História I need you, now! - Malydia. - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Teen Wolf
Personagens Allison Argent, Derek Hale, Hayden Romero, Isaac Lahey, Jackson Whittemore, Kira Yukimura, Liam Dunbar, Lydia Martin, Malia Tate, Mieczyslaw “Stiles” Stilinski, Personagens Originais, Scott McCall, Theo Raeken
Tags Drama, Homossexualidade, Hot, Lesbicas, Malydia, Romance, Teen Wolf
Visualizações 29
Palavras 1.063
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Orange, Romance e Novela, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oeee. Mais um capítulo, espero que gostem!

Boa leitura! ♡

Capítulo 4 - Eu sabia.


P.O.V. Lydia H.

Sinto levemente uma respiração no meu pescoço e um braço me envolvendo. Malia estava com o corpo enroscado no meu. Nós estávamos de conchinha, eu odeio conchinha... Odiava. Abro minhas pálpebras e lá fora ainda está escuro. Olho para o meu despertador e o mesmo marcava 03:50. Perdi dez minutos de sono. Me permito passar esses dez minutos no aconchego de seu corpo, sentindo-a. Minhas pálpebras começam a pesar, e quando eu as fecho o despertador toca. Desligo o mesmo rápido para não acordar Malia, mas já era tarde. Ela separou nossos corpos e virou para o outro lado. Levantei rápido e corri para o banheiro. Me olhei no espelho e meus cabelos estavam bagunçados. Jogo água no meu rosto, escovo os meus dentes e saio do banheiro.

- Não acredito – Malia falou e eu levei um susto – que você acorda às quatro da madrugada. – Ela acendeu o abajur e me olhou.

- Não gosto de atrasos, então me arrumo com antecedência. Vai que eu pegue trânsito. – Andei até uma cadeira e peguei minha toalha.

- Você é doida. Isso sim! – Levantou e andou até mim. – Bom dia. – Me deu um beijo no canto da boca e colocou uma mecha do meu cabelo atrás da orelha. – Obrigada. – Fiquei paralisada enquanto ela saia pela porta afora.

Após eu ter tomado banho, visto uma calça jeans, um salto e uma camisa meio social. Penteio meu cabelo, passo perfume, coloco meu celular no bolso e desço. Quando chego na cozinha, meu pai está preparando algo no fogão, e Malia está encostada no balcão falando não sei o quê. Paro na entrada e a olho. Ela estava, aparentemente, pronta. Que rápida. Ela estava vestindo uma roupa social. Muito social para ir a um hospital! 

- Bom dia, Filha. – Despertei do transe em que eu estava e sorri para ele.

- Bom dia. – Malia me olhou e mordeu uma maçã. Puta que pariu. 

- O que vocês estavam conversando? – Indaguei, sentando na cadeira. Eles se entreolharam e meu pai se virou para mim.

- A sua irmã estava me contando que... Bom, fez medicina porque a mãe dela queria. Mas a área que ela gosta é administração. E eu pensei: como eu tenho uma empresa, poderia deixá-la responsável. Até porque eu ando muito ocupado com o hospital. – Ele me olhou esperando alguma atitude, mas a única coisa que fiz foi mexer a cabeça positivamente e morder uma banana. – Você não vai falar nada?

- Pai, eu pouco me importo. Só espero que o senhor saiba o que está fazendo. Aquela empresa é uma das melhores em Seattle – Falei e Malia abriu um sorriso irônico, mas não falou nada. – Aliás, eu também quero conversar sobre isso com o senhor.

- Não me diga que você também quer...

- Desistir da minha carreira de Neuro? Não, jamais. Quer dizer... Eu vejo como o hospital consome seu tempo, não quero isso pra mim.

- Filha, existe uma diferença. Eu sou o chefe da cirurgia e dono do hospital. Tenho uma responsabilidade muito elevada com aquele hospital. Não que a vida de um cirurgião seja fácil, não é... – Ele parou e respirou fundo. – Você sabe o que faz. O que você decidir, tem meu apoio. Vou subir e tomar um banho. – Ele me deu um beijo na testa e subiu.

- Não acha que tenho capacidade para administrar uma empresa? – Indagou Malia, com aquele sorriso cínico.

- Sinceramente, não. Até você me provar o contrário, é claro – Falei. – Você nem começou, e já desistiu da sua carreira no hospital.

- Bom, eu sei o que eu quero. Ao contrário de você que está quase terminando a residência e está insegura. – Ela piscou o olho e andou até mim. – Você está linda!

- Eu sempre estou. Agora me dá licença. – Levantei e ela segurou meu braço. – Dá pra me soltar?

- Sim, claro. – Ela apertou mais meu braço. – Mas antes... – Ela foi chegando mais perto, quase encostando sua boca na minha. Fechei os olhos e esperei. Ela soltou uma risadinha e me soltou. – Eu sabia... – Falou e eu a empurrei.

- Sabia o quê, garota?

- Meninas, atrapalho? – Meu pai entrou na cozinha, vestindo um terno e segurando uma pasta.

- Não, de jeito algum – Malia falou. – Não estávamos conversando nada demais.

- Que bom que vocês estão se entendendo.

O senhor não sabe o quanto. 

- Malia, vamos? – Falou e Malia assentiu.

- Vocês não vão para o hospital? – Perguntei e meu pai levou a mão na cabeça.

- Não, filha. Vamos passar em uma concessionária e de lá vamos pra empresa.

- O senhor comprou um carro semana passada... - Retruquei.

- E vou comprar outro hoje, pra Malia. Tchau, meu amor.

Eles saíram e, pela primeira vez em anos, senti preguiça de ir pro hospital. Termino de tomar o meu café da manhã e escuto a porta da sala bater.

- Pai, esqueceu algo? – Perguntei mas não obtive respostas. Meu pai nunca esquece nada. Peguei uma colher de pau e fui andando devagarinho até a sala. Quando vou dobrar, alguém pula na minha frente, berrando, com uma máscara de macaco. Acerto a colher de pau na cabeça dele umas duas vezes, e ele se abaixa tirando a máscara, grunhindo de dor.

- Ai, Lydia, caralho.

- Stiles! – Gritei. - O que você pensa que está fazendo? Quer me matar? – Sentei no braço do sofá e coloquei a mão no peito. – porra... – murmurei.

- Lyds, você precisava ter visto sua cara. – Ele caiu na gargalhada, massageando a cabeça.

- Vai, levanta daí. – Ele se apoiou no sofá e se levantou. Joguei a colher de pau nele e ele a segurou. – Seu imbecil.

- Te amo – Falou. – Cadê as pessoas dessa casa? – Indagou. – Tio Derek? – Berrou.

- Para de gritar, vai ser inútil. Meu pai foi levar a Malia pra conhecer a empresa. Ele vai dar o cargo de administrador para ela.

- Como é? Ela não era interna do hospital? Ela tem alguma experiência com empresa?

- Não sei, acho que não e espero que sim. Sobre ela ser interna... Não é mais. – Dei de ombros e peguei minha bolsa. – Vamos?

- É, né... Nunca tenho sorte de chegar aqui e ver o Tio Derek de cueca, desfilando pela casa – Falou e dei um soco no braço dele. – Ai, só estava brincando.

- Sei bem a sua brincadeira.


Notas Finais


Até o próximo! ;)


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