História I' m yours - Capítulo 8


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Tags Originais
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Palavras 2.070
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Escolar, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Lemon, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Survival, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 8 - O encontro



A Sabrina invento de pedir pra eu ir pra escola de cabelo enrolado e solto. As pessoas ficam comentando, e ficam pensado, e ouvir os pensamento de todo mundo eh muita coisa pra minha cabeça. Pego as coisas no meu armário e o sinal toca. Vou para a sala e Sabrina senta do meu lado.

- Já falou com ele?

- Não ainda. Não vi ele hoje.

A professora entra na sala, e logo, Jack entra em seguida. Ele me encara de um jeito disfarçado. No meio da aula, eu nem estava prestando atenção, eu soh sentia um calor entre eu e ele. Ele chega perto do meu ouvido e sussurra.

- Você ta bonita, hoje.

Eu olho para Sabrina sem saber o que fazer.

"Diz. A merda. De um. Obrigado"

- Obrigado - sussurro de volta. Ele sorri e volta pra carteira dele.

No fim das aulas...

Eu espero ele na porta da escola, mas ele não chega, minha esperança de um belo encontro vão embora, e quero ir embora e não voltar nunca mais, mas sinto uma mão agarrar meu braço.

- Vai ao cinema sem mim. - sinto um leve alivio.

- Não eh legal deixar uma dama esperando.- ele solta meu braço.

- Desculpa, a professora me segurou na sala.

- Nota baixa?

- Participação mínima.

- Ah, eh, sobre isso ela ta certa - ambos rimos.

- Vamos?

- Sim, claro.

No shopping...

Ao adentrar o shopping, vimos que a cessão soh vai começar daqui a 00:30 min. Nós começamos a andar por ai, compramos sorvete, lanche, doce, tudo que podíamos. Ele começo a por a mão na minha cintura, e eu deixei, por que se eu não deixar, a Sab vai me matar.

Quando faltava 00:10 pro filme começar, nós dois fomos direto pro cinema. A caminho de lah, quando Jack já tinha largo a mão da minha cintura, um homem passou a mão na minha bunda.

- Hei – grito pro idiota – seu pervertido.

- Quer mais delicia?... – ele se aproxima de mim, mas Jack entra no meio de nós dois. Sinto meu sangue ferver, mas essa raiva não eh minha, eh o Jack.

- Por que você não deixa ela em paz seu idiota? – ele sussurra de um jeito tão calmo, que meda medo.

- Jack, por favor. Agora não eh a hora certa. Jack.. – tento fazer ele olhar para mim, mas ele se recusa. – Jack, por favor... Se você não for fazer por si mesmo faça por mim. – ele se recusa a me olhar, mas sinto que aos poucos ele vai cedendo a mim, ateh que consigo fazer ele virar e andar junto comigo para fora da multidão, mas ai aconteceu isso...

- Vai mesmo dar ouvidos a essa vadiazinha? – ele paro no meio da multidão e não deu mais um passo, ele fecha o punho com força, tentando evitar que a raiva o domine, mas se eu não agir, vai acontecer um belo de um barraco aqui.

- Jack, olha pra mim. – mesmo que ele esteja de olhos abertos, não o vejo em seus olhos, vejo raiva – por favor, ne diz que ainda ta ai...

- Pelo amor de Deus, o... – interrompo o idiota

- E você – digo apontando pro individuo – cala boca você não ta ajudando. – Jack, você eh mais forte do que essa raiva dentro de você. Por favor, volta pra mim... – dessa vezes ele parece que me ouviu, a mão dele vai cedendo devagar, ateh que eu pego em sua mão, e ele solta de vez.

- Viu, não foi tão dificil...

- Na verdade, foi... – rimos um pouco e ele põe a mão na minha cintura de novo.

- Ueh, cadê o cara?...

- E você se importa? – Ele diz tirando a mão de mim. Então eu paro e cruzo o braço.

- Ta com ciúmes, Jack? – ele coça a nuca e faz cara de duvida.

- Eu nem sei do que você ta falando.

- Sei.

