História I Love You, But I Hate You – L3ddy. - Capítulo 12


Escrita por: ~

Postado
Categorias Christian Figueiredo, Gustavo Stockler (Nomegusta), Lucas "Luba" Feuerschütte, Lucas "T3ddy" Olioti, Mauro Nakada, Rafael "CellBit" Lange
Personagens Lucas "LubaTV", Lucas Olioti
Tags L3ddy
Exibições 322
Palavras 1.853
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Festa, Ficção, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 12 - Primeiro BEIJO?


Fanfic / Fanfiction I Love You, But I Hate You – L3ddy. - Capítulo 12 - Primeiro BEIJO?

No dia seguinte acordei muito feliz, mas estava pensando.. Por que dei um selinho no Luba..? Não que seja algo ruim.. Por que não foi realmente.. Mas, eu queria mais, sabe? Algo que.. Me deixasse horas e horas beijando aquela boca rosada e tão chamativa.

Mas e se eu o beijasse e ele recusar? Eu sei que ele é gay, mas.. E se ele não gostar ou tiver atração por mim? Sei lá, não sei por que eu estou sentindo isso, nunca senti tanta vontade de.. Ter alguém.

Lucas é uma pessoa incrível, bruta as vezes, as incrível. Seu sorriso o mais sincero possível, bem gay, né? Eu sei, isso é tão ridículo.

Quer saber? Foda-se, vou chama-lo para sair e ficar com ele a maior parte do tempo possível. Pegue meu celular empolgado, ligando-o pelo APP de mensagens..

Lucas: Alô..? — sua voz era de sono.

Eu: Não acredito que você estava dormindo até agora! — ri.

Lucas: Me deixa em paz, eu estou morrendo de sono, Lucas. — reclamou.— Virou meu segurança pra cuidar da minha vida e do meu tempo?
— indagou, eu ri novamente.

Eu: Grosso! — ele riu baixo, algo abafava sua risada.— Vamos sair? Já são 13h30 da tarde, além disso, você está precisando relaxar. —sorri, relaxar seria uma boa ideia, pelo menos do jeito que eu estava pensando.

Lucas: Não quero, eu estou cansado demais. —disse, suspirando.— eu trabalhei demais ontem, T3ddy..

Eu: Vamos nos divertir, vai.. — fiz bico, mesmo sabendo que ele não veria.

Lucas: Não estou a fim..

Eu: Porra, Lucas.. Me ajuda! — revirei os olhos.

Lucas: Você fala isso por que nunca trabalhou duro! — mordi o lábio, era realmente verdade.

Eu: Por favor..? —pedi uma última vez, ouvi-o respirar fundo.

Lucas: Porra, tu és muito chato, cara. —sorri.— Ok, me pega às 14h00.

Eu: Queria te pegar mesmo faz tempo, mas você não coopera.. — disse baixinho.

Lucas: É o que? — perguntou, do outro lado.

Eu: Hã? Nada, eu não falei nada. — ri fraco.

Lucas: Ok, até daqui a pouco. — desligou.

[...] Depois de tomar um banho, fui ao meu quarto me trocar. Coloquei uma camisa preta, uma calça larga (mas não tão.) preta e meu boné. Me perfumei e fui ver as horas, já eram 13h53. Peguei as chaves da minha casa, peguei meu aparelho e tranquei a porta, guardando a chave no meu bolso. Eu não queria ir de carro, acho desnecessário, melhor ir andando até sua casa.

Cheguei rapidamente até lá, suspirei e apertei a campainha. Coloquei minhas mãos nos bolsos para não parecer tão nervoso. Ele abriu a porta e me olhou tediante, sorri e logo em seguida ele fez o mesmo.

Eu: Sua cara está ótima. —irozei, ele riu, trancando a porta da sua casa.

Lucas: Obrigado, deve estar como sempre, uma bosta. — gargalhei.

Eu: Ok.. —disse, já parando de rir.— Se você diz.. —recebi um soco fraco no ombro.

Lucas: Onde quer me levar, querido mestre? — me olhou.

Eu: Hm.. Shopping? — o fitei.

Lucas por mim tudo bem, tem um filme super legal em cartaz, podemos assistir. — assenti.

Eu: Tudo bem. — sorri.

Ficamos das 14h até as 02h e poucas da manhã, rindo, comendo, brincando.. Como se fôssemos amigos de longa data, e eu adorava isso. Adorava essa confiança que ele depositava em mim e eu nele. Eu estou realmente gostando desse ruivo.

Eu: E agora, onde você quer ir? — me sentei no banco da praça, entusiasmado.

