História I Love This Angel Of History - Capítulo 21


Escrita por: ~ e ~MeivisYang

Postado
Categorias Amor Doce
Personagens Armin, Castiel, Lysandre, Nathaniel, Rosalya
Tags Cast, Lys, Mei, Nat
Exibições 8
Palavras 996
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Colegial, Famí­lia, Fantasia, Luta, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense
Avisos: Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Desculpem o solene atraso,tenham uma boa leitura sz.

Capítulo 21 - Auto-confiança é a chave


Point of view Natalia Angel.

—Patética. —Solto as palavras,me virando em direção à sala de aula.

—O quê? —Ouço Castiel perguntar,ainda estático.

—Eu disse que ela é patética. —Paro de andar,me virando-me para ele.

—Quem disse que mudaria,né algodão doce? —Sua feição se altera,trazendo junto um sorriso irônico.

—Pois é. —Volto a andar. —Bem...eu vou indo para aula... —Continuo meu caminho,acenando para frente —sabendo que no final ele estaria vendo mesmo.

—Não tão rápida,mocinha. —Ouço uma voz grave soar no corredor,fazendo-me suspirar.

—É você,coordenadora Cassie? —Me viro para trás,enxergando a loira —que mantinha um sorriso inocente.

—Sou,querida. Bem..quero conversar com os dois...agora. —Seu sorriso se desmancha,fazendo-me engolir em seco. Droga.

•••

[Na coordenação]

—Juramos que não vamos mais nos atrasar-

—Não é isso,querida. —Ela me interrompe,sorrindo,olhando para Castiel e depois para mim.

—Não? —Franzo as sobrancelhas.

—A senhorita andou entrando em contato com sua irmã? —Ela me lança um olhar rígido,me remexo na cadeira.

—Poucas vezes. Por que? O conselho de magia não aprova? —Pergunto sarcástica e sua feição se torna rígida.

—Não,isso pode talvez fazer sua irmã lembrar de algo. Foram palavras do conselho. —Diz,apoiando a cabeça sobre as mãos.

Reviro os olhos,só porque eu falo com Mei através de telepatia,isso não quer dizer que ela descubra o passado assombroso.

—Um dia ela vai descobrir,além disso..eu só troquei minúsculas palavras com ela? É proibido agora!?—Lanço meu olhar raivoso para a coordenadora.

  — Cuidado com suas palavras,srta. Black.— Ela abre um sorriso novamente,provavelmente me provocando.

 Castiel que se mantinha em silêncio,lançou um olhar para mim.

— Diga a eles,que não obedecerei. — Me levanto ousadamente,arrumando as alcinhas nos meus ombros.— E,ah...Relatarei sua ousadia com o sobrenome Black,se me der licença...Tenho que estudar.— Bocejo,me virando para sair— pelo canto do olho,pude ver Castiel se levantando.

— Eu ainda não acabei!— Se levanta,me fitando ameaçadoramente por trás.

Suspiro e me viro para a loira. — Acho que acabou sim.—  Mando um olhar frio,fazendo a loira grunhir.— Vamos,Castiel.— Me viro para ele— que me fitava silenciosamente,com a mochila nas costas.

 Giro a maçaneta e pude sentir o cheiro de ar livre,e também meus ouvidos foram inundados pelo tilintar do sinal—indicando a aula de porções,segundo meu horário. Andei pelos corredores,sabendo que Castiel me seguia.

  — Quem diria que esses anos te transformaram em a ousadia própria.—Disse sarcástico ao meu lado,bufo irritada e abro meu armário bruscamente—vendo cair diversas cartas ameaçadoras.

  — Quem diria que você ainda continuaria a me encher o saco.— Retruco,botando alguns livros no armário e pegando outros,e botando na mochila. 

  — Você que veio morar na minha casa primeiro-

— Como é,Castiel?— Pude ouvir a voz fina de Debrah soar atrás de Castiel,chutei algumas cartas e fechei o armário,me virando para observar a cena.

— Olá,Debrah.— Aceno serenamente,com um sorriso torto. Recebo em troca um olhar ameaçador.

