História I Love You Baby - Capítulo 1


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Categorias Originais
Tags Amor, Colegial, Drama, Gay, Hentai, Lemon, Romance, Sexo, Yaoi
Exibições 13
Palavras 1.607
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


IAÊÊ PESSOAL! 😆😆 Tudo bom? Eu estou muito feliz por poder começar de verdade minha fic! 😜Espero que vocês gostem do meu trabalho. Rsrsrs😂😂 Eu já amo os leitores(as) que estiverem lendo essa nota!😍😍 Vou dar beijinho na bundinha de cada um(a)😘😛😝 Kkkk Obrigado mesmo tá! 😊😚Eu fico muito feliz por vocês terem pelo menos acessado até aqui! Amo Vocês❤💖💘💝

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction I Love You Baby - Capítulo 1 - Prólogo

- É melhor você ficar quieto! 

- Por favor! Me soltem!!

- Cala a boca garoto! Você vai provar agora como é ser estuprado.

- P-Por f-favor e-eu faço tudo q-que vocês quiserem...

- Nada disso! Você é nosso agora!

Abro os olhos rapidamente, percebo que isso foi apenas um sonho, um sonho não, um pesadelo. Fico olhando para o teto do meu quarto tentando lembrar desse acontecimento, mas minha reflexão é impedida pelo grito da minha mãe.

- Castiel! Vem logo! Você vai se atrasar!

- Já estou indo mãe! - Grito de volta.

Me levanto da cama meio sonolento, ainda estava com muito sono, faço minha rotina matinal: tomo banho, escovo os dentes, coloco uma roupa, arrumo meu material escolar e vou para a sala tomar café.

- Bom dia filho. Dormiu bem? - Perguntou minha mãe colocando meu café na mesa enquanto eu me sentava.

- Bom dia mãe. Eu dormi mais ou menos. - Respondi lembrando imediatamente do sonho que tive.

- Deu para perceber. Você estava gemendo as vezes, fiquei preocupada, até pensei em te acordar.

- E-Eu estava ge-gemendo? - Perguntei gaguejando um pouco.

- Sim. Você sonhou com alguma coisa?

- S-sim. Quer dizer. N-não. - Gaguejei novamente.

- Filho você está estranho. O que aconteceu? - Perguntou minha mãe com um olhar preocupante.

- Nada mãe. Eu estou bem. É só minha adolescência. Afinal, eu tenho 14 anos. - Falei tentando esconder realmente o que aconteceu, tentando evitar falar sobre o sonho.

- É mesmo. Meu filhote tá crescendo. - Falou ela acariciando meus cabelos, deixando-os bagunçados.

Terminei de tomar o café da manhã e fui para o colégio, que não era muito longe da minha casa. Enquanto eu andava, no meio do caminho eu tive uma sensação de que eu estava sendo observado por alguém, fiquei meio assustado, odeio ter essa sensação, as vezes eu olhava em volta para ver se tinha mesmo alguém me seguindo. Não demorou muito e eu cheguei finalmente na escola, avistei meu melhor amigo Andrew, ele tem 15 anos, ele estava logo na entrada.

- Oi Castiel! - Falou ele acenando para mim.

- Oi Andrew! Alguma novidade? - Falei enquanto me aproximava do mesmo.

- Por enquanto nada. E você?

- Não. Na verdade, eu tenho uma coisa para te contar, um sonho.

- Como assim? O que você sonhou?

- Vem. Vamos sair daqui. - Falei pegando Andrew pelo braço e indo para um lugar mais vazio. - Aqui está melhor.

- Ok. Agora me conta.

- Eu sonhei o seguinte: Eu estava andando na rua, provavelmente eu deveria estar indo para casa, pois estava com o uniforme do colégio ainda, e não sei porquê, eu fui por uma rua diferente, meio deserta, até aí tudo bem, mas enquanto eu andava, tive a sensação de que estava sendo vigiado por alguém, mas não me importei com isso, até que eu olhei para trás e vi que dois garotos, de mais ou menos 17 anos, estavam me seguindo, então eu comecei a andar mais rápido, e eles também, até que comecei a correr desesperadamente, eles também. Não demorou muito e eles conseguiram me pegar, um deles me segurou pela cintura, fazendo que meu corpo ficasse colado no dele, pude sentir seu membro encostando na minha bunda, e o outro ficou parado na minha frente, mostrando uma arma que estava na sua cintura e dizendo que se eu gritasse ele iria me matar, logo depois os dois me levaram para uma casa que não ficava muito longe dali, e lá, eles me jogaram no sofá e começaram a dizer um monte de besteiras para mim, eu tentei fugir, mas o outro me segurou no sofá, comecei a gritar, mas logo recebi um tapa na cara, o outro começou a tirar a roupa, ficando totalmente pelado, então ele segurou pela a cabeça e me levou em direção ao seu pau para eu chupar, e quando minha boca ia encostar na glande dele, eu acordei.

- Nossa Cast. - Andrew me chamava assim as vezes. - Isso é terrível.

- Eu sei...

- Você acordou logo na melhor parte! - Falou ele de um modo sarcástico.

- Eu não estou brincando Andrew. Isso é sério! - Falei meio nervoso.

- Ok. Desculpa. Mas nós que somos Gays adoramos uma rola.

