História I Need U...TaeHyung? - Capítulo 13


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga
Tags Bts, Drama, Jikook, Namjin Yaoi, Romance, Vhope
Exibições 180
Palavras 2.783
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Romance e Novela, Shonen-Ai, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Eaeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee galera
EAE
GENTE EU VI O YUDI E A PRISCILA JUNTOS DE NOVO ENTAO TA TUDO BEM AUHSAHA
MAS ENTAO
VOLTEI COM MAIS UM CAPITULOOO
ESPERO QUE GOXTEM
ASSISTAM LUCAS INUTILISMO
É MUITO BOM

Capítulo 13 - Uma dor. Um alívio.


Fanfic / Fanfiction I Need U...TaeHyung? - Capítulo 13 - Uma dor. Um alívio.

POV Jung Hoseok

 

-Ah J-Horse, eu nunca me senti assim. Nunca –falei, triste, enquanto passava a escova nele, sem vontade-Mas eu ainda tenho esperança de que ele vai voltar, é claro.

-Hoseok. –Suspirei e me virei, podendo encarar minha mãe.

-O que foi?

-Vamos para dentro, aproveite que seu pai não está aqui e vamos conversar. –Franzi as sobrancelhas, não entendendo o que meu pai tinha a ver com a situação.

-Não posso, tenho que terminar de passar a escova no J-Horse.

-Hoseok, vamos. Depois você faz isso.

Suspirei e concordei, indo atrás da mesma. Nós entramos e sentamos no sofá da sala, ela desligou a TV. Eu não sabia o que ela queria conversar, mas eu odiava conversas sérias. Eu odiava esse clima sério e triste.

-Em toda a minha vida, eu nunca te vi tão para baixo. Me conte, você e TaeHyung terminaram a amizade?

-Não.

-Então porque não está mais falando com ele?

-Porque era para ele visitar seus pais por três dias, acontece que ele não veio faz dez dias. –Expliquei calmo, mas senti meu olho arder e marejar. Não, eu não ia chorar.

-E você não falou com ele?

-O telefone dele parece estar sempre desligado, ele não me liga e, os pais dele não me deixam falar com ele. Deixa, isso não importa mais.

-Claro que importa Hoseok! Você é meu filho, eu não quero te ver assim!

Levantei-me do sofá com raiva, dando as costas para minha mãe.

-Hoseok, volta já aqui! O que há entre vocês dois? Fale de uma vez.

Eu não aguentei mais, meus olhos doeram tanto, senti um amargo na boca, e eu sabia que já estava chorando. Virei-me, nem ligava mais para se alguém me visse assim ou, se ela me visse assim.

-SE ELE REALMENTE SE IMPORTASSE, ELE LIGARIA PARA MIM! ELE NÃO ME ABANDONARIA! ENTÃO EU NÃO ME IMPORTO MAIS, NÃO ME IMPORTO! –Vociferei, tão alto que nem eu mesmo acreditei. Corri para meu quarto, e deixei minha mãe sem palavras, sentada no sofá.

Bati a porta, e fiquei encostado nela, o coração a mil. Minha vista estava toda embaçada, confesso que isso chegou a me assustar. Estava tão arrependido de ter gritado daquele jeito com minha mãe, estava tão arrependido de ter ditos aquelas palavras, pois eram todas mentiras.

Eu não podia culpar ninguém, pois nem sabia em que situação Tae se encontrava. Também, era óbvio que eu me importava. Não há um santo dia em que não pense nele, e que me pergunte se ele está bem, se ela está feliz, se ela irá voltar para cá ou, quem sabe até mesmo, se ele ainda está vivo.

 Caminhei lentamente até minha cama, e sentei na mesma. Meus olhos doíam tanto, ainda saíam algumas lágrimas, ainda sentia aquele nó na garganta. E eu não sabia se aquilo existia mesmo, mas eu lhe juro que meu coração parecia doer. Era psicológico? Eu nunca tinha levando isso a sério de qualquer forma.  

  Peguei meu celular, eu realmente estava pensando em ligar para TaeHyung. Digitei o número, as mãos tremiam, e não deu em nada. Não tocou sequer uma vez, e vi que o celular dele estava provavelmente desligado. Do que adiantava? De nada.

  Deitei com a cabeça no travesseiro e deixei o celular sobre meu peito, e tentei controlar minha respiração. Ainda bem que eu não chorava mais, porque eu detestava chorar. Parecia uma sensação tão ruim.

Ouvi duas batidas na porta, e eu pus a mão sobre minha cabeça, tentando descontar a frustração em meus cabelos.

-Pode entrar. –Falei, mas não olhei para a porta. Eu não tinha coragem suficiente para olhá-la nos olhos quando entrasse.

