História I Love my Maid-san - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Fairy Tail
Personagens Aquarius, Aries, Capricórnio, Crux (Kurukkusu), Levy McGarden, Libra, Lisanna Strauss, Lucy Heartfilia, Natsu Dragneel, Nikora "Plue", Personagens Originais, Tauros, Virgo
Tags Drama, Nalu, Romance
Visualizações 58
Palavras 1.249
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ecchi, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 1 - Ajuda


Em uma lanchonete de Magnolia, os dois grandes amigos de longa data se reencontram após terem ficado longe um do outro por aproximadamente cinco anos.

Lucy Heartphilia recém-formada em letras, 23 anos. Loira, cabelos longos que vão até abaixo da cintura, olhos chocolate, corpo escultural. Natsu Dragneel dono de uma das maiores e melhores empresas de tecnologia de Fiore. Cabelo rosa espetado, olhos ônix, bronzeado, perigo em forma de homem.

- EU VOU MORRER... – gritava Lucy se esparramando na mesa atraindo olhares indignados para si.

- Quer parar de ser dramática? – disse Natsu morrendo de vergonha pedindo desculpas a todos pelo escândalo da amiga. – Mas o que houve pra você ficar assim?

- Como eu acabei de voltar do meu intercambio em Londres, deixei muitas dividas sem serem pagas e agora elas se acumularam demais. Tentei arrumar um emprego pra conseguir pagar tudo mais nenhuma empresa de jornalismo ou algo do tipo aprovou meu currículo. Quer dizer... Quem hoje em dia pra conseguir emprego, tem que falar sete línguas e ainda ser atlético? – disse Lucy indignada. Uma das últimas empresas em que a garota foi tinha um diretor que escolhia funcionários muito “peculiares”.

Por Exemplo: Para a coluna de desastres... O funcionário teria de ter sofrido acidentes de carro, ter sido pego em uma situação se estremo pânico causado pela mãe natureza ou algo que fosse ligado a isso. Para a de culinária... O funcionário teria de saber Italiano, cozinhar cinquenta pratos chiques e dominar a matemática. E por aí vai.

- Calma Luce, não é o fim do mundo. – disse Natsu tentando acalma-la. – Você é uma das pessoas mais inteligentes que eu conheço. Vão te aprovar, você vai ver.

- Mais quando Natsu? Quando eu estiver tão atolada em dividas que vou ter que vender minhas próprias coisas pra poder me sustentar? – disse Lucy com voz de choro. Natsu suspirou.

- Eu poderia até te dar um emprego na minha agencia como secretária... Mais isso seria injusto para a Levy, então não posso fazer nada. – disse Natsu e Lucy o olhou surpresa.

- A Levy é sua secretária? – nossa, há quanto tempo que Lucy não via seus amigos... – Faz anos que eu não a vejo...

- Também, ficou tão ocupada com a faculdade nos Estados Unidos... – disse Natsu com a cabeça baixa. Lucy olhou para o rosado, curiosa. – Depois teve o intercambio em Londres, parece que durante esses cinco anos você se esqueceu da gente...

- Natsu... Desculpe, eu sempre estava cansada, além da faculdade, eu trabalhava em uma lanchonete por lá pra bancar o meu apartamento... – disse Lucy baixando a cabeça.

- Eu tenho uma saída pra você. Mais já vou avisando que não será tão bom quanto uma empresa de jornalismo. – disse o rosado. A loira focou toda a sua atenção no amigo. - O que me diz de trabalhar de empregada na minha casa? A última que estava por lá se demitiu há um mês.

- V-Você esta me dando um emprego? – disse Lucy. Natsu deu o seu típico sorriso largo com os dentes pontudos bem a mostra e maneou a cabeça em concordância. Lucy de imediato sorriu fazendo os seus olhos brilharem e levantou para abraçar o amigo. – Eu te amo muito obrigada, você me salvou.

- Não tem por que agradecer Luce. – disse Natsu. Ele estava pensando em dar dinheiro para Lucy, mais sabia que isso iria fazê-la se sentir culpada por arrancar dinheiro do amigo rico. – Agora mudando de assunto... Quando é que você vai desencalhar? – ao mencionar isso Lucy adquiriu um rubor em seu rosto que dava para ser visto a 3 km de distancia.

