História I Really Like You - II - Capítulo 22


Escrita por: ~

Postado
Categorias Violetta
Tags Leon, Leonetta, Romance, Violetta
Visualizações 253
Palavras 1.004
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Famí­lia, Mistério, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Desculpem estar sumida há mais de um mês, perdão.
Estou de volta e de férias, e esperando de coração que minha vida amorosa dê tão certo quanto a do Leon e a da Violetta devem dar. Enfim, até as notas finais! ESPERA! Quero dedicar esse capítulo a Mariah_Stoessel, por um motivo meu...

Capítulo 22 - Dreams.


Fanfic / Fanfiction I Really Like You - II - Capítulo 22 - Dreams.

POV LEON

-Nem acredito que finalmente estou em casa.

Foram as únicas palavras ditas por Violetta antes da mesma me apertar em um abraço forte o qual me pegou totalmente de surpresa. Aliás, suas ultimas ações andaram sendo sempre uma surpresa para mim. Suas mãos tremiam levemente fazendo com que suas unhas batessem contra o meu pescoço, logo alguns soluços escaparam de seus lábios e eu me preocupei.

Preferi me manter em silêncio e abracei-na, eu sabia que tinha algo muito errado, algo que minha namorada escondia de mim e de alguma forma isso estava a destruindo. Estava me destruindo.

-Tem certeza que não deseja me contar nada, meu anjo? -perguntei-lhe pela terceira vez naquele dia. -Sabe que se precis...

-Eu só estou feliz por estar em casa novamente, com você. -Violetta respondeu, mentindo, claro, eu a conhecia bem. -Será que pode me ajudar a subir até o meu quarto? Ainda me sinto fraca...

-É claro. -concordei deixando o assunto de lado mais uma vez. 

Violetta saiu do abraço deixando apenas um dos braços apoiado no meu pescoço. Agarrei sua cintura e a ergui no colo, seria mais fácil subir assim. 

Silêncio.

Não dissemos nada durante o trajeto nas escadas, e no corredor... a sensação que eu tinha era ruim, o clima que tínhamos era péssimo. Certo, estava tudo uma merda. 

-Meus pais não estão em casa? -Violetta perguntou quando a coloquei na cama. Ela havia quebrado o gelo, é um bom sinal.

-Não. -neguei com um meio sorriso. Ergui as cobertas, cobrindo Violetta até abaixo dos seios cobertos por uma regata fina que os deixava bem volumosos. -Eles foram até a farmácia buscar alguns dos remédios que o médico receitou a você. 

E novamente o silêncio se instalou. Violetta observou cada canto do quarto, como se não o visse há meses. Tudo estava tão estranho e eu não conseguia enxergar o problema o qual eu presumia estar bem na minha cara.

Então, uma dúvida me ocorreu.

O médico.

-De onde conhecia Charles, Violetta? Já tinha se consultado com ele? -perguntei e no mesmo instante atraí sua atenção, seus olhos pareciam apavorados atrás de uma resposta. -Não minta, só me diga.

-Não. -ela respondeu algum tempo depois. Seu suspiro foi alto e exalava chateação. -Não aquele Charles. 

-Tudo bem. -desisti, eu sabia que ela estava sendo sincera, mas também sabia que tinha muito mais.

Muito, muito mais.

[...]

Algumas semanas se passaram e em todas elas Violetta se manteve afundada na cama, triste e na maioria das vezes chamava por Sôphie, alegando sentir falta da filha, e somente quando a convencíamos de que sua única filha ainda estava em seu útero, ela desatava a chorar dizendo coisas como "Ela estava ali, eu a vi!" enquanto apontava para uma parede ou "Ela falou comigo.". Violetta estava enlouquecendo e eu não tinha ideia do que fazer.

Por um momento eu saí de mim, atravessei a porta do quarto, de onde antes eu observava tudo pela milésima vez, e fui até Violetta. Segurei seus braços forçando-na a me encarar. Os soluços cessaram quando de repente ela pareceu perder a voz ao encarar meus olhos. Claro, a suposta garota, Violetta já havia dito, ela tinha meus olhos. 

