História I Need U...TaeHyung? - Capítulo 14


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga
Tags Bts, Drama, Jikook, Namjin Yaoi, Romance, Vhope
Exibições 179
Palavras 2.839
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Romance e Novela, Shonen-Ai, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Hello, hello

chegay
eu nao paro de postar neh
mas quando tenho tempo e vontade eu gosto de postar sim *UU*
Espero que goxtem

Capítulo 14 - Um sorriso. Uma lágrima.


Fanfic / Fanfiction I Need U...TaeHyung? - Capítulo 14 - Um sorriso. Uma lágrima.

POV Jung Hoseok

 

-Hoseok? Hoseok!

Quando me dei conta, olhei para frente, vendo que a professora me chamava.

-O que foi? –Perguntei.

-Não ouviu o que eu falei? Estava falando com você.

-Eu não ouvi. Repete. –Pedi, mas não estava sendo tão educado como de costume.

-Acho que está andando muito com o senhor Yoongi, Hoseok.

-Eu ando com quem eu quiser. –Os alunos me encararam de olhos arregalados, esperando por uma treta.

-E aliás, por que ele faltou hoje? Ele e namoradinha da outra sala faltaram no mesmo dia, por que será, hein? Devem estar aprontando alguma. –Senti tanto ódio daquela mulher quando ela disse aquilo, que apertei minha mão com força, pensando em como seria bom dar um soco naquele rosto velho.

-Isso não é do seu interesse. Eles estão passando por um momento difícil, e você está falando do que nem sabe.

-Sei-ela empurrou os óculos para cima do nariz com a ponta do dedo, mandando-me um olhar mortal- E por que TaeHyung também anda faltando? Ele foi embora?

-Não sei. –Bufei, tapando mais minha cabeça  com a toca do casaco que estava embaixo do uniforme.

-Como não sabe? Não eram super amigos? Vocês são todos uns perdidos, não se pode confiar na juventude de hoje em dia, que não quer nada com nada.

-Cala a boca, porra! Pare de encher o meu saco!-Gritei, fazendo a velha e todo o resto da turma arregalar os olhos.

-Hobi... –Disse Jimin, assustado.

Desviei o olhar de todos, senti meus olhos marejarem. Não, aqui eu não choraria mesmo.

-Senhor Jung Hoseok, se retire da sala imediatamente.

Nem pensei duas vezes, guardei as coisas na mochila rapidamente e saí da sala, fechando a porta de modo bruto.

Fui até a diretoria, pensando antes em ir embora. Mas não, seria pior.

-Sente-se por favor, e diga o motivo de estar aqui. –Pediu o homem engravatado.

-Discuti com a professora.

-E por que motivos fez isso?

-Porque ela encheu o saco, tá bem? –Falei, impaciente.

-E como ela fez isso?

-Ela fica falando um monte de coisas que não sabe, e ainda me acusando de coisas que não fiz, assim como meus amigos. Eu não suporto aquela velha chata. Por que vocês não tiram ela desse trabalho?-Perguntei, indignado.

-Não é assim que as coisas funcionam senhor Hoseok. Você está alterado e por isso não está dizendo coisas que... Normalmente falaria.

-Que seja.

-E por que está assim? Desde sempre foi um aluno exemplar.

-Coisas mudam.

-Mas há um motivo.

-Mas não tem.

-É a saída daquele seu amigo ruivo? Digo, não o vi mais por aqui. E pelo que vi eram grandes amigos.

-Não vamos falar sobre isso.

-Então é isso.

-Não vamos falar sobre isso! –Pedi novamente, logo suspirando irritado.

-Tudo bem, não vamos. Mas eu quero que converse com uma pessoa.

-Eu não quero conversar com ninguém.

-É isso ou então ligo para seus pais. Quer mesmo preocupá-los?

Pensei por um momento e neguei com a cabeça.

-Ótimo, então, espere aqui um minuto, vou chamar a moça do apoio pedagógico.

