História I Make Mistakes - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Personagens D.O, Kai, Personagens Originais
Tags ?2concursoexofanfics?, Crazy, Dtehospital, Kaisoo
Exibições 53
Palavras 2.949
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Mutilação, Suicídio
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olar pessoinhas <3 Como sempre eu começo com um "Não deveria estar postando fic nova quando tenho duas pra atualizar".
Mas dessa vez é por uma boa causa haha
Essa é pro concurso da EXO Fanfics e, espero que gostem tanto quanto eu gostei de escrever <3
Até lá em baixo :3

Capítulo 1 - Capítulo Único


Fanfic / Fanfiction I Make Mistakes - Capítulo 1 - Capítulo Único

Normalmente encontramos várias formas para explicar o amor, mas existem situações em que esse sentimento se instala que são impossíveis de ser descritas.

Do Kyungsoo era apenas um dos milhares de enfermeiros daquela clínica, escolhera ocupar tal lugar mesmo sendo formado para ser um médico renomado. Preferia ter mais contato com os pacientes, coisa que os médicos superiores quase não faziam.

Vários pacientes chegavam e saíam daquela clínica, mas tinha um em especial que chamara a atenção de Kyungsoo. Seu nome era Kim Jongin, era novo no hospital, e ninguém se pronunciara sobre o diagnóstico do indivíduo, apenas o internaram sem mais delongas. Os dias e meses foram se passando, todos os enfermeiros desistiam de Jongin depois de no máximo três dias, até que em um momento inusitado, o superior de Kyungsoo deu a ele a oportunidade de cuidar daquele que tanto o intrigava.

No início tudo havia acontecido normalmente, Kyungsoo entrava na sala, aplicava os remédios recomendados, levava a comida em todas as horas necessárias e fazia companhia a Jongin quando podia. O outro apenas movia-se para fazer suas necessidades rotineiras.

As coisas começaram a mudar duas semanas depois, quando Jongin resolveu olhar para o enfermeiro pela primeira vez, já que nas outras vezes em que se encontravam, preferia encarar o nada, prestar atenção em qualquer outra coisa. Kyungsoo não pôde negar o quanto Jongin era bonito, tinha um charme inexplicável e apenas com o olhar, conseguira prender sua atenção por minutos, horas, dias, meses... Por fim 10 meses se passaram, Jongin conversava com Kyungsoo, e quando o mesmo decidia contar para alguém sobre tal fato, riam de sua cara e diziam ser algo impossível. Nunca entendera bem o porquê, mas ignorava.

A verdade é que, todo o charme e beleza de Jongin haviam se tornado algo maior, que fazia o coração de Kyungsoo acelerar apenas por pensar no outro, e isso era extremamente errado, sabia disso, as regras do hospital eram claras. Pacientes e enfermeiros, médicos e afins não poderiam ter um relacionamento que passasse do profissional, e também, todos sabiam que ninguém era louco o bastante para se envolver com algum doente mental. Kyungsoo era.

O Sol naquela manhã decidira se esconder entre as nuvens, o dia amanhecera tão nublado e melancólico que desanimaria qualquer um, mas não foi o que aconteceu com o enfermeiro. Ao entrar no quarto de Jongin, se deparou com uma das coisas mais lindas que já vira e que não cansaria de ver nunca, tinha plena certeza disso. Jongin se movimentava pelo quarto com tanta facilidade, suas expressões calmas faziam o enfermeiro sorrir em resposta. Não falara nada enquanto a música tocava e o corpo alheio ainda se movia.

- Está aí a muito tempo? – O loiro perguntou, sorrindo minimamente, parando de dançar quando a música chegou ao fim.

- Não muito – o enfermeiro bagunçou suas madeixas vermelhas e ajeitou o óculos no rosto, sorrindo em resposta.

- Parece que vai chover...

- Já está chovendo, Jongin – Kyungsoo começou a preparar as injeções de remédio enquanto o loiro sentava em sua cama.

- Quantas injeções para o dia de hoje? – perguntou estendendo o braço, deixando que o enfermeiro aplicasse o primeiro remédio em sua veia.

- São cinco, e duas vão te fazer dormir, então arrume sua cama para que você possa descansar confortavelmente

- Já está do jeito que eu quero – suspirou ao sentir mais duas picadas no braço – Soo, muda de lugar, aí já está doendo.

- As outras duas serão no outro, não se preocupe – E então ele pegou as últimas seringas, aplicou uma delas, sentindo a respiração forte de Jongin em seu pescoço.

- Antes de o remédio fazer efeito, preciso tentar uma coisa – A voz de Jongin era baixa, quase sussurrada.

- O que? – perguntou assim que terminou de aplicar os remédios, tirando as luvas logo depois e parando de frente pro paciente.