-Ludmila, ligue pra um psicologo. -exigi sem desviar meus olhos dos da minha namorada. -Agora.

-É domingo, Leon... como...? -Federico interviu mas Ludmila o interrompeu antes que eu dissesse algo.

-Tudo bem, temos uma amiga da família.

-Chame-a. -pedi

-Não... não faça isso, eu não sou louc...

-Mas vai ficar se continuar assim. -afirmei jogando as cobertas para o lado. -Você vai tomar um banho, vai vestir-se com aquelas roupas que sempre ficaram lindas em você e descer. Estarei aqui o tempo todo, é só me chamar. -sorri amarelo e me levantei da cama. Os pais de Violetta me lançaram um meio sorriso e se retiraram. Logo sem seguida, segui o caminho da porta, mas por um instante parei na porta. -Ah, meu amor, não há uma opção chamada "não" neste caso.

[...]

-Ludmila já levou-na para o quarto doutora, o que tem para me dizer? -perguntei após duas longas horas de consulta privada entre Violetta e Molly. 

-Violetta está abalada emocionalmente! Ela precisa de você, Leon. Pelo que entendi ela está dividida entre duas vidas. -ela murmurou anotando algumas coisas em um papel. Que droga seria essa de duas vidas? -Enquanto esteve em coma Violetta sonhou uma vida de quase quatro anos Leonard, está bem detalhado nesse bloco, caso queira ler. -ela disse me entregando um pequeno caderno e nesse momento minha cabeça já rodava. -Havia um tal Charles, mas de acordo com sua namorada, ele era um médico, porém, era apenas uma versão boa de um cara chamado Travis, do colegial. Esse sonho anda assombrando-a, ela escuta vozes e sente falta dessa vida mentirosa que construiu, você precisa mostrar a ela os prazeres da vida real... é a única forma de trazê-la a realidade.

-Eu faço o que for preciso por Violetta, qualquer coisa...

Três meses depois...

-Vilu, que barrigão! -Francesca exclamou animada assim que viu a amiga na porta da sala de aula.

Sim, Violetta estava se recuperando e havia voltado as aulas. 

-É, ela está pesada! -Vilu afirmou, por incrível que pareça, a intuição da minha namorada estava correta, era uma menina. -Eu quero conversar com você e Diego.

-Ih, é serio? -a morena indagou observando pelo canto do olho o namorado, que conversava com uma de suas amigas. 

-Não, amiga. É coisa boa. -Vilu sorriu, ela os convidaria a serem padrinhos.  -Vamos pra aula.

-Certo, estou louquinha pra tirar Diego de perto daquela vadiazinha.

-Ciumenta... -cantarolei baixinho e logo recebi um abraço surpresa de Violetta. -Ue...

-Espero que não fique com ciumes também... -ela comentou quando só restamos eu e ela do lado de fora.

-De quem? Por que?

-Quando nos casarmos, quero que Travis e Camila sejam meus padrinhos.

-Você enlouqueceu? Violetta, nã...

E depois de poucos segundos minha namorada desmaiou nos meus braços. 

Certo Leon, lá vamos nós outra vez. Só mais uma vez.

 

 

 

 

 


Notas Finais


O QUE ACHARAM MOZÕES?
Pequeno né? Mas é porque está no fim...

Um beijo na testa (em quem gosta de homem) e outro na boca (de quem gosta de mulher), eu particularmente só beijo homens. Beijão!

PEÇO PARA IREM ATÉ ESSE LINK PARA CONHECER MINHA NOVA FANFIC SOBRE VIOLETTA, MAS LEMBREM-SE DE DEIXAR SEU COMENTÁRIO NESSA AQUI ANTES, OBRIGADA!
LINK: https://spiritfanfics.com/historia/crazy-in-love-6703974

Meu twitter caso alguém queira fazer perguntas, ou conversar comigo, amo responder vocês: https://twitter.com/sweetierugge


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