História I need you - Capítulo 3


Escrita por: ~ e ~deepsuga

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jin, Rap Monster
Tags Kidoh, Namjin, Namjoon, Seokjin, Serial Killer
Exibições 72
Palavras 2.175
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção, Lemon, Romance e Novela, Saga, Terror e Horror, Yaoi
Avisos: Canibalismo, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


OLA PESSOAS DA TERRA, EU VOLTEI
terminei antes do esperado, odeio dever algo a alguém e peso desculpas por isso, bem voltei com a fic toda terminada, e AMÉM por isso.

Capítulo 3 - Seja meu


17 de junho de 2016

 

Saio de casa e sigo até um bar qualquer, se vou aproveitar meu pequeno tempo de vida, quero pelo menos fazer isso com certa quantidade de álcool no meu sangue.

Entro no bar e vejo que a pessoa que está hoje como barman é um velho amigo meu, Kim Wonshik, mas todos o chamam de Ravi. Sento-me em um dos bancos que se encontra perto do balcão.

-Namjoon? – Ravi fala, vindo em minha direção.

-oi. - dou um sorriso fraco.

-você está horrível, sabe disso, não é? – ele fala com um sorriso debochado nos lábios.

-obrigado por dizer o obvio, Ravi. - o mesmo da uma risada com minha fala, e começa a dar umas tapinhas em meu ombro.

Peço-lhe uma bebida, a mais forte de preferência, logo ele a trás até mim e eu a entorno garganta a baixo, sentindo o gosto forte de o álcool rasgar minhas cordas vocais como se fosse gilete. Peço-lhe outra e ele assim trás, já sou acostumado a beber, mas confesso que aquela bebida cujo nome eu não conheço, e nem me interesso em conhecer.

-Vai com calma, Namjoon. – ele me olha preocupado, bem típico dele. – o que ouve, pra você está bebendo desse jeito, só pode ter se metido em uma enrascada. – o maldito me conhecia bem. Ravi sabia que eu só aparecia lá quando acontecia algo de errado na minha vida, mas eu não poderia simplesmente contar que sou alvo de um assassino, lindo e louco (se ele é um assassino, claro que não deve bater bem das idéias, deixa de ser tapado Kim Namjoon).

-eu só briguei com meu irmão, outra vez pra variar. – falo a primeira coisa que vem a minha mente. Não era mentira de todo modo.

-oi Wonnie. – uma figura que eu já conheço se agarra no pescoço do outro Kim de cabelos azulados.

-N, não me chame assim na frente das pessoas. – o azulado pede manhoso.

-“Wonnie?” – falo com um sorriso debochado nos lábios e olho ambos com uma excreção confusa.

-aish, me erra pinguço. – N se pronuncia ainda agarrado ao pescoço de Ravi.

-não ‘to ‘te jogando nada pra te acertar. – sorrio da expressão do moreno, e acabo gargalhando de sua cara, recebendo uma tapa no braço do mesmo.

O nome verdadeiro de N é Cha Hakyeon, não sei o porquê do apelido do moreno, mas acho legal mesmo assim. Eles se conheceram de uma forma bem engraçada (?), pode-se dizer assim. Ravi vem de uma família financeiramente boa igual a minha, mas a diferencia entre elas é que eu tinha e ainda tenho a liberdade de ficar com quem eu quiser, e o Kim por outro lado não tinha minha sorte.

A família do azulado tinha feito um casamento arranjado para ele com a irmã mais nova do Cha, mas por obra do destino eles se apaixonaram, os pais de ambos não aceitaram o amor de ambos, então com ajuda do capeta da irmã de N, o inferno foi aberto pra atormentá-los.

Ravi pediu minha ajuda, e como bom amigo não a neguei. Meu irmão comprou esse bar para ele e o moreno, de começo o azulado não aceitou, mas logo concordou, com a condição de pagar cada moeda que meu irmão gastou aqui.

Logo as famílias souberam o que fizemos por eles e tentaram derrubar a empresa de minha família, tentativa inútil por sinal. Depois de muita burocracia e a ajuda de advogados muito eficientes, meu irmão conseguiu processar ambas as famílias e os afastar do casal que eu amo muito, tenho ambos como meus irmãos.

-então, você estava aqui o tempo todo, não é? – sinto meus pelos se arrepiarem com o susto que tomei ao ouvir aquela voz. Olha para o lado e vejo uma figura da qual eu estava fugindo. O louco e lindo assassino que tem um GT500 rosa. Seokjin.

