História I need your protection! - Capítulo 24


Escrita por: ~

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Categorias Karlie Kloss, Manuel Neuer
Personagens Karlie Kloss, Manuel Neuer, Personagens Originais
Tags Crack, Drama, Karlie Kloss, Manuel Neuer, Nosense, Romance, Romance Lésbico, Toni Garrn, Triângulo Amoroso
Visualizações 33
Palavras 1.169
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, FemmeSlash, Festa, Fluffy, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Pansexualidade, Sexo, Suicídio
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


RETA FINAL
mentira

AINDA na visão da Karlie pq eu goxto dela e olha no que deu

Capítulo 24 - Karlie e o ferro de passar na cara.


As vezes eu acho que o universo conspira contra mim; ao menos na maioria das vezes.

Seis e meia da manhã. 

Isso não é hora 'pra ser humano nenhum acordar; mas já que estamos aqui, vamos verificar o celular. Pego o aparelho que está em cima do criado mudo e desbloqueio sua tela; aba de notificações, mensagens, duas ligações perdidas. Ora ora, parece que alguém aqui tem importância.

Abri o aplicativo do facebook e vi que Manuel havia me enviado algumas mensagens. Karlie, na moral, tu não merece a vida que tem. Pensei em ignorar, mas foi um pensamento tolo; quando notei já estava lendo e relembrando certos acontecimentos. Me odeio tanto, tenho nem ideia do quanto.

 

#

Hoje às 04:57

 

Manuel P/N: por que foi me procurar?

sabe que não gosto quando vai me ver na boate

...

ainda podemos ser amigos?

 

Respirei fundo, contei até cem. Aquela vontade básica de chorar, mas você não quer porque o orgulho é muito grande; aí você fica com raiva e imaginando aquele que te fez mal morrendo 'pra confortar a dor do coração é uma merda.

 

Me: tranquilo, tá tudo bem

 

' PARA! Karlie por tudo quanto é mais sagrado, desliga a porcaria desse celular! '

 

Manuel P/N: tá on

posso te ligar?

 

NÃO!!! O que tu quer, encosto?

 

Me: Claro

 

Em questão de segundos o celular começou a vibrar e tocar na minha mão; me arrependi muito, tipo, muito mesmo. Se arrependimento matasse, certeza que eu já estaria sendo comida por vermes em um cemitério. Mas como dizia o ditado, quem 'tá na chuva é 'pra se molhar, então atendi a chamada. 

- Oi?

- Fala logo, tenho que ir trabalhar.

Fui bem franca; sem rodeios.

- Eu só queria pedir desculpa mesmo, pelo que viu e ouviu...

- E?

- Ainda podemos ser amigos?

- Eu já te respondi isso.

Silenciou.

Tudo que ouço agora é sua respiração lenta.

- É, 'tá tudo bem mesmo?

- Se ligou 'pra perguntar isso, não perca tempo, desligue o telefone.

Fui gentil? Tipo, muito.

- Não precisa me tratar mal.

Ele diz de forma arrastada; parece ter acabado de acordar, ou que estava chorando. Nããão, homem não chora.

- Cara, é tão bom ser tratado como um pedaço de bosta né? Eu amei, sério.

Digo rápido; pela primeira vez na vida, passar na cara certos fatos estão me deixando contente.

- Eu estava estressado, deixa de ironia.

- Aproveitou que sou uma trouxa e descontou em mim, parabéns.

- É por isso que eu não te suporto, você é irritante.

- Arruma outra ué, já 'tá sozinho mesmo.

Um deboche de vez em quando, tem que ter.

- Você é inacreditável.

Manuel disse e encerrou a ligação. Menos mal.

Levantei da cama com entusiasmo; catei minhas roupas e fui direto 'pro banheiro. Hora de trampar que as contas não se pagam sozinhas; muito menos as de luz, internet e água.

 

#


Depois de muito tormento, aperto e fedor dentro do ônibus, acabei de chegar em meu covil vulgo restaurante Dong Shi.

Faz um tempo que trabalho aqui e o dono é um verdadeiro ser de luz, faz com que eu me sinta em casa!

Como qualquer rede de fast-food, exigem de nós muita responsabilidade e assiduidade. O uniforme que usamos é simples: um avental, rede no cabelo e mãos limpas; nada fora do comum. 

