História I need you in my life forever. Frerard. - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Frank Iero, Gerard Way, My Chemical Romance
Personagens Frank Iero, Gerard Way, Mikey Way, Ray Toro
Tags Frank Iero, Frerard, Gerard Way, Mikey Way, My Chemical Romance, Ray Toro
Exibições 26
Palavras 2.844
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Linguagem Imprópria, Suicídio
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Ooooooi, bom sobre a foto do chap... Creio EU que seja o Frank e o Gerard, se não for o Gerard, finge que é, bjs boa leitura *amu vuxêsz <3*
~Srta. Iero.

Capítulo 3 - Thinking of you


Fanfic / Fanfiction I need you in my life forever. Frerard. - Capítulo 3 - Thinking of you

*POV* ~Gerard.

Mikey e eu saímos da escola e andamos em direção de casa, a rua estava bem calma, nenhum carro passava por lá, nem pessoas, além de nós 2. 

Chegando em casa, batemos na porta e minha mãe a abriu rapidamente.

–Oi queridos, como foi o primeiro dia de aula de vocês?– Minha mãe, Donna havia perguntado depositando um beijo suave em nossas testas, nos deixando entrar.

–Bem mãe, eu fiz dois amigos hoje, e um deles vem pra cá hoje, vou ensinar um pouco de biologia, e também íamos tocar guitarra, tudo bem pra você?– Respondi, e obviamente eu estava falando de Frank.

–Sim querido, por mim tudo bem, e você Mikey?

–Fiz dois amigos também, uma menina e um menino, Gerard é o Frank que vem em casa hoje?– Mikey falou olhando para mim, assenti com a cabeça.

–Que bom Mikey, mas quem é a menina hmm...?– Perguntou minha mãe ao dar um sorriso "malicioso" para ele.

–Filha do diretor, Avril Sophia Miller.– Respondeu ele, vi a emoção em suas palavras ao pronunciar o nome de Avril.

–Tudo bem então, vamos almoçar? Ah e Gerard, vou sair as 14:30 com Mikey para conhecer a cidade, combinamos isso hoje de manhã.– Ela falou enquanto seguíamos para a cozinha.

–Vou ficar sozinho com Frank Mikes?– Ele assentiu com a cabeça. –Então okay.– Respondi feliz, afinal eu ficaria a tarde inteira com Frank.

Depois de almoçarmos e falarmos sobre nosso primeiro dia na escola, os dois se arrumaram e saíram de casa, não sei ao exato aonde queriam ir, mas iriam sair, e assim foi, saíram me deixando sozinho em casa. Subi para colocar outra roupa e peguei minha guitarra, estava com sua "capa" porém empoeirada por eu não usa-la mais, algo feliz brotou em mim quando comecei a tirar o pó que havia nela, deixando ela quase nova, sorri.

14:38 e nada de Frank aparecer, pensei na hipótese de ele ter me dado um cano, saído com outro cara? Talvez...

14:41 alguém bate na porta, andei calmamente até ela para abri-la. Era Frank, estava com sua guitarra e sua bolsa, e completamente deslumbrante.

–Oi Gee, desculpa o atraso, levei minha guitarra para afinar, por isso demorei. E nossa, que casa legal!

–Oi Frankie, tudo bem e obrigada, pode entrar.– Dei passagem ao menor.

–Bela casa Gee.– Falou o menor sorrindo e olhando ao redor.

–Coloque sua guitarra ai do lado do sofá, vamos estudar um pouco e depois fazemos uns solos, tudo bem?

–Com uma condição...

–Qual?...– Fiquei nervoso.

–Eu te levo num lugar antigo onde podemos tocar em paz, não é muito longe, e não vamos demorar muito.

–Tudo bem, já volto, sinta-se em casa!– Respondi indo a cozinha pegar uns biscoitos e água.

–Obrigada!– Gritou da sala para que eu pudesse escutar.