Chegamos no cinema, compramos os ingressos, e fomos ver o filme, na verdade era incrível, tiroteio pra todo lado, treta na cadeia, o Dom tendo que mudar de lado, por causa de um... (se vc assistiu, vc vai saber), e eu e Jack, ficamos discutindo sobre isso o tempo todo e foi muito legal, mas eh claro que a pergunta uma pergunta me veio.

- Jack, por que você ficou com tanta raiva daquele cara que passou a mão na minha bunda.

- Porque... você eh minha amiga, e aquilo foi bem desnecessário – ele dizia mexendo no milk shake, olhando o mesmo fixamente.

- Jack. Um amigo pediria pra aquele cara se fuder. Você tava desposto a socar aquele cara com tanta força que eu não sei se ele estaria respirando. – ele não olha pra mim, ele soh coça a cabeça de vergonha. – eu to disposta a ser sua amiga e a te ajudar. E você? – ele levanta a cabeça e assente – ótimo, agora soh pra deixar claro. Você vai lagar esse milk shake. – ele largua na hora, e olha pra mim.

- Mas eu pedi um extragrande.

- Ninguém mando. – digo rindo e ele ri de nervoso. De baixo da mesa meu celular vibra.

Sabrina: “Angl, tem como vc me buscar na casa do Leo?”

- O que foi?

- Não nada, eh que... a Sabrina quer que eu busque ela na casa do Leonard. Mas eu tenho que esperar chegar em casa. Eu tenho que encher o tanque do carro e...

- Você não quer carona?

- Não, que isso... eu não posso aceitar.

- Como você achou que ia voltar pra casa então?

- Sei lah, de ônibus? – ele ri

- Você VAI comigo. E eu não perguntei.

- Te odeio – digo rindo

- Eu acho que não. – Depois de um belo tempo de silencio, ele me pergunta.

- Como você conseguiu fazer a raiva passar?

- Esse papo não acabo?

- Não.

- Ahhhhhhh

- Fala logo. – ele diz rindo da minha cara

- Ok. Podemos dizer que já lidei com caso de raiva. Com um antigo... ficante?

- A eh mesmo eh? – ele diz se encostando na cadeira de braços cruzados. – Continua.

- Jack, eu não... – ele não da uma palavra, apenas quer que eu continue. – Ele as vezes tinha uns ataques de ciúmes quando alguém me dava mole e eu não notava, e whatever. – por algum motivo ele olha torto.

- Vocês se amavam? – ele parecia chateado com essa pergunta.

- Sim, claro. Mas passado eh passado.

- E como vocês terminaram? – eu fico desconfortável com essa pergunta. Então mudo de assunto.

- Bom, eu acho que ta tarde, e...

- E eu acho que você pode confiar em mim pra contar. – ele põe sua mão em cima da minha.

- Eu sei... mas tem coisas que eh melhor você ser poupado de saber. – digo levantando da mesa, e saindo um pouco dali. Começo a andar pelo shopping e chego numa área vazia. Eu sinto uma mão segurar pela cocha, e outra segurar o a minha mão. Me impedindo de me defender.

- Olha vadiany – eh o mesmo cara que passou a mão na minha bunda.

- Me solta, se não eu vou gritar.

- Grita, grita, aproveita, e geme um pouco pra mim.

- SOCORRO!!! ALGUEM ME AJUDA – eu chuto o saco do filho da puta, mas ele se recompõe rápido e não me deixa ir embora.

- Você me deixou te querendo, e vai se arrepender disso. – eu me desespero cada vez mais, começo a gritar chorar, dar berros, mas ninguém me escuta. Ele fica passando a mão dele em mim, na minha barriga, na minha coxa. Depois ele me viro de costas e começou a desabotoar a calça. Eu já não sabia o que fazer, ou como agir, sinto uma raiva que eh de me fazer tremer. Mas essa raiva não eh minha. Ouço o som algo se quebrando, e vejo o tal cara caído no chão, olho pro lado, e vejo Jack do meu lado ofegante, como se tivesse tirado um grande peso das costas, e soltado tudo em cima desse cara, corro e o abraço, ele vai retribuindo aos poucos.

- Nunca mais faz isso comigo, tah? Eu tava realmente preocupado.

- Foi por causa.... disso.

- O que? – ele diz sem entender.