-Apoio pedagógico. –Sussurrei para mim mesmo, entediado.

Por que todos só não me deixavam em paz?

Não demorou muito até que uma mulher alta e magra viesse e substituísse o lugar do diretor. Era Kim. Ela me olhou com um sorrisinho gentil, que eu não estava a fim de retribuir.

-Olá Hoseok, quando tempo.  Eu estou aqui para ajudá-lo. Primeiramente, posso pedir para que retire essa touca?

Bufei e tirei, passando a mão em meus cabelos para arrumá-los.

-Eu não preciso de ajuda.

-Todos dizem isso, Hoseok. Mas creio que precise sim.

-E o que quer saber?

-Tudo. Pode me contar o que te incomoda ou o que te fez mudar de repente.

-Eu estou tão diferente assim?

-Sim. Você parece triste.

Aquilo foi como uma pontada no meu coração, porque era verdade. Eu estava triste, mas parecia que isso só iria passar quando Tae voltasse.

-Mas você não vai poder resolver isso.

- Mas quem saiba eu possa te ajudar.

Neguei com a cabeça.

-Eu vou tentar resolver isso sozinho. Não se preocupe.

-É uma garota?

Pensei por um momento e, talvez se eu disse logo o que ela queria ouvir, eu pudesse sair desse lugar.

-Sim. –Menti.

-Vocês terminaram?

-Não. Mas ela foi tirada de mim, e eu ainda aguardo sua volta. Ela simplesmente foi embora, e não consigo mais manter contato.

-Talvez ela não fosse aquilo que você esperava, e talvez os sentimentos dela não era iguais aos seus. Por isso talvez, ela não te procure mais.

-Não. Eu tenho certeza que era algo real entre nós dois.

-Mas então, Hoseok, está dizendo que não consegue suportar a falta que ela faz?

-Sim! Pois não sei bem onde ela está, nem em que estado se encontra, nem nada. Eu só queria esquecê-la, mas não consigo.

-Se conforme o quanto antes, Hoseok, pois ficar se lamentando desse modo não resolve em nada.

-Eu sei.

-Então, que tal erguer essa cabeça e voltar a ser o alegre Hoseok de antes?

-Vou tentar. –Sorri para ela, mas logo fiquei sério, pensando se isso realmente daria certo.

-Eu espero que sim.

-Obrigado. –Agradeci, envergonhado.

-De nada. E já sabe, sempre que tiver um problema, não hesite em falar comigo.

-Okay.

 

                       POV Kim TaeHyung

 

-Tae, eu tenho uma consulta no médico, vou demorar um pouco –Ela olhou ao seu redor, nervosa- Mas não saia até que eu volte, vou trancar a porta e levar a chave.

-Tudo bem, mãe. –Ela me olhou de modo estranho e depois saiu. Esperei até que a porta estivesse fechada, e vigiei até que seu carro sumisse de vista.

  Corri para seu quarto imediatamente, olhei em baixo da cama e não havia nada. Abri seu guarda roupa, olhei todas as caixas, bolsos de roupas, dentro dos sapatos e... Nada.

  Fui até seu banheiro, procurei pelo armário e não encontrei. Fui até a sala, olhei as gavetas da estante, dentro do vaso e, depois, até mesmo arrastei o sofá. E nada.

   Em meu quarto não estaria, pois ela não era tão burra. Voltei para o quarto de minha mãe, como podia ter esquecido o tapete?  Fui até o tecido branco sobre o chão e o arrastei, logo revelando uma pequena entrada no chão falso. Fazia tempo que eu não olhava aqui, mas era onde ela escondia alguns remédios e coisas do tipo.

   Abri a portinha e tudo que pude ver foram diversas caixas de remédios, sendo duas de faixa preta. Revirei o local e logo vi o tão precioso celular. O peguei imediatamente, fui até meu quarto e peguei o carregador. Fazia tanto tempo que eu não o via que tinha até medo de nem saber mexer mais.