 

17 de Junho de 2016

 

Ao entrar no bar me deparo com um ser de cabelos brancos e com a pele meio bronzeada bebendo como se não houvesse amanhã. Mas só de ver aquilo me incomodou um pouco, ondeio pessoas que bebem assim.

Vou até ele, chego perto de seu ouvido e falo:

- então, você estava aqui o tempo todo, não é? – não é como se eu estivesse o procurando. Foi pura conhecidencia eu achá-lo ali bebendo feito louco.

- vocês se conhecem? – uma voz chamou minha atenção. Um homem de cabelos azuis me olhava com, acho que esperava uma resposta.

- sim. – dei meu melhor sorriso. – ele já abasteceu meu carro e já foi ao meu restaurante com seu irmão.

- Namjoon virou um stalker? – ele sorri com o próprio comentário, confesso que ri junto.

- não é nada disso. Foi pura conhecidencia. – o de cabelos azuis riu mais um pouco do grisalho. Acho que são amigos.

- Wonnie, eu... – eu pessoa morena entra no local falando, mas se cala assim que me ver. Será que ele me conhece? Franzo um de meus cenhos ainda o olhando. – Jin? Kim Seokjin? É você? – ‘ta, agora to preocupado.

- eu te conheço de onde? – tento força minha mente para lembrar-se do moreno, mas nada vinha, eu não me lembro de onde ele me conhece, mas ele parece lembrar. – pode me ajudar?

- você me ajudou uma vez. Eu estava mal por ter discutido com meus pais sobre meu romance com o Ravi, e você me ajudou naquela noite. Lembra-se agora? – agora que ele falou me recordo perfeitamente de tudo.

- claro perdão por não lembrar. – os que estão presentes têm uma cara confusa, o que me faz rir.

- amor, como assim ele te ajudou com nosso romance?

- também estou curioso. – o de cabelos brancos se apóia no balcão para me olhar melhor.

- te explico tudo se entrar no meu carro. – dou um sorriso malicioso e os outros parecem entender o que eu queria, mas o platinado estava com uma expressão de medo, que logo foi disfarçada.

- tudo bem. – o vejo engolir em seco, mas ele me acompanha mesmo assim sem reclamar. Damos um breve adeus aos amigos do platinado e seguimos até meu carro, dou espaço para o outro entra e assim ele faz, dou a volta e tomo meu lugar no banco do motorista.

Seguimos calma mente até minha casa, vez ou outra o via de relance com um semblante triste, acho que ele tem medo de mim, veja bem, não é porque eu mato as pessoas que eu goste de ver suas expressões de medo por muito tempo, por isso as vendo, não gosto do seu olhar de medo em mim, fico me sentindo o pior monstro do mundo. Sim eu sei que já sou, mas não me julguem quem nunca pecou que jogue a primeira pedra, foi o que Jesus disse.

-do que o Hakyeon estava falando? Como você o ajudou? – ele não me olha quando fala, mas pelo menos quebrou o silencio desconfortável que estava no carro.

- eu estava passando pela praça quando o vi de cabeça baixa chorando, me aproximei e perguntei o que ouve com ele, ele me contou toda a história, fiquei mal por ele, o aconselhei e disse que tudo ficaria bem. – o platinado me olha surpreso. – ele é uma pessoa legal, e eu não achei certo o ato dos pais dele, se ele ama, acho que deveria ser livre pra isso.

- não esperava isso de você. – estaciono o carro em minha casa, logo saindo do mesmo. – onde estamos?

- em minha casa. – ele sai do carro e me acompanha meio cauteloso. – entre. – dou espaço e o mesmo assim faz.

Ele senta no sofá de minha sala, o observo e a cada passo meu ele parece se assustar e acho que peguei pesado nas ameaças. Sento-me ao seu lado e o mesmo toma um susto.

-não vou te matar, não na minha casa. – falo indiferente. – quer algo? – pergunto o olhando.

- não, obrigado. – ele olha pra outro canto, mas logo volta a me olhar. – o que você quer de mim? Quero a verdade.

- não ‘ta na cara? – me aproximo dele, fazendo em conseqüência o mesmo se assustar, mas não sai do lugar e nem me afasta, vou me aproximando mais até ficar por cima do mesmo. – quero você. – sussurro em seu ouvido.

 

17 de junho de 2016

 

-Eu quero você. – seus lábios encontram os meus e inicia um beijo lento. Por que eu não o afastei? Por que eu não sai dali? Simples, eu não pude seus olhos vridados aos meus não me permitiram sair, e seus lábios são tão fofos e viciastes, é clichê falar isso, mas é a mais pura verdade.

