História I Need U...TaeHyung? - Capítulo 16


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), F(x)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, Sulli Choi
Tags Bts, Drama, Jikook, Namjin Yaoi, Romance, Vhope
Visualizações 318
Palavras 3.017
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fluffy, Romance e Novela, Shonen-Ai, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Gente eu vou tatuar esses 80 favoritos na minha testa o.o Sem falar dos comentários. Mas sabe quando vc sente que o cap nao ficou bom? ;---;
Mas eu espero mesmo que vcs gostem, é só que eu não sei, eu escrevi e eu fico tipo: tao ruim ou ta bom essa coisa? O.o Não consigo saber! kkkkkkkkkkk ue

Bem, vamos para o que importa então, aproveitem, espero que gostem u.u/ nao deixem de ler so pq teu piti ali em cima

Capítulo 16 - Tudo por um sorvete


Fanfic / Fanfiction I Need U...TaeHyung? - Capítulo 16 - Tudo por um sorvete

POV  Jung Hoseok

 

Tae deu um abraço em sua tia que o confortou com palavras, e em Suga também. Mas ele sempre mantinha os olhos fixos em mim. Vê-lo me chamar de Seok de novo foi tão bom.

  Ele caminhou em passos tão rápidos, envolveu seus braços ao redor de mim e apertou tão forte que parecia não querer soltar mais. Eu retribuí de mesmo modo, queria que ele notasse quanta falta eu sentia dele. O quanto até mesmo eu havia chorado por ele.

Olhei para os demais e eles nos olhavam com um sorriso no rosto. Mas eu não queria soltar TaeHyung ainda, estava tão bom sentir seu cheiro novamente. Passei a mão em seus cabelos, que estavam um pouco oleosos, provavelmente não havia conseguido tomar banho direito, mas eu não me importava. 
  
Suga pigarreou e por fim nos separamos.

-Achei que isso terminaria só amanhã. -Zombou.

Rimos envergonhados, e a senhora Min suspirou.

-Tae, vamos passar na casa de seu pai para pegar a chave de sua casa, vamos levar algumas coisas suas como roupas e tudo mais.

-Não é necessário, o pai do garoto deixou a chave no hospital com a gente, e depois saiu apressado. –Disse a enfermeira.

-Ah, nesse caso, então vou pegar a chave aqui mesmo. Vamos? -Perguntou a mulher, e nós concordamos.

...........................

Eu não desgrudava de Tae, mesmo que não tivéssemos falado muito. Apenas trocávamos olhares e sorrisos, às vezes um carinho de leve.

   Chegamos à casa dele, o mesmo pareceu desconfortável ao entrar. Claro, depois daquilo, quem não ficaria.

-Eu ajudo Tae a pegar as coisas dele, se quiserem pode esperar na sala.

Eles concordaram e Suga se atirou no sofá. Fui até o quarto do mesmo, e Tae evitava passar perto de um quarto, que devia ser o de sua mãe. Se eu estivesse no corpo dele, nem conseguiria entrar aqui novamente. Deixamos as duas malas vazias em cima da cama.

-Você não que mesmo ir ao enterro, não é?

-Não quero. E por favor, não me levem lá.

-Nunca faríamos isso.

Observei as paredes azuis claras de seu quarto, assim como as prateleiras de livros e de animais de pelúcia. Ele era organizado.

Ele abriu seu guarda-roupa e começou a tirar algumas roupas de lá, pondo-as em sua mala. Mas pelo jeito ele não levaria tudo. Depois de um tempo, notei que ele começará a chorar de leve.

-Sente aí, deixa que eu faço isso. -Falei, levando-o pelo braço até a cama. Ele ainda parecia bem mal, do tipo que nem consegue fazer as coisas direito.

  Peguei as roupas e comecei a guardar, assim como dois All Stars e um par de chinelos pretos.

-Você pode pegar esses livros que estão na parte esquerda da estante? São meus preferidos, por isso queria levar.

-Claro. -Andei e peguei os mesmos, eram cinco, e pus na mala quase cheia. Abri a outra mala e coloquei outro tênis que ele tinha de corrida, um casaco, outros objetos, e eu perguntei de seu celular. Esse disse para deixar para lá que ele compraria outro. 
   Guardei até mesmo seu animal de pelúcia, que era uma espécie de raposa. 
   Depois, pudemos ir até  o carro. A vizinha dele, uma senhora, se despediu de Tae antes que ele fosse, dando-lhe um presente que eu não sabia o que era.