 Fui até a sala olhar pela janela, certificando-me de que minha mãe não voltara. Eu estava pedindo a Deus para que ela ainda demorasse até chegar.

   Peguei o carregador juntamente com o celular e conectei a tomada da sala, podendo ter vista pela janela, assim conseguiria monitorar a situação.

Liguei o celular, que estava com a bateria ainda muito fraca enquanto estava ligado à energia. Meu Deus,  nunca vira tantas chamadas não atendidas e mensagens não correspondidas na minha vida.

Era de Suga, minha tia, Hoseok, Hoseok, Hoseok e Hoseok. Eu não tinha internet na casa de minha mãe, mas havia créditos no meu celular, e eu podia mandar mensagens para Hoseok.

Digitei uma coisa rápida, não podia enrolar muito, e mandei uma foto. Mandei  outra mensagem em seguida, pois eu senti que precisava.

 E só de olhar para aquela foto novamente, bastou para que meus olhos ficassem carregados. Mas não era hora para isso, minha mãe chegaria a qualquer momento e, se me pegasse no flagra, nem gostaria de saber o que aconteceria.       

   Peguei o carregador e meu celular já desligado, logo levando ao quarto de minha mãe novamente. Foi tão bom a sensação de ter falado com ele, mesmo por um momento tão breve, e talvez até insignificante.

 

                                      POV  Jung Hoseok

 

Limpei mais uma lágrima que caía de meu olho, e olhei em volta para ver se meus pais não estavam em casa. Meu Deus, mas que filme é esse? ... Ah, “Sempre ao seu lado”. Vou recordar esse nome para não ter que assistir de novo  e chorar que nem uma garotinha.

  Esse cachorro parecia eu, esperando por TaeHyung. Que chatice. Que tristeza. Mas, eu estava considerando o que a dona Kim dissera para mim mais cedo. Chorar que nem um doido varrido não adiantaria de nada. Eu tinha de erguer minha cabeça e ser feliz de novo. Eu era feliz antes de TaeHyung, talvez eu pudesse ainda ser, também. E não é que eu tivesse começado a odiar ele ou algo do gênero, é só que, eu tinha de fazer algo com base nessa realidade. A realidade de que provavelmente ele não voltaria para mim. 

Quase pulei do sofá quando meu celular tocou, era toque de mensagem. Hum, deve ser a operadora avisando que eu posso jogar Harry Potter Go se eu colocar créditos. Só que eu odeio esses jogos, na moral. 
   Mas outro toque se ouviu. Podia ser minha mãe pedindo ajuda de um sequestro. Peguei meu celular, podendo ser uma emergência, e liguei a tela.

Meu coração gelou.

Não podia ser.

Uma mensagem de TaeHyung? Não podia ser. Será que era a mãe dele? Será? Será que era só um trote?

Pode parecer engraçado, mas no momento não foi. Meu coração estava literalmente doendo ao bater tão forte daquele jeito. Só de saber que ele havia entrado em contato comigo, me aliviou de um jeito insano.

Desbloqueei a tela e cliquei nas Mensagens.

"Eu estou bem Seok. Sinto sua falta. Desculpe ser rápido, está tudo complicado."

Junto, estava anexada uma selfie dele comigo dormindo. Eu não acredito que ele tinha tirado essa foto no dia do piquenique. Ele estava tão bonito, e nós parecíamos tão felizes, mesmo que eu estivesse num sono bom e profundo.

"Espere por mim. Não tente responder, pois não irei ver. Me perdoe. Eu te amo".

Eu não acredito.

Ele ainda me ama! Ele vai voltar! Eu sabia! Eu sabia! Ele está bem!

Eu adoraria contar essa notícia para Suga, mas ele ainda está mal por causa do aborto. Ah,quem saiba essa notícia o anime!