- Meu ex-namorado, ele... ele tento me estuprar – choro mais ainda ao dizer isso, e ele retribui com um abraço forte e caloroso.

Algumas horas depois...

Mando uma mensagem para a Sabrina dizendo que estamos indo, Enquanto isso um silencio desgraçado invade o carro.

- Por que todas as vezes que a gente sai, algo de ruim acontece. – ele diz me fazendo rir.

- Isso eh carma do universo.

- Deve ser mesmo...

1 fucking hora depois...

Chegamos ateh o apartamento onde Sab esta.

- Angl, teria como a gente esquecer isso tudo...?

- Eh acho que sim. – digo saindo do carro – você mora aqui?

- No terraço na verdade. – ele mora numa impressa, e o topo do prédio eh o apartamento dele. Eu não me acostumaria com isso nunca. – Grande, neh? – Ele encosta no carro e eu estou ao seu lado, nos olhamos, condigo sentir sua respiração com a minha.

- Desculpa por tudo, tah?

- Meu Deus.

- O que?

- Você fala demais. – eu o beijo e ele retribui. Sabe aquele calor pavoroso, que eu tenho tendo, quando eu estou com ele, esse calor some, e eh substituído por outra coisa. Amor. Amor de verdade. Desgrudamos ao perder o folego, e quando olhamos pro lado, e vejo Sabrina e Leonard perplexos. Eu não sei Jack, mas eu fiquei com vergonha.

- Parece que temos outro casal aqui – diz a Sab cruzando os braços.

- Vai cagar, Sabrina. – digo entrando no carro.

- Você também irmão.

- Vai se fuder pra lah – ele diz também entrando no carro.

Algum tempo depois...

Chegamos em casa, amém gloria Deus. Mas graças a Sabrina, começou outro papo.

- Ei meninos, sexta que vem eh o baile da escola. E você Leo, se não me convidar, vai ter seu corpo coberto por areia. – ela diz dando nele um selinho. – O mesmo pra você Jack.

- Mas o que que eu fiz?

- Você não convidou ela pro baile ainda que eu sei. Convida – ela fax uma cara de pidonha mas Jack, não sede, então sua expressão mudo para seria – Agora!!!

- Sabrina – digo lhe dando uma bronca,

- Tudo bem, mas depois quando a Angl tiver outro par que não seja você não diga que eu não avisei. – eu reviro os olhos e ela sai do carro.

- Não liga não ela sempre foi assim, meio...

- Esquentada... – ele completa e a gente ri juntos. Eu saio do carro, e vou a janela dele.

- Foi muito divertido hoje, tirando, os contratempos. – rimos novamente. – obrigada por ter me ajudado aquela hora... – ele sorri, mas desfaz o mesmo quando seu irmão no interrompe.

- Ajudou no que?

- Não se mete Leonard!! – diz Jack revirando os olhos.

- Enfim... - digo dando uma olhada rápida pra Leo – obrigada, foi muito corajoso da sua parte.

- Disponha. – ele da um meio sorriso. Dou um beijo em sua bochecha e passo na frente do carro, quando sinto que já estou pisando na areia, ouço Jack gritar meu nome.

- Angl.

- Sim?

- Não eh pelas ameaças da Sabrina mas, gostaria de ir ao baile comigo. – ele realmente ne surpreende.

- Posso pensar?

- Claro.

- Ok. Te vejo na escola.

- Te vejo na escola.

Volto para casa com a Sabrina lah em cima, provavelmente mexendo no celular. Pego uma embalagem de batata chips, pego uma faca e corto o mesmo, mas corto meu dedo também. Gotas do sangue caiem na pia, mas por algum motivo, elas derretem a pia, como lava. Quando eu coloquei o dedo no buraco, estava realmente quente, mas o suficiente para me queimar. Quando pego um curativo, ele derrete na minha mão, pego um papel e a mesma coisa acontece, quase desistindo, por algum tipo de instinto ponho a mão na lareira, espero sentir a dor do queimar, mas não, na verdade eu não queimei, na verdade, aquilo tinha me curado, eu não sabia o que tava acontecendo e na por que, apenas subi e me tranquei no quarto. Não sai de lah por nada. Apenas deitei na minha cama, e esperei a noite chegar.








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