O puxo para mais perto de meu corpo e seguro sua nuca, aprofundando mais o beijo, peço passagem com a língua e logo é concedido, e por deus, como é maravilhosa a sensação de ter minha língua em sua boca. Sua boca é quente e aconchegante, e seu gosto, um gosto maravilhoso de morango.

Seokjin retira minha camisa e eu faço o mesmo com a sua, seu corpo é mais lindo do que eu imaginei, sua pele branca, seu corpo quase definido. Uma imagem perfeita, um corpo esculpido por deus, ou o diabo, o que eu acho mais provável, pois o ruivo é o pecado em pessoa.

Inverto as posições e fico por cima, começo a beijar seu pescoço e dou leves mordidas no local, desço um pouco e começo a chupar seus mamilos. Seus gemidos me enlouquecem. Como eu pude ter medo desse ser maravilhoso? É mesmo, seu lado psicopata. Mas não me importo no momento.

Retiro sua calça juntamente com sua box rosa. ‘Pera que?

-até na cueca você usa rosa, ou só é conhecidencia? – falo sorrindo ao ver sua cueca, o mesmo fica corado, algo que eu não esperava. – que fofo, não esperava te ver assim, você me surpreende a cada vez que te vejo.

- não seja chato. – fala manhoso com um bico muito fofo. – ache que tivesse medo de mim.

- não me importo se você mata as pessoas por diversão ou por justiça, desde que não mate as pessoas que amo. – por que eu falei isso? O que ele está fazendo comigo? Saio de meus pensamentos ao ver seus olhos brilharem.

- eu prometo que não farei isso se me prometer uma coisa.

- e o que seria?

- seja meu. – e com isso eu sorri feito um idiota. Em resposta eu o beijei e o mesmo entende retribuindo ainda mais. Eu sou o homem mais idiota do universo.

Ao retirar a sua cueca por completo vejo seu membro saltar, e o mesmo dar um suspiro de alivio. Começo a masturbá-lo devagar e seu gemidos são manhosos, não agüento esperar e abocanho seu membro e o ruivo a baixo de mim geme mais ainda.

Sinto que o mesmo estava quase gozando, então paro, recebendo um gemido de reprovação, sorrio com seu ato e selo seus lábios nos meus. Retiro minha roupa por completo, Seokjin me encara e sorrio malicioso ao ver seus olhos vridados no meu corpo nu.

-Gosta do que vê? – o vejo sorrir. Ele fica de quatro encarando meu membro, e quando iria chupá-lo eu o impeço.

- por quê?

- não vou deixar você me chupar agora. Vira. – ordeno e o mesmo obedece, nem parece que é um assassino frio e psicótico que eu conheci. – vou te castigar por me fazer te temer. – Posiciono meu membro em sua entrada e o penetro devagar, Seok geme de dor pro não tê-lo preparado, mas como eu falei, é seu castigo. – vai passar, eu prometo. – beijo suas costas e espero ele se acostumar com o tamanho, quando o sinto rebolar em meu membro começo a estocá-lo devagar, ‘ta, nem tão devagar assim, meus movimentos eram um pouco forte para se iniciar, mas ele estava gostando, pois gemia como uma puta necessitada.

- N-nammie, m-mas rápido. – e assim o fiz, fui o mais rápido que pude. Seokjin gemia muito mais alto que antes.

Sai de dentro dele e me sento no sofá, bato em minhas pernas o chamando e o mesmo entendo o que quero, logo sentando e meu membro, o vejo ser engolido pelo interior do ruivo e acabo gemendo um pouco pela sensação gostosa de tê-lo sentado ali. E ele não está diferente de mim.

Ele começa a cavalgar devagar, mas como eu sou “carinhoso”, seguro em sua cintura e o faço ir mais rápido, tendo em resposta seus gemidos mais altos do que antes, acho já são até gritos.

Vejo que seu membro antes esquecido está expelindo pré-gozo, então começo a masturbá-lo de acordo com a velocidade das estocadas, depois de masturbá-lo ele goza em minha mão, eu continuo o estocando e sem demorar muito me desfaço dentro do mesmo. Caímos no sofá, seio de dentro dele e depois o puxo para meu peito o aconchegando.

-o que você fez comigo?

- eu que pergunto. – nossa noite acabou assim, nós dois dormindo no sofá de sua sala de estar abraçados, e confesso que gostei.



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