Liguei para ele e esperei, sorridente, até o mesmo atender.

-Alô?-Perguntou desanimado.

-Suga, trago notícias até que boas.

-Conte-me.

-O Tae me mandou uma mensagem, dizendo que está bem e que vai voltar. Bem, ele disse outras coisinhas mas... Isso não importa agora. Mas ele está bem!

-Isso é bom-disse feliz, mas acabou desanimando-Pelo menos pra você as coisas estão dando certo.

-Ah Suga, não fica assim. Tudo vai dar certo, nem se preocupe. Aliás, Sulli já saiu do hospital, não? Visite ela, acho que será bom.

-No momento certo eu faço isso... Mas eu estou contente, sério mesmo. Ele é meu primo de qualquer modo.

-Bem, espero que sim. Até mais, fighting!

-É... Tchau.

Ele desligou, ainda parecia triste. É uma pena. Eu não ligava de ver Suga sendo chato e implicante, mas triste, eu odiava.

   Eu estava tão feliz, ao mesmo tempo em que ansioso. Então quando ele viria? Quando eu o veria de novo? Mais um mês seria muito tempo para esperar. Eu não consigo ser paciente. Além do mais, as pessoas prometem coisas que muitas vezes não conseguem cumprir. Espero que esse não seja o caso.

-Oi Hoseok.  –Cumprimentou minha mãe, e ela franziu o cenho.

-O que foi? –Perguntei.

-Por que esse sorriso no rosto? Aconteceu algo?

-Nada não. Só estou mais feliz.

-Sério? Isso é ótimo. –Ela me abraçou e comecei a rir mais ainda, devolvendo o abraço. Depois nos soltamos.

-Omma, agora vou fazer algumas coisas. Mas, já volto.

-Fique a vontade.

Pegue meu celular e fui para o Instagram, publicando a foto que TaeHyung enviara. “Sinto sua falta”, pus na legenda. Parecia tão idiota, mas queria mostrar para todos o quando gostava dele.

   Curtidas e mais curtidas, mas provavelmente ninguém pensou que éramos um casal. Apenas bons amigos.

“Meus dois mozões.”Comentou Suga, e eu ri. Quem bom que ele estava voltando ao seu estado de espírito normal.

“Eu quem vou roubar vc da Sulli <3” Respondi, e não demorou muito até Sulli comentar também.

“Faz isso que eu arrebento sua cara”.

“Nós dois vamos fazer isso, amor” Disse Suga, e eu não conseguia para de rir. Ah, as boas e velhas brincadeiras estavam voltando ao normal. Isso era tão bom.

“Tudo bem gente, já to comprometido –U-“Respondi por fim, e então guardei meu celular.

Agora, era só esperar pelo que vinha pela frente. Acho que eu me desculparia com a professora, também. Agradeceria Kim e... Trataria minha mãe de forma bem melhor.

 

                         POV Kim TaeHyung

 

Já era de manhã cedo, e estranhei o  fato de minha mãe não ter me acordado. Não que eu fosse fazer algo, pois nem mais para a escola eu estava indo. Ela disse que me matricularia, só que mais tarde.

   Levantei e me espreguicei, calçando minhas pantufas e saindo do quarto. Meus olhos estavam inchados, sinceramente de chorar. Meu cabelo estava todo arrepiado também, mas quem ligava.

   Caminhei até minha cozinha, e ela não estava lá preparando o café da manhã. Ainda bem, porque eu não queria vê-la hoje. No dia anterior ela estava tão esquisita, me dizendo coisas estranhas que eu não queria ouvir. Sobre mim, sobre ela, sobre a relação com meu pai. Sobre meu pai e sua nova namorada e... Sobre problemas que ela tem e teve.

 Parecia que a cada dia minha mãe piorava e ficava mais louca, mais assustadora, mais rude. Mas eu ainda a amava. Tenho certeza. Porque, pelo menos antes, ela era muito boa.

