História I Love You, But I Hate You || L3ddy. - Capítulo 10


Escrita por: ~

Postado
Categorias Christian Figueiredo, Gustavo Stockler (Nomegusta), Lucas "Luba" Feuerschütte, Lucas "T3ddy" Olioti, Mauro Nakada, Rafael "CellBit" Lange
Personagens Lucas "LubaTV", Lucas Olioti
Tags L3ddy
Exibições 566
Palavras 1.560
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Festa, Ficção, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 10 - Escolhas.


Fanfic / Fanfiction I Love You, But I Hate You || L3ddy. - Capítulo 10 - Escolhas.

Acordei 14h00 em ponto, fui ao banheiro e tomei um banho. Sai do banheiro e coloquei uma roupa casual. Ouvi alguns barulhos na cozinha e fui até lá, e acabei vendo minha mãe fazendo o almoço.. Fiz careta, e a abracei..

Vera: Que susto, filho! — ri.—  Bom dia, querido. — ela riu fraco.

Eu: Bom dia, mamãe. — beijei sua bochecha.

Vera: Você deveria arrumar essa casa, Lucas. — revirei os olhos, a soltando.

Eu: Não está bagunçado. — dei de ombros.

Vera: Ah, claro. —disse, ironicamente.— Está com fome?

Eu: Uhum.. —me encostei no balcão.— Papai não veio?

Vera: Ele só me trouxe, teve que ir trabalhar. —assenti.— Mas você bem que poderia ir nos visitar e tudo mais, seu irmão vai lá todo o momento com a mulher. —revirei os olhos novamente.

Eu: Eu não sou o Math. —dei de ombros, ela me olhou.

Vera: Sim, não é, mas poderia levar em consideração, Lucas! —ela voltou a mexer na panela.— Você poderia ir me visitar, você não iria morrer.

Eu: Ok, ok.. Desculpe. —suspirei. — só que eu odeio quando vocês fazem comparação entre mim e o  Matheus. — voltei a abraça-la.

Vera: Promete que vai me visitar nem que seja uma vez por semana? —sorri.

Eu: Prometo. —a apertei no abraço.

Vera: Lucas! —ela riu.

Eu: Te amo.

Vera: Também te amo, querido. —sorri. — só toma vergonha nessa cara, filho. —ri.

Eu: Vou tentar. — ouvi a campainha tocar. — Já volto.

Fui até a sala, caminhando até a porta e a abri, a tal pessoa pulou em cima de mim..

Nanda: Eu senti tanta sua falta, amor.. —assustei-me.

Eu: Fê? O que faz aqui? — a soltei.

Nanda: Vim te ver, desculpe por ter falado aquilo para ti, desculpe. —me olhou.— Volta pra mim..

Eu: Voltar? —ri fraco.— Fê, eu nunca fui seu por inteiro. Eu até gostava de você, mas não existia sentimento de amor, por favor.. — fui sincero, acariciando seu rosto.

Nanda: Oli.. — seu olhos marejaram.

Eu: Você é linda, engraçada, fofa.. Não sofra por mim. Você sabia como eu era desde o começo, em nenhum momento eu menti pra você..

Nanda: Mas.. — a deu um selinho, calando-a.

Eu: Você encontrará alguém melhor que eu.. —sorri.— Podemos ser amigos. —ri fraco, ela  sorriu pequeno.

Nanda: —suspiro.— Tudo bem. Desculpe.

Eu: Tudo bem. — assenti.— Tenho que ir agora, ok?

Nanda: Ok, tchau, Oli! —ela sorriu, saindo pela porta novamente.

Soltei o ar pela boca, aliviado. Fechei a porta e me dirigi até a cozinha, minha mãe sorria grandemente, estranhei..

Eu: O que houve? —fiz careta.

Vera: Sua namorada? — arregalei meus olhos. — Vi vocês se beijando.

Eu: Ah! —gargalhei, ela me olhou confusa.— Namorada? Serio mãe?

Vera: Não é? — neguei.