As mãos de Jongin se direcionaram para dois caminhos, uma delas para a nuca e a outra para a cintura de Kyungsoo, puxando-o devagar. Quando notou o que estava acontecendo, os olhos do enfermeiro se arregalaram, ele não sentia, mas estava tremendo, e então os lábios alheios roçaram os seus, os olhos de ambos se fecharam ao mesmo tempo, suas bocas se encaixaram com tanta perfeição que um arrepio percorreu o corpo de Kyungsoo.

Os movimentos dos lábios pareciam ensaiados, a respiração pesada de ambos se mesclava enquanto suas línguas se acariciavam, mas como tudo que é bom costuma durar pouco, Jongin se afastou minimamente, estava claramente sonolento.

- Obrigado por não me repelir – falou deitando na cama, cobrindo seu corpo todo com um lençol e fechou os olhos definitivamente.

- Não precisa agradecer – um sorriso tímido desenhou seus lábios, seu sonho se realizara e com toda a certeza nada iria tirar o seu bom humor.

 

As semanas foram passando, os meses também, e o que Kyungsoo sentia por Jongin aumentava mais a cada vez que eles se beijavam escondido. O enfermeiro já confessara seus sentimentos pelo paciente, mas nunca ouvira uma resposta em troca, Jongin sempre respondia com apenas um sorriso, um beijo ou até mesmo um abraço, e isso deixava o outro completamente frustrado, mas tentava ignorar.

Assim que completara dois anos que Jongin estava ali, Kyungsoo teve a curiosidade de saber por que exatamente o paciente havia sido internado. Acordou bem disposto naquela manhã, passaria o dia todo com o amado no parque, já que, de acordo com o médico responsável por Jongin, seu quadro apresentava muitas melhoras a cada dia que passava. Caminhou até a sala de seu superior e assim que sua entrada na sala fora liberada, um sorriso fora desenhado em seu rosto.

- Kyungsoo, que ótimo te ver aqui, precisava mesmo chamá-lo – O senhor sorriu e gesticulou para que o menor pudesse sentar-se – Fique à vontade.

- O que precisa dizer?

- Primeiro você, filho, pra ter vindo até aqui deve ter acontecido algo importante – disse mexendo em seu cabelo, sem tirar o sorriso do rosto.

- Então, eu vim até aqui perguntar uma coisa, na verdade. Já faz dois anos que o paciente que estou acompanhando fora internado, e como ele está avançando com os tratamentos, queria lhe perguntar o por quê de ele ter vindo parar aqui.

- Mas então estamos aqui para falar da mesma pessoa... Eu ia contar a novidade à você, pedi para Chanyeol ir procurá-lo, mas você chegou antes.

- Que novidade? – perguntou, ajeitando-se na cadeira.

- Kim Jongin fora liberado durante a madrugada, tivera alta, os pais vieram conversar comigo há alguns dias e negociamos tudo. Ele foi embora logo pela manhã – O sorriso no rosto de Kyungsoo desaparecera,

- O senhor está brincando, não está? – Quando o outro balançou a cabeça, negando, a visão de Kyungsoo escureceu, faltou ar em seus pulmões e as paredes pareciam fechar-se aos poucos.

Isso não poderia estar acontecendo, definitivamente não poderia, ninguém podia tirar o seu Jongin, ninguém podia levá-lo sem antes consultar ao seu enfermeiro responsável, a pessoa que o amava.

- Isso é uma injustiça, não podem fazer isso – gritou levantando-se da cadeira bruscamente.

- Do que está falando? – o senhor gaguejou, levantando de sua cadeira também.

- Não podem levar o meu Jongin, vocês não podiam ter feito isso, como ousam? – e os gritos continuavam, carregados de ódio.

Não deu tempo do médico retrucar, pois no segundo seguinte Kyungsoo havia atravessado a porta da sala pequena, correndo e derrubando tudo que via pela frente. Precisava ver com seus próprios olhos, tinha certeza de que estavam mentindo pra ele, ou pelo menos achava que sim, já que quando entrou no quarto conhecido, encontrou tudo perfeitamente organizado, parecia que jamais havia sido ocupado.

As lágrimas foram uma consequência do momento, o que mais sentia era ódio, estava completamente cego, pegou algo, que não sabia exatamente o que era, em cima de uma das mesas do lado de fora do quarto e começou a correr pra fora do hospital, sentiu um braço tentar segurar sua cintura, mas estava tão desnorteado que não percebera quando lhe soltaram.

A porta da clínica estava cada vez mais próxima, sentia que nem tudo estava perdido, ainda tinha esperanças, mas um baque mais forte em seu corpo o fez parar, sua visão clareou de repente, vira muitos pacientes e enfermeiros o olhando assustados, e mesmo assim não parara de protestar e gritar por Jongin.

Kyungsoo enlouquecera, debatia-se contra os braços dos seguranças daquele lugar, gritando e implorando a quem quer que fosse que lhe dissesse que tudo aquilo era mentira.

