noite que a neve caia com calma, enquanto a rua coberta por aquele manto branco deixava tudo mais lindo, eu sorria boba apertando o pequeno agasalho contra meu pequeno corpo enquanto caminhava lentamente pelas ruas de Nova York. Mais ao mesmo tempo que eu sorria, por dentro eu chorava, me sentia só, sem um lar, sem uma "familia". 

Me sentei ao meio foi fio da calçada abraçando meus joelhos com força na tentativa falha de me aquecer, isto era inútil, iria amanhecer morta e congelada aqui na calçada. Senti uma mão quente em meu ombro me fazendo se levantar rápido e se virar para trás encarando a silhueta de uma senhora ja de idade.

- o que faz aqui fora? Sozinha? - perguntou me fazendo abaixar a cabeça e cruzar os braços para trás - não irá me responder?

- eu não tenho mamãe e nem papai - sussurrei olhando nos olhos da senhora.

- venha comigo, irei lhe ajudar em relação a isto.

Eu fui, "receosa", mais fui, ela me transmitiu segurança e calma. Segurei em sua mão e fomos caminhando rumo a que creio ser sua casa, não demorou muito e logo ja estavamos á frente de uma pequena portinha de madeira, era simples porém humilde.

- sente-se, irei preparar um chocolate quente com biscoitos a você.

Ela sorriu e assenti me afundando na grande poltrona que tinha ali na pequena sala, a lareira estava acesa me fazendo ficar bem mais quentinha.

- aqui está, fui rapidinha - ela pôs a bandeja sobre a mesinha que ali tinha, desço da poltrona com dificuldade e vou até a bandeja que estava repleta de gostosuras. - come, você precisa. - sorri para a mesma e na hora comecei a devora o biscoito seguido do copo de leite. - me fale sobre você pequeno floquinho de neve - gostei do apelido que ela me deste. - sou Elizabeth, tenho 55 anos e meu esposo faleceu a mais ou menos dois anos, tenho três filhos, mais já estão casados e com sua família. - ela deu uma pausa e eu comecei a me pronunciar.

- sou Cherie, tenho seis aninhos e não tenho mamãe e nem papai. - disse triste, deixando meu biscoito e o leite de lado.

- eles lhe abandonaram? - perguntou incrédula e deu os ombros.

- eles me deixaram na casa onde tinha um montão de crianças e tinha umas tias bravas que batia nas minhas mãozinhas

- isto é um absurdo. - ela disse séria - olhe para mim querida. - ela pediu e a olhei nos olhos - irei cuidar de você, até meu último suspiro. - ela me abraçou forte - não irei lhe abandonar, "é uma promessa".

Ela cumpriu com sua promessa, cuidou de mim até seu último suspiro, foi do seu jeitinho, mais cuidou, ela não queria que eu tivesse contato com a sociedade de fora, ela dizia que eram seres diferentes, faziam coisas absurdas e que não podia-se confiar de maneira alguma, eu a obedecia, acreditava e confiava em suas palavras.

Uma semana depois do meu aniversário de quinze anos, ela veio a falecer, chorei sem parar e chorei mais ainda ao saber que fui despejada de minha casa, pois não tinha como paga as contas e ninguém contrataria uma garota como eu, sem conhecimento das coisas. Então agora aqui estou, sozinha, nesse mundo desconhecido por mim...

Chorava baixinho, enquanto sussurros de saudades era ditos de mim em frente ao túmulo de minha mãe, a única que me acolheu, me deu amor e carinho, nunca será esquecida.

- o que será de mim? - sussurro secando as lágrimas que ainda insistiam em cair sobre minha face.

- indecifrável. - uma voz rouca soou de trás de mim, me fazendo se assustar e se virar rapidamente encarando a silhueta de um homem Alto, loiro e com postura firme, aparentando ser bem jovem.

- o que disse? - lhe perguntei confusa.

- a morte, é tão indecifrável - tragou o restante de cigarro e o jogo no chão, pisando em cima. - o que uma jovem como você faz aqui? Sozinha e com...- fez uma pausa olhando para minha pequena mala - uma mala?

- estou sim sozinha, ela era minha única família, agora? Não tenho nada e ninguém, nesse mundo desconhecido. - começo a chorar e ele me abraça forte, não sei porque, mais seu abraço me conforto, e me senti segura nele.