-Onde você está? –Gritei pela casa, mas ela não respondeu. Deve ter saído. Fui até a porta e... Estava destrancada. Destrancada? Por que? Ela sempre deixava trancada.

  Então ela devia estar em casa.

Fui até seu quarto e bati na porta, e não obtive resposta. Abri devagar, revelando a vista para sua cama, mas ela estava arrumada e vazia. Abri a porta por completo, o banheiro estava fechado.

 Fu até o mesmo, e dei dois toques na porta.

-Está aí?-Perguntei, e silêncio novamente.  Abri a porta do banheiro, tudo vazio, mas algumas cápsulas de remédios estavam espalhadas sobre a pia. Sem contar que havia uma caixa vazia, jogada sobre o chão.

  Ela tomava remédios, mas, aquilo não era normal.

Fui até o tapete e o arrastei, revelando o chão falso que ela usava para guardar seus remédios e meu celular. Abri a portinha, e vi que tinham bem menos remédios do que havia antes, e meu celular ainda estava ali. O peguei, mas não o liguei, não era hora para isso. Ela podia acabar vendo eu com ele e esconder em outro lugar. Eu ainda não entendia porque ela fazia essas coisas.

Suspirei vendo algumas blusas sobre o chão. Se ela visse fora do guarda-roupa, provavelmente me culparia. Arrastei a porta do mesmo rapidamente, e literalmente caí para trás ao me deparar com a pior cena da minha vida.

A minha mãe... Estava enforcada. Acho que fiquei tão zonzo com aquela cena que mal pude levantar. Fechei o guarda-roupa rapidamente, não querendo ver aquilo de novo, e engatinhei pelo quarto, sentindo um embrulho no estômago. Lágrimas escorreram de meus olhos, pois eu não sabia o que fazer. A ficha não caía, eu não estava entendendo nada.

   Sentei sobre o chão e limpei o suor de minha testa, e encarei o nada por alguns segundos, quem sabe minutos.  

Então era isso? Me mãe havia se matado?... O médico disse que isso podia acontecer, e eu não acreditei. Eu fui idiota.

Respirei fundo e sequei meus olhos, tentando me levantar. Eu não queria acreditar naquilo. Eu não queria ver minha mãe daquele jeito. Aquilo era real mesmo?  Digo, não é um pesadelo?

 Ela nem me amava, ela não amava ninguém. E sabe por quê? Porque ela simplesmente abandonou todos de uma hora para outra. Como ela podia ter feito aquilo?! Eu não sei se sentia ódio ou tristeza. Era uma mistura dos dois, provavelmente.

  Andei pelo corredor, me arrastando, querendo logo chegar do lado de fora, com os pés agora descalços. Abri a porta deixando a luz do sol bater em minha face. Minhas mãos tremiam tanto, e, quando eu fui sobre o gramado do quintal, inclinei a cabeça pondo tudo para fora. A sensação do vômito saindo de mim sempre fora horrível, mas ali pareceu pior. Eu fiquei de quatro, ainda vomitando, enquanto sentia meus olhos encharcados também.

Eu não tinha visto aquilo. Não era verdade. Nada era verdade.  

-O que foi Taezinho? Está doente?–Perguntou a senhora Kang, minha vizinha,  vendo-me pelo muro de sua casa, preocupada.

 Limpei a boca e olhei para ela, negando com a cabeça. E fiquei zonzo, tão zonzo, que vi duas senhoras Kang. Sua imagem começou a escurecer, e senti o impacto de minhas costas contra a grama macia. Meus olhos se fecharam, e simplesmente apaguei.  


Notas Finais


Desculpe ai ce ta apelando muita pro drama kkkkk mas sabe, eu curto finais felizes tmb okay
Obrigada pelos 70 e lá vai bolinha favoritos pessoal!
Com certeza isso me da mais vontade ainda de postar *U*
Beijoes, até o proximo o///////////


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...