Em um ato impensado, jogou-se no chão, conseguindo soltar-se dos braços alheios, o que não adiantou muito, já que quando caiu parou para prestar atenção em suas vestes. A roupa branca e azul do hospital se destacava em comparação a sua pele branca, e ele com certeza não estava entendendo o que estava acontecendo.

Notou também em seus pulsos, as pulseiras que os pacientes costumavam usar, em uma seu nome estava escrito em letras grandes e escuras, na outra ele até tentou ler, mas voltou a ser carregado para um quarto do hospital pelos mesmos seguranças de antes.

Tudo que via em sua frente não era familiar, ele não fazia ideia de onde estava. Ao entrar no quarto reconheceu apenas o enfermeiro que se encontrava parado ali, anotando algo em uma folha pequena, mas antes que pudesse abrir a boca para perguntar o que estava acontecendo, uma dor insuportável no pescoço o fez gemer alto, sua visão embaçara lentamente antes de tudo escurecer e ele não sentir mais nada por todo o corpo.

 

Tentou acostumar-se com a luz que vinha da janela, seus pulsos doíam muito, seus pés também. Quando já podia ver tudo com mais clareza, observou em volta, estava no mesmo quarto que entrara antes de tudo escurecer.

Seus olhos arregalaram-se quando notara o que machucava seus pulsos e pés. Estava preso contra a cama daquele quarto, com alguns fios e agulhas conectados à sua pele.

A porta do quarto estava entreaberta, dava para ver pouca coisa do lado de fora, mas as vozes que vinham de lá adentravam seus ouvidos em alto e bom som.

- Já é o quinto surto essa semana, Chanyeol, não está adiantando nada prendê-lo, dar remédios ou até mesmo fazê-lo dormir, ele sempre acorda pior – conhecia aquela voz.

- Não temos o que fazer, não podemos nos precipitar, temos que falar com a família dele antes de tomar qualquer medida impensada.

- Os pais dele já foram contatados, vem nos ver amanhã à noite, mas depois desse surto novamente por causa de Jongin, eu não sei o que mais ele pode fazer, nem os nossos seguranças estão dando conta – o moço da voz conhecida entrou em seu campo de visão pela porta, o que o fez deitar novamente e fingir que ainda dormia – Ele tentou matar você, o que espera que ele faça depois?

- Minseok, ele está dopado ainda, assim que acordar, podemos ver o que acontece... Não podemos desistir dele assim. Sei que as alucinações estão cada vez mais frequentes, sei também que ele tentou me matar, mas, Kyungsoo não é tão ruim, eu tenho certeza de que vamos conseguir reverter isso.

- Ele está aqui há dois anos, nunca apresentou melhoras, estou começando a achar que você também enlouqueceu.

- Ele só está assim por que se apaixonou por Jongin, mas ele foi embora, você sabe disso, ele sabe disso e isso deve ter feito ele pirar. Nós temos chances de conseguir reverter isso, não vou desistir de Kyungsoo.

- Por que você está assim tão convicto de que tudo vai dar certo, Chanyeol?

- Por que não gosto de saber que os meus pacientes vão acabar indo pra um caminho pior. Eu sou médico, não deveria me importar, mas ainda é uma vida, Minseok. Não quero acabar com uma vida assim, sem ter certeza se está na hora ou não.

- Se essa é a sua escolha, não posso fazer nada para impedir, mas conversarei com os pais dele e explicarei tudo, caso Kyungsoo faça mais alguma coisa absurda, pode esquecer que um dia ele entrou aqui – o barulho da porta foi alto, Kyungsoo deduzira que alguém tinha saído, então abriu os olhos lentamente, dando de cara com um homem alto, com um jaleco tingido de azul.

- Ah, você acordou – ele falou, se afastando um pouco – Lembra-se de mim, Kyungsoo?

- O que eu estou fazendo aqui? O que aconteceu, Chanyeol?

- E mais uma vez você não se lembra de nada – suspirou alto e sentou em uma cadeira próxima à cama – Você teve mais um dos seus surtos, Soo, mas dessa vez foi pior – ele mostrou dois cortes grandes no braço.

- Quem fez isso em você? – tentou levantar, mas não conseguiu por conta dos pulsos presos.

- Você fez isso em mim, com um bisturi.

- Por que eu faria isso? Pelo amor de Deus, me tira daqui, essas coisas estão me machucando.

- Não posso te tirar daí dessa vez, Soo.

- O que diabos eu fiz? Eu preciso trabalhar, preciso cuidar de Jongin, onde ele está?.

- Você realmente não se lembra de nada?

- Não, do que eu preciso lembrar? – tentou se soltar novamente, já irritado.

- Jongin morreu, Kyungsoo. Ele era o seu médico particular, lembra-se disso?