Lucas: Hm.. Pra casa. Eu estou com sono, T3ddy! Já é 02h12 da manhã. — se sentou ao meu lado, cruzou os braços.

Eu: Você já falou isso umas 30 vezes no mínimo. — o olhei, tedioso.

Lucas: Eu. Estou. Com. Sono! — revirou os olhos.

Eu: Ah, vai.. Vamos tomar um sorvete?

Lucas: Nesse frio? — suspirei, voltando a me levantar.

Eu: Você não coopera comigo.  — o olhei novamente.

Lucas: Eu estou com so.. — o interrompi, puxando-o para se levantar, ele se assustou um pouco com a aproximação.

Eu: Se você falar isso só mais uma vez, eu.. —olhei sua boca, que estava semi cerrada, vulnerável demais pra mim.

Lucas: Você..? — sussurrou provocativo, olhando-me nos olhos, quase pude ver um sorriso pequeno formar-se em seu rosto.

Eu: Eu.. — passei a lingua em meus lábios.— porra, Luba.. —falei baixo,  me aproximando mais do seu rosto, roçando nossos lábios, segurei sua cintura sua cintura, a apertando.  — Eu vou beijar essa tua boca. — sussurrei, dando um sorriso fraco. Segurei seu queixo, selando lentamente seus lábios nos meus.

Voltei minhas mãos a sua cintura e puxei seu corpo para mais perto do meu, me aprofundando naquele beijo intenso. Ok, eu já imaginava que o beijo dele fosse tão bom, mas.. E esses lábios macios, Deus? Assim não dá!

Enquanto sua mão entrelaçou-se ao meu pescoço, eu pedi passagem para saciar toda minha vontade dele naquele beijo, e ele logo cedeu.

Lucas: T3ddy... — disse, entre o beijo. Ele tentou se distanciar, mas eu o impedi, segurando sua nuca.— T-T3ddy.. — repetiu.— Estamos em público.. — me distanciou rapidamente, olhando para os lados, assustado.

Eu: Luba.. Já é madrugada, não tem ninguém na rua, vai..— puxei sua cintura para mim novamente.

Lucas: Me solta, cara! — disse, sério.

Eu: Ue, o que houve, Lucas? — o olhei, confuso.

Lucas: Por que você está agindo como um babaca agora? — tirou minhas mãos de sua cintura.

Eu: Eu? Agindo como babaca? O que eu te fiz?

Lucas: Fez.. Isso! — disse, óbvio.— isso não era para acontecer! — ele estava constrangido e meio impaciente com o acontecido.

Eu: Luba, eu não te obriguei, ok!? — disse, o fitando.

Lucas: Mas eu não quero! Não sou suas amiguinhas que quando você quer, saem correndo para te satisfazer! — disse, nervoso.

Eu: Você não quer? — arqueei uma das sobrancelhas, novamente o puxei para mim, apertando-o contra meu corpo.— Tem certeza que não? — falei ao seu ouvido.

Lucas: Me.. Solta, T3ddy.. — sua voz saiu falhada.
Sorri, era bom saber que eu tinha certo domínio contra ele. Tomei seus lábios aos meus de novo, mas agora num beijo feroz e forte, apertando sua cintura cada vez mais. Sorri vendo-o ceder novamente aos meus lábios, acariciando meu rosto. Mas novamente, depois de alguns minutos, ele me distanciou, bruto.

Lucas: Eu já disse.. Eu não sou tuas amiguinhas! —deu um tapa em meu rosto, o olhei incrédulo.— isso é só o começo para você parar de ser um extremo babaca. — disse, voltando a andar.

Eu: Luba.. — o puxei, parando-o de andar e o deixando-o de frente para mim.— Pra que a pressa?  — falei, beijando seu pescoço.

Lucas: T-t3ddy, me solta.. — pediu, num suspiro.— Q-qual é o teu problema..? Amm.. — mordi seu pescoço, em reprovação.

Eu: Cala sua boca.. — ordenei, deixando um chupão no local.

Lucas: C-chega.. —firmou a voz, me distanciando.

Eu: Caralho, cara! Onde pensa que está indo? Você acha que vai embora assim? Sem mais nem menos?

Lucas: — ele se recompôs, me olhando indignado— Por que? Por que você quer que eu fique? Alguém já te disse que você não manda em mim? É, você não manda! — disse, se distanciando.

Eu: Por que ficou assim? Foi só um beijo! — ele parou, virando-se para mim.