Ouvi passos vindos até mim, e ela se sentou na ponta da cama, próximo aos meus pés.

-Desculpe ter gritado com você, omma.

-Tudo bem, eu sei que normalmente você nunca faria isso. Mas então, não quer me contar a sua relação com Tae?

-Eu acho que gosto dele. De verdade. –Admiti.

Ela parou por um momento, ponderando, e apertou de leve minha perna.

-Eu desconfiei. Bem, não é algo tão normal para mim, claro, pois nunca pensei isso de você. Porém, não é o fim do mundo e, Tae é um bom garoto.

-O problema é que sinto muita falta dele. -Funguei a olhando nos olhos.

-Eu sei. Mas você não pode chorar por ele para sempre. Se ele não vier mais, você terá de aceitar isso.

Concordei com a cabeça, por mais que fosse difícil acreditar. Eu tinha esperança de que logo ele voltaria, provavelmente só foi um grande mal entendido. 
   
-Tudo bem, eu vou superar. Não se preocupe.

-Vou tentar não me preocupar, mas sendo mãe, isso é algo difícil. Bem, está com fome?

-Eu só queria beber algo. -Pedi.

-Vou fazer um chá de hortelã com bastante açúcar, do jeito que gosta.

Assenti e ela beijou minha testa, logo saindo do quarto. Me sentia melhor, mas com aquele fundo de tristeza. Eu só não me confirmaria com o fato de que Tae não viria mais. Para mim ele viria, nem que demorasse dias, meses, anos...

 

            POV Kim TaeHyung

Eu estava demorado demais no banho, porque era o único lugar em que eu conseguia pensar direito. Pensar em Jung Hoseok.

   Eu me sentia triste pois, prometi para ele que seriam só três dias. E foi o que eu também pensei, até que minha mãe mudou de ideia e resolveu que era bom eu ficar lá por um tempo. 
     Ela disse que queria eu por perto. Minha mãe era uma mulher normal, ela podia ser muito carinhosa, e eu sentia falta dela, assim como de meu pai. Porém, foi só eu voltar para casa de novo que notei o quanto meu pai era ausente. Ele estava com outra mulher, e todos nós sabíamos disso. Por mais que não fosse algo concreto, eles viviam como divorciados. 
   Minha mãe piorou assim que eu fui embora, pois ela se sentia mais triste. Eu queria ficar ao lado dela, mas ela se tornava assustadora às vezes, com sua bipolaridade. 
   Ela tirou o celular de mim, ignora as ligações de Hoseok e Suga, ela me isolava de tudo. Eu realmente mal conseguia sair de casa, e aquilo estavam se tornando extremamente estressante. 
    Deixei algumas lágrimas de raiva escorrer por meu rosto, se misturando com a àgua do banho. 
  Eu não queria mais viver com minha mãe, eu ainda devia amá-la de alguma forma, mas não era a mesma coisa de antes. Ela somente me trazia mais sofrimento.

Ah, como sinto falta do Seok. Eu espero que ele também sinta minha falta, e eu espero que ele me perdoe. Mesmo.

         POV Jung Hoseok

Havia se passado um mês desde que TaeHyung sumira de minha vida, e até aquele momento eu não tentei manter qualquer tipo de contato com ele, pois era em vão. 
    Naquela mesma tarde, eu recebera uma ligação de Sulli. Ela disse que queria ajuda para comprar um presente, pois comemoraria aniversário de namoro com Suga.

    Eu fui até a casa dela, fiquei extremamente feliz com tudo, pois isso me distraía das coisas com relação à TaeHyung e tudo mais. 
      Ela estava tão bonita quanto antes, e aparentemente a barriga dela não havia crescido ainda. Eu não sei como funcionava a gravidez, mas acho que já havia pelo menos um bolinho de carne na barriga dela ou algo do tipo. 
  A mãe dela nos deixou no shopping e assim, começamos a andar procurando por alguma loja que parecesse interessante.

-Hey, que tal na loja de celulares e tudo mais? O Suga adora ouvir música, principalmente aquele tal de Eminem. Assim, podíamos comprar um para ele. –Sugeri.

-Isso mesmo! Daqueles grandes que vão impossibilitar ele de me ouvir reclamar. -Disse ela, e eu ri.

Entramos na loja e analisamos o preço, o fone que queríamos estava cento e cinquenta e três reais, e ela só tinha cento e cinquenta.

-Tudo bem, eu pago os três reais. -Falei, pois realmente não era grande coisa.

-Ah, obrigada Hoseok!-Agradeceu, feliz.

Depois de tudo pago, eles embrulharam a caixa do fone num papel de presente preto, realmente bonito. 
    