E assim fomos embora.

....................

Estávamos no carro, e eu observava as ruas bem movimentadas tanto de pedestres quanto carros.

-Tae, faz tempo que você não ouve música? -Perguntei baixinho, já que nós estávamos sentados nos bancos traseiros.

-Bastante.

Peguei minha mochila e de lá tirei o celular com os fones, e eu não havia usado apenas para ter bateria quando voltássemos. 
     Dividimos o fone.

-O que você quer ouvir?-Perguntei.

-EXO seria bom.

Concordei e pus na música "Sing For You" que era muito bonita. Ele sorriu para mim, parecia tão relaxado.

-Estou cansado, vou dormir um pouco. -Avisei, e o mesmo concordou. Deitei a cabeça em seu ombro e fechei os olhos, logo sentindo minha mão ser entrelaçada com a sua, e ele ficou massageando meus dedos, era tão bom.

  Paramos algumas vezes, eu só precisei ir ao banheiro uma vez e nem quis comer, pois estava muito cansado. 
    Quando estávamos quase chegando, Tae já estava deitado encolhido e eu com a cabeça sobre sua bunda/quadril.

....................

Deviam ser umas três da manhã quando, graças aos céus, havíamos chegado. A mãe de Suga devia ser a mais cansada, pois teve de dirigir por um longo tempo.

   Nós entramos na casa, eu ajudei Tae com as malas e Suga apenas acenou, indo direto para seu quarto, morto de sono.

-Hoseok, você  dorme no sofá? -Perguntou senhora Min.

-Claro, eu durmo em qualquer lugar. Mas eu me viro, vá dormir que a senhora deve estar muito cansada.

-Tudo bem. Boa noite para vocês.

-Boa noite. -Falamos em uníssono. Depois que só estávamos nós dois, eu ajudei Tae a levar as malas até seu quarto, que era o de hóspedes.

-Como senti falta daqui. -Falou, pulando na cama.

-Tae, posso dormir aqui com você?

-Nem precisa pedir. Mas antes eu vou tomar um banho, me sinto imundo.

-Tudo bem.

Ele pegou algumas roupas e saiu do quarto, e eu fiquei olhando para as paredes. Realmente não demorou muito até que ele voltasse, vestindo um pijama escuro e seu cabelo estava molhado. 
    Peguei a toalha e mandei-o inclinar a cabeça, assim eu enxuguei melhor, para que ele não pegasse um resfriado ou ficasse com dor nos ouvidos. 
   Sentamos um ao lado do outro.

-Tae, a sua mãe tinha muitos problemas para fazer o que fez?

-Sim. Problemas psicológicos. Ela não era nada normal. –Ele pareceu incomodado ao falar do assunto.

-Entendi. Mas não se preocupe, você vai ter uma vida nova aqui. E vai sempre estar ao meu lado.

-Que assim seja. -Ele sorriu de modo envergonhado, algo que eu havia sentido muita falta, também.

-Você não sabe o quanto eu fiquei desesperado. Pensei que você não voltaria, pensei que havia me abandonado.

-Eu nunca faria isso, Seok. É que minha mãe me trancou em casa e tirou as coisas de mim... Me desculpe.

-Tudo bem, não foi sua culpa.

-Eu também fiquei muito triste. Também achei que não o veria mais.

-Mas não se preocupe Tae, porque ninguém pode mais nos separar. E se tentarem, farei de tudo para te ter de volta.

-Eu também.

-Sabe... Eu me meti em alguns problemas quando você saiu daqui. Eu fiquei muito grosso com as pessoas, e sem ânimo para nada. Eu nunca tinha me sentido daquele modo. Foi tão ruim.

-Sinto muito... Mas as coisas vão melhorar.

-Aliás, Sulli perdeu o bebê. Eu fiquei triste por Suga e ela.

-Sério?-Perguntou desapontado.

-Sim. Mas eles se recuperaram rapidamente até, e já devem estar se amando mais do que nunca.

-Isso é muito bom. E é uma grande pena também.