Tomei meu posto atrás do caixa, onde Sara me aguardara enquanto abria e fechava a gaveta da caixa registradora incansavelmente. Sara é uma ruivinha muito simpática, gosto de tê-la ao meu lado durante essa carga horária, é até que empolgante.

Nossa, o dia mal começou e eu já 'tô com vontade morrer e chorar e me matar e... Pai Celestial, me salva pelo amor do teu filho.

 

#

 

- Sabe como eu 'tô hoje?

Sara diz, tentando me "arrancar um sorriso". 'Tá tão na cara assim que estou um caco? 

- Dois pontos parêntese que abre.

Demorei um pouco 'pra entender, mas sorri ao perceber o quão ruim foi isso. Se era 'pra ser uma piada, Sara, humor não é contigo.

O dia continuou calmo como era de se esperar; os clientes estão indo embora aos poucos, já estamos próximo de fechar essa bagacela. Logo logo voltarei para minha cama, e dormirei como um urso no inverno.

- Boa tarde, opa, muito obrigado.

Qual a possibilidade de Manuel Peter Neuer aparecer aqui no fim da tarde com uma loira gostosa do lado? Eu não tenho azar, não, não, eu sou o próprio azar em forma de gente. O que esse infeliz está fazendo aqui? O que essas pragas acham que estão fazendo escolhendo uma mesa 'pra dois? O que acham que estão fazendo pedindo o cardápio a garçonete?

- Karlie? 

A ruiva fala tocando meu ombro e o sacudindo um pouco.

- Ah, oi, claro, claro, tudo sim.

Falo desconexa; desviei meu olhar do "casal" 'pra não se sentirem desconfortáveis. Se bem que nem me notaram, graças a Deus.

- Por um acaso, a senhorita os conhece?

Sara e suas inquisições.

- Não, imagina... só 'tava admirando a beleza feminina.

Digo e sorrio com malícia; a garota sorriu também e se conformou com minha resposta. Iniciamos uma conversa tanto quanto estranha, pênis, vaginas e bundas estão sendo discutidos igual debate político.

- Mas e aí, que tal ir assistir um filme comigo, lá na minha casa?

Sara pergunta, acariciando meu antebraço.

- Vamos fazer um, eu e você, não acha melhor?

Pergunto, mas algo nos interrompeu. Adivinha?

Karlie, se joga da ponte menina. 

- Opa, eu vou usar o cart... você?

Ele não tinha que vir pagar nada agora. Não tinha mesmo.

- Ah, oi.

Disse secamente, a ruivinha me olhou confusa.

- Não sabia que trabalhava no Dong Shi... já conhece a May?

Manuel diz meio surpreso, mas sorri ao mencionar a mulher; a denominada May chegou próximo e o abraçou; permaneceram grudados e sorridentes; não sei se choro ou se sujo esse mulherão de ketchup. É, ela é um mulherão mesmo. O cara não perde tempo, que demais.

- É amiga do Manuel? - Assenti. - Então somos amigas também! - Sorriu largo, forcei um meio sorriso. - Ele 'tá me ajudando muito, volta de viagem é sempre tão complicado né?

Meio tempo, Peter me entregou o cartão que pagaria toda a compra; o passei na máquina enquanto ouvia a May se gabar de suas brilhantes conquistas. A gente tenta manter um rostinho alegre e simpático, mas não dá.

- Espero te ver de novo querida!

May me puxou para um abraço; que mulherzinha, não fiz nem esforços 'pra corresponder. Manu me olhou como quem estivesse envergonhado, mas deu de ombros. Abraçados deixaram o restaurante.

Fiquei triste? Não.

Fiquei com raiva? Talvez.

Pensei em tacar fogo nos dois? Claro, lógico, certamente. O que posso fazer? Nada.

- Amiga, relaxa.

Minha companheira de caixa fala, percebendo meu semblante emburrado de gente mal comida.

- 'Tô ultra relaxada, Sara. Vamos assistir a porra do filme ou não?


Notas Finais


Se ficou pequeno perdoa
~aquela desculpa de assistir filme e na verdade ir bjar na boca, procede
eu ia postar de madrugada como sempre, mas o site resolveu sair do ar
tipo, fiquei na mágoa

próximo capítulo volta a visão do Manuel pq sei lá

momento reflexão... a cada novo favorito eu penso: COMO Q CÊS SE INTERESSAM POR ISSO??? MEU DEUS EU N ENTENDO
mas fico feliz, pode vir pode chegar

gent ruiva me add


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