-Acho que ele vai gostar, e se reclamar, faça ele engolir o presente.

Sulli gargalhou, mas logo fez um movimento com as mãos, abanando o próprio rosto.

-Está um pouco calor aqui, não acha?-Perguntou, e vi que começou a suar.

-Talvez o ar condicionado dessa loja não esteja pegando tão bem. Vamos para o centro do shopping, lá tem bastante ar gelado, pode acreditar.

Ela concordou e andamos lado a lado, logo sentindo sua mão repousar sobre meu ombro, o apertando.

-Espere um pouco, eu estou cansada. -Pediu ela, e eu assenti. Mas quando olhei para suas pernas, arregalei os olhos ao ver que em sua calça azul clara, havia uma grande mancha de sangue. Será que ela estava menstruada? Tem como estar menstruada mesmo estando grávida? Pelos meus cálculos acho que sim.

-Sulli-tentei falar discretamente, olhando em volta para ver se alguém já tinha notado a mesma, mas o local parecia meio vazio e sem atenção em nós-Acho que você está menstruada.

Mas ela não me respondeu. Ela simplesmente caiu em cima de mim. Eu a  segurei me perguntando o que podia ter ocorrido.

-Sulli?- Olhei para seus olhos, estavam fechados. Ela estava pálida... Isso me fez lembrar quando Tae desmaiou. Não estava na hora para pensar nele... Sulli estava grávida.
    Rapidamente apareceram duas garotas para ajudar, e o segurança também.  Eu fiquei pasmo, nem sabia ao certo o que fazer, porque sabia que isso não significava algo bom. Por que as coisas tinham de ser assim? 

....................................

Eu estava me lembrando de quando Tae falou para mim que ele era gay. Ele ficou preocupado de que eu não fosse mais amigo dele, mas eu disse que isso não tinha nada a ver. 
   Também me lembrei de quando estávamos no piquenique, e um dos meus melhores sonos foi aquele quando eu dormi sobre suas pernas. Eu estava tão relaxado que nem sabia se era eu mesmo, se era o planeta Terra ou o céu. Boas lembranças.

-Eu cheguei! Meu Deus, onde ela está? -Perguntou Suga, eufórico, pondo as mãos no meu ombro.

-Está sendo atendida.

-Ah, ela está bem? O que houve?- Ele sentou ao meu lado, louco por respostas donde provavelmente surgiriam mais perguntas.

-Eu não sei se ela está bem. Mas ela desmaiou.

-E por que você estava com ela? Onde estavam?

Ergui meu braço, mostrando uma sacola em mãos.

-Estávamos no Shopping, e eu fui ajudá-la a comprar um presente por causa do aniversário de namoro.

Ele suspirou e pôs a mão na testa, frustrado.

-Merda, merda!

-Ela estava sangrando, Suga, mas o enfermeiro que nos atendeu disse que mulheres grávidas não ficam naqueles dias.

Ele me olhou preocupado.

-É óbvio que não, Hobi. Mas eu espero que isso não seja nada. -Tentou ser esperançoso, mas a voz dele estava trêmula.

-Eu também espero. -Falei por último, e um silêncio desconfortável reinou no local.

Uma enfermeira caminhou em passos rápidos até nós, com as mãos juntas na frente do corpo, segurando uma prancheta.

-Vocês que esperam pela paciente Choi Jin-ri, não? O médico falou que ela ainda está descansando agora. Porém, ele quer falar com o pai do bebê.

-Eu. -Disse Suga, se levantando.

-Me acompanhe, por favor. -Pediu a moça. Suga assentiu e seguiu a mesma.

Segui eles com os olhos, os mesmo passaram em frente à uma porta, e na segunda pararam. A enfermeira disso algo a Suga e ela entrou na porta. Ele esperou por um momento do lado de fora, e virou a cabeça, me encarando. O médico saiu daquela mesma porta e a fechou, fazendo Suga o fitá-lo.

Eles trocaram algumas palavras e Suga assentiu, olhando para o chão. O médico pós a mão no ombro do outro e disse algo, Suga concordou novamente de cabeça baixa. Assim, o médico abriu aquela porta novamente, disse uma última coisa a Yoongi e entrou na sala.
     Eu olhei para Suga, tentando entender como ele estava, mas ele ainda fitava o chão. Depois, encostou-se na parede. Essa não.

Levantei da cadeira de espera e fui em sua direção, vendo que ele não parecia bem.

-Ela perdeu o bebê. –Disse ele, chateado.  Senti um aperto na garganta.

-Nossa Suga... Eu sinto muito.

-Mas o pior é que ela não vai ficar bem e... –Ele se embaralhou no meio de palavras e soluços desesperados, coisa que era muito difícil de ver. Eu nem sabia ao certo o que fazer, porque era mais fácil ele me consolar do que eu consolá-lo.