Voltei com as coisas, colocando-as em cima da mesa de centro, me sentando ao lado de Frank, numa distância agradável.

–Bom, vamos começar?– Perguntei ao que ele se aproximou mais de mim e pegou seu livro e caderno de biologia.

–Sim.– Falou ao meu lado.

Depois de mais ou menos 1 hora de estudos, decidimos parar, já tínhamos comido tudo, levei as coisas para a cozinha ao que Frank guardava suas coisas e tirava a guitarra de sua capa.

Voltei e ele já estava com ela na mão, vi um nome na guitarra branca: "Pansy".

–Vou pegar a minha, já volto.– Falei enquanto subia as escadas.

Peguei minha guitarra que estava novamente em sua capa, desci as escadas e sentei-me ao seu lado.

–Posso te fazer uma pergunta? É meio besta mas eu queria saber...– Perguntou ele meio envergonhado.

–Claro!– Falei e ele se confortou mais.

–Você deu um nome pra sua guitarra?

Bom, na verdade eu tinha um nome sim...

–Sim... Helena, minha avó sempre me apoiou quando eu falava que queria ser músico, ela me comprou essa guitarra ano passado quando fiquei na casa dela, pra fazer ela se sentir menos sozinha, quando a ganhei, achei justo colocar o nome de minha avó, por isso ela se chama Helena, estava meio empoeirada porque eu tinha deixado ela parada, é chato tocar sozinho aqui em casa, eu me sentia melhor pra tocar na casa dela.– Respondi observando minha guitarra modelo Les Paul totalmente preta. Sorri ao falar de minha avó de novo.

–A minha se chama Pansy, vamos começar logo, estou ansioso para ouvir você tocar, vamos ao galpão.

–Que galpão?

–Lembra quando eu cheguei? Falei que iríamos tocar em outro lugar? É um galpão antigo e abandonado, não fica muito longe, vamos! Depois eu passo e pego minhas coisas, tudo bem?

–Okay.

Nos levantamos do sofá encapando novamente nossas amadas guitarras, saímos de casa e tranquei a porta. Andávamos normalmente pela rua, falando sobre coisas aleatórias, quando chegamos em um lugar afastado, sombrio, pensei que havia drogados ou assaltantes lá, mas confiei em Frank e adentrei o local com ele.

–Ninguém vem aqui porque é afastado da cidade, drogados ou coisas assim não vem porque dizem que existem fantasmas aqui, eu acredito, mas nunca vi e também nunca gostaria de ver.– Respondeu Frank ao colocar Pansy em cima do palco e pular lá também.

Olhei pelos lados e vi a escada que levava ao palco, deixei Helena (Guitarra) lá junto, passei pelo corredor que levava ao palco e vi um vulto preto se movendo rápido, parei para olhar mas nada de mais aconteceu além disso, eu pularia da ponte pra você acreditar... Achei ser só coisa da minha cabeça e entrei no palco, Frank não estava mais lá...

–BOO!– Frank gritou pulando em minha frente saindo de trás de uma cortina, dei um salto e gritei de susto, rápido colocando a mão em meu peito para ouvir meu coração que estava acelerado. Frank se jogou no chão com suas 2 mãos em sua barriga e começou a rir enquanto eu quase havia tido um ataque cardíaco.

Cheguei perto de Frank quase pisando em seu cabelo, eu estava ofegante pelo susto, logo ele parou de rir.

–Você tinha que ter visto sua cara Gee...– Continuou a rir.

Virei os olhos e saí de perto dele, tirei Helena da capa, me sentei no chão cruzando as pernas, peguei a palheta que estava em meu bolso e vi um papel dentro da capa da guitarra, Frank encarava tudo aquilo muito curioso, até tinha parado de rir. Peguei o papel e vi uma música que minha avó tinha escrito pra mim, o título era: The Light Behind Your Eyes. Quase chorei ao ver a música, abracei minha guitarra e deixei uma lágrima correr, seguido de um soluço, Frank saiu correndo em minha direção. Pegou o papel e o virou, tinha a assinatura de minha avó, e dizia: Nunca se esqueça Gerd, com amor, vovó Helena. <3

–Sente saudades dela?...– Ele me perguntou e assenti com a cabeça, coloquei minha guitarra no chão e sequei minhas lágrimas.