- Mas não é por isso que eu quero ser abusado! Quero que minha primeira vez seja algo romântico.

- Ué. Você que tá de cu doce aí. Sabe que eu te amo e fica ignorando esse sentimento que sinto por você. - Falou Andrew olhando para o chão.

- Eu não ignoro. - Falei segurando seu pescoço e direcionando seu olhar ao meu. - É só que não estou preparado para namorar ainda. Você sabe que minha família é da igreja e que se meus pais souberem que tem um filho Gay, eu não sei o que poderia acontecer. - Falei deixando uma lágrima escorrer.

- Ahh... Não fique assim Cast. Eu vou sempre estar do seu lado. Sempre que você precisar, eu vou estar aqui, para te dar carinho... proteção... amor... - Falou ele secando a lágrima do meu rosto com o dedo.

- Obrigado Andrew. Você é a melhor pessoa desse mundo. - Falei dando um pequeno sorriso.

- Você também Cast. - Falou ele colocando uma de suas mãos no meu pescoço e me dando um beijo, que me fez ficar paralisado.

- O que foi Cast?! Parece que viu um fantasma! - Falou ele rindo. - E ainda por cima está totalmente corado, parece um camarão.

- É que... eu... Nunca beijei ninguém...

- Sério?!!

- Sim. Você é a primeira pessoa que toca meus lábios.

- Lábios deliciosos ainda por cima. - Falou ele me deixando corado novamente.

- Acho melhor nós voltarmos para o colégio, as aulas já vão começar.

- Sim. É melhor, senão eu posso fazer outras coisas aqui sozinho com você. - Falou ele com uma olhar totalmente malicioso.

- Para seu bobo. Vou chegar na escola parecendo um camarãozinho.

Fomos para o colégio rapidamente, as aulas estavam prestes a começar. Quase chegamos atrasados, ainda bem que o professor ainda não tinha chegado na sala. Andrew e eu sentamos juntos, desde que cheguei na escola há quatro anos atrás, ele sempre esteve ao meu lado, foi a primeira pessoa que conheci em uma escola cheia de gentes desconhecidas. O dia passou rápido e logo estávamos no último tempo.

- Cast, antes de você ir para casa, você pode ir comigo na loja de games? Eu quero comprar um jogo, mas você que vai escolher.

- Ok. Mas saiba que eu não sei escolher jogo muito bem.

- Não se preocupe. Qualquer coisa vindo de você é ótima para mim. - Falou ele acariciando meus cabelos, logo corei. - Você fica tão fofo quando está corado.

Finalmente o último tempo de aula passou e Andrew e eu estávamos fora do colégio. Fomos para a loja de games que ficava um pouco longe do colégio, mas ainda sim dava para ir a pé.

- Bom... Chegamos! Agora você escolhe o jogo para mim. - Falou Andrew apontando para as prateleiras cheias de games.

- Hmm.... deixa eu ver... - Era tanto jogos que a minha vista se perdia, mas um me chamou atenção. - Esse aqui! - Falei apontando para um jogo com uma capa muito bonita.

- Ahh! Boa escolha! The Legend of Zelda Breath of the Wild é um excelente jogo, sempre quis tê-lo em minhas mãos! Tá vendo como tudo que vem de você é bom. - Falou ele dando pequenos tapinhas nas minhas costas fazendo eu corar.

Andrew pegou o dinheiro na carteira e pagou o vendedor da loja, depois ele me levou na sorveteria que ficava do outro lado da rua e me pagou um sorvete, ele é um amor.

- Obrigado Andrew! Estou te devendo essa. - Falei.

- De nada Cast. E você não está me devendo nada. Você escolheu o jogo pra mim e eu só estou agradecendo.

- Ownn. - Corei de novo.

- Você tem que parar de ficar corado. Isso me deixa excitado. - Falou ele pressionando sua mão no volume visível da sua calça.

- Que volume todo é esse Andrew? - Falei impressionado com o tamanho do volume da calça dele.

- É o volume do meu amor por você! - Disse ele pressionando ainda mais a calça.

- Andrew isso tão muito visível, daqui a pouco seu membro vai saltar para fora.

- Culpa sua. Que fez eu ficar excitado com sua fofura. - Falou ele dando risadinhas.

- Bobo.

Passou um tempinho e o membro do Andrew adormeceu, ainda bem. Então, Andrew e eu fomos para casa, ele quis me acompanhar até em casa, mas seu pai ligou falando que ele precisava chegar mais rápido possível, porque a tia dele chegou, então nós nos despedirmos e seguimos nossos caminhos. Como eu estava um pouco longe de casa, decidi pegar um atalho para chegar mais rápido em casa. Fui andando até chegar em uma rua deserta, nem me dei conta que eu estava realmente um pouco longe de casa, mas nada que me preocupasse, apenas segui em frente. Quando eu virei a esquina da rua deserta, novamente senti aquela sensação de que tinha alguém me observando, comecei a sentir medo, pois tinha sentido aquilo mais cedo, logo comecei a andar rápido, até que para ter a certeza que tinha alguém me olhando, eu olhei para trás, e tudo que vi naquela rua deserta foi dois garotos que aparentavam ter 17 anos me seguindo.


Notas Finais


O que acharam?! 💕🤔😄


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