História I Need You (Imagine Kim Taehyung) - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Amor, Bangtan Boys, Bts, Eu Não Sei, Imagine V, Menção Jikook, Menção Namjin, Taehyung
Visualizações 351
Palavras 2.015
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Fluffy, Romance e Novela, Saga, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


CARACA MANO, 34 FAVORITOS?
SANTO MIN YOONGI
SOCORRO
EU TÔ MUITO FELIZ 💕💕💕 OBG GENTE VCS SÃO DEMAIS 😍😍❤
Capa nova feita por BODY_SAY 💕 (muito obrigada!)
EU ESTOU LENDO UMA FANFIC MARAVILINDA >> https://spiritfanfics.com/historia/my-best-friend--imagine-8355804
É DO TAETAE TBM NOSSO MOZAUM❤
Esse capítulo vai ser bem bosta, tô meio ocupada com trabalhos da escola e etc, então não vou mais ter tanto tempo pra escrever, e esse capítulo foi bem aleatório, coloquei qualquer coisa, mas então não se preocupem, não vai interferir tanto na história.
Boa leitura 💕

Capítulo 8 - Bebida


Fanfic / Fanfiction I Need You (Imagine Kim Taehyung) - Capítulo 8 - Bebida

"VC tá gostando do Tae?"

Eu confesso que tive que ponderar um pouco acerca do assunto. A verdade era que eu nem ao menos sabia o que eu estava sentindo. Mas... Gostar do Taehyung....? Será mesmo...?

"Claro que não, Jimin!" , eu mandei isso, mas era porque eu não queria confessar que eu estava insegura. Jimin era meu melhor amigo, de fato, mas tinham umas coisas que eu não conseguia falar para ninguém, e isso era uma delas. "Ele é só meu amigo"

"(S/N), você sabe que não adianta mentir pra mim. Poxa eu sou seu melhor amigo ou não? Achei que não houvessem segredos entre nós"

"Jimin, eu não sou um livro aberto pra vc ler quando tiver vontade tá, eu sou sua amiga! E mesmo assim, eu não tô mentindo! Eu não gosto dele!" Meu coração doeu ao escrever isso. Por mais que eu apenas estivesse omitindo a minha insegurança, eu sentia como se estivesse mentindo para ele, e eu não gosto disso.

"Justamente pelo fato de vc ser minha amiga eu tenho o direito de saber o que se passa com vc, eu me preocupo, tenho medo de que vc sofra, de que nada seja como vc quer."

"Obrigada pela preocupação Jimin, mas eu não sinto nada por ele."

"Tá. Eu não vou te forçar. Mas se quiser conversar eu tô aqui."

"Okay, obrigada Jiminnie."

"De nada...Te amo sua chata💖"

"Eu tbm seu gordin 😂❤"

"Tchau, vou resolver umas coisas aqui. Bjs :3"

"Bjs ^^"

***

Como o esperado, Taehyung não apareceu na escola pelo resto da semana. A morte de sua mãe foi anunciada aos colegas de sala, que ficaram sem reação. Ninguém ligava para o garoto isolado de capuz no canto da sala. Mas de repente todos começaram a se preocupar com ele. Foi mesmo preciso uma fatalidade para alguém olhar para ele, para alguém notar que ele estava sofrendo? Esse é um dos grandes problemas da nossa querida e maravilhosa sociedade dos adolescentes. Eu passei a me acostumar a ser ignorada, mas eu aprendi que não podemos nos deixar acostumar com uma coisa assim. Temos mais é que dizer que nós existimos, que temos sentimentos e que temos valor. Mas algumas pessoas permanecem ignorantes e fingem que não entendem. Foda, né?

Na sexta feira, deixei minhas coisas da escola em casa e fui comprar umas coisas para a minha mãe no mercado. Eu aproveitei e comprei alguns doces para mim. Peguei tudo, passei no caixa, e depois que saí passei em uma padaria ali perto. Comprei um pedaço de bolo de laranja (Será possível que você só sobrevive a base de doces, menina?) e comi pausadamente. Fazia um bom tempo que eu não comia um bolo tão bom como aquela, massa fofinha e um gosto perfeitinho. Paguei, peguei as compras e fui embora. A noite estava movimentada como sempre, pessoas voltando do trabalho, adolescentes saindo juntos, casais namorando, algumas pessoas fechando suas lojas e estabelecimentos, cachorros sem dono passando pelas pernas das pessoas sem rumo algum. Estava tudo "normal", até que eu o encontrei.