Lucas: Lucas.. Você não leva nada a sério, né? Eu. Sou. Gay! Você, não! Simples. Para de tentar inverter as coisas.

Eu: Então.. Você está preocupado comigo?—tentei segurar o sorriso.

Lucas: Ontem você se mostrou outra pessoa.. —falou quase para si mesmo.— Porque..?.

Eu: Lucas..

Lucas: Você já imaginou se alguém conhecido passa e nos vê aos beijos aqui? — ele ignorou minha pergunta.— O que seus pais iriam pensar?

Eu: Luba, eu tenho 21 anos, sou maior de idade, por favor, né? — disse rindo fraco.

Lucas: Mas você ainda depende deles, Lucas. Eu sou independente, eu sim sei do que eu quero. Mas você ainda é uma criança, dependente dos pais, e se fizer algo de errado, eles cortam sua mesada.

Eu: O que? — ri, irônico.— Eu posso muito bem escolher sozinho o que eu quero ou deixo de querer, e nesse momento, eu quero você! —revelei, ele bateu a mão em seu rosto, deixando-a deslizar.

Lucas: Eu não sou um objeto qualquer que você escolhe numa feira, cara. Eu não quero, e ponto. Você não vai me obrigar, você é só uma criança mimada, e só por que eu não quero fazer algo que você quer, irá correr para o colo de seus pais.—soltou, ainda bravo.

Eu: Eu já te disse e até te dei uma demonstração de quão homem eu sou, Luba.. — me aproximei, sussurrando em seu ouvido.— Você não está cooperando comigo, querido..  —lentamente, passei a mão em seu glúteo, apertando-o, ele estremeceu.

Lucas: Só.. Só me faz um favor, cara.. —me olhou, dando um suspiro alto. — .. Vá se foder! E tenha uma boa noite!

Ele andou sem olhar para trás me deixando com a maior cara de paisagem, mordi o lábio e voltei para casa, tendo a certeza absoluta que teria aquele homem em mãos, sem ter qualquer esforço.

Eu gostei bastante da sua desistência, não gosto de muita facilidade, dificuldade me trás vontade de insistir na pessoa, sabendo que ela irá ceder em álbum momento.

Me deitei sorridente na cama, pensando naquele beijo forte, feroz e quente que dara em Luba anteriormente. Ele têm um beijo e tanto, nossas línguas se movimentaram num ritmo intenso.. Só de pensar que eu poderia estar aqui.. Com Luba em minhas mãos.. Seria um momentos ensurdecedor..

Peguei meu celular e o liguei.. Já disse que eu não valho nada? Pois é, sou um puta cara de pau! Ele atendeu depois do terceiro toque..

Lucas: O que você quer, Lucas? — disse, friamente.

Eu: Oi pra ti também, Luba.

Lucas: Fala logo!

Eu: Você ainda pode mudar de ideia e me deixar ir aí.. — sorri.

Lucas: Vá se foder! — disse, sem paciência.

Eu: Ah, vai! Eu sei que você quer mais do que eu..

Lucas: Eu não nasci para ser usado, Olioti. Me deixa em paz..

Eu: Eu não ia te usar.. — dei de ombros.

Lucas: Sei, sei.. Como se eu não te conhecesse..

Eu: Vai, deixa de ser chato! — ri fraco.

Lucas: Lucas, agora, me deixa dormir, ok? Preciso esfriar a cabeça, nada disso daria certo.

Eu: Lubinha.. — disse, fazendo bico.

Lucas: Acho melhor não andarmos mais juntos por um tempo... Será necessário.

Eu: O que? — assustei-me.

Lucas: Sim, T3ddy. Acabou encontrinhos na madrugada, saídas para almoçar, jantar, shoppings, tudo! Pelo menos por enquanto.

Eu: Lucas, isso é muito desnecessário. — disse, serio.

Lucas: Sim, mas você que quis assim..

Eu Mas o que eu te fiz..? — perguntei, curioso.

Lucas: ... Tchau, Olioti. — desligou.

Fiquei fitando o celular por alguns minutos, ele não pode ter feito isso, é bobagem, muita bobagem! Mas.. Talvez ele esteja certo.. Melhor darmos um tempo de tudo.. Eu iria sentir sua falta, infelizmente iria.

...


Notas Finais


Safradas, acharam que iria ter Lemon, né? Shahshahsa ainda não! 😂❤
Enfim, de nada, de nada.. Sei que vocês estava esperando, literalmente, desde o começo por um beijo que seja, mas agora.. Será que L3ddy vai realmente existir? Hmmmm. 😂
Até a próxima, queridos! ❤


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