História I love you M'Lady - Capítulo 9


Escrita por: ~

Postado
Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alix Kubdel, Alya, Chloé Bourgeois, Gabriel Agreste, Hawk Moth, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Mylène Haprèle, Nathalie Sancoeur, Nathanaël, Nino, Plagg, Sabine Cheng, Sabrina, Tikki, Tom Dupain
Tags Heróis, Ladybug, Miraculous, Romance
Exibições 184
Palavras 1.837
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Escolar, Festa, Hentai, Romance e Novela, Super Power
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oii meus pães de mel favoritos, vocês bem que poderiam olhar meu instagram né (@lapis.lazuli.artist).
COMO ASSIM SÓ FALTA UM PÃO DE MEL PRA COMPLETARMOS 50 FAVORITOS? To feliz demais, porque eu realmente achei que ninguém ia ler.
Agora chega que eu to falando demais. Boa leitura.

Capítulo 9 - Capítulo 9


Fanfic / Fanfiction I love you M'Lady - Capítulo 9 - Capítulo 9

Adrien’s POV

 

            Entramos em seu quarto, que já me transmitia um ar familiar. Não que eu venha aqui desde sempre, é só que estou começando a me acostumar a vir aqui, em ambas as minhas formas.

            Olhei para Marinette, que se encontrava parada um pouco a minha frente escondendo o rosto nas mãos. Cheguei mais próximo dela preocupado, suas mãos caíram para a lateral de seu corpo, exibindo seu rosto sem expressão, o que me deixou mais preocupado ainda. Segundos se passaram e a expressão dela estava me agoniando, vê-la assim me deixava sem saber o que fazer, queria vê-la sorrindo novamente. Como se atendendo aos meus pedidos, sua expressão se transformou de vazio para uma gargalhada. Olhei-a confuso.

            - Esse, com certeza, foi o momento em que mais fiquei nervosa na minha vida. – Disse entre risos. Percebi que o que ela disse fazia muito sentido.

            E, assim como ela, soltei uma gargalhada. Nossas risadas eram na verdade uma forma de mostrar nosso alívio após aquela situação constrangedora. Rimos por mais alguns minutos, até que precisamos de ar.

            - Seu pai me assustou!- Exclamei assim que recuperei o ar. – Achei que ele nunca mais fosse me deixar chegar perto de você.

            Ela me olhou com as mãos na barriga.

            - Não precisa se preocupar com ele, ele não faria mal a uma mosca.

            - Eu percebi. – Disse me lembrando sobre o comentário que fez ressaltando o fato que não o incomodava o fato de que EU era namorado da Mari, mesmo não sendo verdade eu fiquei feliz. – Mas uma coisa me chamou atenção.

            - O que?- Seus olhos azuis me questionavam.

            - Ele se preocupa muito com seus sentimentos. – Olhei para ela, que me encarava sorrindo de forma simples, mas sincera.  – O que eu disse lá em baixo era verdade.

            - O que você disse?

            - Que nunca machucaria ou magoaria você. – Disse olhando para o chão, senti minhas bochechas ruborizarem. – Também não vou deixar ninguém te machucar.

            Disse essa segunda parte olhando diretamente nos seus olhos. Seu rosto não estava muito diferente do meu, queixo caído e maçãs do rosto bem vermelhas.

            - Sé-sério? – Gaguejando de novo? Essa é minha Marinette. Não vou dizer que não gosto desta Marinette aberta e extrovertida, porque eu gosto e muito, mas eu acho tão fofo esse jeito dela de gaguejar o tempo todo.

            -Sim. – Fiquei vermelho antecipadamente pelo que diria a seguir. – Sou seu amigo, quero cuidar de você.

            Um sorriso brotou em seus lábios de forma inusitada, seus olhos, que antes estavam arregalados, suavizaram.

            A amizade de Mari era algo muito importante para mim, desde o dia em que descolei o chiclete de sua cadeira e ela implicou comigo achando que eu o havia colado, venho tentando conquistar sua amizade e finalmente a tenho. Sinto-me próximo a ela, mas gostaria de ser um pouco mais próximo.

            - Sabe...- Tirei forças de tudo que era lugar para poder falar o que queria. – Eu gostaria de ser um pouco mais que seu amigo.

            - Como assim? – Seus olhos se arregalaram novamente.

