História I love you M'Lady - Capítulo 8


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alix Kubdel, Alya, Chloé Bourgeois, Gabriel Agreste, Hawk Moth, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Mylène Haprèle, Nathalie Sancoeur, Nathanaël, Nino, Plagg, Sabine Cheng, Sabrina, Tikki, Tom Dupain
Tags Heróis, Ladybug, Miraculous, Romance
Exibições 199
Palavras 1.513
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Escolar, Festa, Hentai, Romance e Novela, Super Power
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oii gnt, tava afim de postar esse capítulo kkkk.
Faço uma versão digital desse desenho?
FELIZ DIA DAS CRIANÇAS, sei que não sou mais criança, mas a gnt comemora qualquer feriado neh.

Capítulo 8 - Capítulo 8


Fanfic / Fanfiction I love you M'Lady - Capítulo 8 - Capítulo 8

Adrien’s POV

           

            Desde a noite anterior um frio me inundava, uma sensação de vazio. Estou com a impressão de que algo está faltando. Não sei ao certo quando comecei a me sentir assim, só sei que, assim que essa sensação se instaurou, ela não me abandonou mais. Tentei vestir um casaco, mas de nada adiantou. Tentei colocar um cobertor a mais na hora de dormir, mas, como a outra tentativa, isso falhou miseravelmente e acabei por ficar acordado durante toda a noite passando um frio extremo. Não importava o que eu colocasse ou fizesse nada mudaria isso que estou sentindo.  Junto dessa sensação estava um incomodo em meu abdome, esse incomodo lembrava um puxão ou, novamente, um vazio.

            Após um rápido café da manhã na enorme e silenciosa sala de jantar da mansão, me dirigi à escola na esperança de esquecer um pouco esse desconforto que me assola.

            As aulas se passaram rapidamente, prestei atenção a cada palavra que me era dita. Acredito que meu empenho seja devido aos anos em que estudei em casa, estou acostumado a prestar atenção a uma única pessoa por horas sem me estressar ou cansar. E acredito, também, que, se falhasse neste colégio, meu pai não hesitaria em me colocar novamente para estudar em casa. 

            Saí da sala com Nino em meus calcanhares, comentando sobre o novo jogo que todos estavam falando, o tal do Pokémon Go. Não entendi direito a graça deste jogo, mas sei lá, meu melhor amigo sempre curte tecnologia e não vou contradizê-lo, não seria educado.

            -Aí tem tipo umas paradinhas no meio da rua e você tem que jogar suas Pokebolas...- Ele disse Poke..o que? Isso é uma piadinha com o nome do desenho animado. Eu desisto, nunca assisti esse desenho, não vou tentar entender mais nada.

            Conforme caminhávamos para saída, passávamos por grupos de alunos conversando. Vi Chloé conversando com Sabrina sobre alguma futilidade e a ruiva apenas acenava repetidas vezes com a cabeça. Porém Chloé também me notou e abriu um sorriso malicioso, começou a andar em minha direção, ignorando a garota de óculos atrás dela que resmungava alguma coisa. Ouvi uma risada vindo da direção do meu melhor amigo.

            -Corre cara. – E assim o fiz, saí correndo o mais rápido que pude, fingindo não ter visto a loira. Corri por uma escada que me levava ao segundo andar do prédio. Andei um pouquinho mais, tentando não deixar nenhuma pista para minha antiga amiga de onde estava indo. Acontece que eu não sabia para onde estava indo. Acabei entrando em uma sala que imaginei estar vazia. Porém quando parei de andar percebi vozes.

            - S-sabe M-Mari, eu a-acho que deveríamos conversar depois.

            - Por que, Nath? – Sua voz saiu leve, como uma brisa. Senti uma leve inveja, ela dificilmente fala com essa facilidade comigo, só quando estou com minha máscara, ou seja, seu problema é com Adrien Agreste. Será que me acha estranho e por isso fica nervosa o tempo todo. Ou será que ela não gosta de mim e acaba falando poucas frases numa tentativa de me afastar.

            - O-o que eu tenho pra te falar é muito i-importante.- Puxou fôlego de forma audível. - Vo-você quer ...

            Não estava muito confortável com a situação, eu estava praticamente bisbilhotando a conversa deles, resolvi andar mais um pouco para que percebessem minha presença. Conforme prestei atenção percebi que se tratava da sala de artes.

            Conforme planejado, assim que dei alguns passos eles notaram minha presença. Com a proximidade pude vislumbra o ruivo com um bloco em suas mãos, seu rosto estava quase tão vermelho quanto seus cabelos. Percebi também a garota com cabelos negros, que, assim que olhou para mim, adquiriu uma cor parecida com a de Nathanaël.

            - A-Adrien? O-o que faz aqui? – Indagou.

            - Eu estou fugindo da Chloé. – Não sei por que disse a verdade, mas algo dentro de mim queria que ela soubesse exatamente que não queria estar com a loira. A garota soltou uma gargalhada pelo meu comentário.

            -M-mari, será q-que v-você poderia me passar seu celular?- Perguntou, esfregando a mão no pescoço, claramente nervoso por estar perto da garota. Será que ela não percebe que ele está afim dela? O jeito que ele gagueja perto dela, a forma com que ele fica vermelho, a forma como fica desconfortável, nada disso funciona para que ela perceba?  Será que alguém poderia ser tão estúpido a ponto de não perceber algo tão óbvio?