Eu: Ela achava que era, mas não da minha parte. —dei de ombros.— Acabei de falar que não era nada daquilo que ela estava pensando.

Vera: Quer dizer que, ela queria namorar sério contigo, e você não? —assenti.

Eu: Exatamente.

Vera: Eu não acredito. — eu ri.

Eu: O que, mamãe? É melhor eu ser infeliz do lado de uma garota que eu não amo? — fiz careta.

Vera: Tudo bem, se você não amava ela, realmente não tinha como. — limpou as mãos num pano de prato.

Eu: Uhum. —ouvi meu celular tocar do meu quarto.— espera um minuto.

Fui até meu quarto, o procurei em cima da cama e o atendi, vendo que era o Chris..

Chris: FALAE, CUZÃO! —gritou do outro lado da linha, ri.

Eu: Fala, Chris!?.

Chris: Os caras estão querendo almoçar fora, está a fim?

Eu: Vish, nem dá.. Minha mãe veio me visitar e fez a comida..

Chris: Vish.. Ah, já sei, podemos almoçar aí, não? — dei de ombros.

Eu: Claro, pow! Chama os caras, e vêm.

Chris: Falou, daqui à 15 minutos estamos aí.

Eu: Ok! —desliguei, fui até a sala.— Mamãe, os meninos estão vindo aí, irão almoçar aqui, tudo bem?
— falei, da porta da cozinha.

Vera: Tudo bem, querido. — sorriu.— Tem comida para todos. —assenti, voltando a sala.

Dei uma arrumada na sala para quando eles chegarem. Me sentei ali e comecei a assistir um filme qualquer que passava..

Vera: Lucas, a comida está pronta! —gritou da cozinha.

Eu: Ok! —gritei de volta.

20 minutos depois ouvi a campainha, fui atender..

Eu: Até que emfim! —disse, eles riram.

Lira: Culpa do Mauro! Fica de cu doce com esse carro dele.

Mauro: Vocês são loucos pra caramba! Vai que eu bato, não sei..? Tenho que me prevenir! — rimos.

Eu: Entra aí. —dei espaço, eles foram sentar na sala.

Vera: Os meninos chegaram?

Eu: Sim! — ela veio até a sala.

Chris: Dona Vera, tudo bom? — ele se levantou, dando-a um abraço.

Vera: Estou bem, meu querido. — ela sorriu, soltando-o.—A comida está pronta, vão comer! — eles (literalmente) correram à cozinha, nos rimos.— Filho, eu estou indo, ok? Só vim dar uma visitinha. Preciso resolver um negocio. — assenti.— Eu te amo.

Eu: Eu também te amo. — fiz bico, a abraçando. — Mamãe, você vem mais vezes? — pedi, enterrando meu rosto em seu pescoço. (Só eu que acho que cheirinho de mãe é bom? ❤)

Vera: Quantos anos você tem mesmo, filho?  — ela riu, acariciando meus cabelos. — Venho sim, mas você precisa ir me visitar também.

Eu: Fechado. — sorri, a olhando.

Vera: Tenho que ir. —beijou minha testa.— Tchau, se cuida.  — ela se foi, fechei a porta e fui até a cozinha.

Eu: E ai? Se aproveitando da comida da minha mãe? —brinquei, pegando meu celular.

Chris: Você que nos chamou. — riram.

Eu: Me arrependo disso. — ri.

Percebi que Lucas estava online, resolvi encher seu saco..

"LUCAAAAAS!"

“O que é, inferno?” -Lucas.

"Nossa! :c"

"É assim que você me trata depois de te pagar um lanche ontem à noite? </3"

“Foi mal, acabei de sair de expediente, estava um saco. Não aguento mais esse trabalho. -.-'” -Lucas.

"Ue, por que não sai?"

“E como eu vou me sustentar? Lucas, esse é meu único trabalho.” -Lucas.

" entendo. :c"

“Enfim, como vai aí?” -Lucas.

"Vou bem, minha mãe veio me visitar e agora estou com uns amigos.."

“Outra coisa que não posso fazer porque estou trabalhando.. :(” -Lucas.

