História I need your protection! - Capítulo 17


Escrita por: ~

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Categorias Karlie Kloss, Manuel Neuer
Personagens Karlie Kloss, Manuel Neuer, Personagens Originais
Tags Amizade, Amor, Casal Dez Barra Dez, Cher, Hot, Karlie Kloss, Manuel Neuer, Namoro, Neuer, Ódio, Toni Garrn
Exibições 33
Palavras 1.159
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Fluffy, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Eu tava com uma baita preguicite aguda pra postar. Disgurpa, galero :")

ENFIM, boa leitura!

Capítulo 17 - Prazer em conhecê-los.


- Vamos lá, Peter!

Tyler grita, tentando frustradamente me incentivar a cantar uma música ridícula, que Karlie deu play com prazer.

- Vou rebolar só porque, você não gosta...

Karlie e sua amiga cantarolam, rindo vez ou outra.

- Canta Manu!

Tyler grita, mais uma vez; chega.

Eu vou abrir essa porta e me lançar pra fora desse carro. Rolar na avenida e ser atropelado por uma dúzia de caminhões e carretas deve ser melhor que continuar ouvindo essa música infâme.

Sei que eu não 'tô em posição de reclamar... também escuto muita porcaria, mas isso é demais pra mim.

- Tyler! Para o carro que eu quero descer.

Digo, removendo o cinto de segurança e já me pondo mais próximo da porta lateral.

- O quê?

Antes que eu pudesse dizer alguma coisa, a garota freiou bruscamente; o que fez meu corpo ser lançado para frente; acabei por bater minha testa no banco do motorista.

Karlie, riu. Riu muito.

Pus a mão sobre minha testa machucada, e pudi sentir um leve relevo. Um galo, talvez.

Nesses poucos segundos que o automóvel paralisou, vários motoristas iniciaram a sessão buzina; o que obrigou Tyler a acelerar e sair cantando pneus. Acabei por me conformar e colocar o cinto novamente; quando o belo toque de Like That iniciou, não me contive e cantei igual uma salamandra parindo.

××


- Pai! Mãe! Temos companhia.

Karlie exclamou assim que entramos em sua residência; que por deuses, é mais organizada do que o Rodney quando vai ter um encontro. E Tyler, pegou seu rumo.

Toda a decoração tem um tom meio antigo, mas charmoso.
Retratos de bebês, idosos e flores, preencheram quase que metade dos móveis desta sala de estar. Estou tanto quanto perplexo, nunca imaginei que em um dia só aconteceria tanta coisa. Eu não estou emocionalmente estruturado.
Eu não 'tô preparado para isso. Ó Deus.

- Senta aí que já venho!

Minha garota diz, apontando para um sofá aparentemente velho em um canto do cômodo, e logo corre para sabe lá Deus onde.
Vou até o local que me foi indicado e me sento de forma comportada.

Sou uma mocinha, de família, aliás.

- Ele é um doce, vocês vão amar conhecer ele!

Vozes e passos constantes estão me deixando angustiado.
E se, eles forem católicos?

Não foge, Manu, concentra.

- Então é você?

Um homem surge apontando seu indicador contra minha face - agora, com medo - e grita.

- E-Eu?

Engulo em seco, ainda tentando raciocinar.

- Você que roubou o coraçãozinho da minha pequena?!

Ele diz sorrindo, me levanta com uma de suas mãos, em seguida me abraça de lado.
Sorrio também, mesmo sem entender absolutamente nada.

- Papai! Assustou o menino! Espera aí... VOCÊ?

É muita coisa acontecendo, não sei como proceder.

- O que tem ele, Sophie?

Karlie pergunta, levemente contrariada.

- ME DÁ UM BEIJO, SATANÁS!

Sophie vem em minha direção e me arranca das garras de seu pai, enchendo meu rosto de breves mordidas. Ela bebeu, bebeu muito.

- Pode sair de perto dele que não é festa!

Karlie chega próximo a nós dois e nos separa dando um empurrão em sua irmã, e rapidamente envolve seus braços em meu torso.

- O que é seu, é meu...

Sophie diz, provocante.

- Vai chupar um canavial de...