- Ele o que? – o grito saíra de sua boca com tanta facilidade, mas carregado de dor – Por favor, me explica o que está acontecendo.

- Kyungsoo, você foi internado aqui há dois anos, seus pais estavam preocupados com algumas situações que ocorreram e vieram procurar um médico, um dos mais conhecidos do país. Você estava tendo alucinações, eram raras as vezes, mas tinha, então um dia em meio a uma dessas alucinações você partiu pra cima da sua mãe com uma faca de cozinha.

- Do que você está falando? Eu nunca faria isso, me deixe sair daqui, Chanyeol – Ele estava claramente perturbado, mas flashes do que Chanyeol falava passavam em sua cabeça.

- Você foi internado aqui logo em seguida, mas ao invés de melhorar, você piorou consideravelmente, ninguém sabia por que seu quadro piorava, até que Jongin, que era o médico responsável por você, precisou viajar e eu o substituí. Não demorou muito pra eu notar que você estava apaixonado por ele, e também não demorou para descobrirmos que todas as suas alucinações envolviam ele.

- Cala a boca, você não sabe o que está falando – Kyungsoo não tinha mais voz, estava chorando e nem havia percebido.

- Jongin sofreu um acidente, e não sobreviveu, então quando te deram a notícia, você enlouqueceu, surtou, e quis matar quem quer que estivesse na sua frente. E então você fez isso comigo quando tentei te segurar no corredor.

Kyungsoo estava desnorteado, não acreditava no que ouvira, não era possível que algo tão sem fundamento estivesse entrando por seus ouvidos tão livremente.

- Eu não acredito em uma palavra do que você disse – sua voz estava trêmula, sentira o desespero em sua voz ao pronunciar tais palavras por que sabia que era verdade sim, mas não queria aceitar que tudo aquilo que vivera com Jongin era mentira, e que agora o homem que amava não estaria ali para si nunca mais.

- Se está duvidando de mim, pegue esse diagnóstico – entregou-lhe a folha que havia tirado da cabeceira da cama – E olhe em seu braço, a pulseira.

Pegou o papel e começou a lê-lo, seu nome estava logo no topo, e seu diagnóstico logo embaixo, não quis terminar aquilo, apenas soltou a folha e observou seu próprio pulso, encontrando o que não queria, a palavra “paciente” parecia rir de sua cara.

- Isso não pode estar acontecendo, não comigo – lamentou fechando os olhos com força e deixando as lágrimas e os soluços saírem livremente.

- Não estou dizendo que a culpa disso tudo é sua, mas nós cometemos o erro de deixar o Jongin cuidando de você, e você cometeu o erro de se apaixonar por ele, isso só te destruiu mais. Minseok me impediu de contar pra você, mas é óbvio que notaria algo errado se Jongin não aparecesse mais.

Após um longo momento de silêncio, Chanyeol decidiu deixar Kyungsoo sozinho, soltando seus pulsos e seus pés, deixando livre pelo menos naquele espaço, saiu do quarto e trancou a porta em seguida, deixando pra trás apenas um olhar triste. Sabia que Kyungsoo não iria abrir a boca pra mais nada depois de tudo aquilo.

Os enfermeiros e médicos da clínica passaram o dia sem nem olhar pela janela do quarto, preferiram deixar ele destruir o que tivesse que destruir, chorar o que precisasse chorar.

No dia seguinte, por volta de dez da manhã, Chanyeol chegou ao quarto com uma bandeja simples recheada com um café da manhã bem reforçado, descobriu que havia sido um desperdício arrumar toda a comida naquele pedaço de plástico, já que no mesmo segundo em que abriu a porta, tudo foi ao chão.

A cena que viu, com certeza ficaria guardada em suas memórias, mesmo contra sua vontade.

Ninguém nunca soube de onde Kyungsoo tirara aquele bisturi e tesoura, nunca souberam explicar como ele se prendeu novamente na cama e fez o mesmo com um travesseiro contra seu próprio rosto.

Ninguém jamais saberia dizer como ele havia mutilado o próprio corpo e tirado todo o oxigênio que havia dentro de si.

Mas todos sabiam o por quê de tudo. No fundo todos sabiam que o objetivo dele era se encontrar com aquele que tanto amara, e agora ele teria essa oportunidade, só havia escolhido o jeito errado.

Afinal todos nós cometemos erros, Kyungsoo cometeu vários deles, mas o principal foi ter se apaixonado por Kim Jongin.


Notas Finais


FOI ISSOR ~~
Obrigada a quem leu, e se gostou, favorita e comenta, por favor, é importante pra mim haha
Espero mesmo que tenham gostado ^^
Quero agradecer à @AnaLeticia_NMC por ter lido e me ajudado a ter coragem pra postar ~coração verde~
Até a próxima fic, pessoinhas!
Kissu~~<3


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