- O que você tem a ver com isso? – disse Lucy, já o rosado ria da amiga. A garota deu um suspiro e prosseguiu. – Não achei ninguém que despertasse meu interesse. Ninguém me chamou a atenção até agora...

- Então quer dizer que ninguém conseguiu ainda? – disse Natsu e a garota ruborizou mais ainda.

- Calado. – disse a loira usando um garfo com um alface pendurado como arma e apontando ara o rosto do rosado, que ainda ria de sua cara, por mais assustadores que seus olhos parecessem. Lucy abaixou sua “arma” e bebeu seu suco natural de morango. – Quem é ela?

- Ela quem? – disse Natsu pegando mais um pedaço de eu seu prato que tinha mais carne do que arroz e batata frita.

Enquanto Lucy comia algo saudável (sem dispensar a carne, claro), Natsu se acabava em um prato extremamente gorduroso. Eram completos polos opostos até mesmo com o que comiam... Talvez por isso se dessem tão bem.

- Primeiro: Você vai ter um problema serio se não começar a se alimenta direito. Olha o tamanho desse prato meu deus... – Natsu a ignorou e prosseguiu mastigando um pedaço grande de carne. – E segundo: Desde que eu sentei nessa mesa, eu vi sua aliança. Então me diz quem foi à sortuda com quem você se casou?

- Você tem bons olhos em... – disse Natsu. – O nome dela é Lisanna, nos casamos três anos depois de você ter viajado. – disse Natsu brincando com a aliança com um sorriso bobo. Lucy, pois a mão na bochecha de suporte para sustentar sua cabeça comeu mais uma alface e ainda com o talher na boca, sorriu para o amigo.

- Então alguém conseguiu domar o dragão? – disse Lucy debochando.

- Pelo menos eu não sou um virgem encalhado. – disse o rosado. Logo em seguida sendo ameaçado novamente com o garfo, dessa vez sem comida, enquanto Lucy possuía ao seu redor uma aura maligna.

- Repita isso de novo e você morre... – falou a mesma com uma voz assustadora em quanto sorria malignamente. Natsu estaria mentindo se dissesse que não ficou com medo. – Eu não tenho culpa se ligo mais para os estudos do que para minha vida amorosa. – disse voltando ao normal.

- Esta bem... Eu paro. – disse Natsu. – Agora, sobre seu emprego... Você começara amanhã. E vai ter um quarto só seu na ala dos empregados.

- O que? Eu vou morar naquela mansão? – disse Lucy se lembrando, claramente de quando ia à casa do amigo para conversar ou passar a noite por lá. Natsu só assentiu.

- Claro. – disse Natsu sorrindo largo. – Você pode começar a arrumar suas coisas hoje mesmo. Eu posso pedir para o meu motorista particular ir ao seu apartamento te ajudar a levar as malas. Você ainda mora no mesmo prédio né?

- Sim. – disse Lucy ainda receosa. – Eu não queria te incomodar tanto assim com isso.

- Você não me incomoda Lucy. E eu estou fazendo isso por que eu quero. – disse o rosado. Assim que terminaram de almoçar, Natsu pagou a conta, a pesar de Lucy ter protestado. Ela odiava quando o mesmo fazia isso, era como se ela tirasse proveito de o amigo ser rico.

A conta foi paga, se despediram e cada um foi para um lado. Natsu para a empresa e Lucy para a casa. Após chegar a seu apartamento Lucy trocou a roupa e já começou a arrumar suas malas. Tudo finalizado, a loira tomou um banho e colocou uma roupa apresentável. Desceu com suas coisas e foi falar com a dona do hotel, jurando pagar todas as suas dividas atrasadas assim que recebesse seu salário. Acabada a conversa e devolvida às chaves do apartamento, Lucy levou suas malas até o saguão de entrada do prédio aonde o motorista a esperava. Ajudou a com as malas pondo-as no carro, e levou a loira rumo a Mansão Dragneel.

 



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