–Gee... Q-quer... Um, abraço?...– Perguntou de novo, olhei espantado, mas abri meus braços, e em menos de 2 segundos ele estava lá, em meus braços sussurrando bem calmo e protetor: Shh, vai ficar tudo bem, estou aqui com você.  Coloquei meu rosto em seu cabelo, ele tinha um ótimo shampoo, tinha um cheiro bom. Enterrou seu rosto em meu peito me abraçando mais forte, ficamos assim por um bom tempo, até desfazermos o abraço.

–Melhor?– Me perguntou.

–Muito!– Falei e sorri, ele também sorriu.

Nos sentamos e pegamos as guitarras, começamos a inventar solos, falar sobre a vida, quando ele falou:

–É uma linda música, posso tocá-la?– Perguntou enquanto lia a folha.

–Sim, mas é pra violão, e não temos aqui, o meu antigo está com vovó Helena.

–Quem disse que não temos um violão aqui?– Se levantou com um sorriso e sumiu adentrando uma das portas do palco, não estava entendendo nada, até que ele apareceu com um violão completamente preto. Parecia muito bem cuidado, Frank se sentou ao meu lado e colocou a folha em sua frente e começou a tocar a música, os acordes ficavam em cima das letras da música que vovó Helena havia criado.

"So long to all of my friends
Everyone of them met tragic ends
With every passing day  
I'd be lying if I didn't say
That I miss them all tonight
And if they only knew  
What I would say

If i could be with you tonight
I would sing you to sleep
Never let them take the light behind your eyes  
One day, I'll lose this fight
As we fade in the dark  
Just remember you will always burn as bright...'

Ele cantava como vovó Helena, sua voz era linda, seus dedos faziam os acordes delicadamente, parecia que ele conhecia a música, mas na verdade era a primeira vez que ele estava cantando e tocando.

–Nossa Frank, isso foi lindo, estou me sentindo melhor ainda! Obrigada.– Me inclinei para abraçá-lo, por impulso, mas fui correspondido, o que me fez sorrir.

Ficamos tocando e conversando até umas 18:15 mais ou menos, estava escurecendo e não tinha avisado minha mãe para onde eu iria.

–Frank, melhor irmos, não avisei minha mãe porque ela não estava em casa, deve estar preocupada comigo agora...– Falei encapando Helena e me levantando.

–Também acho melhor irmos.– Frank levantou e foi ao mesmo quarto de antes guardar o violão.

"Aquele susto não ficar ficar assim Sr. Iero."_Pensei.

Me posicionei atrás da cortina da porta do lado de fora (em cima do palco), Frank abriu as cortinas.

–BOO!– Gritei e ele também gritou, mas ao invés de correr para outro lado, correu para os meus braços, como uma espécie de abraço protetor, no qual eu deveria de protege-lo, e foi o que eu fiz. Enterrou a cabeça em meu peito me abraçando, fiz minhas mãos passearem por suas costas, até chegar em seu cabelo o dando um cafuné, calmo, paciente e relaxante, eu estava adorando aquilo, aquele silêncio, mas precisávamos ir. 

–Frank? Tudo bem? Não pensei que fosse se assustar tanto assim...– Falei ainda com os cafunés.

–Eu vi uma coisa dentro da sala quando guardei o violão, não sei o que era, era tipo um negócio preto, um vulto, saí às pressas de lá e você me assustou, corri pros seus braços porque me assustei, sem falar que está escurecendo... Desculpa eu não queria te abraçar, foi impulso, medo, mas você tá aqui, me protegendo, assim como fiz com você hoje de tarde...– Respondeu ainda com sua cabeça em meu peito, sua voz abafada pelo meu casaco.

