História I Miss You - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Personagens Justin Bieber
Tags Drama, Justin Bieber, Morte, Piscicopata, Tragedia
Exibições 12
Palavras 1.410
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Mistério, Musical (Songfic), Universo Alternativo, Violência, Visual Novel
Avisos: Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 4 - Found


- Oi meu amor, sou eu . Eu sei que você deve pensar que eu sou o culpado de tudo isso. E eu sou. Mas eu sinto tanta a sua falta. Por quê você se foi e me deixou? Eu preciso de um novo alguém. Nenhuma delas me surpreendeu até hoje. Nenhuma delas é pra mim. Quando eu vou achar o que quero ? 

- Não se preocupe, você vai achar. 

- Quando? 

- Continue com isso. 

Ela começou a falar comigo todas as noites, nos meus sonhos.

Antes de as matar, sempre fazia algumas perguntas.

Qual o seu nome?

Você se importaria em sair viva?

Você acredita no amor?

As respostas eram sempre as óbvias.

Diziam seus nomes.

Diziam que quriam muito sair vivas.

E que acreditavam no amor.

P.O.V KATHARINE

Ok, aquele foi o pior dia da minha vida. Meus pais descobriram meu relacionamento secreto com um menino e não aprovaram a idéia e que se eu continuasse com ele iriam me expulsar de casa e eu pensei que ele gostava de mim, mas ele não me deixou ficar na casa dele, parecia um filme. Me senti uma tola. Para onde eu iria? Pra escola eu não voltaria, e eu já tinha 18 anos, não poderiam me obrigar. Eu faço aniversário no meio do ano.

Resolvi ir para uma boate, sozinha, já que nem amigas ou amigos eu tinha e decidi que nesta noite eu ia mudar minha postura totalmente. Não tinha dinheiro, o que eu tinba era pouco. E se alguém resolvesse, sei lá... dormir comigo.

Me sentei na cadeira do balcão e chegou um cara e se sentou do meu lado, ele era um gato, e aqueles olhos castanhos penetrantes dele, oh meu deus.

- E aí - eu disse tentando manter uma conversa mas não parecer uma putinha, porque serio, eu não era assim.

- Prazer, Justin. - ele virou e ficou com os olhos nos meus.

- E eu, Katharine. Pode me chamar de Kathe mesmo.

- Ok, e o que pretendeesta noite, Kathe? - ele disse com um olhar malicioso.

- Não sei, me diz você - dei de ombros, fingindo de desinterezsada. Não sei, mas no fundo daqueles olhos senti que tinha algo que ele escondia.

- Se quiser, pode ir para s minha casa comigo - Não sei o que deu em mim, mas eu aceitei e o segui. O carro dele era lindo, não sei o nome, mas sei que era caro.

Algo me dizia que aquela noite poderia mudar minha vida completamente.

 

 

Chegamos, ele morava numa mansão. Era gigante e linda, o que será que ele era? 

Pude ver mais trocentos carros na garagem em que ele estavionou e pude reconhecer alguns como ferraris e lamborghinis e etc.

Logo que chegamos ele pegou minha mão e me levou a um quarto, parecia de hóspedes.

De repente ele tirou uma faca de um cômodo do lado da porta e me prensou contra a parede e disse :

- Você se importa em sair viva daqui?

- Não - minha vida estava um lixo e eu não tinha aonde ir, ele poderia me matar, aí não me preocuparia com mais nada mesmo.

- Você acredita amor?

- Se você me perguntasse isto ontem e diria que sim, mas hoje, não.

- Porque? - ele pareceu intrigado, mas seu olhar ainda me amedrontava.

- Fui expulsa de casa por causa de um namorado idiota, ex na verdade - eu tentava parecer firme para não demonstrar medo - aí descubro que ele não queria nada além de sexo pois quando fui a casa dele ele me negou ajuda, resumidamente. - pausei -  Ou seja, eu não acredito mais no amor. Inconsequente e idiota. - pausei de novo - e vai fazer o que comigo.

- Você vai fica aqui - ele disse e deslizou a faca pelo o meu braço causando um pequeno corte, e aquilo me assustou.

- Espera, vai me prender aqui? - gritei assustada.

- Não tente fugir, será pior. Você tá sem casa mesmo.

- Só por isso - resmunguei baixinho e ele pareceu escutar.