— A-Ah...— Castiel murmura,ainda estático.

— Alô!? Acorda! Você disse que essa aí..Mora na sua casa!? É isso mesmo,Castiel!? — Me escoro no armário,segurando o riso. Castiel parecia ainda mais estático.

— É isso.— Respondo por ele,bocejando,recebendo um olhar raivoso.

— Como assim!? EU,não posso morar com você,mas ELA,pode?— Ela se aproxima venenosamente de Castiel.

WOW...ela não fez isso...

— Menos,Debrah.— Puxo Castiel para trás,com facilidade. Observo atentamente,todos que observavam.

  — Sua piranha! Cala a boca!— Ela se aproximou de mim rapidamente,levantando a mão e acertando em cheio minha face,fazendo o pessoal ao redor ficarem em silêncio e observarem.

 Assopro meu cabelo,que tampou o tapa.

— Será que já posso ir pra aula?— Pergunto para Castiel,que abriu a boca.

— Debrah...Como você pôde bater na Natalia?— A olha rispidamente,fazendo todos nos corredor ficarem surpresos— inclui eu também. 

  — Está defendendo ela!?— Volta o olhar para Castiel,que se pôs à minha frente. Meu estômago se aqueceu repentinamente,eu gostava quando ele me protegia quando namorávamos... Mas,agora...É como se fosse o mesmo.

  — E se estivesse?— Ele a desafia e respiro fundo.

— Agradeço a proteção,mas tenho aula.— O empurro da minha frente e começo a caminhar,desviando de Debrah,que parecia que ia entrar em erupção.

— Sua vadia!— Ela levanta a mão e pego rapidamente sua mão,fito seus olhos.

— Eu deixei você me dar o tapa antes,Debrah. Por que? Porque eu tenho pena de você.— Solto uma risadinha,soltando sua mão e continuando o meu caminho em paz.

Não consigo acreditar que segundos atrás eu botei Debrah na rasteira,desvio do caminho da sala e ando até o banheiro feminino,que estava provavelmente vazio. Solto a respiração prendida e caminho até a pia.

— Olá,Natalia.—Me viro para a voz,enxergando meu pai,Black.

— Olá,Black. O que está fazendo? Me atormentando novamente?— Mostro o crucifixo para ele ameaçadoramente,ele está materializado na minha frente.

— Não...Só pra te propôr novamente,para entrar ao meu lado novamente.— Ele sorriu venenosamente,solto uma risada irônica.

— E abandonar minha irmã? Não tente,Black.— O fito com petulância. 

  — Achei que anjos são bons e ingênuos.— Fala sarcástico e não mudo de expressão.

— Anjos não são só definidos em bondade,eles também tem seus lados sombrios. Assim como os anjos caídos,são bons.— Cruzo os braços.

— Sempre inteligente...Mas uma hora você irá para o meu lado mesmo,principalmente sua irmã.— Abre um sorriso maldoso.

  — Eu garantirei que não.— Respondo firmemente,ele solta uma risada,com o som completamente irritante.

—Assim veremos. —Ele desaparece,sorrindo ironicamente.
 
Solto a respiração e lavo minhas mãos.

—Debrah disse,que ela estava indo em direção ao banheiro. —Ouço a voz de uma garota da minha sala. Bia? —Ah...te achei. —Abriu um sorriso maldoso e lavei minhas mãos,calmamente.

—Olá...Bia? —Pergunto retoricamente,ela revira os olhos,se aproximando perigosamente.

—Olá,precisamos ter um papo. —Ela avança,botando uma mão sobre meu ombro,emanando intenções nada boas de sua alma.

—Não quero bater um papo com você. —Tento expulsar a mão dela do meu ombro,mas parecia de pedra.

—Mas vai ter...Garotas...tá na hora de pegar a presa. —Ela ri alto,com seus olhos brilhando maldade. As garotas brotavam até da onde eu não acharia possível. —Me ajudem com isso! Ela vai pagar hoje!


Notas Finais


Até mais!


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