  Passei a mão em seu cabelo e o abracei. O mesmo demorou a retribuir, mas depois de um tempo ele apertava minhas costas com força, e eu pude sentir minha blusa molhar por conta de suas lágrimas.

  E agora eu me pergunto como deve estar Sulli, e como as coisas vão se concertar novamente. Era incrível o tanto de lágrimas que cabiam nos olhos de Suga, pois ele já estava assim a um bom tempo. Era triste. Odiava ver meus amigos assim e, isso era pior ainda porque eu também estava triste.

Ouvi um barulho de salto correr em nossa direção.

-Ah Meu Deus, onde está ela? –Olhei para o lado e vi os pais de Sulli, que pareciam estar tão abalados quando qualquer um.

Suga se separou de mim e eu virei na direção dos mesmos.

-Ela está descansando... Ela perdeu o bebê. –Falei.

-Ah meu Deus. Mas e ela? Ela está bem?-Perguntou seu pai, enquanto a mulher segurava o seu braço com força.

-Sim, acho que ela só está descansando agora.

-Provavelmente ela fez ou fará uma curetagem...Mas tudo bem, nós vamos ficar aqui, vocês podem ir embora se precisarem. Yoongi, sinto muito mesmo, seja forte. –Disse a mãe dela, confortando o garoto. Ele assentiu, o pai de Sulli parecia se segurar para não chorar, mas creio que devem estar aliviados dela não esperar mais um bebê. Só que, de qualquer forma, ainda era a filha deles.

  Pus a mão nas costas de Suga e o guiei em direção à saída, olhando novamente para aquele dia nublado e sem graça. Ah, até que eu gostava de dias assim, na verdade.

-Quer fazer algo para se distrair?

-Eu só quero ficar em paz. –Falou, limpando os olhos.

-Eu entendo. E como você veio para cá?

-Minha mãe me trouxe, mas ela já foi embora.

-Então vamos dar um passeio no parque? Lá é bem tranquilo dia de semana e, você pode descansar.

-Tudo bem.

O parque era próximo do hospital, e não demorou muito até chegarmos. Mas aquele silêncio estava me matando.

Enfim chegamos, e nos sentamos em um banco que pegava sombra.

-Sabe, é bom saber que, podemos pensar melhor antes de ter um filho. Mas, eu realmente estava animado para isso.

-Eu sei, eu sei.

-Além disso, ela deve estar tão abalada. Será que ela vai poder ter filhos outra vez?-Perguntou, preocupado.

-Claro que vai, Suga. Isso é algo que acontece o tempo todo. Minha mãe teve isso antes de eu nascer, e eu nasci do mesmo jeito.

-É, tem razão. Você ainda está com o meu presente aí né?

-Tá aqui. –Falei erguendo a mão.

Ele pegou a sacola e tirou de lá o presente, que estava embrulhado.

-Belo embrulho.

-Ela que escolheu.

Ele sorriu e começou a rasgar o pacote, logo revelando uma caixa de grandes fones ouvidos.

-Uou, não acredito que ela comprou esses fones para mim.

-Eu paguei três reais, hein. –Falei, e ele olhou para mim, rindo. Era bom vê-lo rir novamente.  

-Caracas, eu vou dar um super presente para ela. Nós vamos sair, e eu vou tratá-la super bem. Vou comprar algo também, o que será que eu devia comprar?

-Mas hoje?

-Não, um dia que ela estiver melhor, claro. Pode ser semana que vem.

-Pode ser. –Ri de como ele podia mudar de humor tão rapidamente.

-Só que, eu ainda estou me sentindo realmente mal. E obrigado, Hobi. Você sempre nos ajudou. Se não fosse por você, muitas coisas teriam dado errado.

-É só uma grande coincidência de lugares e acontecimentos. Só isso.

-Sendo ou não sendo, obrigado. –Notei sinceridade eu seu tom dez voz, e ele deu duas batidas nas minhas costas, de leve. Se não fosse TaeHyung, Suga seria meu melhor amigo.

  TaeHyung... Em pensar nele, imagino se ainda somos amigos. Ele ainda lembra-se de mim, mesmo depois de praticamente um mês sem nos falarmos? Eu ainda tinha esperança de vê-lo novamente, mas não sabia se essa esperança duraria tanto tempo.

-Eu quero o TaeHyung de volta.

Suga olhou para mim, como se fosse estranho ouvir esse nome depois de tanto  tempo sem mencioná-lo.

-Eu também.

 

 


Notas Finais


entaum
como foi
como vai
vamos ser feliz que nem eles.
que nem o carreta furacão
bjs ate o proximo


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