- Mesmo se não fosse, você vai ficar quietinha aí - ele disse num tom de voz que assustava qualquer um e fechou a porta.

P.O.V JUSTIN

De noite quando fui dormir, resolvi falar com ela antes:

- Amor, acho que eu encontrei...

 

- Tem certeza disso? - ela me respondeu no meus sonho, como sempre - você merece toda a felicidade do mundo, e quero que ache alguém que te faça muito feliz. Você precisa parar com isso e precisa voltar a trabalhar na empresa. Você não vai lá tem meses Justin.

- Ok, primeiro ela tem que se acostumar a viver lá. Ela vai ser só minha.

- Justin, se você achou ela a garota certa, não quebre o coração dela. Por favor. Katharine não tem mais nada. Os pais não a querem, acham ela uma perdida na vida.

- Vou tentar, você sabe que meu lado agressivo as vezes fala mais alto. Você sabe.

- Eu sei Justin. Se-controle. - ela disse pausadamente. Eu ainda acho que ela é um anjo, e que mesmo depois que ela morreu ainda me ajuda.

- Mas, e se eu fizer alguma coisa com ela?

- Peça perdão.Vá dormir. E não assuste a garota.

P.O.V KATHARINE 

Acordei logo de manhã daquele piso que eu estava encolhida com o Justin abrindo a porta.

- O que vai fazer comigo? - perguntei olhando para ele ainda com meus olhos inchados de tanto chorar.

- E não sei. Imagino que esteja com fome - assenti ainda tremendo de medo - Pode descer. - e então eu o segui cautelosamente até a cozinha.

- O que você é - perguntei me sentando num banquinho timidamente.

- Como assim?

- O que trabalha.

- Sou herdeiro da fortuna de meus pais e da grande empresa deles. - ele sorriu orgulhoso de si.

- Hum. 

- Pode comer o que quiser. Não vou te servir nada.

Comi em silêncio e ele perguntou se eu queria fazer compras e eu aceitei. Não sei porque. Mas aceitei.

- Seus pais morreram - resolvi perguntar enquanto andávamos naquele Shopping.

- Sim, num acidente de carro quando eu tinja dezessete anos.

- Poque mata as pessoas.

- Quem disse isso?

- Você tentou me matar mas não matou. Suponho que seja algo que sempre faça pois parecia habituado a fazer aquilo.

- Muito espertinha, hein - dei um meio sorriso e ele deu uma risada irônica - foi assim que fizeram com a minha Lindy - seu olhar se tornou frio e medonho eu me afastei.

- Como?

- Eu sei quem a matou. Um cara que matava as mulheres procura de sua amada. Já vi ele matando antes dele matar a minha Lindy. Ele tentava achar alguém que pudesse a substituir e eu resolvi me vingar também fazendo isso.

- Quer dizer que não me matou por me achar parecida ou semelhante a ela?

- Não fisicamente, mas mentalmente. Ela era muito diferente da sua aparência.

- E aquelas perguntas que me fez.

- Você respondeu assim como eu sei que minha Lindy pudesse responder.

- E como sabe que eu não viu fazer nada a respeito disso.

- Eu e você não temos mais ninguém e eu preciso de alguém. - assenti, pois era a mais pura verdade.

- E o que eu vou fazer?

-Vou tentar te conquistar decentement. Não pense que sou um louco. - ri.

- Você é louco - eu disse rindo.

- E então, quer sair comigo?

- Tão rápido assim? - achei aquilo estranho.

- É, talvez você seja melhor que ela. Sinto que sua personalidade é forte. Difícil de lidar. Ela era um anjo, mas eu prefiro as difíceis.

- Realmente sou dificil. Você me contou muito sobre você em menos de vinte e quatro horas. Voce está sozinho no mundo? 

- Sim - ele disse cabisbaixo.

- Nos precisamos um do outro - eu disse entrelaçando minha mão com a dele.

No fim do dia vi que ele nem  é ruim, nos beijamos e transamos a noite toda mesmo depois do jantar. Ele disse que nunca havia levado ninguém ali no seu quarto. Era sempre no de hóspedes.

Ele é apenas um garoto com um problema. O amor. Ou até mesmo a falta dele.

Um homem bom se você olhar por dentro. E o compreendo.

 



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