-Uhum. Temos muito que colocar em dia, não? Mas assim que você voltar para escola, nós vamos conversar muito, e fazer muitas coisas juntos.

-Sim. O problema é que faltei muito na escola.

-Não faz mal, nós damos um jeito, e eu te ajudo. Não se preocupe com isso agora, okay?

-Okay.

-Vamos ser felizes de novo. Hum?-Indaguei, animado.

-Com certeza.

Aproximei-me dele e o abracei novamente, acariciando seus cabelos úmidos, beijando sua bochecha. Separei-me ficando a uma distância mínima, olhei no fundo de seus olhos e então fitei seus lábios. 
   Beijei os mesmos,  apreciando o momento, acariciando sua nuca. Minha língua pediu passagem, eu realmente queria beijá-lo como nunca antes, queria que fosse especial. Ainda o beijava calmamente, porém com intensidade,  fazendo movimentos que lhe causavam arrepios, massageando sua cintura. 
   Eu não queria chegar longe demais, então me separei devagar, ainda o olhando nos olhos. Ele estava tão corado, como se não estivesse acostumado com isso.
    
-Vamos dormir, você deve estar cansado. Eu também estou. Amanhã, vamos faltar a aula, mas vamos fazer algo de divertido. Que tal?

-Eu adoraria.

Tae era tão gentil e doce, que eu nem via motivos para brigar com ele.

Levantei a apaguei as luzes,  logo voltando para a cama. Pus a cabeça no travesseiro e Tae deitou ao meu lado. Eu olhava para ele, mesmo que não conseguisse enxergar muita coisa, e puxei a coberta sobre nós.

-Está um pouquinho frio.

-Verdade. -Concordei. Era bom falar de coisas simples novamente, pois coisas complicadas já estavam saturadas.

-Amanhã podemos tomar sorvete? Faz tempo que eu não tomo.

-Vamos tomar sorvete, vamos comer chocolate, vamos passear no parque... Vamos fazer de tudo.

-Não vejo a hora-falou animado-Boa noite Seok.

Ele beijou a ponta do meu nariz. Fiquei com vontade de apertar aquelas bochechas fofas.

-Boa noite. -Falei, fechando os olhos. Ele se virou de costas pra mim e então, eu abracei seu corpo contra o meu, descansando minha cabeça em seu pescoço, sentindo seu corpo quente junto de mim.

 

.............................................

 

 

Senti um aperto em meu braço, um movimento brusco, e quem sabe até um grito. Não sei ao certo o que foi, mas me fez acordar e dar de cara com Tae ofegante na cama.

-O que foi?-Perguntei, e ele virou seu rosto até mim, estava um pouco suado.

-Na...Nada.-Mentiu.

-Teve um pesadelo?

-Sim.

Depois do que ele vira, era normal que tivesse pesadelos com esses tipos de coisa.

-Você consegue voltar a dormir?-Perguntei.

-Não sei, estou faminto.

Concordei com a cabeça e saí da cama, pegando meu celular na bolsa. Vi que era quase seis da manhã.

-Eu vou preparar algo para você comer. Espere aqui.

-Não,Seok, não precisa...

-Espere aqui, já volto.

Saí do quarto e fui até a cozinha, preparando tudo silenciosamente, para não acordar ninguém. Tenho certeza que senhora Min e Suga dormiriam até bem tarde.

  Preparei dois sanduíches, peguei uma maça e também, fiz um leite com achocolatado na temperatura morna. Levei tudo num prato grande e a xícara com achocolatado na mão. Fui até o quarto, onde Tae esperava sentado, a luz estava acesa. Seus cabelos estavam um pouco arrepiados e seu rosto inchado, mas para mim ainda estava bonito. Levei até seu colo e o mesmo sorriu.

-Obrigado, Seok.

Do jeito que ele estava comendo, vi que a fome era grande.

-Desde quando você não come?

-Desde ontem... Meio dia. –Respondeu, de boca cheia.

-Nossa. –Se fosse eu, não teria aguentado cinco horas sem comer. Eu comia bastante, mas por sorte, era magro.

-Isso está tão bom. –Elogiou, bebendo o chocolate. Sua boca ficou com um bigodinho, e eu ri de canto. Tae notou e limpou com a manga da blusa, envergonhado.