–E eu estarei aqui Frankie, te protegendo sempre, vamos agora? Esse lugar me dá arrepios de noite mas tranquilidade de dia, podemos voltar aqui um dia?– Me abaixei na curva de seu pescoço para falar em seu ouvido.

–Sim e sim!– Respondeu ele com um sorriso, ainda grudado em mim, retribuí o sorriso e nos desgrudamos.

Frank guardou Pansy colocando-a em suas costas com a alça da capa, fiz o mesmo com Helena.

Saímos de lá conversando e olhamos para trás, tudo bem até que viramos de novo e vimos alguém acenando para nós, um senhorzinho que aparentava ter uns 60 e poucos anos, porém...  Vestido com um terno preto e uma gravata vermelha... Totalmente branco... E sorrindo de forma simpática mas estranha ao mesmo tempo, eu e Frank paramos e nos olhamos.

–Tá vendo o que eu tô vendo?– Perguntei, minhas pernas iriam vacilar se eu ficasse parado.

–Tô, tô vendo o que você tá vendo...– Respondeu ele empalidecendo, ainda olhando a figura assustadora atrás de nós do lado de fora do galpão, estávamos longe, mas vimos. 

–Bora fazer uma corrida? A recompensa é continuar vivendo.– Falei tentando acalma-lo.

–1, 2, 3, JÁ!– Frank falou e saímos correndo sem olhar para trás, apenas correndo, nossas guitarras batiam em nossas costas enquanto corríamos.

Chegamos á uma esquina em segundos, paramos e olhamos para trás, o senhorzinho não havia nos seguido, vi que Frank estava pálido, chorando muito.

–Frank, tudo bem?– Perguntei me aproximando dele.

–S-sim, fo-foi só um susto.– Eles respondeu entre lágrimas e soluços.

–Calma Frankie, vai passar eu tô aqui, vem cá.– Me aproximei ainda mais para abraçá-lo e logo ele veio correndo me abraçar.

Eu sussurrava que tudo ia ficar bem, e a gente ia saber o que havia acontecido lá. Nós iríamos descobrir. E deixei isso muito claro para Frank.

–Tu-do bem Gee, vamos pra casa...– Ele ainda estava arrepiado, e não era só por causa da aparição, ele estava tremendo de frio, estava escuro já, frio, e ele só tinha uma camiseta com manga longa, e para não o ver naquele estado, tirei meu casaco e ofereci à ele.

–Não, Gee, e-eu estou bem... Não quero que passe frio por minha causa.– Ele respondeu tentando parecer bem, mas foi não funcionou.

–Eu insisto Frankie, não quero te ver assim, eu vou ficar bem, não estou com frio.– Falei enquanto abaixava o zíper e retirava meu casaco lhe entregando-o.

–Bom, já que insiste, obrigada Gee...– Disse enquanto colocava o casaco, eu já via que ele parara de tremer e se controlar mais, e o que me fez ficar bem, e quente, foi quando ele se agarrou em minha cintura. Eu não fiz nada além de passar meu braço pelo seu ombro juntando-o mais à mim, ele fechou os olhos e curvou os lábios para um sorriso sem mostrar os dentes. Sorri.

Chegamos na frente de minha casa.

–Tenho que pegar minhas coisas e ir pra casa...– Respondeu ele se soltando de mim, porque havia mamãe e Mikey em casa, papai estava viajando à trabalho e voltava apenas semana que vem.

–Vem, vou junto, e peço pra minha mãe pra eu te levar pra casa, é muito escuro pra você ir sozinho.– Falei enquanto destrancava a porta.

–Mesmo?

–Sim, meu pai deixou o carro em casa, ele tá viajando em outro estado à trabalho, mas liga todos os dias.

–Não quero incomodar Gee...