            - Eu quero ser mais próximo de você.- Disse as palavras de forma apressada. Fitava o chão como se algo no piso realmente chamasse minha atenção. – Quero ser como um melhor amigo ou um irmão para você. Você me permitiria essa aproximação, senhorita?

            Levantei meu rosto para ver sua expressão, mas fui surpreendido pelos braços da morena me envolvendo. Abaixei-me um pouco para ficar da sua altura, assim que o fiz seu rosto se afundou entre meu ombro e meu percoço.

            - C-claro.

            Ficamos abraçados por um momento aproveitando o calor um do outro. Calor. Era exatamente este calor que estava faltando, era ele que não estava lá quando tudo estava frio e vazio. Agora não me sinto mais como uma geladeira ambulante. Me sinto aquecido novamente aqui nos braços da pequena garota.

            - Que tal fazermos o trabalho? – Pergunto a menina que já se soltava de mim. Concordei com a cabeça, esse trabalho não é tão importante, mas temos de fazê-lo e eu farei meu melhor.

            Pegou-me pela mão e me puxou até sua escrivaninha, vejo que ela também está tentando se aproximar de mim e isso me deixa muito contente, e puxou um caderno da gaveta.

            - Este é meu esboço, o que acha?- Estava simplesmente incrível. – Posso tirar suas medidas?- Confirmei com a cabeça.

            A garota puxou uma fita métrica da mesma gaveta que o caderno, começou medindo meus braços, mediu meu peito e rumou para meu quadril, onde teve um pouco de dificuldade devido a sua vergonha que a deixou mais atrapalhada ainda. Tentei desviar minha atenção dela para deixá-la mais confortável.

            -Pronto. – Disse por fim, ela já não gaguejava mais. – Não poderei fazer hoje, estou sem os tecidos necessários, mas começarei até o final da semana.

            - Tudo bem, Mari. – Repliquei. - Não precisa se preocupar, costuraremos juntos.

            - Você sabe costurar? – Me olhou curiosa. Apenas assenti.

            - Conto essa história outro dia. – Não estava nem um pouco afim de falar sobre minha mãe para a morena, sei que quero me tornar mais próximo dela mas, esse ainda é um assunto delicado e não quero assustá-la.

            - Bom, nós já fizemos o que podíamos sobre o trabalho. – Comentou um pouco nervosa, como se temesse algo. – Querfazeralgooucomeralgooualguma outra coisa?

            Disse essa ultima parte de forma rápida e atrapalhada, ri da sua expressão vermelha e assenti com a cabeça, essa seria uma ótima maneira de conhecê-la melhor. Tomei coragem para perguntá-la, não sabia se ela gostaria da ideia.

            - Já ouviu falar de um jogo chamado “21 Questions”? – Ela negou. – É um jogo em que você pergunta coisas aleatórias a outra pessoa ela também te faz perguntas, 21 perguntas pra cada um.

            Ela concordou como se processasse as regras do jogo em sua cabeça.

            - Mas vamos jogar de um jeito um pouco diferenta, tudo bem?- Acrescentei. – Isso pode nos aproximar.

            - Okay, mas vou pegar algo para comermos durante o jogo. – Com isso ela passou voando pela porta do quarto, me deixando sozinho.

            Andei um pouquinho pelo quarto, explorando algumas partes, sem tirar sua privacidade. Vi um pôster meu perto de sua escrivaninha, mas nem dei muita importância, tenho certeza de que ela só tem essa foto pelo modelo que contracenou comigo nesse ensaio. Puxei sua cadeira para próximo de seu divã e me sentei. Poucos minutos depois a morena passa pela porta carregando um prato, o cheiro logo inunda meu nariz. Croissant. Eu amo croissant.

             Ela se sentou no divã de pernas cruzadas, de frente para mim, com o prato no colo.

            -Vamos começar. – Disse e me ofereceu a comida, que não havia possibilidade alguma de eu negar. Pigarreei em mais uma tentativa de tomar coragem. Essa garota está acabando com o pouco de coragem que tenho.

            -Posso começar perguntando?- Ela assentiu, confirmando. – O que você mais gosta de fazer?

            - Essa é fácil, desenhar. – Por que eu fiz essa pergunta tão óbvia nem eu sei. – Você gosta de ser modelo?

            - Isso é meio difícil de responder, eu gosto na maior parte do tempo, menos quando isso me priva de fazer outras coisas. Que tipo de filme você gosta de assistir?