- KARLIE!

Ao ouvir o estrondoso som da voz de seu pai, a garota se conteve para não falar palavriados chulos.

- Vamos comer!

A mulher que deu a luz a este ser tão lindo vulgo minha namorada, que até então só esteve nos observando de braços cruzados e sorriso no rosto, diz.

Como eu não sou de recusar nada, nos dirigimos à cozinha, à mesa.

××



Após comermos, Sophie sugeriu assistirmos um filme. E cá estamos vendo o final épico de A Culpa é das Estrelas. É patético.
Prefiro assistir novela mexicana, menos drama e mais conflitos.

- Amor, pega um copo d'água pra mim?

Karlie pergunta manhosa, não tem como recusar um pedido desses.

Levanto desajeitado e vou até a copa, pego um copo qualquer no escorredor de pratos e o preencho com a água da torneira mesmo. Sem caprichos.

Volto a sala, e para minha sorte, com excessão do pai de Karlie, o chororô está se mantendo firme e forte.

Normal se emocionar, legal, mas chorar? Ficar aos prantos por um filme? Só com o Exorcista.

- Baby, 'tá aqui a água.

Entrego o copo para a morena sentada, que o pegou de imediato enquanto contia seus soluços.
Sento-me novamente ao seu lado, e a abraço, confortando-a de certo modo.

- Humpft, mulheres.

Meu sogro diz, balançando a cabeça em negação.

- Cala essa boca, Will.

E logo foi repreendido por sua esposa.

- Manuel, que tal termos uma conversinha em particular?

Will pergunta, já levantando-se; fiz o mesmo. Ele me guiou até seu quarto, trancou-nos neste e sentamos na cama.

- Fique a vontade, não é nada demais. Mas... o que quer realmente com minha filha? Você trabalha?

O senhor questiona, me olhando nos olhos.

- Sim, eu trabalho. No momento é mais uma espécie de serviço, 'tô procurando me qualificar para conseguir algo melhor. E bom, eu quero apenas fazer Karlie feliz, não importa como. Saiba que, ela é muito especial para mim...

Falo, coro um pouco mas esbanjo um sorriso simples.

- Pois é, né... eu precisava perguntar... - O homem tosse um pouco. - Eu só tenho minhas meninas, Sophie é um caso sério... vive saindo e deixando a gente preocupado. Hope é outra pecinha, que mesmo nova, vive aprontando. Já Karlie, ela é um doce e diferente de suas irmãs. Ela não merece sofrer.

Will conclui, brincando com seus dedos de modo nervoso.

- Will, não se preocupe 'tá legal? Eu não vou desapontar sua filha.

Digo, pondo a mão no ombro do homem ao meu lado; o mesmo me olhou satisfeito e sorriu de canto. O correspondi da mesma forma.

- Bom, sendo assim. Vamos voltar para a sala.

Dito isso. Nos retiramos do cômodo e retornamos para junto das mulheres.

Finalmente os choros cessaram, e o silêncio reinou entre nós.
Will e sua mulher se retiraram para seus aposentos, Sophie resolveu ir dormir e Karlie e eu sobramos.

Ficamos conversando um pouco, sobre tudo, todos.

- Karlie, você é aquela mina né?

Pergunto, brincalhão.

- Qual?

Ela retruca inocente.

- A dos meus sonhos.

A respondo; logo sua gargalhada escandalosa poluiu o silêncio que havia anteriormente.

- Ai cara, de onde 'cê tira essas coisas...

Ela diz, meio ofegante. A puxo para mais perto de mim, envolvendo-a totalmente em meus braços; apenas ouvindo seus risos cessarem a medida que os segundos passaram.

- 'Tá na hora de você ir. Ainda tem que trabalhar.

A morena diz, com um tom tristonho em sua voz.

- Infelizmente, sim.

Digo, e suspiro.

- Mas, relaxa. Eu venho te visitar todo o dia que for possível!

Completei.

- Promete?

- De mindinho.


Notas Finais


Deixa um like pra fortalecer, mais um favorito e é isso memo
~

GENTE SISTER LOCATION É MUITO BOM MEU DEUS EU N SEI


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