Ele estava deitado na parede de um beco. Duas garrafas de vidro jogadas no chão ao seu lado, uma vazia e uma ainda cheia, e uma outra em sua mão direita. Seus olhos escuros e vazios fitavam o nada, e as olheiras enormes se destacavam em seu belo rosto que agora estava mais triste do que eu jamais vira. Taehyung nem notou a minha presença, até que eu andei até ele e pus a mão em seu ombro, me agachando e sentando na frente dele.

- Hey. - Eu disse. - Tae, o que é isso? - apontei para a garrafa. Ele tentou não olhar no meu rosto, permaneceu quieto e encarou as pessoas passando na calçada - Tae! - exclamei, após ler o rótulo na garrafa. - O que você... - Ele colocou um dedo sobre meus lábios para me calar.

- Tá tudo bem. - ele disse. Seu hálito recendia a álcool, e sua respiração estava acelerada.

- Tae, você bebeu? Tae, por quê...? - Eu não tinha certeza se ele estava sóbrio, apenas coloquei a mão sobre sua testa, ele estava ardendo em febre. - Você precisa ir para casa. Está com febre.

- Não (S/N), pelo amor de Deus... Não me leva para aquela casa... - Ele suplicou, tomando mais um gole daquela coisa.

- Para com isso! - peguei as garrafas e escondi atrás de mim. Ele olhou bem fundo nos meus olhos, seu olhar era ameaçador, me fez sentir um calafrio passar pelo meu corpo todo.

- Me devolve.

- Você definitivamente não está sóbrio. O que tá acontecendo com você? Nem parece o Tae que eu conheço.

- O Tae que você conhece... - Sua voz estava estranha. - Morreu... junto com a minha mãe.

- Não fala assim, por favor.

- Você se importa mesmo? Você se importa com um garoto fraco como eu?

- Você não é fraco... Só... Não faz mais isso. Promete que não vai mais tomar essas coisas? Você não pode.

- Eu achava que... Se eu tomasse... Eu poderia esquecer quem eu sou... Pelo menos por algumas horas, mas... Nem estando bêbado da pra esquecer... - Ele deu repente começou a rir de uma forma estranha.

- Vamos para a minha casa então. Você toma banho e eu te empresto alguma roupa do Jin. Só que ele não tá em casa, ele foi dormir na casa de um amigo dele. . - Ele balançou que cabeça negativamente.

- Eu não quero ir pra lugar nenhum...

Eu o puxei dali, e o ajudei a andar. Ele protestou, óbvio, mas eu resolvi não ligar para a opinião dele. Ele estava doente, bêbado e cansado, eu precisava fazer alguma coisa. Ele ficou reclamado e tal, mas depois de perceber que eu não iria soltá-lo ele decidiu apoiar o seu peso em mim. De tempos em tempos ele começava a cantarolar ou dizer coisas sem sentido. Quando eu finalmente cheguei em casa com Tae, percebi que, ou todos estavam em seus quartos, ou ninguém estava em casa. Melhor para mim. Ajudei Tae a subir as escadas lentamente, ele cambaleava, e eu quase caia, mas conseguimos chegar lá. Entramos em meu quarto, peguei uma toalha para ele, e falei para ele tomar banho enquanto eu buscava alguma roupa para ele. Algo me dizia que ele precisava de ajuda, mas eu simplesmente repeti a ordem e fui pegar alguma roupa para ele. Peguei uma calça moletom preta e uma blusa cinza. Depois peguei o termômetro e algum remédio por causa da febre. Quando cheguei em meu quarto, ele estava de toalha, sentado no chão do banheiro. Ele só usou a toalha para se cobrir, pois ele nem ao menos se secou, ele estava completamente encharcado. Peguei outra toalha no guarda roupas, e sequei os seus cabelos com a mesma, em seguida secando seus ombros e costas. Ele estava fitando o chão do banheiro como se nada estivesse acontecendo, com um olhar triste mais do que visível.

- Tae, tá aqui a roupa, tá. - Eu disse, depois que terminei de secá-lo, colocando as roupas em suas mãos. - Se troca, vou fazer um chá para a gente. Fica aqui, eu trago. - Não esperei ele assentir ou dizer algo, só desci as escadas e parei no fogão. Coloquei o chá em duas xícaras não muito grandes, e levei cuidadosamente para o meu quarto. Tae estava sentando na minha cama. Ele havia colocado a calça, e estava tentando colocar a blusa. Deixei o chá na cômoda e fui ajudá-lo. Porém, enquanto eu o ajudava, ele estava fitando fixamente meus olhos. - Ei, o que foi?

- ... Você... - Ele murmurou.