            - Gosto de qualquer coisa.

            - Podemos sair pra assistir um filme qualquer dia. – Disse num impulso, a garota na minha frente enrubesceu em questão de segundos e eu junto com ela.

            - Q-qual sua comida favorita?

            -Croissant. – Respondi e olhei para o prato, tentando ainda esconder minha vergonha. Quando ia começar a perguntar, seu celular tocou, avisando que havia uma mensagem. Ela leu e sorriu singelamente, olhei-a de forma interrogatória.

            -É o Nathaniel, mas pode continuar o jogo eu consigo prestar atenção em duas coisas ao mesmo tempo.

            - Você sente alguma coisa pelo Nathanäel? – Perguntei rapidamente, sem nem ao menos notar a besteira em que estava me mentendo.

            -N-não, claro que não. – Seu rosto se tornou muito mais vermelho que o normal.  – Nada além de amizade. Por quê?

            - Não percebe que ele gosta de você? – Disse de uma forma que ficou um pouco rude, mas não havia outro jeito de dizer.

            -Claro que n.. – Sua frase se perdeu no ar, junto com o som de outra mensagem chegando. – Como você sabia?

            Levantou o celular para que eu pudesse ver, na tela aparecia as seguintes mensagens:

 

Número desconhecido: Oi mari sou eu Nathanäel, da sua turma.

Mari: Oi nath.

Nath: Será que podemos sair para conversar?

Mari: estou com uma pessoa aqui em casa, será que podemos falar por aqui mesmo?

Nath: Eu não queria... mas tudo bem, eu gosto muito de você, você não gostaria de ir ao parque comigo qualquer dia? Não precisa responder agora.

 

            - Porque ele é muito óbvio. – dei de ombros. – Não vai responder?

            - O que eu posso responder? Sinto muito, mas eu gosto de outro. – Ironizou.

            - Gosta? – Meus o

lhos se expandiram.

            - Sim, vou descontar isso das suas 21 perguntas. – Riu de forma descontraída. Em uma questão de segundos seu rosto se fechou em uma careta. – Mas e você e a Chloé? Você gosta dela?

            - Não. – Disse de forma seca, por que todos insistiam em me colocar junto dela? – Éramos apenas amigos.

            -Eram? – Me olhou com extrema curiosidade.

            -Éramos. Brigamos naquele dia em que você me viu tirando o chiclete de sua cadeira e nunca mais tivemos a mesma relação. – Despejei a informação. – Mas acredito que quem deveria perguntar era eu e não a senhorita.

            Disse a ultima frase pegando seu nariz em uma forma de brincadeira. Ela assentiu furiosamente.

            - Sinto muito, pode fazer duas perguntas se quiser.

            - Já que mencionamos aquele dia, o que você sentiu quando me viu daquele jeito e achou que eu que havia colocado o chiclete?

            - Raiva. – Meu coração se apertou, então talvez ela ainda sentisse isso por mim, talvez seja por isso que ela tanto me evita.

            - Você não gosta de mim? – Perguntei sentindo minha voz embargada.

            - M-mas é clã-claro que eu gosto.- Respondeu, logo em seguida sussurrando. – Gosto muito.

             Em mais um ato impensado eu a abracei e aquele calor me invadiu de novo. Então ela não me odiava, isso era tão bom. Soltei seu abraço de forma relutante.

            - Bom, acho que já passamos das 21 perguntas. – Ela disse.

            -Acho que vou embora. – Disse coçando minha nuca.

            Despedi-me da garota com um abraço desajeitado e corri escada abaixo, encontrando com sua mãe no balcão da loja. A mulher me abraçou e me entregou uma caixinha, dizendo:

            - Pra você se lembrar da minha filha nesta noite.

            Piscou para mim e voltou para o balcão.

            Quando saí pela porta notei que já era noite e estava um pouco frio. Corri até minha casa. Na minha casa, subi correndo as escadas, ignorando o sermão que Nathalie me dava sobre minha irresponsabilidade de ter ido à casa da garota sem avisá-la.

            Sentei em minha cama e abri a caixinha, separados por papéis estava um croissant e alguns cookies. Uma combinação engraçada, mas que ficava boa. Como eu e a Mari.


Notas Finais


Comentem o que vocês estão achando da história.
PS: tenho um capítulo especial pra esse mês, em breve ele aparece.
Beijos.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...