-Que bom que gostou, porque é algo simples, né.

-Mas está ótimo. Você quer um pouco?

-Não obrigado, não estou com fome agora.

-Seok, você tá teve pesadelos?

-Não muitos, porque geralmente não me lembro de meus sonhos, mas, uma vez sonhei com palhaços do mal. Por quê?

-Nada não.

-Não se preocupe Tae, isso é só por enquanto, mas depois você vai conseguir dormir tranquilamente. De agora em diante a vida vai ser bem melhor, e você vai dormir sorrindo, e acabar tendo bons sonhos.

-Nossa, tomara que seja verdade.

-É sim. Pois eu sei como é.

-Entendo. –Ele terminou de comer e eu peguei o prato e a caneca, levando para a cozinha novamente.

   Quando voltei, sentei ao lado de Tae, e ficamos em silêncio.

-Não estou com sono. O que podemos fazer?-Perguntou Tae, entediado.

-Eu também não estou. Que tal passearmos? Sabe, é de manhã mas, o clima está bom e as ruas estão um pouco vazias. Assim que a sorveteria abrir, nós vamos lá.

-Pode ser.

Deixei um bilhete em cima da mesa dizendo que Tae e eu iríamos sair. Peguei um casaco fino e ele também, já que naquela hora estava fria. Andamos pelas ruas lado a lado na sacada, observando ao redor.

-Sabe, Tae, se você não tivesse mandado aquela imagem para mim de nós dois, eu não sei o que eu teria feito.

-Como assim?

-Eu estava quase desistindo de você. Estava pensando em te esquecer, e seguir com a minha vida como era antes. Mas então, recebi a mensagem de você, e tive esperança novamente.

-Eu não gosto de pensar nisso... No fato de que podíamos ter nos separado de alguma forma.  

-Então deixe isso para lá, estamos juntos novamente, isso é o que importa.

-Tem razão. –Falou.

Enquanto andávamos, olhei para a mão de Tae e mordi o lábio inferior. Suspirei e a segurei, mas o mesmo tirou sua mão da minha.

-Seok... Alguém pode ver. –Disse receoso.

-E daí? Se alguém se meter com você eu espanco, nem que eu morra.

Peguei sua mão novamente e ele pareceu relaxar, entrelaçando nossos dedos. Ela estava tão quentinha, era bom de segurar. Sorri e fiquei o encarando.

-Por que me olha?

-Porque sim.

-Se ficar olhando não vai saber por onde anda e vai acabar caindo.

-Não me importo. –Provoquei. Ele riu e empurrou meu rosto para a frente com o dedo.

-O que o casalzinho faz aqui?-Perguntou uma voz familiar, nos parando, e mudei de humor ao ver que era Lee Shin.

-Ah, você. –Falei, soltando a mão de Tae.

-Não, não solte a mão dele, vocês estavam tão fofos juntos. –Debochou.

-Por que está aqui? –Perguntei.

-Estava indo para o colégio, oras. Eu quem pergunto isso, já que vocês andam faltando muito.

-Então continue seu caminho, eu e Tae temos que ir.

-Não, espera aí. –Ele nos parou novamente.

-O que foi?-Perguntei, irritado. Olhei para Tae, que fitava Lee de um jeito tão frio, que nunca havia esperado isso dele. Parecia outra pessoa. Até eu fiquei assustado.

   Lee não implicava muito conosco, mas geralmente enchia o saco de outras pessoas, e vivia indo para a diretoria e levando advertências. Logo seria expulso, provavelmente.

-Deduzindo, posso dizer o ruivinho é a mulherzinha da relação. –Riu de um jeito esquisito, apontando para Tae.

Apertei os punhos e suspirei.

-Olha, eu não quero confusão. Por que você não nos deixa ir embora?

Tentei passar, mas ele me deu um empurrão. Tae na mesma hora avançou no loiro, e eu o segurei, antes que fizesse uma besteira.

-Tae, fique atrás de mim. –Falei, afastando-o.

-Sabe de algo? Agora eu sei porque você deu um fora na minha irmã.

-Irmã? Que irmã?-Perguntei, confuso.