- Eu o que? T- EI! - ele me empurrou na cama e ficou por cima de mim. Ele olhou para mim com uma expressão séria.

- Por que eu nunca consigo me controlar estando perto de você?

- Do que você tá falando...? - Ele desceu sua cabeça, e a deitou em meu peito, para ouvir as batidas do meu coração, que estavam mais aceleradas que não sei o que.

- Tá vendo...? - Ele pegou a minha mão e levou a mesma até o peito dele. - O seu coração tá que nem o meu. - (Calma (S/N), se acalma, ele tá bêbado, ele nem sabe o que tá falando!)

- E-ei... Melhor você... Sair de cima de mim antes que alguém entre... Tá? - Eu tentei empurrar ele, mas ele deitou do meu lado e passou o braço pela minha cintura. - Tae... Hey...

- Não adianta dizer que não sente nada. Eu sei... - Ele passou os dedos gentilmente pelos meus cabelos, em seguida encostando sua testa na minha e fechando os olhos. Engoli em seco. Por um momento fiquei com medo de perder o juízo encarando aquele garoto tão belo. Eu tinha medo também de estar gostando dele de verdade, de pensar que aquilo não era uma simples paixonite de adolescente. Ele me fazia sentir muitas coisas que eu nem conseguia explicar para alguém que eu conheça há poucas semanas. Fechei os olhos e ele me puxou para si, me beijando delicadamente. - Eu... Acho que te amo. - ele disse, nos separando. Por mais que eu soubesse que ele poderia não estar falando sério, eu amei ouvir aquilo.

- Eu... Acho que... Eu te amo também. - Eu disse, por fim. Eu sabia até que provavelmente ele não iria se lembrar de nada no dia seguinte. Mas eu falei mesmo assim. Eu tinha tanta dúvida,mas... Por fim... Acho que era verdade. Ele me beijou de novo, novamente ficando em cima de mim, devolvi o beijo e o puxei para mais perto, até que... ouvi uma barulho vindo da porta. Tae e eu nos separamos e olhamos para lá, e lá estava... O meu pai. - P-pai??!

- O que significa isso?!! - ele gritou.

- Pai, o Tae só...

- Isso não me interessa. Garoto, saia de cima dela agora mesmo! - Tae saiu de cima de mim. Ele carregava um sorriso esquisito no rosto. Meu pai puxou o braço dele e saiu do quarto. Eu me deitei e fiquei fitando o teto, ainda não acreditando no que havia acabado de acontecer. O que meu pai iria fazer com ele??

Depois de muito tempo, meu pai chegou, batendo a porta de raiva.

- Quem aquele garoto pensa que é?! - ele berrou. - Eu não quero você perto daquele garoto, e se eu vir vocês dois juntos você vai se ver comigo!

- Pai, ele tava bêbado!!

- Isso não me interessa! Se ele te beijou é porque ele no fundo tinha algum desejo por você.

- É daí se ele tiver?

- Aquilo foi indecente, ele não deveria ter feito aquilo. Filha minha não namora com gente desse tipo.

- Pai, isso não significa que eu iria namorar com ele, meu Deus, ele é meu amigo! E outra, ele não é assim, ele tava bêbado, eu já disse!

- Quer dizer que ele é alcólotra nessa idade?

- Não, pai! Eu não sei onde ele conseguiu aquilo, mas essa foi a primeira e a última vez que ele faz isso.

- Você não vai saber, de qualquer maneira. Está proibida de falar com aquele garoto até segunda ordem, até que eu julgue que vocês possam ser amigos de novo.

- Pai, ele é da minha escola, da minha sala.

- Não estou nem aí, (S/N). Se você me desobedecer, eu vou ficar sabendo.

- Mas, pai...

- Nada de mas, (S/N).

- Pai, por favor!!!!

- Está decidido.

Ele me deixou sozinha. Deitei na cama,tentado impedir as lágrimas que ameaçavam descer pelo meu rosto, e pensei que eu poderia falar com Taehyung na escola, de modo que ninguém pudesse ver. Mas... Eu não sabia se iria conseguir falar com o Tae de qualquer jeito. Eu havia falado que o amava. Aquilo me deixou com muita vergonha. Se ele por algum acaso se lembrasse do que acontecera... (Não, não (S/N), ele não vai se lembrar... Você tem que falar com ele, ele é seu amigo, não ligue para o que seu pai disse, foi nervosismo do momento, ele vai liberar vocês logo logo....)

Será mesmo?


Notas Finais


Não se preocupem muito com isso não hehe :p
Até o próximo capítulo💕


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