História I need you in my life forever. Frerard. - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Frank Iero, Gerard Way, My Chemical Romance
Personagens Frank Iero, Gerard Way, Mikey Way, Ray Toro
Tags Frank Iero, Frerard, Gerard Way, Mikey Way, My Chemical Romance, Ray Toro
Exibições 13
Palavras 1.254
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Linguagem Imprópria, Suicídio
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oooooi.
1- Preparem os corações pro começo e pro final, não serei tão malvada mas nem tudo e um mar de rosas </3
2- Boa leitura nos vemos lá em baixo!
3- Beijoos <3
~Srta. Iero.

Capítulo 5 - Do not be afraid, I'm here with you.


Fanfic / Fanfiction I need you in my life forever. Frerard. - Capítulo 5 - Do not be afraid, I'm here with you.

Frank começou a chorar e soluçar quando adentramos nossa sala.

–Frank pelo amor dos céus! O que houve?!– Segurei seus braços.

–Gee... Estou me lembrando de algo, porém não sei exatamente o que, eu estou tão confuso! O que há de errado comigo?!– Falou num tom alto, mas não chegou a gritar, manteve total controle de seus soluços, mas não suas lágrimas.

–GEE- Ele não completou a frase, empalideceu, arregalou os olhos e os virou em seguida, desmaiando em meus braços.

–FRANK!– Gritei ao vê-lo se desequilibrar e fechar seus olhos, logo o segurei para que ele não caísse.

–Frank acorda, por favor! Não brinca assim comigo!– Ao falar percebi minhas lágrimas caindo de meu rosto, molhando a face dele, sequei ambos os rostos e o levantei em meu colo, segurei em suas costas e pernas, segui correndo para a enfermaria no fim do corredor, ao lado da sala da direção.

–Por favor, ele está desacordado e eu não faço ideia do que é!– Quase implorei para a enfermeira que rapidamente levantou de sua cadeira e me falou para coloca-lo em uma cama numa outra sala mais adentro.

–Acalme-se moço, o Sr. Iero apenas desmaiou, ele já teve casos parecidos assim, pelo que me disse uma vez, ele desmaia por conta de ansiedades muito fortes, e sustos enormes. Se a ansiedade não é muita e os sustos são leves nada de mal acontece, mas o senhor o deixou ansioso ou o assustou? Não te julgarei nem nada, mas ajudaria.– A enfermeira falou enquanto pegava seu estetoscópio e ouvia o coração de Frank. Nesse momento eu já relaxei mais, já tinha parado de chorar na porta da enfermaria.

–Eu não fiz nada, estávamos na educação física quando ele me chamou pra ir até a sala de aula, e eu fui, chegando lá conversamos e ele olhou por cima do meu ombro, empalideceu, arregalou os olhos e caiu em meus braços, ai levei-o aqui, quando ele acordar vai poder nos falar porque ele ficou assim?– Perguntei já ansioso pela resposta da enfermeira.

–Sim, se ele lembrar, é meio complicado as pessoas entenderem porque desmaiaram, mas se dermos sorte ele nos falará, quer algum copo de água? Parece nervoso.– Assenti com a cabeça enquanto ela me levava para fora da sala onde Frank estava. 

–Ele vai ficar bem?– Perguntei.

–Sim, é provável que daqui a pouco acorde, a pressão dele baixou mas está voltando ao normal, e seus batimentos cardíacos estão normais.– Obrigada Deus!_Pensei.

Sentei-me numa cadeira no pequeno hall da enfermaria quando a enfermeira me trouxe a água, fiquei esperando e pensando porque Frank tinha ficado assim.

Depois de uns 10 minutos mais ou menos a enfermeira apareceu com Frank caminhando ao seu lado, vindo em minha direção. Me levantei e fui abraçá-lo.

–Frank, nunca mais me assuste assim.– Falei num sussurro enquanto o apertava mais pela cintura, trazendo-o cada vez mais perto de mim.

–Esqueci de avisar que desmaio quando fico ansioso demais ou levo um susto muito grande?– Sussurrou em meu ouvido trazendo seu nariz em meu pescoço, me abraçando forte também.

–Sim, esqueceu, conversamos mais lá fora.– Senti um leve arrepio quando ele mordeu carinhosamente o lóbulo da minha orelha direita, eu adorei, ele já estava bem.

Agradecemos a gentil enfermeira e saímos da enfermaria, eu o segurava pela cintura colando-o à mim e ele fazia o mesmo.