"Ficar com seus amigos?"

“Não não.. Visitar meus pais..” -Lucas.

"Onde eles moram?"

“Santa Catarina.” -Lucas.

"Esse trabalho suga todas as tuas energias, né?"

“Uhum.. É um saco.” -Lucas.

"Eu ainda acho que você não deveria continuar esse trabalho."

"O que você gostaria de fazer?"

“Hm..” -Lucas.

“Acho que eu gostaria de ser fotógrafo, amo tirar fotos de pessoas ou de paisagem.” -Lucas.

"Legal, já fez o curso?"

“Não. :( Nunca consegui.” -Lucas.

"Ah.. "

"Se você pudesse escolher duas coisas que você não pode fazer nesse momento, o que você escolheria? :)"

“Hm.. Difícil.. ” -Lucas.

“Acho que viajar para SC para ver meus pais e comprar uma câmera profissional. <3” -Lucas.

“Mas meu dinheiro não coopera. Haha” -Lucas.

"Okay. :3"

"Entendo. Shahshahsh"

“Por que a pergunta, Lucas?” -Lucas.

"Nada, só uma pergunta, ue. e.e"

“Sei, não confio em ti.” -Lucas.

"Nossa, obrigado pela consideração. >.<"

“Haha ❤ ;)” -Lucas.

“Tenho que ir, Lucas. c:” -Lucas.

"Tchaaau! ❤"

Mauro: Conversando com alguma garota, T3ddy? —tirou-me dos meus pensamentos.

Eu: Eu? Ah, não.. Não.. — desliguei a tela do meu celular.

Chris: Xi.. até Ficou nervoso.. —riram, revirei os olhos.

Eu: Vão tomar no cu.

Lira: Ficou nervosinho.. Hmm.

Eu: Vão se foder. —ri fraco.

Mauro: Estranho.. — cerrou os olhos, desconfiado.— Estava falando com quem?

Eu: Não interessa. — sorri.

Alex: Será que o Lucas Olioti se apaixonou? Puta merda, milagre? —ironizou.

Eu: Vocês enchem meu saco, puta merda. —peguei um prato, colocando um pouco de comida, e sentando-me à mesa.

Lira: Não é encher o saco, é que você sempre fala quando pega alguma garota. —deu de ombros.

Eu: Não tô pegando nenhuma garota, porra.. — disse, de boca cheia.

Mauro: Mas, falando sério, você está estranho essa semana.. Aconteceu alguma coisa?

Alex: Percebi isso também.. — fez careta.

Eu: Gente, não aconteceu nada, relaxem. —continuei a comer.

Chris: Acreditamos..

Eu: Enfim, por que o Cellbit não veio? — mudei de assunto.

Alex: Ele teve que resolver uns problemas.. — deu de ombros.

Eu: Ok. — coloquei o prato na pia.

Lira: Ae, vamos sair hoje?

Eu: Vish.. No meio da semana, man!

Lira: O que tem, porra? A gente não faz nada. — rimos.

Eu: Nem dá.. Preciso fazer um bagulho..

Chris: Xii.. Alá, já está deixando os amigos de lado. —revirei os olhos.

Eu: Não fode, sexta a gente sai. Ou sábado. Não sei. —dei de ombros.— Vocês não têm namoradas? Saiam com elas.

Mauro: Aaah, entendi.. —riu.— Tu ficou com raiva da gente, por que quando nos chamou para sair ontem e não podíamos, por que justamente estávamos na casa das nossas namoradas.  — riram.

Eu: Nada disso.. — emburrei-me. — Vocês são uns babacas.

Lira: Pow cara, tem dia pra tudo, né? — brincou. — Tu não namora por que não quer.

Eu: Por que é um saco viver preso numa mina só.

Alex: Então vamos passar a noite aqui, porra.

Chris: Pode ser. Tem cerveja ai? — assenti.

Eu: Vocês vão morrer de cirrose. — rimos e começamos a beber.



Notas Finais


Lá lá lá nada a declarar lá lá lá. 😂


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