- você confia em mim? - me separei dele o olhando confusa. - confia em mim para cuidar de você?

Estava sem voz, sem reação, eu não o conhecia, mais ele está sendo tão bom comigo.

- lhe ofereço, teto, comida e tudo o que você quiser, basta você vir comigo. - esticou sua mão e meio receosa a segurei.

- não tenho emprego e nunca contrataram uma garota como eu, sem conhecimento.

- isso agora não importa, basta você me obedecer corretamente e não pisa na bola comigo. - deu os ombros.

- sim! Eu confio em você, irei com você - o abracei forte chorando um pouco mais logo me afastei. - prometo me comportar corretamente.

- servirá somente a mim?

- si...sim - disse confusa - como assim? Servir somente a você?

- mais pra frente falaremos sobre isto, agora vamos, vou lhe apresentar seu novo lar...

Maldita eu, maldita. Eu me culpo todos os dias por ter confiado nele, no demônio, ele era apenas um rostinho de anjo de máscara, mais sua real face era mais pior que tudo, seu jeito mandão, desafiante, impaciente, galanteador, ele era resumido em um psicopata em série, ele era horrível, sua maldade era jogada a quatro ventos, todos tinham medo dele, todos o temiam e nenhum que o desafiava sobrevivia para contar sua história. Foi aí que me toquei aonde e a quem eu me rendi, estava no inferno servindo ao diabo, ele me dava medo, me deixou com traumas que até hoje não saiem de minha mente. Ele foi o primeiro a me mostrar e fazer coisas dolorosas, principalmente na noite em que ele tiro minha pureza me impossibilitando de andar no dia seguinte e sempre é assim nas vezes em que ele entra pela porta do quarto e já vai tirando sua camisa, e devo servi-lo e obedece-lo, a si.

Hoje vejo a dor que estou a passar, não vejo a luz do sol por um bom tempo, o quarto escuro me deixa com medo de ver a claridade me invadir, a única que me mostra como estou é a luz do banheiro que fica no quarto onde passo a maior parte do tempo.

Hoje faz dois anos que me entreguei a ele Justin Bieber, dois anos que me tornei somente sua, dois anos sem saber o que é realmente felicidade, dois anos sem receber amor e carinho, somente tapas e puchoes de cabelos, tirando as marcas que ficam gravadas em meu corpo, dois anos que não sei o que é viver...

Sou tirada de meus devaneios com batidas na porta e a mesma logo em seguida é aberta revelando a figura também pequena, era Emily a garota que fiz amizade, a que me mostrou a vida que eu desconhecia, a que me ouve e me da conselhos.

- com lhe ajudar com o banho e a roupa.

- como assim? Me ajudar? Porque? O que aconteceu? - disse desesperada e ela riu fraco e fiquei confusa.

- Sr.Bieber dará uma festa aqui na casa, e ordena sua presença.

- e...eu não quero, vai ter muita gente, não quero sair daqui.

- é uma ordem, ou voce já esqueceu da promessa que fez a ele?

- obedece-lo corretamente, sem reclamar. - sussurro abaixando a cabeça.

- então vamos, irei caprichar em você, tera gente importante nesta festa e veja só, irei ficar com você, não se preocupa.

- obrigada Emily - entrei no banheiro e tirei minha roupa com calma, pois meu corpo ainda está dolorido pela maldita surra que Justin me deu, depois de eu falar que não iria me deitar com ele por eu estar ainda machucada - Emily? - ela murmura um " huh?" - Ryan, ainda lhe bate? - se tratando de agressão, Justin e Ryan, seu melhor amigo, ganham em primeiro lugar.

- muito cher, é doloroso tudo isto, mais não devo abrir minha boca pra reclamar, se nao será pior.

Emily me contou que está aqui desde seus quatorze anos e assim que Ryan colocou os olhos nela, não teve Cristo que a tirava desta enrascada.

- eu oro todas as noites pela mudança deles.

- não perca seu tempo com isto CHER, eles não tem concerto, eles já morreram para milagres, o mau os domino, já era, esquece, entre na banheira.

Eu creio que Justin irá mudar, caso isto não aconteça, estarei pronta a confronta-lo, eu já pensei em fugir, mais infelizmente tenho um "Sentimento Proibido" , por ele...

Continuo?



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