-A garota que se encontrou com você daquela vez, não lembra? E ainda a abandonou ela no restaurante. Sabe, não sei como não te bati ainda por ter se metido com minha irmã.  

-Do que está falando? Ela era sua irmã? E o que isso importa agora? Suga arrumou um encontro pra gente, mas não ia rolar nada de qualquer jeito.

-E por que a chamou de vadia, hã?-Perguntou irritado, me agarrando pela gola da camisa. Engoli em seco, mas tentei manter a postura, eu tinha que proteger Tae.

-Ela se comportou como uma. –Não sei porque raios falei aquilo, mas deixei escapar de minha boca. Um segundo depois já estava arrependido, claro.

Tae agarrou as costas de Lee tentando separar de mim, mas tudo que ganhou em troca foi um empurrão que o fez cair no chão.

   Senti uma veia saltar em minha testa, e dei um belo de um soco no loiro, fazendo recuar dois passos para trás. Respirei fundo, pois não tinha habilidade para lutas, mas dessa vez iria com corpo e alma.

  Levei um soco repentino que fez minha cabeça latejar, e acabei indo ao chão. Lee shin ficou sobre mim, apertou meu braço com força e depois, ergueu o punho. Fecheis os olhos, esperando pelo soco, e prendi a respiração.

Ouvi um barulho e senti um peso sair de meu corpo, logo abrindo os olhos. Ufa, eu não tinha levado soco algum! Olhei para o lado e vi que Lee tinha caído no chão, com a mão no rosto. Tae estava próximo dele, e vi que o ruivo o acertou de algum modo, só não sei como.

  Tae começou o acertar mais vezes, com chutes e socos, que eu nunca imaginei ele dando.

-Tae!- Levantei rapidamente e o segurei, enquanto Lee estava no chão, tentando se recuperar.

-Nunca mais mexa com a gente, entendeu?-Gritou Tae, tentando avançar novamente.

-Tae, somos dois contra um, isso é covardia. Vamos embora, por favor.

-E vocês acham que acabou? –Lee se levantou, pôs a mão no bolso e de lá, tirou um canivete.

 Gelei na mesma hora, e mandei um olhar para Tae, acho que ele entendeu o recado.

  Corremos que nem doidos, foi isso que fizemos. E ao olhar para trás, e ver que Lee estava nos alcançando, nos fez acelerar o passo de imediato.

   Entrei numa rua, Tae estava um pouco mais atrás de mim, e continuamos a correr. Quase havíamos despistado aquele loiro babaca.

-A sorveteria!-Apontei, correndo até o grande imóvel colorido, e entrando junto de Tae.

   A atendente nos estranhou, vendo que estávamos um pouco machucados e ofegantes. Sorri para ela tentando disfarçar, e também afirmando que não éramos ladrões. Eu e Tae ainda estávamos recuperando o fôlego e, então, nos sentamos em uma mesa branca com detalhes em amarelo.

 Éramos os únicos clientes ali já que o lugar havia acabado de abrir. Olhei para Tae, ele não estava machucado, mas as roupas estavam um pouco bagunçadas. Ele pegou um papel toalha e se inclinou até mim, limpando o canto de minha boca, e logo vi que era sangue.

-Sua boca está machucada. Você está bem?-Perguntou, preocupado.

-Estou sim, não foi nada. Aliás, isso foi uma grande aventura, não?

Ele riu.

-Uma aventura que eu não quero mais enfrentar.

-Nossa Tae, você luta bem mais do que eu! E eu estava preocupado, achando que não podia te proteger.

-Sou menos frágil do que pensa, Seok. Mas não gosto de violência, então vamos tentar evitar isso.

-Mas você viu que ele começou!

-Eu sei, eu sei. Bem, você viu que ele tinha um canivete. Podia ter sido pior. Vamos ter que evitar esse cara na escola.

-Sim... Agora estou até com medo. –Falei, sério.

-Tudo bem, vamos esquecer isso por hoje.

Uma moça se aproximou de nós, com uma cadernetinha.

-O que vão pedir? 


Notas Finais


ficou meio grandinho neh uashaushaus mas enfim, obrigada mesmo pessoals, vcs são demais rrsrsrssrssr

Mas gostaram? Espero que sim, e aguardo vcs para o proximo também. Beijos! ;3


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