Seguimos para a arquibancada em que estávamos antes, Mikey e Alicia não estavam mais ali, porém a aula continuava normalmente, Avril estava treinando junto das outras líderes de torcida, o que me deixou mais relaxado. Nos sentamos nos mesmo lugares de antes, (sem nos separar) ele colocou a cabeça em meu ombro e eu coloquei a minha apoiada na dele.

–Frank, o que você viu para desmaiar?– Perguntei curioso, eu queria saber o que havia naquela sala pra ele ficar tão apavorado.

–Eu te disse que estava lembrando de algo, mas não sabia o que, agora eu sei...– Assenti o deixando mais seguro para continuar.

–O senhorzinho que vimos no galpão abandonado, é meu avô.– Ele falou olhando pro chão agora, e eu me arrepiei por inteiro. –Ele me levava lá quando criança, o violão que eu peguei, era dele, ele deixava lá pra me ensinar a tocar, e um dia ele morreu, se não se importa não vou entrar em detalhes, mas fiquei abalado demais, e depois daquilo, eu nunca mais voltei lá, me fechei de vez do mundo, só falava com Avril e Ray, ai você e Mikey apareceram, e decidi que você era a pessoa certa pra me acompanhar lá de novo, e quando vimos o senhorzinho, não vi direito seu rosto, mas era meu avô, pois foi ele que eu vi pelo seu ombro, ele estava na sala conosco, sorrindo como no galpão, e eu me assustei com ele e desmaiei...– Ele falou se apertando mais à mim. E eu? Me arrepiei dos pés à cabeça!

Eu estava em transe, como aquilo era possível?! Frank não brincaria com um negócio desses. Me levantei mais pálido do que já estava.

–Gerard, tudo bem?– Frank perguntou ao me ver estranho.

–Vamos ao galpão hoje à tarde.– Sentei-me de novo ao que ele assentiu.

Conversamos tentando esquecer o assunto, que milagrosamente foi possível, até tocar o sinal e vermos todos indo se trocar e voltar pra sala. Me levantei junto de Frank, ainda colados, eu não queria me afastar dele, não tão cedo.

Chegando na sala, nos abraçamos e Frank novamente mordeu o lóbulo da minha orelha direita, o mesmo arrepio surgiu em mim junto de um sorriso, nos separamos e andamos aos nossos lugares.

–Bom dia classe!– A professora de matemática adentrou à sala enquanto todos respondiam "Bom dia professora." sem o mínimo de vontade.

–Bom, irei entregar as provas de vocês e em seguida fazer a chamada.– A professora falou se sentando em sua cadeira pegando nossas provas.

Frank me olhou esperançoso, aquele garotinho que estava desmaiado e todo assustado em meus braços estava em paz e suave novamente, sorri.

A professora foi chamando os alunos até ela falar "Gerard e Frank". Me levantei indo pegar a prova, e fiz o mesmo olhar de quando recebemos a prova de biologia, decepção.

Retornei à minha carteira sentando em minha cadeira.

–9,5?– Frank perguntou ansioso.

–10.– Respondi sorrindo agora e entregando-lhe a prova.

–Mano que cagaço, não faz isso não.– Ele falou sorrindo, e eu ri.

A aula chata continuou, assunto novo, eu entendi muito bem enquanto Frank fazia caretas do tipo "Como esse 'x' foi parar do lugar do '5'?!" Eu só ria, claro, mas prestando atenção em tudo.

O sinal tocou e saímos da sala, nos agarramos pela cintura e andamos até fora da escola.

–Vou na sua casa hoje á tarde pra gente ir no galpão, confesso tô ansioso, mas não vou desmaiar, fique despreocupado.– Ele riu e eu?: "Ha-Ha." Mostrando maior cara de indignação, logo ele me arrancou um sorriso quando apertou minha cintura com a mão esquerda e a direita parou em meus cabelos, me puxado pra um selinho demorado e suave, as pessoas estavam passando e indo pra casa, eu ouvia coisas do tipo: "Iero? Quem diria!". Eu só sorria entre o beijo, até nos separarmos e EU morder o lóbulo da orelha direita dele, senti o arrepio dele em mim.

–Tudo bem, mas não se atrase.– Falei dando um selinho de verdade nele. Sorrimos e nos despedimos, indo em direção às nossas casas, porém Mikey não estava comigo, ele deveria ter ido antes, sem me esperar.

~~~


Notas Finais


Chap pequeno ;-;
Frank </3
Gerard "qq ta cotezeno?" KKJJ
Quem ai levou um mini-ataque cardíaco quando o Franki desmaiou? -eu- KJASNJAN
Beijos e até o próximo! <3
~Srta. Iero.
(O próximo será maior, prometo <3)


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