            - Claro Nath. – Sorriu de forma calorosa para ele, por que ela não sorri assim para mim? Novamente senti aquela sensação de frio e vazio pelo meu corpo, acho que não deixei de senti-la na verdade, só a ignorei mesmo.

            Ele entregou seu celular para ela, que agilmente digitou um numero e devolveu o aparelho para o garoto que não conseguia se conter no lugar de tanta vergonha ou alegria, não estou conseguindo distinguir agora

            - Bom depois eu te falo o que eu precisava. – Sorriu para ela. Logo em seguida olhou para mim, mudando totalmente sua expressão, de alegria e vergonha para raiva e desgosto. –Até logo Mari e er tchau Agreste.

            - Bom, acho me-melhor ir embora, o-o si-sinal já bateu fa-faz um tempo. – Rumou para a porta da sala, mas eu a impedi, segurando seu braço.

            -Espera, será que a gente poderia fazer o trabalho hoje à tarde? – Por que eu falei isso, isso nem estava nos meus planos.

            - C-claro. – Acenou freneticamente para mim, isso até que era bonitinho. – Vo-você pode vir comigo para casa se quiser. Fa-faremos o trabalho no meu quarto novamente, se não tiver pro-problema pra você.

            - Não tem problema, eu adoraria ir para o seu quarto. – Em um questão de segundos a garota atingiu uma cor tão forte que me fez perceber o que eu tinha acabado de falar. – Fa- fazer trabalho, foi o que eu quis dizer.

            -Vamos. – Disse ela tentando disfarçar.

            Seguimos para fora da sala em silêncio, passando pelo pátio. Alguns poucos alunos ainda estavam presentes, para minha sorte Chloé já havia ido embora, mas o ruivo ainda se encontrava lá, encostado em um canto desenhando. Quando o garoto percebeu nossa presença, começou a encarar Mari, que não o havia notado. E em um ato rápido fiz minha segunda ação impensada do dia, segurei a mão de Marinette de forma que o ruivo notasse. Olhei-o de soslaio, para ver sua reação, que não era das melhores, ele segurava o lápis de forma assustadora.

            Andamos para fora do colégio e pelas ruas de Paris até a padaria de seus pais. Entramos Pela porta da frente, nos deparando com o estabelecimento vazio, exceto por sua família atrás do balcão.

            Seus pais estavam conversando abraçados de lado. Sua mãe foi a primeira a nos notar no local, cutucando Tom para que olhasse para nós. Sabine continha uma expressão engraçada no rosto, como se soubesse de algo e não quisesse contar para mim, aquela expressão maliciosa. Olhei para Tom novamente, seu rosto mostrava surpresa.

            - Olá senhores. – Disse cordialmente.

            Seu pai logo disse sem nem ao menos me cumprimentar:

            - Achei que não fosse namorado da minha filha, foi o que Sabine me disse. – Seu tom não era bravo, ainda apresentava surpresa. Ele olhava de mim para Sabine, que o cutcou com o cotovelo. Eu não estava entendendo nada e ia retrucá-lo, mas ele foi mais rápido que eu. – Não que haja problema nisso, pelo menos você é um garoto decente, Marinette escolheu bem. Vocês tem minha aprovação.

            Senti minhas bochechas queimando, numa tentativa de esconder meu rubor abaixei minha cabeça. Foi então que percebi o motivo daquela conversa. Nossas mãos ainda estavam juntas, nossos dedos entrelaçados. Andamos de mão dada por todo o caminho até aqui e eu nem percebi.

            Levantei o rosto para olhar a garota que estava presa a mim. Marinette exibia um rosto vermelho igual à cobertura do cupcake que estava em cima do balcão. Ela deve estar assim desde que saímos do colégio. Agora que parei para pensar não havíamos trocado nenhuma palavra durante o trajeto. Olhei novamente para os pais da garota.

            -N-Não so-somos namorados. – Gaguejei olhando na direção de Tom, que me olhava sorrindo. Naquele momento até seu simpático sorriso estava me deixando nervoso. – Isso é a-apenas um en-engando.

            -Então por que ainda está segurando a mão da minha filha?- Perguntou Sabine com um olhar desafiador.

            - Está tentando brincar com os sentimentos da minha pequena Mari? – Agora Tom exibia uma pequena irritação, que me fez engolir em seco.

            -Jamais brincaria com os sentimentos da Mari. – Disse com força em cada palavra. Olhei para a garota, que deu um leve sorriso em troca.

            -Somos só amigos. – Pronunciou-se Marinette pela primeira vez durante essa coversa. – Viemos fazer trabalho.

            -É assim que vocês jovens chamam hoje em dia? – Perguntou Sabine. Vendo que não entendíamos o que ela estava falando, acrescentou. – Ah deixe para lá.

            Percebendo que ainda tinha mão enlaçada a de Mari, soltei-a.

            - Bom, vamos fazer o trabalho. – Disse olhando envergonhada para os pais.

            Puxou-me escada acima, até que não estivéssemos mais no campo de visão de seus pais.

  


Notas Finais


Bjos pães de mel.
PS: São poucos comentários mas eles tão guardadinhos no meu coração de pedra


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