–Vai me incomodar ver você ir sozinho pra casa, vou colocar Helena lá em cima, se quiser pode ir na cozinha dizer um "oi" pra minha mãe, só se quiser, claro, já volto.– Não subi totalmente às escadas, parei no meio desta quando vi Frank adentrar a cozinha e sorrir, provavelmente por ver minha mãe, consegui ouvir a conversa dos 2.

–Olá! Você deve ser o Frank, certo?– Minha mãe falou enquanto lavava a louça.

–Olá, sim, você é a Sra. Way?

Sra. Way? Que menino educado, não sabia que Frank era assim.

–Que educado! Sim, sou, Gerard provavelmente logo desce, esse é o casaco dele?

L-A-S-C-O.

–Sim, eu havia esquecido o meu e Gerard me emprestou o dele...

–Que bom que Gerard fez isso.

Subi às escadas suspirando aliviado por minha mãe não expulsar o Frank, guardei Helena. Vesti outro casaco porque eu sabia que Frank não tinha outro casaco, então emprestaria até amanhã, já que seria terça-feira. Cheguei na cozinha.

–Oi mãe, pelo que vi já conheceu o Frank certo?

–Sim Gerard, e que bonito da sua parte emprestar seu casaco à ele.– Ela sorriu.

–Am... Mãe, posso levar o Frank pra casa? Não quero que ele vá sozinho.

–Claro! Mas não demore e não incomode ninguém!

–Certo mãe.

Peguei as chaves em cima da mesa e saímos. Frank colocou Pansy no banco de trás do carro e entramos. O silêncio tomou posse do lugar até que.

–Gee, eu não queria estar te incomodando, logo no primeiro dia de amizad-.

–É um prazer Frank, eu gosto muito de você, e parece que nos conhecemos a anos.– Falei sem tirar minha atenção da estrada.

–Á direita, segunda casa.– Ele apontou dizendo onde ficava sua casa. Dirigi até lá. 

Era uma casa enorme de dois andares, um jardim muito bonito como a casa, luzes acesas...

–Obrigado pelo casaco Gerar-.

Não o deixei terminar a frase, apenas me inclinei e puxei-o para um beijo profundo e suave, e por sorte, ele correspondeu com a mesma intensidade. Finalizamos o beijo, vi seu sorriso ao olhar ao chão envergonhado.

–Desculpa Frank... Eu... 

–Eu também quis...– Falou e começou a me fitar, sorrimos e nos abraçamos.

–Frankie, quero que fique com meu casaco... Assim não ficará tão longe de mim.

–Claro Gee, agora eu tenho que ir, meus pais devem estar esperando.

–Sim Frankie.

–Mas antes, quero outro beijo.– Sorri, me inclinei e o beijei, abraçando-o e colocando uma mão em seu cabelo, eu estava adorando.

–Tchau Gee, e obrigado pelo casaco, te vejo amanhã.– Lançou um beijo no ar quando saiu do carro, sorri e fiz o mesmo.

Chegando em casa, tranquei o carro e notei que Mikey e mamãe já estavam dormindo, entrei em casa e tranquei a porta, (ainda sorrindo) subi às escadas e tomei um banho, coloquei um pijama qualquer e me deitei, olhei em meu celular e havia uma mensagem. Uma mensagem com uma foto.

"Pensando no meu Gee..." (Foto do Frank abraçado com o casaco do Gerard).

Sorri.

"Pensando no meu baixinho..."

Coloquei meu despertador e adormeci, nunca tinha ficado tão feliz por me mudar, eu estava gostando de alguém de novo, e melhor, estava sendo correspondido.

~~~


Notas Finais


OOOOOOOOOOOOOOOOI DE NOVO
O que acharam? MOMENTO FRERARD NA ÁREA <3
Bjs amo vuzes. Até semana que vem! (Se eu conseguir posto amanhã, mas não prometo nada, bexuz <3)
~Srta. Iero.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...